Scielo RSS <![CDATA[Ciência e Cultura]]> http://cienciaecultura.bvs.br/rss.php?pid=0009-672520260002&lang=pt vol. 78 num. 2 lang. pt <![CDATA[SciELO Logo]]> http://cienciaecultura.bvs.br/img/en/fbpelogp.gif http://cienciaecultura.bvs.br <![CDATA[<b>O lugar do lúdico no mundo contemporâneo: Por mais divertimento e menos (o)pressão.</b>]]> http://cienciaecultura.bvs.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0009-67252026000200001&lng=pt&nrm=iso&tlng=pt <![CDATA[<b>Aprender ciência brincando não é a mesma coisa de brincar de aprender ciência</b>]]> http://cienciaecultura.bvs.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0009-67252026000200002&lng=pt&nrm=iso&tlng=pt O texto discute o papel dos jogos e da ludicidade no ensino de Ciências, abordando fundamentos teóricos, conceitos de jogo educativo e sua inserção nas políticas educacionais brasileiras. Também analisa o crescimento das pesquisas sobre o tema e defende que atividades lúdicas, quando fundamentadas metodologicamente, podem fortalecer o interesse, o engajamento e os processos de ensino e aprendizagem em diferentes níveis educacionais. <![CDATA[<b>A palhaçaria com Ciência, mistura boa: Ciência que transforma quem faz e quem ouve</b>]]> http://cienciaecultura.bvs.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0009-67252026000200003&lng=pt&nrm=iso&tlng=pt A palhaçaria científica constitui uma abordagem inovadora no campo da comunicação e da extensão universitária, ao integrar práticas artísticas à disseminação do conhecimento científico. Este artigo apresenta e analisa o projeto de extensão Palhaçaria Científica, desenvolvido a partir de 2023, cujo objetivo é promover a aproximação entre ciência e sociedade por meio de estratégias lúdicas, interativas e sensíveis. O projeto organiza-se em duas frentes principais: oficinas formativas direcionadas a estudantes, docentes e pesquisadores, e a realização de espetáculos científicos voltados ao público geral. A metodologia adotada fundamenta-se em técnicas de palhaçaria e na tradução de conceitos científicos em linguagem acessível. Entre 2023 e 2025, foram realizadas aproximadamente 30 apresentações, com alcance estimado de cerca de 3000 pessoas em diferentes contextos, incluindo escolas, auditórios e espaços públicos. Os resultados indicam que a palhaçaria científica se apresenta como uma ampliação da compreensão pública da ciência e contribui para o desenvolvimento de competências comunicativas e socioemocionais entre os participantes. Conclui-se que a articulação entre arte e ciência representa uma estratégia eficaz para a democratização do conhecimento científico e para a formação de pesquisadores mais engajados socialmente. <![CDATA[<b>Ensinando Ciências a partir de letras de músicas: Ludicidade e cultura em sala de aula</b>]]> http://cienciaecultura.bvs.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0009-67252026000200004&lng=pt&nrm=iso&tlng=pt A utilização de letras de músicas como estratégia pedagógica no ensino de Ciências tem se mostrado uma alternativa promissora para aproximar os conteúdos científicos do cotidiano dos estudantes, sobretudo crianças e adolescentes. A música constitui uma linguagem universal, presente nas experiências culturais e afetivas dos sujeitos, favorecendo a motivação, a atenção e a aprendizagem. Este artigo apresenta as potencialidades pedagógicas das letras de músicas no ensino de Ciências, destacando sua contribuição para o desenvolvimento do pensamento crítico, da interdisciplinaridade e da contextualização do conhecimento científico. O trabalho dialoga com referenciais teóricos da educação crítica e dialógica, além de apresentar pesquisas brasileiras que investigam a relação entre música e ensino de Ciências. São analisadas possibilidades metodológicas envolvendo músicas populares brasileiras para o ensino de temas relacionados à Biologia, Saúde e Educação Ambiental. Discute-se ainda o caráter lúdico da música como instrumento capaz de favorecer a participação discente, a sensibilização para questões sociais e científicas e a construção coletiva do conhecimento. É possível afirmar que o uso de letras musicais amplia as possibilidades didáticas no ensino de Ciências, contribuindo para práticas pedagógicas mais humanizadas, contextualizadas e culturalmente relevantes. <![CDATA[<b>Por mais poesia na ciência: Caminhos entre o pensar e o sentir</b>]]> http://cienciaecultura.bvs.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0009-67252026000200005&lng=pt&nrm=iso&tlng=pt O pensamento humano tem um componente emocional tão forte quanto o racional. Nesse sentido, esse trabalho visa explorar as interrelações entre poesia e ciência como um terreno fértil na educação em ciências entre jovens, percorrendo caminhos da imaginação, vivências e ludicidade. Para tanto. o trabalho se pauta num estudo teórico que tem suporte fundamental na psicologia da arte de Vigotski, bem como numa breve revisão de literatura de pesquisas que buscaram a interseção entre ciência e poesia. Com isso, emergem cinco dimensões (não rígidas) que aproximam ciência e poesia: i) racionalidade; ii) imaginação e criatividade; iii) linguagem e modos de representação; iv) estética e, v) condicionantes históricos de produção. Ao menos duas possibilidades educativas foram percebidas como centrais a partir da literatura: i) a leitura de textos de natureza poética e; ii) a produção de textos de natureza poética. Conclui-se com um relato empírico da aproximação educativa poesia-ciência que evidencia reações de ordem cognitiva, emocional e social a partir da fruição estética. Paralelamente, uma proposta teórico-metodológica pautada em três momentos (Perceber, Priorizar e Problematizar) é discutida como possibilidade de subsidiar outros trabalhos e pesquisas que possam avançar no campo. <![CDATA[<b>Entre enredos e imagens: O uso de filmes no Ensino de Ciências</b>]]> http://cienciaecultura.bvs.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0009-67252026000200006&lng=pt&nrm=iso&tlng=pt O trabalho pedagógico com filmes no Ensino de Ciências emerge pelo seu potencial em oportunizar debates e reflexões sobre diferentes aspectos de um tema em sala de aula. A partir das histórias narradas, essa abordagem possibilita discutir conhecimentos conceituais, temas e situações do cotidiano. A linguagem cinematográfica pode se tornar um valioso dispositivo de aprendizagem, visto que estimula o estudante a pensar e falar sobre seus entendimentos e significações. Isso viabiliza a instauração de novas formas de estar em sala de aula, proporcionando mudanças nesse espaço educativo, uma vez que as produções, por meio de seus enredos, imagens e sons, despertam nossas emoções, sentimentos e criatividade. Embora ofereça potencialidades para o ensino, a incorporação dessa mídia nas atividades de ciências depende diretamente da atitude do professor, bem como ele irá planejar e desenvolver sua prática pedagógica. O texto apresenta sugestão de roteiro para os professores, indicações de séries e filmes de animação e ficção, além de conteúdos e assuntos que podem ser discutidos em sala de aula a partir das obras. Por fim, o material pode ser trabalhado com estudantes de qualquer nível da Educação Básica ou adaptado para outros componentes curriculares e/ou atividades de ensino, dado o fascínio que o enredo cinematográfico exerce em seus espectadores ao apresentar conhecimentos e saberes produzidos pela humanidade. <![CDATA[<b>A personificação didática no ensino de ciências e química</b>]]> http://cienciaecultura.bvs.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0009-67252026000200007&lng=pt&nrm=iso&tlng=pt Este relato de experiência analisa a "personificação didática", metodologia de ensino que desenvolvi ao longo de minha trajetória docente, caracterizada pela utilização estratégica do cosplay e de elementos da cultura pop/geek como ferramentas pedagógicas no Ensino Fundamental, Médio e Superior. Fundamentada em minha dupla formação em Química e Teatro e em minha atuação de mais de duas décadas como cosplayer, a prática visa humanizar a figura do cientista e contextualizar conceitos abstratos de forma lúdica, visual e afetiva. Apresento aqui o desenho metodológico dessa abordagem e analiso exemplos práticos baseados nos animes Fullmetal Alchemist, Dr. Stone e Hataraku Saibou. Os resultados demonstram um incremento substancial no engajamento dos estudantes, na apropriação de conceitos científicos complexos e na quebra de barreiras de aprendizagem em diferentes níveis de ensino. <![CDATA[<b>O teatro científico e a metáfora da borboleta: Contribuições para a divulgação científica e o ensino de ciências</b>]]> http://cienciaecultura.bvs.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0009-67252026000200008&lng=pt&nrm=iso&tlng=pt Este artigo discute a articulação entre ciência e arte no contexto da divulgação científica e do ensino de ciências, propondo o teatro científico como uma potente possibilidade de experiência estética. Utilizando a metáfora do ciclo de vida das borboletas (desde a deposição dos ovos, passando pela fase da lagarta, da metamorfose na pupa até a fase adulta) e características de sua forma de vida, o texto estabelece analogias com o despertar para o conhecimento, os processos de transformação e a circulação de ideias científicas na sociedade. Para fundamentar essa discussão, ancora-se em perspectivas teóricas sobre a experiência, e apresenta uma análise reflexiva das cenas e da dramaturgia do espetáculo "A borboleta da colina", produzido pelo Grupo Flogisto (PR). A obra teatral ilustra como conceitos químicos, físicos e biológicos sobre a transformação da matéria e a transitoriedade da vida podem ser abordados de forma humanizada, leve e poética. Conclui-se que o teatro científico atua como um esforço cultural pedagógico e ferramenta de promoção da popularização da ciência, capaz de sensibilizar e engajar o público, transformando a curiosidade em conhecimento e convidando os sujeitos a novas formas de experimentar a ciência. <![CDATA[<b>Ensino de ciências e ludicidade</b>]]> http://cienciaecultura.bvs.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0009-67252026000200009&lng=pt&nrm=iso&tlng=pt Este artigo discute a articulação entre ciência e arte no contexto da divulgação científica e do ensino de ciências, propondo o teatro científico como uma potente possibilidade de experiência estética. Utilizando a metáfora do ciclo de vida das borboletas (desde a deposição dos ovos, passando pela fase da lagarta, da metamorfose na pupa até a fase adulta) e características de sua forma de vida, o texto estabelece analogias com o despertar para o conhecimento, os processos de transformação e a circulação de ideias científicas na sociedade. Para fundamentar essa discussão, ancora-se em perspectivas teóricas sobre a experiência, e apresenta uma análise reflexiva das cenas e da dramaturgia do espetáculo "A borboleta da colina", produzido pelo Grupo Flogisto (PR). A obra teatral ilustra como conceitos químicos, físicos e biológicos sobre a transformação da matéria e a transitoriedade da vida podem ser abordados de forma humanizada, leve e poética. Conclui-se que o teatro científico atua como um esforço cultural pedagógico e ferramenta de promoção da popularização da ciência, capaz de sensibilizar e engajar o público, transformando a curiosidade em conhecimento e convidando os sujeitos a novas formas de experimentar a ciência. <![CDATA[<b>Labirinto advindo do falso abismo entre ciência e arte: Experivivência científica como porta de saída</b>]]> http://cienciaecultura.bvs.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0009-67252026000200010&lng=pt&nrm=iso&tlng=pt Este artigo discute a articulação entre ciência e arte no contexto da divulgação científica e do ensino de ciências, propondo o teatro científico como uma potente possibilidade de experiência estética. Utilizando a metáfora do ciclo de vida das borboletas (desde a deposição dos ovos, passando pela fase da lagarta, da metamorfose na pupa até a fase adulta) e características de sua forma de vida, o texto estabelece analogias com o despertar para o conhecimento, os processos de transformação e a circulação de ideias científicas na sociedade. Para fundamentar essa discussão, ancora-se em perspectivas teóricas sobre a experiência, e apresenta uma análise reflexiva das cenas e da dramaturgia do espetáculo "A borboleta da colina", produzido pelo Grupo Flogisto (PR). A obra teatral ilustra como conceitos químicos, físicos e biológicos sobre a transformação da matéria e a transitoriedade da vida podem ser abordados de forma humanizada, leve e poética. Conclui-se que o teatro científico atua como um esforço cultural pedagógico e ferramenta de promoção da popularização da ciência, capaz de sensibilizar e engajar o público, transformando a curiosidade em conhecimento e convidando os sujeitos a novas formas de experimentar a ciência. <![CDATA[<b>Porque é tão difícil implementar práticas interdisciplinares no ensino de ciências no Brasil</b>]]> http://cienciaecultura.bvs.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0009-67252026000200011&lng=pt&nrm=iso&tlng=pt Este artigo discute a articulação entre ciência e arte no contexto da divulgação científica e do ensino de ciências, propondo o teatro científico como uma potente possibilidade de experiência estética. Utilizando a metáfora do ciclo de vida das borboletas (desde a deposição dos ovos, passando pela fase da lagarta, da metamorfose na pupa até a fase adulta) e características de sua forma de vida, o texto estabelece analogias com o despertar para o conhecimento, os processos de transformação e a circulação de ideias científicas na sociedade. Para fundamentar essa discussão, ancora-se em perspectivas teóricas sobre a experiência, e apresenta uma análise reflexiva das cenas e da dramaturgia do espetáculo "A borboleta da colina", produzido pelo Grupo Flogisto (PR). A obra teatral ilustra como conceitos químicos, físicos e biológicos sobre a transformação da matéria e a transitoriedade da vida podem ser abordados de forma humanizada, leve e poética. Conclui-se que o teatro científico atua como um esforço cultural pedagógico e ferramenta de promoção da popularização da ciência, capaz de sensibilizar e engajar o público, transformando a curiosidade em conhecimento e convidando os sujeitos a novas formas de experimentar a ciência. <![CDATA[<b>Brincar para incluir</b>]]> http://cienciaecultura.bvs.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0009-67252026000200012&lng=pt&nrm=iso&tlng=pt Este artigo discute a articulação entre ciência e arte no contexto da divulgação científica e do ensino de ciências, propondo o teatro científico como uma potente possibilidade de experiência estética. Utilizando a metáfora do ciclo de vida das borboletas (desde a deposição dos ovos, passando pela fase da lagarta, da metamorfose na pupa até a fase adulta) e características de sua forma de vida, o texto estabelece analogias com o despertar para o conhecimento, os processos de transformação e a circulação de ideias científicas na sociedade. Para fundamentar essa discussão, ancora-se em perspectivas teóricas sobre a experiência, e apresenta uma análise reflexiva das cenas e da dramaturgia do espetáculo "A borboleta da colina", produzido pelo Grupo Flogisto (PR). A obra teatral ilustra como conceitos químicos, físicos e biológicos sobre a transformação da matéria e a transitoriedade da vida podem ser abordados de forma humanizada, leve e poética. Conclui-se que o teatro científico atua como um esforço cultural pedagógico e ferramenta de promoção da popularização da ciência, capaz de sensibilizar e engajar o público, transformando a curiosidade em conhecimento e convidando os sujeitos a novas formas de experimentar a ciência. <![CDATA[<b>No meio do caminho tinha um aprendizado</b>]]> http://cienciaecultura.bvs.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0009-67252026000200013&lng=pt&nrm=iso&tlng=pt Este artigo discute a articulação entre ciência e arte no contexto da divulgação científica e do ensino de ciências, propondo o teatro científico como uma potente possibilidade de experiência estética. Utilizando a metáfora do ciclo de vida das borboletas (desde a deposição dos ovos, passando pela fase da lagarta, da metamorfose na pupa até a fase adulta) e características de sua forma de vida, o texto estabelece analogias com o despertar para o conhecimento, os processos de transformação e a circulação de ideias científicas na sociedade. Para fundamentar essa discussão, ancora-se em perspectivas teóricas sobre a experiência, e apresenta uma análise reflexiva das cenas e da dramaturgia do espetáculo "A borboleta da colina", produzido pelo Grupo Flogisto (PR). A obra teatral ilustra como conceitos químicos, físicos e biológicos sobre a transformação da matéria e a transitoriedade da vida podem ser abordados de forma humanizada, leve e poética. Conclui-se que o teatro científico atua como um esforço cultural pedagógico e ferramenta de promoção da popularização da ciência, capaz de sensibilizar e engajar o público, transformando a curiosidade em conhecimento e convidando os sujeitos a novas formas de experimentar a ciência. <![CDATA[<b>Entre jargões e o encantamento: Os desafios de divulgar ciência para crianças</b>]]> http://cienciaecultura.bvs.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0009-67252026000200014&lng=pt&nrm=iso&tlng=pt Este artigo discute a articulação entre ciência e arte no contexto da divulgação científica e do ensino de ciências, propondo o teatro científico como uma potente possibilidade de experiência estética. Utilizando a metáfora do ciclo de vida das borboletas (desde a deposição dos ovos, passando pela fase da lagarta, da metamorfose na pupa até a fase adulta) e características de sua forma de vida, o texto estabelece analogias com o despertar para o conhecimento, os processos de transformação e a circulação de ideias científicas na sociedade. Para fundamentar essa discussão, ancora-se em perspectivas teóricas sobre a experiência, e apresenta uma análise reflexiva das cenas e da dramaturgia do espetáculo "A borboleta da colina", produzido pelo Grupo Flogisto (PR). A obra teatral ilustra como conceitos químicos, físicos e biológicos sobre a transformação da matéria e a transitoriedade da vida podem ser abordados de forma humanizada, leve e poética. Conclui-se que o teatro científico atua como um esforço cultural pedagógico e ferramenta de promoção da popularização da ciência, capaz de sensibilizar e engajar o público, transformando a curiosidade em conhecimento e convidando os sujeitos a novas formas de experimentar a ciência. <![CDATA[<b>Experimentar para aprender: Como a prática transforma o ensino de Ciências</b>]]> http://cienciaecultura.bvs.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0009-67252026000200015&lng=pt&nrm=iso&tlng=pt Este artigo discute a articulação entre ciência e arte no contexto da divulgação científica e do ensino de ciências, propondo o teatro científico como uma potente possibilidade de experiência estética. Utilizando a metáfora do ciclo de vida das borboletas (desde a deposição dos ovos, passando pela fase da lagarta, da metamorfose na pupa até a fase adulta) e características de sua forma de vida, o texto estabelece analogias com o despertar para o conhecimento, os processos de transformação e a circulação de ideias científicas na sociedade. Para fundamentar essa discussão, ancora-se em perspectivas teóricas sobre a experiência, e apresenta uma análise reflexiva das cenas e da dramaturgia do espetáculo "A borboleta da colina", produzido pelo Grupo Flogisto (PR). A obra teatral ilustra como conceitos químicos, físicos e biológicos sobre a transformação da matéria e a transitoriedade da vida podem ser abordados de forma humanizada, leve e poética. Conclui-se que o teatro científico atua como um esforço cultural pedagógico e ferramenta de promoção da popularização da ciência, capaz de sensibilizar e engajar o público, transformando a curiosidade em conhecimento e convidando os sujeitos a novas formas de experimentar a ciência. <![CDATA[<b>Entre o jogo e o conhecimento: quando brincar vira ciência?</b>]]> http://cienciaecultura.bvs.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0009-67252026000200016&lng=pt&nrm=iso&tlng=pt Este artigo discute a articulação entre ciência e arte no contexto da divulgação científica e do ensino de ciências, propondo o teatro científico como uma potente possibilidade de experiência estética. Utilizando a metáfora do ciclo de vida das borboletas (desde a deposição dos ovos, passando pela fase da lagarta, da metamorfose na pupa até a fase adulta) e características de sua forma de vida, o texto estabelece analogias com o despertar para o conhecimento, os processos de transformação e a circulação de ideias científicas na sociedade. Para fundamentar essa discussão, ancora-se em perspectivas teóricas sobre a experiência, e apresenta uma análise reflexiva das cenas e da dramaturgia do espetáculo "A borboleta da colina", produzido pelo Grupo Flogisto (PR). A obra teatral ilustra como conceitos químicos, físicos e biológicos sobre a transformação da matéria e a transitoriedade da vida podem ser abordados de forma humanizada, leve e poética. Conclui-se que o teatro científico atua como um esforço cultural pedagógico e ferramenta de promoção da popularização da ciência, capaz de sensibilizar e engajar o público, transformando a curiosidade em conhecimento e convidando os sujeitos a novas formas de experimentar a ciência.