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</front><body><![CDATA[ <p align="center"><img src="/img/revistas/cic/v55n3/a23img01.gif"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><b><font size=5>M<SMALL>EM&Oacute;RIA NATURALIS: CIDADANIA,    CI&Ecirc;NCIA E CULTURA</SMALL></font></b></p>     <p><font size="3"><b>Leandro O. Salles    <br>   Peter Mann de Toledo     <br>   Marcos Tavares</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size=5><b>A</b></font> <font size="3">transi&ccedil;&atilde;o    deste mil&ecirc;nio &eacute; marcada pela nova &oacute;tica ditada por um planeta    globalizado, onde os limites s&oacute;cio-econ&ocirc;micos e ambientais dos    pa&iacute;ses s&atilde;o progressivamente atenuados, enquanto na propor&ccedil;&atilde;o    inversa a interconectividade e as interdepend&ecirc;ncias sist&ecirc;micas s&atilde;o    valorizadas. Desse modo, cen&aacute;rios mais abrangentes s&atilde;o revelados    e valorizados, detalhando a complexidade dos sistemas socioambientais, cuja    compreens&atilde;o requer uma cont&iacute;nua sofistica&ccedil;&atilde;o nos    meios de articula&ccedil;&atilde;o da informa&ccedil;&atilde;o. &Eacute; neste    contexto que emergem as redes informatizadas como as principais plataformas    de compartilhamento de informa&ccedil;&atilde;o do novo mil&ecirc;nio, passando    a assumir papel crucial no planejamento estrat&eacute;gico das na&ccedil;&otilde;es.</font></p>      <p><font size="3">O Brasil se destaca no cen&aacute;rio internacional    pela condi&ccedil;&atilde;o de pa&iacute;s de dimens&otilde;es continentais,    megadiverso – l&iacute;der mundial da biodiversidade, e com uma riqueza sociocultural    &iacute;mpar. Essa condi&ccedil;&atilde;o deveria estar vinculada a equacionamentos    pol&iacute;tico-financeiros, que efetivamente fomentassem n&atilde;o somente    a voca&ccedil;&atilde;o natural do pa&iacute;s para inspirar debates sobre a    conserva&ccedil;&atilde;o e o uso sustent&aacute;vel dos recursos naturais,    mas, sobretudo, os meios t&eacute;cnico-pol&iacute;ticos, que potencializassem    as possibilidades do pa&iacute;s vir a liderar f&oacute;runs internacionais    referentes a essas quest&otilde;es. O car&aacute;ter emergencial na tomada imediata    de decis&otilde;es que promovam tais equacionamentos &eacute; agravado pela    alta press&atilde;o antr&oacute;pica desordenada que sofre o pa&iacute;s. </font></p>      <p><font size="3"><b>COLE&Ccedil;&Otilde;ES CIENT&Iacute;FICAS:    FONTES PRIM&Aacute;RIAS DO SABER SOCIOAMBIENTAL</b> Apesar de freq&uuml;entemente    desvalorizadas como instrumento essencial ao planejamento estrat&eacute;gico    dos recursos naturais, a informa&ccedil;&atilde;o acumulada em cole&ccedil;&otilde;es    cient&iacute;ficas deve ser encarada como base para a constru&ccedil;&atilde;o    de uma parcela expressiva do conhecimento acerca da diversidade socioambiental    do planeta. A acessibilidade &agrave;s perspectivas hist&oacute;ricas, ou ao    delineamento de escalas espa&ccedil;o temporais – referentes aos padr&otilde;es    e processos de diversifica&ccedil;&atilde;o socioambiental – &eacute; uma diferencial    exclusiva do uso das cole&ccedil;&otilde;es cient&iacute;ficas.</font></p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="3">Essas cole&ccedil;&otilde;es podem, por exemplo,    ser representadas por: bancos de tecidos para fins de extra&ccedil;&atilde;o    de material molecular (DNA) de esp&eacute;cies amea&ccedil;adas de extin&ccedil;&atilde;o;    colet&acirc;neas de esp&eacute;cimes vegetais e animais end&ecirc;micos das    florestas tropicais sul-americanas, ou ainda amostras geol&oacute;gicas armazenadas    com potencial para an&aacute;lise paleoclim&aacute;tica, cr&iacute;ticos para    compreens&atilde;o dos processos de diversifica&ccedil;&atilde;o do <i>Homo    sapiens</i> nos &uacute;ltimos cem mil anos. De fato, a partir de evid&ecirc;ncias    cosmo-geo-bio-antropol&oacute;gicas, congregadas em museus de hist&oacute;ria    natural e institui&ccedil;&otilde;es afins, &eacute; poss&iacute;vel enumerar    infinitas combina&ccedil;&otilde;es de import&acirc;ncia cient&iacute;fica e    cultural. Entretanto, cabe sublinhar, que essas cole&ccedil;&otilde;es passam    a ganhar import&acirc;ncia cient&iacute;fica-cultural, apenas ap&oacute;s a    condu&ccedil;&atilde;o de estudos que propiciem &agrave;s mesmas acesso de valor.    Isto significa dizer que por maior valor intr&iacute;nseco que possuam, os objetos    de uma cole&ccedil;&atilde;o s&oacute; passam a adquirir <i>status </i>de express&atilde;o    de heran&ccedil;a natural ou cultural depois de estudados e tornados acess&iacute;veis    &agrave; coletividade.</font></p>      <p><font size="3">Em outras palavras, o enorme potencial da informa&ccedil;&atilde;o    (1) contida nas cole&ccedil;&otilde;es apoia-se num trip&eacute;: manuten&ccedil;&atilde;o,    pesquisa e ergonometria. Cada um desses tr&ecirc;s vetores tem requisitos pr&oacute;prios.    Em linhas gerais, a manuten&ccedil;&atilde;o adequada das cole&ccedil;&otilde;es    responde pela vida &uacute;til e pela qualidade dos dados que encerram, enquanto    que a pesquisa revela a express&atilde;o do objeto no seu contexto. Finalmente,    a ergonometria ou acessibilidade da cole&ccedil;&atilde;o pode ser tratada em    dois n&iacute;veis: acesso f&iacute;sico aos objetos e acesso aos dados (informa&ccedil;&atilde;o    e an&aacute;lise).</font></p>      <p><font size="3">Sublinha-se, portanto, que a condicionante infra-estrutural    de curadoria e de informatiza&ccedil;&atilde;o das cole&ccedil;&otilde;es cient&iacute;ficas    deve receber <i>status</i> priorit&aacute;rio no desafio de propiciar novas    abordagens e leituras que possam, continuamente, ser desenvolvidas a partir    dessas evid&ecirc;ncias colecionadas. Garante-se, assim, &agrave;s gera&ccedil;&otilde;es    de hoje e de amanh&atilde; um amplo acesso &agrave; diversidade acumulada e    revelada acerca da hist&oacute;ria da natureza e da sociedade no planeta Terra.    </font></p>      <p><font size="3">A fim de suscitar o potencial para o uso aplicado    das cole&ccedil;&otilde;es socioambientais, exemplifica-se com a seguinte problem&aacute;tica:    se o plano estrat&eacute;gico para desenvolvimento de f&aacute;rmacos oriundos    da Amaz&ocirc;nia brasileira seja meta a ser cumprida pelo governo federal e    caso, ao mesmo tempo, minimizar o impacto ambiental tamb&eacute;m, parece &oacute;bvio    a import&acirc;ncia da qualidade da informa&ccedil;&atilde;o que ir&aacute;    permitir o reconhecimento e o acesso sustent&aacute;vel &agrave; biodiversidade    da Amaz&ocirc;nia. Sendo assim, tecnicamente necessita-se de cartas geo-referenciadas    das unidades biol&oacute;gicas (vegetais) da Amaz&ocirc;nia que gozem de suporte    emp&iacute;rico com base em registros armazenados em cole&ccedil;&otilde;es.    Isto significa dizer, que &eacute; imperativo reunir informa&ccedil;&otilde;es    detalhadas acerca da taxonomia e da distribui&ccedil;&atilde;o das esp&eacute;cies    amaz&ocirc;nicas, a fim de iniciar estudos anal&iacute;ticos que venham subsidiar    o delineamento de &aacute;reas que possam ser indicadas para tais atividades    extrativistas ou mesmo agr&iacute;colas, obedecendo assim o crit&eacute;rio    de minimiza&ccedil;&atilde;o de impacto (2). </font> </p>      <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/cic/v55n3/a23img02.gif"></p>      <p>&nbsp; </p>      <p><font size="3">Infelizmente, a maior parte das institui&ccedil;&otilde;es    brasileiras detentoras de cole&ccedil;&otilde;es cient&iacute;ficas (museus    de hist&oacute;ria natural, universidades, jardins bot&acirc;nicos, zool&oacute;gicos,    etc.) ainda n&atilde;o se encontram suficientemente articulada ou dotada de    capacita&ccedil;&atilde;o t&eacute;cnica infra-estrutural para enfrentar, nem    mesmo, o desafio prim&aacute;rio de salvaguardar adequadamente os m&uacute;ltiplos    testemunhos do presente e passado da natureza e da sociedade brasileira. Cabe    ressaltar, contudo, que essas cole&ccedil;&otilde;es s&atilde;o fonte inesgot&aacute;vel    do saber socioambiental, absolutamente essencial para o desenvolvimento estrat&eacute;gico    e para a gest&atilde;o da informa&ccedil;&atilde;o pertinente aos sistemas geo-bio-antropol&oacute;gicos.    Vale externar ainda, que apesar de as cole&ccedil;&otilde;es cient&iacute;ficas    brasileiras estarem aqu&eacute;m do esperado para possibilitar a realiza&ccedil;&atilde;o    de desenhos detalhados das m&uacute;ltiplas realidades socioambientais brasileiras,    elas compreendem parte expressiva do que a humanidade foi capaz de acumular    sobre essas realidades no pa&iacute;s. Ressalta-se, entretanto, que o imenso    esfor&ccedil;o devotado &agrave; reuni&atilde;o de acervos no Brasil (vide artigos    nesta edi&ccedil;&atilde;o), n&atilde;o encontrou ainda paralelo na automa&ccedil;&atilde;o    das cole&ccedil;&otilde;es cient&iacute;ficas (3). Isso apesar de a tecnologia    necess&aacute;ria &agrave; automa&ccedil;&atilde;o das cole&ccedil;&otilde;es    cient&iacute;ficas encontrar-se dispon&iacute;vel h&aacute; anos e a cria&ccedil;&atilde;o    de bancos de dados sobre a biodiversidade como ferramenta de gest&atilde;o ter    sido reconhecida por diversos pa&iacute;ses onde os bancos de dado sobre a biodiversidade    local j&aacute; &eacute; uma realidade (4, 5, 6 e 7). </font></p>      <p><font size="3"><b>REDE MEM&Oacute;RIA NATURALIS</b> Os argumentos    arrolados acima testemunham em favor da pertin&ecirc;ncia da cria&ccedil;&atilde;o    de uma rede brasileira de museus de hist&oacute;ria natural e institui&ccedil;&otilde;es    afins, como meio de maximizar o compartilhamento potencial da informa&ccedil;&atilde;o    de cunho cient&iacute;fico, cultural e educativo. Essa rede dever&aacute; permitir    &agrave;s institui&ccedil;&otilde;es que a comp&otilde;em, incluindo o governo    e ag&ecirc;ncias de fomento em geral, permanentes atualiza&ccedil;&otilde;es    de diagn&oacute;sticos e dos meios de aprecia&ccedil;&atilde;o estrat&eacute;gica    para o investimento justo e adequado em abrang&ecirc;ncia nacional. O compartilhamento    eficiente de informa&ccedil;&otilde;es ir&aacute; permitir a redu&ccedil;&atilde;o    de investimentos redundantes na &aacute;rea de a&ccedil;&atilde;o t&eacute;cnico-acad&ecirc;mica    dessas institui&ccedil;&otilde;es. Desse modo, a rede deve contribuir, de maneira    direta e imediata, para o avan&ccedil;o da capacita&ccedil;&atilde;o das atividades    t&eacute;cnico-acad&ecirc;micas e infra-estruturais de toda a institui&ccedil;&atilde;o    credenciada. </font></p>      <p><font size="3">Em dezembro de 2002, baseado em convic&ccedil;&otilde;es    semelhantes &agrave;s expostas, redigiu-se a Carta de Bras&iacute;lia, em reuni&atilde;o    sediada no MCT. Essa reuni&atilde;o foi consolidada a partir de um conjunto    de iniciativas que se desenrolaram durante o ano de 2002, destacando-se dois<i>    workshops</i> que culminaram com a reda&ccedil;&atilde;o das seguintes mo&ccedil;&otilde;es:    Carta de Rio de Grande e Carta de Jo&atilde;o Pessoa. Num momento hist&oacute;rico,    essa reuni&atilde;o congregou v&aacute;rias lideran&ccedil;as no pa&iacute;s    sobre o tema (entre elas, respons&aacute;veis por institui&ccedil;&otilde;es    que det&ecirc;m parcela expressiva do acervo socioambiental brasileiro): gest&atilde;o    estrat&eacute;gica da diversidade socioambiental. O conselho, formado nessa    reuni&atilde;o, argumenta, nessa carta, em favor da cria&ccedil;&atilde;o da    Rede Mem&oacute;ria Naturalis (RMN). Ressalta-se, assim que essas tr&ecirc;s    cartas constituem-se nos alicerces pol&iacute;ticos fundamentais da proposta    RMN. Sublinha-se ainda, que o atual projeto, patrocinado pelo CNPq, congregando    cinco projetos de difus&atilde;o de cunho educativo numa rede de museus de hist&oacute;ria    natural, t&ecirc;m exercido papel de &quot;semente&quot; singular no encorajamento    do desenvolvimento do projeto da RMN. </font></p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="3">Segue-se, portanto, que a RMN dever&aacute;,    num primeiro momento, criar alternativas racionais de dinamiza&ccedil;&atilde;o    dos canais de informa&ccedil;&atilde;o organizada entre v&aacute;rios segmentos    da comunidade cient&iacute;fica brasileira (e internacional, sublinha-se a ibero-americana),    possibilitando deste mesmo modo, a agiliza&ccedil;&atilde;o e o pleno reconhecimento    m&uacute;tuo entre esta comunidade e dos l&iacute;deres pol&iacute;ticos e t&eacute;cnicos    de &oacute;rg&atilde;os governamentais, incluindo v&aacute;rios minist&eacute;rios.    Assim, a RMN dever&aacute; propor estrat&eacute;gias que maximizem a utiliza&ccedil;&atilde;o    do potencial da comunidade cient&iacute;fica, que gera o conhecimento e, paralelamente,    estreitar as rela&ccedil;&otilde;es entre essa comunidade e os tomadores de    decis&atilde;o do Estado (agentes executores e fiscalizadores de pol&iacute;ticas    p&uacute;blicas).</font></p>      <p><font size="3">Nesse sentido, a plataforma Naturalis dever&aacute;    viabilizar, prioritariamente, a integra&ccedil;&atilde;o das cole&ccedil;&otilde;es    cient&iacute;ficas brasileiras, potencializando o acesso &agrave; informa&ccedil;&atilde;o    georeferenciada das vari&aacute;veis socioambientais amostradas e catalogadas    pelas institui&ccedil;&otilde;es que compuserem a rede. O sucesso dessa integra&ccedil;&atilde;o    vir&aacute; necessariamente de uma capilaridade municipal, atingindo as regi&otilde;es    mais remotas do pa&iacute;s que acumulem evid&ecirc;ncias socioambientais. Dessa    forma, toda e qualquer iniciativa, por mais embrion&aacute;ria que seja, dever&aacute;    ser valorizada como importante para o resgate e a conserva&ccedil;&atilde;o    da mem&oacute;ria nacional como um todo. </font></p>      <p><font size="3">Concluindo, a motiva&ccedil;&atilde;o dos membros    do conselho do projeto da RMN passa pela avalia&ccedil;&atilde;o de que esta    iniciativa poder&aacute; resultar na fundamenta&ccedil;&atilde;o de planos para    o crescimento e integra&ccedil;&atilde;o das referidas institui&ccedil;&otilde;es    detentoras de cole&ccedil;&otilde;es cient&iacute;ficas e nos planos de expans&atilde;o    agropecu&aacute;ria, conserva&ccedil;&atilde;o e educa&ccedil;&atilde;o ambiental,    sa&uacute;de p&uacute;blica, entre outros. Do mesmo modo, com isso poder&atilde;o    ser gerados programas espec&iacute;ficos que venham, por exemplo, contribuir    para reconstru&ccedil;&atilde;o da hist&oacute;ria evolutiva da biota sul-americana,    e de uma maneira mais ampla para a abertura de caminhos que possibilitem a constru&ccedil;&atilde;o    de uma &quot;cidadania planet&aacute;ria&quot;.</font></p>      <p>&nbsp;</p>      <p><font size="3"><i><b>Leandro O. Salles </b>&eacute;    palent&oacute;logo e pesquisador do Museu Nacional / UFRJ    <br>   <b>Marcos Tavares </b> &eacute; bi&oacute;logo e pesquisador do Museu de Zoologia    da USP    <br>   <b>Peter Mann de Toledo </b> &eacute; palent&oacute;logo    e diretor do Museu Paraense Em&iacute;lio Goeldi </i></font></p>      <p>&nbsp;</p>      <p>&nbsp;</p>      <p><b><font size="3">Refer&ecirc;ncias bibliogr&aacute;ficas</font></b></p>      ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="3">1. Lane, M. A. Roles of natural history collections.    Annals of the Missouri Botanical Garden, 83: 536-545. 1996.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=008860&pid=S0009-6725200300030002300001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="3">2. Canhos, D. A. L., Canhos,V. P. &quot;Dissemina&ccedil;&atilde;o    de informa&ccedil;&atilde;o: o uso da internet.&quot; <i>In</i>: Garay, I.,    Dias, B. (Orgs), Conserva&ccedil;&atilde;o da biodiversidade em ecossistemas    tropicais. Avan&ccedil;os conceituais e revis&atilde;o de novas metodologias    da avalia&ccedil;&atilde;o e monitoramento. Editora Vozes, Petr&oacute;polis.    p. 76-87. 2001.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=008861&pid=S0009-6725200300030002300002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="3">3. Magalh&atilde;es, C., Santos, J. L. C., Salem,    J. I. Automa&ccedil;&atilde;o de cole&ccedil;&otilde;es biol&oacute;gicas e    informa&ccedil;&otilde;es sobre a biodiversidade da Amaz&ocirc;nia. <i>Parcerias    Estrat&eacute;gicas</i>, 12(1): 294-312. 2001.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=008862&pid=S0009-6725200300030002300003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="3">4. Bisby, F. A. The quiet revolution: Biodiverity    informatics and the Internet. <i>Science</i>, 289(5488): 2309-2312. 2000.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=008863&pid=S0009-6725200300030002300004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="3">5. Farr, D. F., Rossman, A. Y. Integration of    data for biodiverity initiatives. <i>In</i>: Reaka-Kudla, M. L. D. E. Wilson,    E. O. (eds), <i>Biodioversity II: Understanding and protecting our biological    resources</i>. Joseph Henry Press, Washington, D.C. p. 475-490. 1997.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=008864&pid=S0009-6725200300030002300005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="3">6. Blackmore, S. Knowing the Earth's biodiversity:    challenges for the infrastructure of Systematic Biology. <i>Science</i>, 274:    63-64. 1996.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=008865&pid=S0009-6725200300030002300006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="3">7. Frondorf, A. Waggoner,G. Systematics information    as a central component in the national biological information structure. Annals    of the Missouri Botanical Garden, 83: 546-550. 1996.</font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=008866&pid=S0009-6725200300030002300007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --> ]]></body>
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