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</front><body><![CDATA[ <p align="center"><img src="/img/revistas/cic/v56n1/a29img01.gif"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3">NEUROCI&Ecirc;NCIAS</font></p>     <p><font size="4"><b>Centro de Natal descentraliza pesquisa e repatria cientistas    </b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3">Criar um centro de refer&ecirc;ncia internacional em pesquisa    em um lugar fora do eixo tradicional de investimentos do Brasil, buscando repatriar    cientistas brasileiros de peso. Essa &eacute; a proposta do Instituto Internacional    de Pesquisa em Neuroci&ecirc;ncia, a ser implantado no Rio Grande do Norte,    encabe&ccedil;ada por tr&ecirc;s pesquisadores brasileiros radicados nos Estados    Unidos: Miguel Nicolelis e Sidarta Ribeiro da Universidade de Duke e Cl&aacute;udio    Mello, da Universidade de Sa&uacute;de e Ci&ecirc;ncia do Oregon. </font></p>     <p><font size="3">A id&eacute;ia anda a passos largos: a proposta inicial foi    enviada ao CNPq em maio de 2003, j&aacute; com o aval da Sociedade Brasileira    de Neuroci&ecirc;ncia; em julho, o Instituto ganhou um terreno de cerca de 100    hectares da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) na cidade de    Maca&iacute;ba, a 18 km de Natal; e, ainda em julho, conseguiu-se o apoio dos    minist&eacute;rios de Ci&ecirc;ncia e Tecnologia, da Educa&ccedil;&atilde;o,    da Sa&uacute;de e do governo estadual do Rio Grande do Norte. Como pr&oacute;ximo    passo, os pesquisadores pretendem organizar um simp&oacute;sio internacional,    j&aacute; em mar&ccedil;o pr&oacute;ximo, para discutir as bases da constru&ccedil;&atilde;o    do instituto e criar uma funda&ccedil;&atilde;o - j&aacute; batizada de &quot;Alberto    Santos Dumont&quot; - para captar recursos para a pesquisa tamb&eacute;m no    exterior. </font></p>     <p><font size="3">N&atilde;o foram as belas praias que direcionaram a escolha    para Natal, mas a exist&ecirc;ncia de uma tradi&ccedil;&atilde;o consolidada    de pesquisas com primatologia na UFRN e pelo potencial de impacto social na    regi&atilde;o. Al&eacute;m disso, o centro &eacute; compat&iacute;vel com a    proposta de descentraliza&ccedil;&atilde;o da pesquisa no Brasil, preconizada    pelo MCT em seu programa de apoio a p&oacute;los de desenvolvimento. A id&eacute;ia    &eacute; desenvolver centros de excel&ecirc;ncia em outras partes do pa&iacute;s,    fora do eixo Sul-Sudeste, democratizando o acesso a grandes projetos de pesquisa.</font></p>     <p><font size="3">A conseq&uuml;ente irradia&ccedil;&atilde;o de institui&ccedil;&otilde;es    e grupos de pesquisa que surgem a partir da implanta&ccedil;&atilde;o desses    p&oacute;los &eacute; um dos &quot;efeitos colaterais&quot; desejados. A pr&oacute;pria    implanta&ccedil;&atilde;o do instituto j&aacute; prev&ecirc; a cria&ccedil;&atilde;o    de outras duas institui&ccedil;&otilde;es ligadas &agrave; presta&ccedil;&atilde;o    de servi&ccedil;os &agrave; comunidade, na &aacute;rea de sa&uacute;de mental    e na de educa&ccedil;&atilde;o fundamental. A id&eacute;ia, conforme apresentado    no programa do Simp&oacute;sio, &eacute; que a regi&atilde;o se torne parte    do circuito internacional de produ&ccedil;&atilde;o cient&iacute;fica, abrigando    um fluxo constante de pesquisadores de todas as parte do mundo e integrado a    uma vasta rede de centros de pesquisa associados que j&aacute; conta com 18    institui&ccedil;&otilde;es de diferentes pa&iacute;ses.</font></p>      ]]></body>
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