Scielo RSS <![CDATA[Ciência e Cultura]]> http://cienciaecultura.bvs.br/rss.php?pid=0009-672520240003&lang=en vol. 76 num. 3 lang. en <![CDATA[SciELO Logo]]> http://cienciaecultura.bvs.br/img/en/fbpelogp.gif http://cienciaecultura.bvs.br <![CDATA[<b>Mudanças climáticas e a transversalidade do conhecimento</b>]]> http://cienciaecultura.bvs.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0009-67252024000300001&lng=en&nrm=iso&tlng=en <![CDATA[<b>As mudanças climáticas e a biodiversidade</b>]]> http://cienciaecultura.bvs.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0009-67252024000300002&lng=en&nrm=iso&tlng=en As mudanças climáticas são um dos principais desafios da atualidade, promovendo impactos que antes imaginávamos restritos a um futuro distante. Apesar de seus efeitos já serem percebidos nos dias de hoje, medidas de mitigação para redução da concentração de gases de efeito estufa na atmosfera podem reduzir fortemente os impactos futuros sobre a biodiversidade global. Aqui, destacamos os principais resultados de revisões da literatura científica sobre os impactos futuros das mudanças climáticas na biodiversidade, com ênfase especial no contexto brasileiro. Discutimos que o cumprimento de metas ambiciosas do Acordo de Paris pode reduzir drasticamente a quantidade de espécies em risco de extinção e os impactos para os diferentes biomas brasileiros. Além disso, analisamos os possíveis impactos das mudanças climáticas sobre as Unidades de Conservação brasileiras, avaliando sua eficiência em proteger a biodiversidade frente a essa nova ameaça e como torná-las mais resilientes no futuro. <![CDATA[<b>Mudanças climáticas e incêndios florestais</b>: <b>implicações sobre a saúde</b>]]> http://cienciaecultura.bvs.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0009-67252024000300003&lng=en&nrm=iso&tlng=en Os incêndios florestais, exacerbados pelas mudanças climáticas, representam uma séria ameaça à saúde e ao meio ambiente no Brasil. A crescente frequência e intensidade desses incêndios têm gerado impactos devastadores, não apenas em termos ambientais, mas também na saúde pública e no bem-estar socioeconômico das populações afetadas. Além dos efeitos diretos na saúde, os incêndios florestais contribuem para o ciclo vicioso das mudanças climáticas. Enfrentar esses desafios complexos requer intervenções abrangentes e coordenadas. Isso inclui desde o fortalecimento das regulamentações ambientais e práticas sustentáveis de manejo de terras até políticas públicas que promovam a adaptação climática e a resiliência comunitária. A pesquisa científica contínua e a formulação de políticas baseadas em evidências são cruciais para mitigar os impactos crescentes dos incêndios florestais no Brasil, garantindo um futuro onde tanto a saúde pública quanto o meio ambiente estejam protegidos contra os desafios emergentes das mudanças climáticas. <![CDATA[<b>Transição energética no Brasil</b>]]> http://cienciaecultura.bvs.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0009-67252024000300004&lng=en&nrm=iso&tlng=en A transição energética no Brasil é um processo complexo que vai além da adoção de fontes renováveis. Exige reformas profundas na infraestrutura energética, integração de setores de consumo e reformas regulatórias. A formação de capital humano especializado é crucial para impulsionar inovações e garantir a flexibilidade do setor de serviços de energia. O Brasil tem investido em pesquisa, desenvolvimento e inovação (PD& I) no setor energético, com investimentos anuais de R$ 4,5 bilhões entre 2017 e 2022. O desafio é redirecionar esses investimentos para temas mais alinhados à transição energética e descarbonização da economia. Além disso, a transição energética exige esforços de adaptação, visando maior resiliência e controle dos impactos das mudanças climáticas. A transição energética é essencial para o Brasil alcançar um futuro mais sustentável e competitivo, e seu sucesso dependerá da colaboração entre diferentes setores da sociedade. <![CDATA[<b>Estratégias de mitigação e adaptação climática no setor agropecuário brasileiro</b>]]> http://cienciaecultura.bvs.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0009-67252024000300005&lng=en&nrm=iso&tlng=en A crescente preocupação global com as mudanças climáticas, devido às emissões excessivas de gases de efeito estufa (GEE), destaca a necessidade urgente de ações efetivas. No Brasil, a agropecuária é uma fonte significativa de GEE. Em resposta, o Brasil ratificou o Acordo de Paris, comprometendo-se a reduzir suas emissões de GEE e aumentar a remoção desses gases. Para atingir essas metas, o país planeja ampliar a participação da bioenergia na matriz energética para aproximadamente 18% até 2030, incluindo o aumento do consumo de biocombustíveis e a produção de etanol de segunda geração. Além disso, o Brasil está promovendo práticas agrícolas de baixa emissão de carbono (C), como o plantio direto, a integração lavoura-pecuária-floresta (ILPF) e o manejo adequado de pastagens, para mitigar os impactos das mudanças climáticas e garantir a sustentabilidade do setor agropecuário <![CDATA[<b>A importância das cidades na crise climática</b>]]> http://cienciaecultura.bvs.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0009-67252024000300006&lng=en&nrm=iso&tlng=en As cidades são agentes determinantes nas mudanças climáticas por darem origem a maior parte da emissão de gases de efeito estufa, e são também as mais impactadas pelos eventos climáticos extremos, por abrigarem a maior parte da população humana. Globalmente já há mais pessoas vivendo em áreas urbanas que rurais e essa tendência à urbanização é crescente. Se não houver a preparação das cidades para os eventos extremos que estão ocorrendo de forma mais frequente, poderá haver muitas perdas humanas e materiais. <![CDATA[<b>Eficiência e suficiência no enfrentamento da crise planetária</b>]]> http://cienciaecultura.bvs.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0009-67252024000300007&lng=en&nrm=iso&tlng=en A crise socioambiental contemporânea impulsionou o surgimento da ecologia industrial, que examina como utilizamos os materiais essenciais à nossa riqueza. Ao comparar esses materiais com indicadores econômicos, como o PIB, questiona-se se estamos utilizando mais ou menos recursos ao longo do tempo e quais são os impactos desse uso, incluindo a produção de resíduos e emissões de gases de efeito estufa. Este conceito, conhecido como metabolismo social, reflete a interação entre sociedade e natureza. No entanto, o uso excessivo de recursos está prejudicando os ecossistemas e afastando o mundo do cumprimento dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável até 2030. <![CDATA[<b>A importância do ordenamento territorial para o futuro das florestas públicas na Amazônia</b>]]> http://cienciaecultura.bvs.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0009-67252024000300008&lng=en&nrm=iso&tlng=en Proteger as florestas tropicais é essencial para enfrentar as mudanças climáticas e preservar a biodiversidade. No Brasil, 19% das florestas públicas ainda não foram destinadas a alguma categoria de uso, tendo enfrentado perdas significativas de cobertura florestal devido à grilagem e exploração de recursos naturais, especialmente na Amazônia. Destinar essas florestas tem sido sugerido como fundamental para conter práticas insustentáveis e ilegais. Um estudo de caso no Pará indicou que o ordenamento territorial pode contribuir para resolver conflitos territoriais e promover uma economia baseada na floresta no Conjunto de Glebas Mamuru-Arapiuns (CGMA). A destinação de áreas públicas a diversas categorias de uso resultou em uma nova configuração territorial, com a intenção de minimizar disputas e atividades ilegais na região. Aqui, refletimos sobre a experiência no CGMA e suas lições, como a necessidade de vontade política, processos participativos equilibrados e planejamento da gestão eficaz do território. A destinação de florestas públicas é o primeiro passo para melhorar a governança nessas áreas, mas a implementação da gestão ambiental é crucial para garantir a proteção das florestas e fortalecer a governança. Com mais de 60 milhões de hectares de florestas públicas não destinadas na Amazônia brasileira, como destinar e gerir essas áreas são essenciais para um futuro sustentável. <![CDATA[<b>Impactos sociais dos eventos climáticos extremos</b>]]> http://cienciaecultura.bvs.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0009-67252024000300009&lng=en&nrm=iso&tlng=en Este artigo discute os impactos sociais dos extremos de tempo e de clima no Brasil. Vários estudos já mostram que os extremos de chuva deflagram inundações e enchentes, deslizamentos de terra, e a falta de chuva pode gerar estiagem e seca, incêndios florestais. Ondas de calor e frio, e ciclones, furacões, tornados e vendavais podem afetar a população mais vulnerável. Esses extremos geram impactos socioeconômicos que podem incluir aumento da pobreza, agravamento da fome, movimentos migratórios, entre outros. Os eventos meteorológicos e climáticos extremos expuseram milhões de pessoas à insegurança alimentar aguda e reduziram a segurança hídrica, com maiores impactos observados em muitos locais e/ou comunidades no mundo. A mudança do clima não é justa, e apesar de afetar a todos, a distribuição dos impactos é desigual - a população marginalizada em seus direitos sociais, econômicos, culturais, políticos e institucionais é mais vulnerável aos efeitos climáticos. Pequenas comunidades, especialmente para os povos indígenas, ribeirinhos Amazônicos, pequenos produtores de alimentos, pessoas de baixa renda, famílias com crianças, idosos e mulheres grávidas são mais particularmente afetadas. Embora os impactos dos eventos climáticos extremos atinjam a todos, nem todas as pessoas conseguem enfrentá-los e se recuperar deles com a mesma facilidade. <![CDATA[<b>O Cerrado e as mudanças climáticas</b>]]> http://cienciaecultura.bvs.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0009-67252024000300010&lng=en&nrm=iso&tlng=en Este artigo discute os impactos sociais dos extremos de tempo e de clima no Brasil. Vários estudos já mostram que os extremos de chuva deflagram inundações e enchentes, deslizamentos de terra, e a falta de chuva pode gerar estiagem e seca, incêndios florestais. Ondas de calor e frio, e ciclones, furacões, tornados e vendavais podem afetar a população mais vulnerável. Esses extremos geram impactos socioeconômicos que podem incluir aumento da pobreza, agravamento da fome, movimentos migratórios, entre outros. Os eventos meteorológicos e climáticos extremos expuseram milhões de pessoas à insegurança alimentar aguda e reduziram a segurança hídrica, com maiores impactos observados em muitos locais e/ou comunidades no mundo. A mudança do clima não é justa, e apesar de afetar a todos, a distribuição dos impactos é desigual - a população marginalizada em seus direitos sociais, econômicos, culturais, políticos e institucionais é mais vulnerável aos efeitos climáticos. Pequenas comunidades, especialmente para os povos indígenas, ribeirinhos Amazônicos, pequenos produtores de alimentos, pessoas de baixa renda, famílias com crianças, idosos e mulheres grávidas são mais particularmente afetadas. Embora os impactos dos eventos climáticos extremos atinjam a todos, nem todas as pessoas conseguem enfrentá-los e se recuperar deles com a mesma facilidade. <![CDATA[<b>Mais quente, mais desigual</b>]]> http://cienciaecultura.bvs.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0009-67252024000300011&lng=en&nrm=iso&tlng=en Este artigo discute os impactos sociais dos extremos de tempo e de clima no Brasil. Vários estudos já mostram que os extremos de chuva deflagram inundações e enchentes, deslizamentos de terra, e a falta de chuva pode gerar estiagem e seca, incêndios florestais. Ondas de calor e frio, e ciclones, furacões, tornados e vendavais podem afetar a população mais vulnerável. Esses extremos geram impactos socioeconômicos que podem incluir aumento da pobreza, agravamento da fome, movimentos migratórios, entre outros. Os eventos meteorológicos e climáticos extremos expuseram milhões de pessoas à insegurança alimentar aguda e reduziram a segurança hídrica, com maiores impactos observados em muitos locais e/ou comunidades no mundo. A mudança do clima não é justa, e apesar de afetar a todos, a distribuição dos impactos é desigual - a população marginalizada em seus direitos sociais, econômicos, culturais, políticos e institucionais é mais vulnerável aos efeitos climáticos. Pequenas comunidades, especialmente para os povos indígenas, ribeirinhos Amazônicos, pequenos produtores de alimentos, pessoas de baixa renda, famílias com crianças, idosos e mulheres grávidas são mais particularmente afetadas. Embora os impactos dos eventos climáticos extremos atinjam a todos, nem todas as pessoas conseguem enfrentá-los e se recuperar deles com a mesma facilidade. <![CDATA[<b>Populações (ainda mais) vulneráveis</b>]]> http://cienciaecultura.bvs.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0009-67252024000300012&lng=en&nrm=iso&tlng=en Este artigo discute os impactos sociais dos extremos de tempo e de clima no Brasil. Vários estudos já mostram que os extremos de chuva deflagram inundações e enchentes, deslizamentos de terra, e a falta de chuva pode gerar estiagem e seca, incêndios florestais. Ondas de calor e frio, e ciclones, furacões, tornados e vendavais podem afetar a população mais vulnerável. Esses extremos geram impactos socioeconômicos que podem incluir aumento da pobreza, agravamento da fome, movimentos migratórios, entre outros. Os eventos meteorológicos e climáticos extremos expuseram milhões de pessoas à insegurança alimentar aguda e reduziram a segurança hídrica, com maiores impactos observados em muitos locais e/ou comunidades no mundo. A mudança do clima não é justa, e apesar de afetar a todos, a distribuição dos impactos é desigual - a população marginalizada em seus direitos sociais, econômicos, culturais, políticos e institucionais é mais vulnerável aos efeitos climáticos. Pequenas comunidades, especialmente para os povos indígenas, ribeirinhos Amazônicos, pequenos produtores de alimentos, pessoas de baixa renda, famílias com crianças, idosos e mulheres grávidas são mais particularmente afetadas. Embora os impactos dos eventos climáticos extremos atinjam a todos, nem todas as pessoas conseguem enfrentá-los e se recuperar deles com a mesma facilidade. <![CDATA[<b>Mudanças climáticas ameaçam a segurança alimentar, desde a produção até o consumo</b>]]> http://cienciaecultura.bvs.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0009-67252024000300013&lng=en&nrm=iso&tlng=en Este artigo discute os impactos sociais dos extremos de tempo e de clima no Brasil. Vários estudos já mostram que os extremos de chuva deflagram inundações e enchentes, deslizamentos de terra, e a falta de chuva pode gerar estiagem e seca, incêndios florestais. Ondas de calor e frio, e ciclones, furacões, tornados e vendavais podem afetar a população mais vulnerável. Esses extremos geram impactos socioeconômicos que podem incluir aumento da pobreza, agravamento da fome, movimentos migratórios, entre outros. Os eventos meteorológicos e climáticos extremos expuseram milhões de pessoas à insegurança alimentar aguda e reduziram a segurança hídrica, com maiores impactos observados em muitos locais e/ou comunidades no mundo. A mudança do clima não é justa, e apesar de afetar a todos, a distribuição dos impactos é desigual - a população marginalizada em seus direitos sociais, econômicos, culturais, políticos e institucionais é mais vulnerável aos efeitos climáticos. Pequenas comunidades, especialmente para os povos indígenas, ribeirinhos Amazônicos, pequenos produtores de alimentos, pessoas de baixa renda, famílias com crianças, idosos e mulheres grávidas são mais particularmente afetadas. Embora os impactos dos eventos climáticos extremos atinjam a todos, nem todas as pessoas conseguem enfrentá-los e se recuperar deles com a mesma facilidade. <![CDATA[<b>Educação ambiental como aliada no enfrentamento das mudanças climáticas</b>]]> http://cienciaecultura.bvs.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0009-67252024000300014&lng=en&nrm=iso&tlng=en Este artigo discute os impactos sociais dos extremos de tempo e de clima no Brasil. Vários estudos já mostram que os extremos de chuva deflagram inundações e enchentes, deslizamentos de terra, e a falta de chuva pode gerar estiagem e seca, incêndios florestais. Ondas de calor e frio, e ciclones, furacões, tornados e vendavais podem afetar a população mais vulnerável. Esses extremos geram impactos socioeconômicos que podem incluir aumento da pobreza, agravamento da fome, movimentos migratórios, entre outros. Os eventos meteorológicos e climáticos extremos expuseram milhões de pessoas à insegurança alimentar aguda e reduziram a segurança hídrica, com maiores impactos observados em muitos locais e/ou comunidades no mundo. A mudança do clima não é justa, e apesar de afetar a todos, a distribuição dos impactos é desigual - a população marginalizada em seus direitos sociais, econômicos, culturais, políticos e institucionais é mais vulnerável aos efeitos climáticos. Pequenas comunidades, especialmente para os povos indígenas, ribeirinhos Amazônicos, pequenos produtores de alimentos, pessoas de baixa renda, famílias com crianças, idosos e mulheres grávidas são mais particularmente afetadas. Embora os impactos dos eventos climáticos extremos atinjam a todos, nem todas as pessoas conseguem enfrentá-los e se recuperar deles com a mesma facilidade. <![CDATA[<b>Correndo mais devagar do que o leão</b>]]> http://cienciaecultura.bvs.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0009-67252024000300015&lng=en&nrm=iso&tlng=en Este artigo discute os impactos sociais dos extremos de tempo e de clima no Brasil. Vários estudos já mostram que os extremos de chuva deflagram inundações e enchentes, deslizamentos de terra, e a falta de chuva pode gerar estiagem e seca, incêndios florestais. Ondas de calor e frio, e ciclones, furacões, tornados e vendavais podem afetar a população mais vulnerável. Esses extremos geram impactos socioeconômicos que podem incluir aumento da pobreza, agravamento da fome, movimentos migratórios, entre outros. Os eventos meteorológicos e climáticos extremos expuseram milhões de pessoas à insegurança alimentar aguda e reduziram a segurança hídrica, com maiores impactos observados em muitos locais e/ou comunidades no mundo. A mudança do clima não é justa, e apesar de afetar a todos, a distribuição dos impactos é desigual - a população marginalizada em seus direitos sociais, econômicos, culturais, políticos e institucionais é mais vulnerável aos efeitos climáticos. Pequenas comunidades, especialmente para os povos indígenas, ribeirinhos Amazônicos, pequenos produtores de alimentos, pessoas de baixa renda, famílias com crianças, idosos e mulheres grávidas são mais particularmente afetadas. Embora os impactos dos eventos climáticos extremos atinjam a todos, nem todas as pessoas conseguem enfrentá-los e se recuperar deles com a mesma facilidade.