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</front><body><![CDATA[ <p align="center"><img src="/img/revistas/cic/v57n1/a28fig01.gif"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><FONT size="4"><b>Museus Cient&iacute;ficos</b> </FONT></p>     <p><font size=5> <b>H<SMALL>ER&Oacute;IS E MONSTROS, H&Iacute;BRIDOS QUE PERTURBAM</small></b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3">Volverine, Vampira, Homem-aranha, Mulher-gato. Os her&oacute;is    e os monstros exercem sobre n&oacute;s um misto de fasc&iacute;nio e perplexidade.    Inquietam-nos por suas monstruosidades, mas, sobretudo, o que nos incomoda &eacute;    sua humanidade. "Por meio desses personagens passamos a refletir sobre nossas    pr&oacute;prias caracter&iacute;sticas e sobre identidades, sempre fazendo uma    rela&ccedil;&atilde;o com a origem desses her&oacute;is, que na maioria das    vezes est&aacute; ligada a processos cient&iacute;ficos e incluem tecnologia",    explica Antonio Carlos Amorim, professor da Faculdade de Educa&ccedil;&atilde;o    da Unicamp. Apostando na id&eacute;ia, Amorim e uma equipe de professoras da    rede municipal, pesquisadores e artistas montaram, em dezembro &uacute;ltimo,    a exposi&ccedil;&atilde;o <i>Monstros e her&oacute;is, na trilha das identidades</i>    no Museu Din&acirc;mico de Ci&ecirc;ncias de Campinas . </font></p>     <p><font size="3">Na entrada da exposi&ccedil;&atilde;o, foram colocados dois    pain&eacute;is gigantes com v&aacute;rios monstros e her&oacute;is. Numa das    salas, para criar o ambiente dos quadrinhos, todas as paredes foram pintadas    de amarelo vivo e repletas de cen&aacute;rios: cidades, laborat&oacute;rios    e cavernas em preto e tons de cinza. Suspensos a partir do teto, 12 enormes    imagens de super-her&oacute;is e vil&otilde;es. Crian&ccedil;as de 6 a 12 anos    e seus acompanhantes podiam brincar com suas sombras se mesclando &agrave; dos    personagens, em um corredor com efeitos de jogos de luz. Num espa&ccedil;o redondo    dentro do museu, grandes bonecos de madeira, com fei&ccedil;&otilde;es de homens    e mulheres, e caixas forradas de quadrinhos cheias de roupas e acess&oacute;rios    coloridos convidavam as crian&ccedil;as a fabricar seus pr&oacute;prios her&oacute;is    e vil&otilde;es. Simulando um laborat&oacute;rio, os pequenos visitantes podiam    montar e desmontar personagens de cor, sexo e poderes diferentes. </font></p>     <p><font size="3">O artista pl&aacute;stico Fl&aacute;vio Cossa conta que essa    id&eacute;ia foi inspirada na s&eacute;rie <i>Am&aacute;lgama</i>, que reunia    numa mesma hist&oacute;ria her&oacute;is e vil&otilde;es de editoras diferentes.    </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="right"><font size="3"><i>Susana Dias</i></font></p>     ]]></body>
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