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</front><body><![CDATA[ <p align="center"><img src="/img/revistas/cic/v55n2/tb2.gif"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b>V<small>IOL&Ecirc;NCIA</small></b></p>     <p><b><font size="4">Pesquisa estuda homic&iacute;dios de jovens em Recife</font></b></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>A viol&ecirc;ncia na cidade de Recife, em especial o homic&iacute;dio, j&aacute;    &eacute; vista como um problema de sa&uacute;de p&uacute;blica. &Eacute; o que    diz Gilliatt Falbo, diretor de pesquisa do Instituto Materno Infantil de Pernambuco,    uma entidade n&atilde;o governamental, sem fins lucrativos. Um dos grupos de    estudo do instituto, que estuda viol&ecirc;ncia, pesquisa a preval&ecirc;ncia    de situa&ccedil;&otilde;es de risco para homic&iacute;dio entre adolescentes    das favelas da capital pernambucana.</p>     <p>Em conv&ecirc;nio com a prefeitura da cidade, com financiamento do Minist&eacute;rio    da Sa&uacute;de, e contando com o apoio de agentes comunit&aacute;rios, m&eacute;dicos    e enfermeiras, a pesquisa tra&ccedil;ou o perfil dos jovens que t&ecirc;m comportamento    de risco. Segundo Falbo, esse risco &eacute; maior quando o jovem usa drogas,    n&atilde;o freq&uuml;enta a escola ou tem precedente penal. Ap&oacute;s essa    fase que diagnosticou o problema, os pesquisadores iniciaram um processo de    interven&ccedil;&atilde;o nas favelas, promovendo atividades culturais, esportivas    e educacionais.</p>     <p>Gilliat explica que essa fase de interven&ccedil;&atilde;o comunit&aacute;ria    da pesquisa fornecer&aacute; importantes informa&ccedil;&otilde;es para o direcionamento,    formula&ccedil;&atilde;o e implanta&ccedil;&atilde;o de poss&iacute;veis pol&iacute;ticas    p&uacute;blicas voltadas para a diminui&ccedil;&atilde;o da mortalidade por    homic&iacute;dio na cidade de Recife. O instituto desenvolve assist&ecirc;ncia    m&eacute;dico-social, ensino, pesquisa e extens&atilde;o comunit&aacute;ria    e &eacute; credenciado pelo Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de como Centro Nacional    de Refer&ecirc;ncia para programas de assist&ecirc;ncia integrada &agrave; sa&uacute;de    da mulher e da crian&ccedil;a, e pelo Minist&eacute;rio da Educa&ccedil;&atilde;o,    como hospital de ensino.</p>     <p>O atual estudo sobre preval&ecirc;ncia de comportamento de risco baseou-se    em outra pesquisa do instituto feita em 1997, que identificou o homic&iacute;dio    como causa predominante (59% dos casos estudados) das mortes entre crian&ccedil;as    e adolescentes, com idade entre 1 m&ecirc;s e 19 anos, no Recife. O grupo et&aacute;rio    de 15 a 19 anos concentra o maior n&uacute;mero de homic&iacute;dios, causados    principalmente por armas de fogo.</p>     <p>O diagn&oacute;stico realizado para estabelecer a preval&ecirc;ncia de situa&ccedil;&otilde;es    de risco de homic&iacute;dio entre adolescentes das favelas de Recife dever&aacute;    ser apresentado no VII Congresso Brasileiro de Sa&uacute;de Coletiva da Associa&ccedil;&atilde;o    Brasileira de P&oacute;s Gradua&ccedil;&atilde;o em Sa&uacute;de Coletiva, a    ser realizado entre 29 de julho e 02 de agosto de 2003. </p>     ]]></body>
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