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</front><body><![CDATA[ <p align="center"><img src="/img/fbpe/cic/v55n1/tp12.gif"></p>     <p align="center">&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/fbpe/cic/v55n1/14856f1.jpg"></p>     <p align="center">&nbsp;</p>      <p>J<small>OGOS</small></p>      <p><font size="4"><b>Brincadeira educativa sobre dengue e mal&aacute;ria</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>      <p>A sa&uacute;de p&uacute;blica pode contar com mais um aliado no combate &agrave; dengue e &agrave; mal&aacute;ria: o bingo. Seu criador, Octavio Henrique Pavan, geneticista da Unicamp, j&aacute; desenvolveu outros 38 jogos sobre temas diversos, entre eles o de gen&eacute;tica, &aacute;gua, sistema solar, pintores famosos e orquestra sinf&ocirc;nica. Para ele, a competi&ccedil;&atilde;o consegue gerar discuss&otilde;es conceituais de ci&ecirc;ncia entre os estudantes, o que raramente ocorre em sala de aula.</p>      <p>O bingo chamado <i>Jogo do saber: dengue</i>, desenvolvido em conjunto com a prefeitura de Campinas (SP) e uma ONG, foi lan&ccedil;ado em outubro de 2002. A brincadeira &eacute; simples. Cada participante recebe uma cartela contendo informa&ccedil;&otilde;es sobre a dengue, distribu&iacute;das por 5 linhas e 5 colunas. As colunas s&atilde;o marcadas com as letras S-A-B-E-R. Cada letra cont&eacute;m 15 perguntas, que ser&atilde;o lidas, no lugar dos n&uacute;meros, durante o sorteio para gerar as discuss&otilde;es sobre o assunto. Caso o n&uacute;mero 2 seja sorteado, por exemplo, a pergunta ser&aacute; " qual o nome dado ao agente que transmite uma doen&ccedil;a?". Embora a resposta seja "vetor", poder&aacute; motivar embates entre os participantes que tiverem a resposta <i>Aedes aegypti</i>, transmissor da dengue. "Parece uma brincadeira, mas, na verdade, &eacute; uma sedu&ccedil;&atilde;o expl&iacute;cita da crian&ccedil;a que se apropria do conhecimento", diz Pavan.</p>      <p>O bingo da mal&aacute;ria, no mesmo padr&atilde;o, &eacute; direcionado &agrave; popula&ccedil;&atilde;o mais atingida pela doen&ccedil;a, no norte do Brasil, e dever&aacute; ser lan&ccedil;ado no in&iacute;cio de 2003. Ter&aacute; apoio da Funasa (Funda&ccedil;&atilde;o Nacional da Sa&uacute;de) e de agentes comunit&aacute;rios da Amaz&ocirc;nia, encarregados de adaptar os termos para a linguagem regional.</p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p>Atrav&eacute;s da Funda&ccedil;&atilde;o de Seguridade Social em conv&ecirc;nio    com o Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de, via Funasa, foram distribu&iacute;dos    jogos pelos 27 estados brasileiros em uma a&ccedil;&atilde;o estimada em atingir    mais de 500 mil estudantes. Desde novembro &uacute;ltimo, o jogo da dengue est&aacute;    dispon&iacute;vel para impress&atilde;o livre via Internet (<i><a href="http://www.funcamp.unicamp.br/espacofuncamp">www.funcamp.unicamp.br/espacofuncamp</a></i>).    O da mal&aacute;ria dever&aacute; seguir o mesmo roteiro.</p>       ]]></body>
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