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    Ciência e Cultura

    On-line version ISSN 2317-6660

    Cienc. Cult. vol.62 no.2 São Paulo  2010

     

     

    REVISÃO BIBLIOGRÁFICA SOBRE MODA EM LÍNGUA PORTUGUESA

    Dorotéia Baduy Pires

     

     

    Há mais de duas décadas, acompanhamos a instituição e a evolução do ensino do design de moda no Brasil. Podemos afirmar, portanto, que é inédita a aproximação entre moda e design tanto nas relações sociais quanto acadêmicas e de produção industrial.

    Nas décadas de 1980 e 1990, os cursos na área eram denominados estilismo, criação ou apenas moda; em 2002, somavam vinte cursos em funcionamento no país. Hoje há em torno de 150, o que evidencia um extraordinário crescimento na oferta.

    Inicialmente, os cursos criados eram de bacharelado; hoje a proporção é dividida de modo equilibrado com a modalidade tecnólogo, em torno de 50% cada, o que demonstra o crescente interesse por cursos mais focados e de menor duração.

    Durante o IV Fórum das Escolas de Moda e o 5º Colóquio de Moda, realizados em setembro de 2009 na Faculdade Boa Viagem, em Recife (PE), compilamos 131 instituições que ofertam cursos superiores de formação do profissional para atuar na área da moda nas modalidades: bacharelado, tecnólogo e sequenciais. Não consideramos especialização e MBA. Nessas 131 instituições, atualmente, o Brasil oferta 150 cursos superiores com ênfase em moda, de modo que 96 são denominados design de moda e 21 simplesmente têm o nome de moda. Os outros 33 são focados em: produção, têxtil, gestão, negócios, modelagem, marketing, desenho, estilismo e, ainda, um único curso de figurino.

    Em 2007, havia 40 cursos denominados design de moda; no início de 2010, o número duplicou. Isso significa que nos últimos anos muitos cursos passaram por reformulações e tiveram nova denominação para atender às orientações do Ministério da Educação (MEC), o qual tem restringido a variedade de denominações dos cursos superiores.

    Se considerarmos que os cursos denominados moda e estilismo possivelmente tratam do desenvolvimento do produto e por determinação do MEC, de modo gradativo, passarão a denominar-se design de moda, este número aumenta para 120, mais de 80% dos cursos ofertados na área da moda. Tal resultado levou-nos a focar a área de design de moda no presente artigo.

    Apesar da grande quantidade de cursos que formam profissionais designers de moda, e embora haja um número significativo de publicações cujo foco é a moda, são poucas as publicações que tratam do design como aspecto constitutivo do assunto.

    Embora a pesquisa seja vital na prática do design - o que implica material disponível que dissemine resultados de pesquisas científicas ou não -, é ainda muito incipiente o número de publicações em design de moda no Brasil. Em 2004, tive a oportunidade de publicar, na revista Fashion Theory, um "Banco de referências de moda na língua portuguesa". A elaboração desta bibliografia de moda e áreas afins teve início nos primeiros anos da década de 1980, quando retornava de um curso de design de moda na Itália, numa época em que eram raríssimas as publicações na língua portuguesa que tratassem de assuntos pertinentes à moda. Esse banco é uma retrospectiva das obras publicadas nos últimos noventa anos, em língua portuguesa, entre as quais há algumas edições publicadas em Portugal e traduções de obras de autores estrangeiros. No entanto, grande parte das 760 publicações elencadas é composta de autores nacionais. No material compilado em ordem alfabética, foram consideradas publicações em formato de livros, artigos periódicos, anais, catálogos, vídeos, teses e dissertações. Também foram consideradas algumas obras que tratam do tema apesar de não estar indicado no título (1).

    Na última década, houve representativo crescimento na produção científica e acadêmica relativamente ao assunto. Ao colocar esse material (2) disponível aos pesquisadores e estudiosos da moda, contribuo para o avanço da pesquisa de design de moda no Brasil como fonte de informação para formar o acervo das bibliotecas de moda do país e com a estruturação da rede, fundamental para a formação do sistema.

    Apresentamos um total de 206 títulos de uma bibliografia específica, organizadas em: obras raras e antigas, coleções, periódicos, obras de referência (glossários, dicionários e enciclopédias) e, ainda, a relação de congressos que publicam anais que podem interessar à formação do acervo.

    Os títulos apresentados foram selecionados observando o título da obra; portanto, não foram necessariamente submetidos à avaliação de conteúdo, de maneira que estão registrados com o objetivo de disseminar a informação. Foram desconsiderados títulos de obras de auto ajuda, anais, vídeos e catálogos. Quanto a teses, dissertações e revistas, estão recomendadas as instituições e congressos que promovem pesquisas e trabalhos na área, para assim facilitar a busca pelos anais e assinaturas.

     

     

    O quarto artigo das Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Design (3) aponta as competências e habilidades desse profissional. Logo adiante, o quinto artigo detalha os conteúdos e atividades que um curso superior de design deve apresentar para atender aos três eixos interligados de formação:

    conteúdos básicos: história e teorias do design em seus contextos sociológicos, antropológicos, psicológicos e artísticos, abrangendo métodos e técnicas de projetos, meios de representação, comunicação e informação, estudos das relações usuário/objeto/meio ambiente, estudo de materiais, processos, gestão e outras relações com a produção e o mercado, conteúdos específicos e conteúdos teórico-práticos;

    conteúdos específicos: moda e vestuário;

    conteúdos teórico-práticos: estágios e outras atividades complementares.

    Neste artigo, há sugestões de títulos para compor a bibliografia dos conteúdos básicos e específicos que virão a compor a bibliografia, básica e complementar. São consideradas as obras publicadas desde 1995, com exceção de algumas consideradas clássicas e indispensáveis em um acervo. No entanto, são indicados alguns títulos raros e antigos que podem ser adquiridos em lojas especializadas. A depender da organização curricular, o que é complementar pode se tornar básico e vice-versa.

    Para os cursos superiores de tecnologia no processo de avaliação - autorização e reconhecimento - o MEC recomenda que no acervo da biblioteca conste um mínimo de três títulos por disciplina da bibliografia básica no processo de autorização e a mesma quantidade no reconhecimento. Em relação aos bacharelados, a proporção sobe para três na autorização e cinco para o reconhecimento. As quantidades podem variar de seis a quinze alunos por volume, influenciando o resultado da avaliação.

    No livro organizado pela Memória Visual, 46 livros de moda que você não pode deixar de ler, é possível conhecer o conteúdo de algumas obras, por meio da interpretação dos autores convidados (4).

    Além de livros, a biblioteca deve ainda ser acrescida de periódicos e anais. No Brasil, há três periódicos científicos especializados em moda: Revista dObra[s]; Iara: revista de moda, cultura e arte [digital]; e, ModaPalavra [impressa e digital]. As revistas ABC Design, Arc Design e Estudos em Design com frequência trazem artigos sobre design de moda. E, ainda, Fashion Theory: a revista da moda, corpo e cultura, que apesar de não ser mais publicada no Brasil é possível ainda encontrá-la à venda.

    Durante a pesquisa, constatamos que alguns cursos de stricto sensu têm publicado dissertações e teses com foco no campo da moda e design de moda em ordem decrescente, considerando o volume de publicações, são elas:

    Doutorado: Universidade de São Paulo, Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, Universidade Federal de Santa Catarina, Universidade de Brasília, Universidade Federal do Rio de Janeiro, Universidade Estadual de Campinas.

    Mestrado: Universidade de São Paulo, Centro Universitário Senac (5), Universidade Federal de Santa Catarina, Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, Universidade Federal do Rio de Janeiro, Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro.

    Em geral, tais publicações podem ser obtidas na versão digital nos sites das instituições ou ainda na versão impressa por meio do serviço de Comut (6). Atualmente existem mais de dez instituições que ofertam programas de mestrado ou doutorado em design, o que deve incrementar o número de pesquisadores e, consequentemente, publicações em design de moda.

    Além do Colóquio de Moda, evento acadêmico que trata especificamente da moda como campo do saber, outros congressos publicam anais que trazem trabalhos de interesse do design de moda, entre eles: Congresso Brasileiro de Pesquisa e Desenvolvimento em Design, Congresso Internacional de Pesquisa em Design, Congresso Brasileiro de Iniciação em Ergonomia, Congresso Internacional de Estéticas Tecnológicas, Congresso Internacional da Associação Brasileira de Semiótica, Congresso Nacional de Técnicos Têxteis, Congresso Latino-Americano de Química Têxtil e Congresso Nacional de Ciências da Comunicação.

    É preciso que a área avance muito ainda para compor acervos de excelência e para que façamos definitivamente a transição de uma cultura de concepção de produtos que, ao desconhecer o potencial do design, utiliza-o como estilo, frivolidade estética ou aplica-o em um estágio já avançado do projeto, como num acabamento ou detalhe. É importante que a academia e outros setores invistam em pesquisa e publicações que disseminem o design de moda como processo, como um método de trabalho integrado nos estágios iniciais do processo, combinando a engenharia de produção, o marketing e outros setores da empresa ou, ainda, o design incorporado na formulação da estratégia comercial da empresa, que participa ativamente no fomento à inovação e no desenvolvimento de serviços e produtos (4). "É necessário haver muito apoio, estímulo e ações que concorram para superar a subcultura de design de moda" (7).

    Iniciamos com a recomendação de títulos antigos que, elencados em ordem crescente, abrangem o período de 1880 a 1989. Na sequência, estão obras de referência (enciclopédias, dicionários e glossários).

     

    OBRAS RARAS E ANTIGAS

    Camões, L. Gravura em tecido . São Paulo: Jules Martin. 1880.

    Affonso, J. Três séculos de modas. Belém: Tavares Cardoso. 1923.

    Heydeureich, D. Casa Allemã - 1883-1933. São Paulo: Officinas da Soc. Impressora Paulista. 1923.

    Carnicelli Júnior. Methodo de corte completo. Rio de Janeiro: Companhia Brasil. 1937.

    Chaves, A. A moda. São Paulo: Revista dos Tribunais. 1942.

    Coutinho, E. O vestuário e a moda. Ministério da Educação e Saúde. 1944.

    Mello e Souza, G. A moda no século XIX. São Paulo: Revista do Museu Paulista. 1952.

    Rodrigues, J. W. Fardas do Reino Unido e do império. Petrópolis: Ministério da Educação e Saúde, Museu Imperial. 1953.

    Freitas, M. V. Tecnologia, artes e ofícios femininos. São Paulo: Mestre Jou. 1954.

    Leal, I. 400 anos de moda feminina do IV centenário. São Paulo. 1954.

    Edmundo, L. O Rio de Janeiro no tempo dos vice-reis. Segundo volume. Rio de Janeiro: Conquista. 1956.

    Contini, M. A moda - 5000 anos de elegância. Lisboa: Verbo. 1965.

    Flüegel, J. C. A psicologia das roupas. São Paulo: Mestre Jou. 1966.

    Renault, D. O Rio antigo - nos anúncios de jornais, 1808-1850. Rio de Janeiro: J. Olympio. 1969.

    Mota, M. Modas e modos. Recife: Raiz. 1977.

    Stein, S. Origens e evolução da indústria têxtil no Brasil. Rio de Janeiro: Campus. 1979.

    Ribeiro, L. G. Introdução à tecnologia têxtil. Vol.1; Vol. 2. Rio de Janeiro: Senai/CETIQT. 1984.

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    Freyre, G. Modos de homem e modas de mulher. Rio de Janeiro: Record. 1986.

    Gontijo, S. 80 anos de moda no Brasil. Rio de Janeiro: Nova Fronteira.1986.

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    OBRAS DE REFERÊNCIA

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    Biaggi, E. K.; Stavale, E. B. English in fashion. São Paulo: Disal. 2006.

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    Farias, E. M. P; Bezerra, T. M. F. Glossário trilíngue de termos do vestuário. Fortaleza:  Edições da UFC. 2008.

    Glossário têxtil e de confecção - inglês-português. Rio de Janeiro: Senai/CETIQT. 1986.

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    Spengler, A. Decifrando a moda: glossário. São Paulo: STS. 1993.

    Na sequência, estão elencados títulos que tratam da moda como tema e citam o design no título. No entanto, é importante destacar que esse conjunto de obras não descarta a necessidade de compor a biblioteca de design de moda com títulos que tratam da área do design em geral.

     

    BIBLIOGRAFIA BÁSICA COM TÍTULOS EM DESIGN

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    Udale, J. Fundamentos de design de moda - tecidos e moda. Porto Alegre: Bookman. 2009.

    Urbano, N. (Org.). Design contemporâneo. São Paulo: Nojosa. 2005.

    Antes do elenco de títulos que podem compor uma bibliografia básica e complementar específica, sugerimos também quatro coleções de duas editoras brasileiras: Cosac & Naify: Coleção Universo da Moda e Moda Brasileira, e Anhembi Morumbi: Coleção Moda & Comunicação e Coleção Saberes da Moda.

     

    BIBLIOGRAFIA BÁSICA ESPECÍFICA

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    5. Tais dissertações foram produzidas no mestrado em moda cultura e arte, primeiro curso stricto sensu que contempla a palavra moda em sua denominação.

    6. O Programa de Comutação Bibliográfica permite obtenção de cópias de documentos técnico-científicos disponíveis nos acervos das principais bibliotecas brasileiras e em serviços de informação internacionais. Entre documentos acessíveis, estão periódicos, teses, anais de congressos, relatórios técnicos e partes de documentos. http://www.ibict.br/secao.php?cat=comut

    7. Pires, Dorotéia Baduy (Org.) Design de moda - olhares diversos. Estação das Letras e Cores. 2008.

     

    Dorotéia Baduy Pires é designer, docente e chefe do Departamento de Design da Universidade Estadual de Londrina (UEL). Avaliadora do MEC, desde 2000. Coordenadora do Projeto Milano, Itália e França, desde 2000. Organizadora da obra Design de moda: olhares diversos, Estação das Letras e Cores, 2008. Coordenadora do Fórum das Escolas de Moda do Colóquio de Moda. Email: doroteia@sercomtel.com.br