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<institution><![CDATA[,Universidade de São Paulo Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia ]]></institution>
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</front><body><![CDATA[ <p align="center"><img src="/img/revistas/cic/v56n3/a14img01.gif"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size=5><b>CLONAGEM ANIMAL E PLACENTA&Ccedil;&Atilde;O</b> </font></p>     <p><FONT size="3"><b>Maria Ang&eacute;lica Miglino</b></FONT></p>     <p>&nbsp;</p>     <p> <font size="3"><b><font size=5>A</font></b> clonagem animal representa sem    d&uacute;vida um dos maiores avan&ccedil;os obtidos at&eacute; hoje no campo    da biotecnologia animal. </FONT></p>     <p><font size="3"> Os recentes resultados de clonagem por transfer&ecirc;ncia    nuclear t&ecirc;m encorajado os pesquisadores cada vez mais a elucidarem alguns    aspectos ainda obscuros relativos a essa t&eacute;cnica. A import&acirc;ncia    do processo est&aacute; relacionada n&atilde;o somente &agrave; produ&ccedil;&atilde;o    animal, como tamb&eacute;m &agrave; preserva&ccedil;&atilde;o de esp&eacute;cies    em extin&ccedil;&atilde;o.</FONT></p>     <p><font size="3">Se a tecnologia sugere perspectivas e possibilidades para as    aplica&ccedil;&otilde;es pr&aacute;ticas bem como a utiliza&ccedil;&atilde;o    dessa conquista na pesquisa fundamental, de outra parte, a produ&ccedil;&atilde;o    de clones d&aacute; origem a in&uacute;meros e controversos debates sobre os    aspectos &eacute;ticos, morais e legais da clonagem.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/cic/v56n3/a16fig01.gif"></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font size="3">Sabe-se, hoje, que no processo de clonagem animal apenas um    n&uacute;mero m&iacute;nimo de gesta&ccedil;&otilde;es &eacute; levado a termo,    se comparado com gesta&ccedil;&otilde;es de animais produzidos por fertiliza&ccedil;&atilde;o    "<I>in vitro</I>". Outro dado muito relevante, que aparece em gesta&ccedil;&otilde;es    de animais clonados, &eacute; a ocorr&ecirc;ncia de perdas embrion&aacute;rias,    fetais e p&oacute;s-natais.</font></p>     <p><font size="3">A baixa viabilidade dos embri&otilde;es clonados &eacute; principalmente    expressa pela redu&ccedil;&atilde;o na taxa de implanta&ccedil;&atilde;o, pelo    aumento na taxa de mortalidade fetal e perinatal, e pelas diversas anomalias    observadas nos animais rec&eacute;m-nascidos. Esses problemas ocorrem possivelmente    porque os n&uacute;cleos de c&eacute;lulas diferenciadas n&atilde;o s&atilde;o    corretamente reconduzidos a um est&aacute;gio embrion&aacute;rio nos embri&otilde;es    clonados, o que leva &agrave; express&atilde;o err&ocirc;nea de genes que s&atilde;o    necess&aacute;rios para sustentar o desenvolvimento normal. Todavia, pelo menos    em bovinos, uma pequena propor&ccedil;&atilde;o dos animais clonados &eacute;    fenotipicamente normal, cresce de forma saud&aacute;vel, possui um sistema imunit&aacute;rio    funcional e pode reproduzir-se e produzir normalmente. Mesmo que ainda n&atilde;o    existam provas definitivas de que os animais clonados sejam totalmente normais,    os resultados desses estudos sugerem que, em certas condi&ccedil;&otilde;es    espec&iacute;ficas, pelo menos uma pequena propor&ccedil;&atilde;o dos n&uacute;cleos    diferenciados pode ser adequadamente reprogramada para voltar ao est&aacute;dio    embrion&aacute;rio. Identificar como essa condi&ccedil;&atilde;o pode ser conseguida    representa um dos principais desafios para desenvolver melhores protocolos para    clonar animais (1).</font></p>     <p><font size="3">A baixa efici&ecirc;ncia do processo de clonagem animal envolve    problemas, tais como anomalias cromoss&ocirc;micas, aloca&ccedil;&atilde;o anormal    do n&uacute;mero de c&eacute;lulas no bot&atilde;o embrion&aacute;rio e trofoectoderma    e forma&ccedil;&atilde;o deficiente do fuso mit&oacute;tico.</font></p>     <p><font size="3">Quando ocorre clivagem e desenvolvimento de blastocisto, a taxa    de implanta&ccedil;&atilde;o &eacute; menor e as perdas fetais normalmente elevadas    sugerem defici&ecirc;ncias do processo normal de desenvolvimento biol&oacute;gico    da esp&eacute;cie.</font></p>     <p><font size="3">Apesar das causas do desenvolvimento anormal continuarem obscuras,    genes que s&atilde;o marcados (<I>imprinted</I>) de forma diferente tem sido    responsabilizados por essas anormalidades (2).</font></p>     <p><font size="3">Foi demonstrado em bovinos, uma express&atilde;o anormal do    complexo de histocompatibilidade maior do tipo I no trofoblasto, e um maior    ac&uacute;mulo de linf&oacute;citos T no endom&eacute;trio de gesta&ccedil;&otilde;es    produzidas com embri&otilde;es clonados comparados com animais controle. Estes    resultados sugerem que uma rejei&ccedil;&atilde;o imunol&oacute;gica tamb&eacute;m    possa estar contribuindo para a grande incid&ecirc;ncia de perdas gestacionais    com embri&otilde;es clonados (3).</font></p>     <p><font size="3">Uma das causas apontadas por perdas gestacionais &eacute; a    defici&ecirc;ncia placent&aacute;ria. Aproximadamente 82% de bovinos clonados    por transfer&ecirc;ncia nuclear n&atilde;o sobrevivem entre o 30º e 90º dias    de prenhez. Os autores atribuem a essa viabilidade deficiente, o desenvolvimento    de um corioalant&oacute;ide rudimentar, quando comparado &agrave;quele dos animais    de controle. De outra parte, os problemas podem estar associados aos fatores    que promovem o crescimento placent&aacute;rio e vascular e suas intera&ccedil;&otilde;es    materno-fetais tais como conex&otilde;es placent&aacute;rias e forma&ccedil;&atilde;o    de vilos cori&ocirc;nicos (4). A defici&ecirc;ncia do desenvolvimento vascular    placent&aacute;rio pode ser evidenciada nos ruminantes (bovinos) por estruturas    cotiledon&aacute;rias reduzidas ou ausentes (5).</font></p>     <p><font size="3">Fetos anormais, hepatomegalia, hemorragia d&eacute;rmica (5)    e hidropsia em vacas receptoras de animais clonados (6) s&atilde;o altera&ccedil;&otilde;es    constantes envolvidas no processo gestacional de clones, de maneira a sugerir    que o desenvolvimento normal de gesta&ccedil;&otilde;es representa casos de    exce&ccedil;&atilde;o.</font></p>     <p><font size="3">Placenta&ccedil;&otilde;es ineficientes em embri&otilde;es clonados    foram observadas em camundongos (7), bovinos e ovinos (8, 9). Tais anormalidades    em ruminantes incluem irriga&ccedil;&atilde;o sang&uuml;&iacute;nea deficiente,    aumento da ocorr&ecirc;ncia de hidroalant&oacute;ide, e redu&ccedil;&atilde;o    do n&uacute;mero e aumento do tamanho dos placentomas. Destas condi&ccedil;&otilde;es    decorrem as perdas gestacionais, as anomalias e a menor viabilidade de animais    clonados.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="3">Casos de hidroalant&oacute;ide s&atilde;o normalmente detectados    em bovinos durante o terceiro trimestre de gesta&ccedil;&atilde;o, e est&atilde;o    associados ao aumento da concentra&ccedil;&atilde;o plasm&aacute;tica materna    da glicoprote&iacute;na (PSP60). A PSP60 &eacute; produzida pelas c&eacute;lulas    trofobl&aacute;sticas binucleadas as quais desenvolvem um processo migrat&oacute;rio    em dire&ccedil;&atilde;o ao epit&eacute;lio uterino (10).</font></p>     <p><font size="3">O n&uacute;mero reduzido de placentomas – 39 – menor que em    gesta&ccedil;&otilde;es normais (11), o di&acirc;metro aumentado destas estruturas    – 21cm – maior que os grandes placentomas de gesta&ccedil;&otilde;es normais    – 11cm – (12), e o peso e a espessura exagerada dos mesmos – 153g –, indicam    que a placenta&ccedil;&atilde;o em bovinos clonados apresenta anormalidades    dignas de maiores esclarecimentos (13) e (14).</font></p>     <p><font size="3">De outra parte, &aacute;reas hemorr&aacute;gicas aparentes sobre    a superf&iacute;cie dos placentomas edemaciado certamente sugerem comprometimento    da gesta&ccedil;&atilde;o.</font></p>     <p><font size="3">Estruturalmente existe total desorganiza&ccedil;&atilde;o das    "&aacute;rvores vilosas" fetais, as quais aparecem inseridas nas criptas endometriais    em placentas de bovinos clonados. Outro fato not&aacute;vel &eacute; a menor    densidade de vilos presentes nos chamados megacotiledones. Somam-se a esses    fatos a deficiente ramifica&ccedil;&atilde;o vascular sobre a superf&iacute;cie    das chamadas "&aacute;rvores vilosas", bem como as dilata&ccedil;&otilde;es    anormais das criptas endometriais onde esses vilos se inserem.</font></p>     <p><font size="3">Os capilares fetais (5-10µm de di&acirc;metro) s&atilde;o menos    calibrosos que aqueles observados em gesta&ccedil;&otilde;es normais (7-12µm).    De maneira semelhante, os capilares maternos, s&atilde;o menos calibrosos (9-14µm),    que os encontrados em gesta&ccedil;&otilde;es normais (14-28µm), por&eacute;m    mais ramificados.</font></p>     <p><font size="3">A interface materno-fetal apresenta-se desorganizada e as c&eacute;lulas    trofobl&aacute;sticas que se evidenciam como binucleadas encontram-se polinucleadas    (tri, tetra, pentanucleadas), com altera&ccedil;&otilde;es nucleares significativas    (13, 14).</font></p>     <p><font size="3">Em um caso de hidroalant&oacute;ide diagnosticado em uma receptora    utilizada para a gesta&ccedil;&atilde;o de clone de c&eacute;lula fetal, o processo    culminou com a morte da m&atilde;e, de cujo &uacute;tero foram retirados quase    200 litros de l&iacute;quido alantoideano.</font></p>     <p><font size="3">Al&eacute;m do risco estabelecido, os fen&oacute;tipos anormais    observados em clones s&atilde;o possivelmente decorrentes de uma reprograma&ccedil;&atilde;o    nuclear inadequada, sugerindo a necessidade de uma remodelagem dos n&uacute;cleos    transplantados.</font></p>     <p><font size="3">O procedimento requer, portanto, aperfei&ccedil;oamento para    a correta aplica&ccedil;&atilde;o da t&eacute;cnica, necess&aacute;ria t&atilde;o    somente &agrave; recupera&ccedil;&atilde;o de esp&eacute;cies em extin&ccedil;&atilde;o,    ao incremento da produ&ccedil;&atilde;o animal e mesmo &agrave; aplica&ccedil;&atilde;o    terap&ecirc;utica para o uso em terapias celulares e regenerativas.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="3"><I><B>Maria Angelica Miglino</b> &eacute; professora titular    da Faculdade de Medicina Veterin&aacute;ria e Zootecnia da Universidade de S&atilde;o    Paulo (USP).</i></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3"><b>REFER&Ecirc;NCIAS BIBLIOGR&Aacute;FICAS</b></FONT></p>     <p><font size="3">1. Bordingnon, V. "Clonagem de animais por transfer&ecirc;ncia    nuclear: Avan&ccedil;os e desafios". <i>Acta Scientiae Veterinarie</i>. Supl.    31, P. 64-73, 2003.</FONT></p>     <p><font size="3">2. Bordingnon, V.; Smith, L. "Clonagem animal por transfer&ecirc;ncia    nuclear" In: Gon&ccedil;alves, P.B.D.; Figueiredo, J.R.; Freitas, V.J.F. <i>Biot&eacute;cnicas    aplicadas &agrave; reprodu&ccedil;&atilde;o animal</i>. S&atilde;o Paulo: Varela,    P. 281-303, 2002.</FONT></p>     <p><font size="3">3. Hill, J.R.; Schlafer; D.H.; fisher; P.J.; Davies, C.J. "Abnormal    expression of trophoblast major histocompatibility complex class i antigens    in cloned bovine pregnancies is associated with a pronounced endometrial lymphocytic    response1". <i>Biology of Reproduction</i>, v. 67, p. 55–63 2002.</FONT></p>     <p><font size="3">4. Hill J.R.; Burghardt, R.C.; Jones, K.; Long, C.R.; Shin,    T.; Spencer, T.E.; Thompson, J.A.; Winger, Q.A.; Wethusin, M.E. "Evidence for    placental abnormality as the major cause of mortality in first-trimester somatic    cell cloned bovine fetuses". <i>Biology of Reproduction</i>, V. 63, P. 1787–1794,    2000.</FONT></p>     <p><font size="3">5. Dinny&eacute;s, A.; Sousa, P.; King, T.; Wilmut, I. "Somatic    cell nuclear transfer: recent progress and challenges". <i>Cloning and stem    cells</i>, V. 4, N. 1, 2002.</FONT></p>     <p><font size="3">6. Heyman, Y; Zhou, Qi; Lebourhis, D.; Chavatte-Palmer, P.;    Renard, J.P.; Vignon, X. "Novel approaches and hurdles to somatic cloning in    cattle". <i>Cloning and Stem Cells</i>, V. 4, N. 1, 2002.</FONT></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="3">7. Tanaka, S.; Oda M.; Toyoshima, Y.; Wakayama, T.; Tanaka,    M.; Yoshida, N.; Hattori,I N.; Ohgane, J.; Yanagimachi, R.; Shiota, K.: "Placentomegaly    in cloned mouse concepti caused by expansion of the spongiotrophoblast layer".    <i>Biology of Reproduction</i>. V.65(6), P. 1813-21, 2001.</FONT></p>     <p><font size="3">8. Hill, R.; Edwards, J.F.; Sawyer, N.; Blackwell, C.; Cibelli,    J.B. "Placental anomalies in a viable cloned calf". <i>Cloning</i>, V. 3, N.    2, P. 83-88, 2001.</FONT></p>     <p><font size="3">9. Allen, W.R.; Carter, A.M.; Chavatte-Palmer, P.; Dantzer,    V.; Eenders, A.C.; Freyer, C.; Leiser, R.; Miglino, M.A. "Comparative placentation    - a workshop report". <i>Placenta</i>. Apr; 24 Suppl A:S100-3, 2003.</FONT></p>     <p><font size="3">10. Constant, F.; Guillomot, M.; Chavatte- Palmer, P.; Heyman    Y.; Berthelot, V.; Camous, S.; Turbe, A.; Renard, J.P. "Structural and functional    studies on placenta of bovines somatic clones". <i>Placenta</i>, A.37, P114    - Epg 2003.</FONT></p>     <p><font size="3">11. Verechia, F.T.; Miglino, M.A.; Visintin, J.A.; Mello, M.R.B.;    Garcia, J.M.; Yamazaki, W.; Ambr&oacute;sio, C.E.; Carvalho,A.F.; Braga, F.C.;    Santos, T.C.; Leiser, R.; Carter, A.M. "Cloned Cattle Placentation: microvascular    arquitecture and structure". <i>Placenta</i>, A.5, 2003.</FONT></p>     <p><font size="3">12. Miglino, M.A. "Pesquisa anat&ocirc;mica sobre a ramifica&ccedil;&atilde;o    e distribui&ccedil;&atilde;o das art&eacute;rias e veias da placenta de bovinos"    S&atilde;o Paulo, 1991. 303p. Tese de livre-doc&ecirc;ncia – Faculdade de Medicina    Veterin&aacute;ria e Zootecnia, Universidade de S&atilde;o Paulo.</FONT></p>     <p><font size="3">13. Miglino, M.A.; Verechia, F.T.; Visintin, J.A; Mello, M.R.B.;    Garcia, J.M.; Yamazaki, W.; Ambr&oacute;sio, C.E.; Carvalho,A.F.; Braga, F.C.;    Santos, T.C.; Leiser, R.; Carter, A.M. "Placenta&ccedil;&atilde;o em bovinos    clonados: arquitetura microvascular e estrutura". <i>Acta Scientiae Veterinaria</i>.    Supl. 31, P. 484-485, 2003a.</FONT></p>     <p><font size="3">14. Miglino, M.A.; Verechia, F.T.; Visintin, J.A; Mello, M.R.B.;    Garcia, J.M.; Yamazaki, W.; Ambr&oacute;sio, C.E.; Carvalho,A.F.; Braga, F.C.;    Santos, T.C.; Leiser, R.; Carter, A.M "Cloned cattle placentation: microvascular    arquitecture and structure". <i>Placenta</i>, A.37, P113, P. 484-485, 2003b.</FONT></p>      ]]></body>
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