Scielo RSS <![CDATA[Ciência e Cultura]]> http://cienciaecultura.bvs.br/rss.php?pid=0009-672520250004&lang=en vol. 77 num. 4 lang. en <![CDATA[SciELO Logo]]> http://cienciaecultura.bvs.br/img/en/fbpelogp.gif http://cienciaecultura.bvs.br <![CDATA[<b>Crise climática e COP30: ciência, política e ação</b>]]> http://cienciaecultura.bvs.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0009-67252025000400001&lng=en&nrm=iso&tlng=en <![CDATA[<b>Amazônia socioambiental: O desafio brasileiro na COP30</b>]]> http://cienciaecultura.bvs.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0009-67252025000400002&lng=en&nrm=iso&tlng=en Trinta e três anos após a Rio'92, a COP30 em Belém em novembro de 2025 marca momento crucial na governança climática global. A escolha da Amazônia como sede não é casual: a região constitui componente fundamental para a estabilidade climática planetária, mas enfrenta pressões sem precedentes de desmatamento, queimadas e perda de biodiversidade. A conferência ocorre quando as emissões globais deveriam começar a declinar aceleradamente, tornando crítica a necessidade de soluções adaptadas às realidades regionais. A COP30 suscita diversas xpectativas em diferentes escalas, por parte dos poderes públicos, mas também do mercado. Trata-se na maior parte do tempo de fazer investimentos para converter e/ou diminuir as emissões de CO2 nas atividades mais impactantes para o Meio Ambiente, bem como garantir no plano geopolítico vantagens oriundas do sucesso dessas iniciativas. As inúmeras populações amazônicas, que historicamente se reproduzem e contribuem economicamente usando os recursos da biodiversidade com impacto negligenciável sobre as emissões, esperam que a COP30 seja um momento de reconhecimento de sua contribuição através de projetos de desenvolvimento sustentável que garantam seus territórios e a manutenção de seus modos de vida, bem como melhores condições para uma economia fundada na diversidade de produtos e em tecnologias sociais. A sustentabilidade amazônica não pode ser alcançada através de mecanismos de mercado que excluam os povos que criaram e mantiveram a diversidade ecológica regional. A ciência amazônica, apesar de receber menos de 10% dos recursos nacionais de pesquisa, possui potencial transformador se adequadamente fortalecida, especialmente através da integração entre conhecimento acadêmico e saberes tradicionais. <![CDATA[<b>Biodiversidade, sociobiodiversidade e mudanças climáticas: O link indissolúvel</b>]]> http://cienciaecultura.bvs.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0009-67252025000400003&lng=en&nrm=iso&tlng=en As crises do clima, da biodiversidade e da sociobiodiversidade estão interligadas e devem ser tratadas de forma integrada. A sociobiodiversidade, entendida como a coevolução entre a diversidade biológica e os modos de vida, saberes e práticas tradicionais, constitui um elemento central para a conservação da natureza, a segurança alimentar e a resiliência climática. A perda simultânea de espécies e de conhecimentos associados enfraquece funções ecológicas vitais - como a regulação climática, a polinização e a manutenção da fertilidade do solo - e reduz a capacidade adaptativa das comunidades humanas. Embora legados antropogênicos nas florestas neotropicais revelem interações históricas entre sociedades e ecossistemas, a excepcional riqueza biológica dessas florestas também resulta de processos evolutivos e ecológicos de longa duração, que não devem ser negligenciados. A mudança climática intensifica o colapso desses sistemas, afetando ecossistemas e populações tradicionais. Em contrapartida, práticas de manejo sustentável, sistemas agroflorestais e cadeias produtivas da sociobiodiversidade demonstram potencial para mitigar emissões e promover adaptação local. Políticas públicas eficazes devem reconhecer os direitos territoriais dos povos indígenas e das comunidades tradicionais, integrar seus saberes à governança ambiental e estimular a coprodução do conhecimento científico e tradicional. Somente uma abordagem que integre justiça climática, conservação da biodiversidade e valorização da sociobiodiversidade permitirá construir um futuro mais resiliente e equitativo. <![CDATA[<b>Recursos humanos para uma transição energética justa e ambientalmente sustentável</b>]]> http://cienciaecultura.bvs.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0009-67252025000400004&lng=en&nrm=iso&tlng=en A transição energética representa uma transformação estrutural que ultrapassa o setor energético tradicional, exigindo planejamento de longo prazo e integração entre dimensões sociais, econômicas e ambientais. No Brasil, os desafios envolvem segurança e pobreza energéticas, descarbonização industrial, regulação e formação de novos profissionais. Essa mudança demanda competências interdisciplinares e uso intensivo de tecnologias digitais e inteligência artificial, orientadas à construção de um sistema energético neutro em carbono, justo e sustentável, sustentado pelo conhecimento e pela inovação. <![CDATA[<b>As dimensões humanas das mudanças climáticas</b>]]> http://cienciaecultura.bvs.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0009-67252025000400005&lng=en&nrm=iso&tlng=en Uma década após o Acordo de Paris, a crise climática se intensifica, agravando desigualdades e interagindo com outras emergências globais. O relatório "10 New Insights" (2025/2026) destaca que enfrentá-la exige governança robusta e políticas adaptadas. As Conferências do Clima (COPs), como a COP30 no Brasil, evidenciam as complexas disputas políticas e a necessidade crucial de integrar as dimensões humanas e a coprodução de conhecimento nas estratégias de ação. <![CDATA[<b>Caminhos para a bioeconomia amazônica</b>]]> http://cienciaecultura.bvs.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0009-67252025000400006&lng=en&nrm=iso&tlng=en A Amazônia combina riqueza biológica e diversidade cultural que, juntas, sustentam ecossistemas essenciais ao clima global. Povos indígenas e comunidades locais mantêm práticas que preservam florestas e garantem economias tradicionais. Após ciclos extrativistas desiguais, cresce a valorização da sociobiodiversidade. Nesse contexto, debates sobre bioeconomia apontam para modelos que integrem conservação, justiça social e desenvolvimento regional. <![CDATA[<b>Elementos para o desenvolvimento sustentável na Amazônia: Caminhos para um modelo de desenvolvimento que una conservação, justiça social e economia de baixo carbono</b>]]> http://cienciaecultura.bvs.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0009-67252025000400007&lng=en&nrm=iso&tlng=en A Amazônia é um componente essencial para a manutenção da vida no planeta, desempenhando um papel decisivo na regulação climática global e regional, na conservação da biodiversidade e na geração de chuvas que sustentam a agricultura em grande parte da América do Sul. Suas florestas armazenam cerca de 100 bilhões de toneladas de carbono, funcionando como um "ar-condicionado planetário". Apesar dessa importância, a região enfrenta uma história de desmatamento persistente, ocupação desordenada e desigualdade social, resultado de modelos de desenvolvimento baseados na exploração predatória dos recursos naturais. Entre 2005 e 2012, políticas de comando e controle, a criação de áreas protegidas e a valorização de territórios indígenas reduziram significativamente o desmatamento, demonstrando ser possível conciliar conservação e desenvolvimento. No entanto, a manutenção dessa tendência a longo prazo exige um novo modelo econômico que seja sustentado por três pilares: conservação e restauração florestal, uso eficiente de áreas já degradadas e valorização dos direitos e saberes das populações locais. Mais especificamente, propõe-se, neste trabalho, destinar as chamadas florestas públicas não destinadas para conservação e uso sustentável, incentivar a agricultura familiar por meio de assistência técnica e de crédito e promover a intensificação sustentável da produção agropecuária. Além disso, políticas fiscais e programas internacionais podem financiar a transição para uma economia de baixo carbono. A substituição gradual da dependência de combustíveis fósseis e de royalties do petróleo é vista como crucial para o futuro da região. Neste trabalho, apresentamos algumas estratégias que possam contribuir para o desenvolvimento sustentável amazônico, visando à proteção ambiental, ao bem-estar de sua população, seja ele de cunho econômico ou social. <![CDATA[<b>A adaptação de nossa sociedade ao novo clima</b>]]> http://cienciaecultura.bvs.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0009-67252025000400008&lng=en&nrm=iso&tlng=en A humanidade enfrenta o avanço de um novo regime climático, caracterizado por aumento na frequência e intensidade de eventos extremos, mudanças nos regimes de precipitação e elevação das temperaturas médias globais. Esses processos, fortemente atrelados ao aumento constante da temperatura da Terra, afetam diretamente os sistemas naturais e socioeconômicos, exigindo uma profunda reconfiguração nas demandas e em como a sociedade está organizada. A adaptação aos novos padrões climáticos que se avizinham torna-se, assim, um eixo central das políticas de sustentabilidade e de enfrentamento a eventos climáticos extremos. Segundo as projeções mais recentes, a temperatura média do planeta deve passar de 1,5 °C já no início da década de 2030. A adaptação envolve um conjunto de estratégias técnicas, institucionais e comportamentais voltadas à redução de vulnerabilidades e ao fortalecimento da resiliência de populações, ecossistemas e infraestruturas. Trata-se de um processo multidimensional, que requer integração entre ciência, tecnologia e governança. Implica reconhecer que o clima do futuro será diferente do passado, e que as decisões sobre planejamento urbano, produção e acesso aos alimentos, segurança hídrica e energética, gestão de recursos naturais devem incorporar incertezas climáticas como parâmetros e estratégias permanentes de gestão. Esse reconhecimento foi estressado na COP 30, em Belém (PA), quando os países acordaram em avaliar ao menos 60 indicadores globais de medidas de adaptação, assim como triplicar o investimento das nações desenvolvidas para que países em desenvolvimento reduzam o risco de impacto de eventos climáticos extremos. A construção de sistemas de informação climática, o fortalecimento de políticas públicas baseadas em evidências e a inclusão social são elementos fundamentais para promover adaptação justa e eficaz. Mais do que uma resposta emergencial, a adaptação representa uma transformação estrutural: redefine prioridades econômicas, orienta inovações tecnológicas e estimula novas formas de convivência entre sociedade e natureza. Adaptar-se ao novo clima significa, em última instância, construir um modelo de desenvolvimento capaz de prosperar em um mundo em constante mudança, conciliando justiça social, segurança ambiental e bem-estar coletivo. <![CDATA[<b>Um desafio, duas crises: Como enfrentar a poluição do ar e o aquecimento global</b>]]> http://cienciaecultura.bvs.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0009-67252025000400009&lng=en&nrm=iso&tlng=en A poluição atmosférica e os poluentes climáticos de curta duração - como metano, ozônio troposférico e black carbon - intensificam o aquecimento global e agravam problemas de saúde pública. Sua redução pode gerar benefícios imediatos para o clima e para a qualidade do ar. Medidas integradas, incluindo eletrificação do transporte e controle de queimadas, são essenciais para proteger populações vulneráveis e salvar vidas. <![CDATA[<b>Pantanal em chamas: Riscos à saúde de bombeiros no contexto da crise climática</b>]]> http://cienciaecultura.bvs.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0009-67252025000400010&lng=en&nrm=iso&tlng=en O Pantanal brasileiro tem experimentado, nas últimas décadas, um aumento expressivo na frequência, duração e intensidade dos incêndios florestais, fenômeno diretamente associado às mudanças climáticas, às secas prolongadas e às alterações no uso do solo. Nesse contexto, bombeiros militares e brigadistas atuam na linha de frente do combate ao fogo, estando expostos a condições extremas e a uma complexa mistura de poluentes atmosféricos oriundos da queima de biomassa. Este estudo avaliou a exposição de base à fumaça de incêndios em 60 bombeiros e brigadistas atuantes no bioma Pantanal, durante o período de treinamento de 2022, nos municípios de Corumbá (MS) e Cáceres (MT). A metodologia integrou aplicação de questionários, biomonitoramento por meio da análise de metabólitos urinários de hidrocarbonetos policíclicos aromáticos e análise ambiental de amostras de solo. Os resultados evidenciaram a presença de biomarcadores de exposição à queima incompleta de matéria orgânica, mesmo fora do período de combate direto ao fogo, indicando exposição crônica relevante. Diferenças foram observadas entre bombeiros militares e brigadistas quanto à formação, vínculos trabalhistas e percepção das condições de trabalho, embora ambos os grupos apresentem elevada vulnerabilidade. As amostras de solo reforçaram a persistência ambiental de compostos de combustão. Os achados destacam a fumaça dos incêndios como um importante fator de risco ocupacional e ambiental, evidenciando a necessidade de políticas integradas de proteção à saúde dos trabalhadores no contexto da crise climática. <![CDATA[<b>A extensão universitária na esfera do monitoramento de fauna atropelada em áreas urbanas</b>]]> http://cienciaecultura.bvs.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0009-67252025000400011&lng=en&nrm=iso&tlng=en O projeto de extensão "OLHA O BICHO!" busca monitorar os atropelamentos de fauna em áreas urbanas, divulgar a problemática e envolver a comunidade local no levantamento de dados de animais atropelados. Para isso, ações são desenvolvidas em três frentes de atuação: monitoramento propriamente dito, divulgação científica e ciência cidadã. Até o momento, foram realizadas 44 expedições de campo, registrando 235 carcaças de animais atropelados. A fim de divulgar a temática, o projeto conta com um Instagram que já produziu 115 publicações e alcança mais de 2.700 contas mensalmente. No campo da ciência cidadã, foram produzidos materiais de orientação para coleta de dados de animais atropelados e para professores. Como resultado, o projeto gerou cinco trabalhos de conclusão de curso (TCCs), um workshop, além de participações em eventos. Espera-se divulgar a problemática do atropelamento de fauna e analisar seus impactos no município de Curitiba/PR, aproximando a sociedade da universidade através da ciência cidadã. <![CDATA[<b>Amazônia, coração político do planeta</b>]]> http://cienciaecultura.bvs.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0009-67252025000400012&lng=en&nrm=iso&tlng=en O projeto de extensão "OLHA O BICHO!" busca monitorar os atropelamentos de fauna em áreas urbanas, divulgar a problemática e envolver a comunidade local no levantamento de dados de animais atropelados. Para isso, ações são desenvolvidas em três frentes de atuação: monitoramento propriamente dito, divulgação científica e ciência cidadã. Até o momento, foram realizadas 44 expedições de campo, registrando 235 carcaças de animais atropelados. A fim de divulgar a temática, o projeto conta com um Instagram que já produziu 115 publicações e alcança mais de 2.700 contas mensalmente. No campo da ciência cidadã, foram produzidos materiais de orientação para coleta de dados de animais atropelados e para professores. Como resultado, o projeto gerou cinco trabalhos de conclusão de curso (TCCs), um workshop, além de participações em eventos. Espera-se divulgar a problemática do atropelamento de fauna e analisar seus impactos no município de Curitiba/PR, aproximando a sociedade da universidade através da ciência cidadã. <![CDATA[<b>Ciência na linha de frente: crise climática, Amazônia e COP 30</b>]]> http://cienciaecultura.bvs.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0009-67252025000400013&lng=en&nrm=iso&tlng=en O projeto de extensão "OLHA O BICHO!" busca monitorar os atropelamentos de fauna em áreas urbanas, divulgar a problemática e envolver a comunidade local no levantamento de dados de animais atropelados. Para isso, ações são desenvolvidas em três frentes de atuação: monitoramento propriamente dito, divulgação científica e ciência cidadã. Até o momento, foram realizadas 44 expedições de campo, registrando 235 carcaças de animais atropelados. A fim de divulgar a temática, o projeto conta com um Instagram que já produziu 115 publicações e alcança mais de 2.700 contas mensalmente. No campo da ciência cidadã, foram produzidos materiais de orientação para coleta de dados de animais atropelados e para professores. Como resultado, o projeto gerou cinco trabalhos de conclusão de curso (TCCs), um workshop, além de participações em eventos. Espera-se divulgar a problemática do atropelamento de fauna e analisar seus impactos no município de Curitiba/PR, aproximando a sociedade da universidade através da ciência cidadã. <![CDATA[<b>COP30 e o real protagonismo das lideranças femininas na floresta</b>]]> http://cienciaecultura.bvs.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0009-67252025000400014&lng=en&nrm=iso&tlng=en O projeto de extensão "OLHA O BICHO!" busca monitorar os atropelamentos de fauna em áreas urbanas, divulgar a problemática e envolver a comunidade local no levantamento de dados de animais atropelados. Para isso, ações são desenvolvidas em três frentes de atuação: monitoramento propriamente dito, divulgação científica e ciência cidadã. Até o momento, foram realizadas 44 expedições de campo, registrando 235 carcaças de animais atropelados. A fim de divulgar a temática, o projeto conta com um Instagram que já produziu 115 publicações e alcança mais de 2.700 contas mensalmente. No campo da ciência cidadã, foram produzidos materiais de orientação para coleta de dados de animais atropelados e para professores. Como resultado, o projeto gerou cinco trabalhos de conclusão de curso (TCCs), um workshop, além de participações em eventos. Espera-se divulgar a problemática do atropelamento de fauna e analisar seus impactos no município de Curitiba/PR, aproximando a sociedade da universidade através da ciência cidadã. <![CDATA[<b>Entre dados e afetos: o papel da arte na era das emergências climáticas</b>]]> http://cienciaecultura.bvs.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0009-67252025000400015&lng=en&nrm=iso&tlng=en O projeto de extensão "OLHA O BICHO!" busca monitorar os atropelamentos de fauna em áreas urbanas, divulgar a problemática e envolver a comunidade local no levantamento de dados de animais atropelados. Para isso, ações são desenvolvidas em três frentes de atuação: monitoramento propriamente dito, divulgação científica e ciência cidadã. Até o momento, foram realizadas 44 expedições de campo, registrando 235 carcaças de animais atropelados. A fim de divulgar a temática, o projeto conta com um Instagram que já produziu 115 publicações e alcança mais de 2.700 contas mensalmente. No campo da ciência cidadã, foram produzidos materiais de orientação para coleta de dados de animais atropelados e para professores. Como resultado, o projeto gerou cinco trabalhos de conclusão de curso (TCCs), um workshop, além de participações em eventos. Espera-se divulgar a problemática do atropelamento de fauna e analisar seus impactos no município de Curitiba/PR, aproximando a sociedade da universidade através da ciência cidadã. <![CDATA[<b>Financiamento climático na COP 30</b>]]> http://cienciaecultura.bvs.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0009-67252025000400016&lng=en&nrm=iso&tlng=en O projeto de extensão "OLHA O BICHO!" busca monitorar os atropelamentos de fauna em áreas urbanas, divulgar a problemática e envolver a comunidade local no levantamento de dados de animais atropelados. Para isso, ações são desenvolvidas em três frentes de atuação: monitoramento propriamente dito, divulgação científica e ciência cidadã. Até o momento, foram realizadas 44 expedições de campo, registrando 235 carcaças de animais atropelados. A fim de divulgar a temática, o projeto conta com um Instagram que já produziu 115 publicações e alcança mais de 2.700 contas mensalmente. No campo da ciência cidadã, foram produzidos materiais de orientação para coleta de dados de animais atropelados e para professores. Como resultado, o projeto gerou cinco trabalhos de conclusão de curso (TCCs), um workshop, além de participações em eventos. Espera-se divulgar a problemática do atropelamento de fauna e analisar seus impactos no município de Curitiba/PR, aproximando a sociedade da universidade através da ciência cidadã. <![CDATA[<b>Belém no centro do mundo: o que a COP30 revelou sobre a disputa global pelo futuro do clima</b>]]> http://cienciaecultura.bvs.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0009-67252025000400017&lng=en&nrm=iso&tlng=en O projeto de extensão "OLHA O BICHO!" busca monitorar os atropelamentos de fauna em áreas urbanas, divulgar a problemática e envolver a comunidade local no levantamento de dados de animais atropelados. Para isso, ações são desenvolvidas em três frentes de atuação: monitoramento propriamente dito, divulgação científica e ciência cidadã. Até o momento, foram realizadas 44 expedições de campo, registrando 235 carcaças de animais atropelados. A fim de divulgar a temática, o projeto conta com um Instagram que já produziu 115 publicações e alcança mais de 2.700 contas mensalmente. No campo da ciência cidadã, foram produzidos materiais de orientação para coleta de dados de animais atropelados e para professores. Como resultado, o projeto gerou cinco trabalhos de conclusão de curso (TCCs), um workshop, além de participações em eventos. Espera-se divulgar a problemática do atropelamento de fauna e analisar seus impactos no município de Curitiba/PR, aproximando a sociedade da universidade através da ciência cidadã. <![CDATA[<b>Cidades sob pressão: políticas ambientais devem estar na linha de frente do desenvolvimento urbano</b>]]> http://cienciaecultura.bvs.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0009-67252025000400018&lng=en&nrm=iso&tlng=en O projeto de extensão "OLHA O BICHO!" busca monitorar os atropelamentos de fauna em áreas urbanas, divulgar a problemática e envolver a comunidade local no levantamento de dados de animais atropelados. Para isso, ações são desenvolvidas em três frentes de atuação: monitoramento propriamente dito, divulgação científica e ciência cidadã. Até o momento, foram realizadas 44 expedições de campo, registrando 235 carcaças de animais atropelados. A fim de divulgar a temática, o projeto conta com um Instagram que já produziu 115 publicações e alcança mais de 2.700 contas mensalmente. No campo da ciência cidadã, foram produzidos materiais de orientação para coleta de dados de animais atropelados e para professores. Como resultado, o projeto gerou cinco trabalhos de conclusão de curso (TCCs), um workshop, além de participações em eventos. Espera-se divulgar a problemática do atropelamento de fauna e analisar seus impactos no município de Curitiba/PR, aproximando a sociedade da universidade através da ciência cidadã.