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</front><body><![CDATA[ <P ALIGN="center"><img src="/img/revistas/cic/v57n4/artigos.gif"></P>     <p>&nbsp;</P>     <p><font size=5><b>MUDAN&Ccedil;AS CONCEITUAIS OU COMPORTAMENTAIS?</b></font></P>     <P><font size="3"><b>Patr&iacute;cia Santos de Oliveira, Marta Cristina Nascimento    e M. Lucia Bianconi </b></font></P>     <P>&nbsp;</P>     <P><font size=5><b>&Eacute;</b></font><font size="3"> dif&iacute;cil pensar    um ensino de ci&ecirc;ncias sem experimenta&ccedil;&atilde;o. Por&eacute;m,    o ensino atual tem mostrado ser essencialmente livresco, o que pode ser percebido    tanto na pr&aacute;tica em sala de aula como na forma&ccedil;&atilde;o do professor    durante o ensino universit&aacute;rio e mesmo nos cursos de especializa&ccedil;&atilde;o    e/ou forma&ccedil;&atilde;o continuada (1). A experimenta&ccedil;&atilde;o no    ensino de ci&ecirc;ncias teve sua import&acirc;ncia relatada in&uacute;meras    vezes durante a segunda metade do s&eacute;culo XX. Segundo Krasilchik (2),    no per&iacute;odo 1950-70, prevaleceu o modelo de ensino-aprendizagem conhecido    como o "m&eacute;todo da redescoberta", baseado nas id&eacute;ias    construtivistas de que o aluno constr&oacute;i seus conceitos a partir de observa&ccedil;&otilde;es    e principalmente de concep&ccedil;&otilde;es pr&eacute;vias (2, 3). Pode ser    que o construtivismo radical n&atilde;o leve a um fim satisfat&oacute;rio, mas    o construtivismo moderado pode ser um m&eacute;todo incentivador no ensino de    ci&ecirc;ncias (3).</font></P>     <P><font size="3">Os Par&acirc;metros Curriculares Nacionais (PCN) surgiram como    uma resposta &agrave; nova Lei de Diretrizes e Bases (LDB/96) a fim de orientar    o professor de ensino b&aacute;sico. Por&eacute;m, as v&aacute;rias caracter&iacute;sticas    citadas nos PCN s&atilde;o, muitas vezes, conflitantes para o professor que    n&atilde;o teve sua forma&ccedil;&atilde;o baseada na pr&aacute;tica experimental    – levando &agrave;s s&eacute;rias distor&ccedil;&otilde;es observadas em sala    de aula. Essa constata&ccedil;&atilde;o, apesar de ter sido baseada em conversas    e discuss&otilde;es com professores do ensino fundamental e m&eacute;dio, foi    tamb&eacute;m comentada por v&aacute;rios autores na literatura, extensivamente    revisados por P&eacute;rez e colaboradores (1). Em nossa opini&atilde;o, a aula    experimental n&atilde;o deveria ser vista apenas como uma demonstra&ccedil;&atilde;o    da teoria previamente exposta em sala de aula. Ao contr&aacute;rio, &eacute;    essencial que o professor de ci&ecirc;ncias entenda que a aula experimental    pode e deve ser usada como uma ferramenta importante, para estimular n&atilde;o    s&oacute; o aprendizado, como tamb&eacute;m o racioc&iacute;nio e a conviv&ecirc;ncia    em grupo, desenvolvendo habilidades que normalmente numa aula te&oacute;rica    expositiva n&atilde;o &eacute; poss&iacute;vel fazer. Por&eacute;m, mais prejudicial    que a aus&ecirc;ncia dessas aulas talvez seja a pr&aacute;tica desorganizada    das mesmas, n&atilde;o permitindo ao aluno a compreens&atilde;o dos fatos ou    o desenvolvimento de racioc&iacute;nio l&oacute;gico.</font></P>     <P><font size="3">A experimenta&ccedil;&atilde;o permite que os alunos manipulem    objetos e id&eacute;ias e negociem significados entre si e com o professor durante    a aula. &Eacute; importante que as aulas pr&aacute;ticas sejam conduzidas de    forma agrad&aacute;vel para que n&atilde;o se tornem uma competi&ccedil;&atilde;o    entre os grupos e, sim, uma troca de id&eacute;ias e conceitos ao serem discutidos    os resultados.</font></P>     <P><font size="3">Muitas vezes, os professores comentam a falta de aulas experimentais    como conseq&uuml;&ecirc;ncia das dificuldades cotidianas, como aus&ecirc;ncia    de local apropriado (o laborat&oacute;rio!), de material e equipamento. Como    nossa preocupa&ccedil;&atilde;o tem sido a de oferecer alternativas no ensino    de ci&ecirc;ncias, testamos alguns experimentos de baixo custo com alunos de    ensino fundamental e m&eacute;dio. Os resultados mostraram que a aplica&ccedil;&atilde;o    dos m&oacute;dulos experimentais estimulou os alunos que criaram uma nova postura    no curso de ci&ecirc;ncias (ensino fundamental) ou biologia (ensino m&eacute;dio).    Nossa experi&ecirc;ncia estimulou, ainda, a montagem de uma p&aacute;gina de    internet com id&eacute;ias simples, de baixo custo e que possam at&eacute; ser    realizadas por crian&ccedil;as.</font></P>     <P><font size="3"><b>MUDAN&Ccedil;AS CONCEITUAIS</b> Montamos um m&oacute;dulo    de digest&atilde;o que foi aplicado a alunos da 3ª s&eacute;rie do ensino m&eacute;dio,    os quais realizavam experimentos antes de discutirem a teoria. Todo o m&oacute;dulo    foi realizado dentro da sala de aula e usando material de baixo custo, j&aacute;    que esses alunos eram de uma escola p&uacute;blica carioca com dificuldades    bastante evidentes. N&atilde;o se pretendia seguir o m&eacute;todo da redescoberta,    pois tratamos de um tema j&aacute; conhecido desses alunos, mas os experimentos    serviam de introdu&ccedil;&atilde;o ao tema, incentivando uma discuss&atilde;o    entre os alunos, e entre eles e a professora.</font></P>     ]]></body>
<body><![CDATA[<P><font size="3">As aulas experimentais eram intercaladas com discuss&atilde;o    de resultados, quando a professora organizava as conclus&otilde;es dos alunos    para que pudessem chegar &agrave;s defini&ccedil;&otilde;es corretas. Antes    de dar in&iacute;cio aos experimentos, era aberta uma pequena discuss&atilde;o,    para encaminhar os t&oacute;picos do dia. Em seguida, cada grupo recebia seu    material, com o roteiro para ser lido em conjunto. Ao final, era aberta uma    nova discuss&atilde;o, com resultados e conclus&otilde;es, que eram posteriormente    finalizados e entregues na forma de um relat&oacute;rio simplificado. </font></P>     <P><font size="3">A an&aacute;lise das mudan&ccedil;as conceituais foi realizada    atrav&eacute;s de um question&aacute;rio. Dessa forma, pudemos avaliar seus    conhecimentos sobre a diferen&ccedil;a entre fen&ocirc;menos f&iacute;sicos    e qu&iacute;micos, da import&acirc;ncia da mastiga&ccedil;&atilde;o e do efeito    de agentes externos em enzimas digestivas (amilase salivar e oxidase da ma&ccedil;&atilde;),    entre outros. A mudan&ccedil;a conceitual foi, ent&atilde;o, avaliada comparado-se    as respostas dos alunos ao question&aacute;rio, antes do in&iacute;cio do bloco    experimental e um m&ecirc;s depois de terminado o mesmo. Os resultados foram    surpreendentes. Apesar de ser um tema conhecido, as respostas iniciais tiveram    entre 10 e 25% de acertos, sendo que em uma das quest&otilde;es, n&atilde;o    houve um acerto sequer. O question&aacute;rio aplicado ap&oacute;s a finaliza&ccedil;&atilde;o    do m&oacute;dulo mostrava que os conceitos foram adquiridos pela maioria dos    alunos, que agora apresentavam de 60 a 90% de respostas corretas. A quest&atilde;o    em que n&atilde;o observamos respostas corretas no in&iacute;cio, foi a de menor    &iacute;ndice, com cerca de 40% de acertos ao final. </font></P>     <P><font size="3">N&atilde;o h&aacute; d&uacute;vidas de que houve uma mudan&ccedil;a    conceitual significativa. Por&eacute;m, o que ficou claro durante a aplica&ccedil;&atilde;o    do m&oacute;dulo &eacute; que o aprendizado dos conceitos foi estimulado pelos    experimentos. Isto porque os experimentos permitiram a discuss&atilde;o de dados    e a troca de id&eacute;ias e de conceitos entre os grupos e a professora, que    conduzia as classes para que as discuss&otilde;es mantivessem um objetivo determinado.    Nessas discuss&otilde;es, sempre calorosas e envolvendo a maioria dos alunos,    era poss&iacute;vel introduzir os conceitos de forma estimulante. </font></P>     <P><font size="3">Ao final, a maioria (87,3%) dos 71 alunos que participaram do    m&oacute;dulo opinou de forma positiva sobre o m&eacute;todo de aula, intercalando    experimentos, discuss&otilde;es e aulas te&oacute;ricas. As respostas foram    categorizadas de acordo com palavras-chave, ou seja, pelo fato de "ter    gostado das aulas" (n = 26), porque "permitiu um melhor aprendizado"    (n = 16), porque foi "um m&eacute;todo interessante" (n = 11) ou por    "permitir a descoberta" (n = 9). Das respostas positivas, uma descreve    muito bem a aceita&ccedil;&atilde;o do m&oacute;dulo: "<i>No princ&iacute;pio    n&atilde;o gostei, mas ao longo das atividades fui aprovando a id&eacute;ia    e me interessando pelos debates e descobertas</i>". As respostas negativas    (12%) foram agrupadas em uma &uacute;nica categoria j&aacute; que eram, em geral,    curtas ("<i>n&atilde;o gostei</i>"), sem uma justificativa para o    fato.</font></P>     <P><font size="3">&Eacute; v&aacute;lido ressaltar que uma abordagem experimental    &eacute; fundamental no ensino de ci&ecirc;ncias, mas n&atilde;o &eacute; o    &uacute;nico recurso para a melhoria do ensino em ci&ecirc;ncias. O ideal &eacute;    que se fa&ccedil;a uso de um conjunto diversificado de recursos que permitam    ao aluno o desenvolvimento de todas as suas compet&ecirc;ncias para que ele    aprenda e utilize esse aprendizado em outros os momentos de sua vida, escolar    ou n&atilde;o. </font></P>     <P><font size="3"><b>MUDAN&Ccedil;AS COMPORTAMENTAIS</b> O outro m&oacute;dulo    experimental foi aplicado com alunos de 5ª a 8ª s&eacute;ries do ensino fundamental,    tendo sido relativo a problemas do meio ambiente, como a rela&ccedil;&atilde;o    entre a impermeabiliza&ccedil;&atilde;o do solo ou quanto ao lixo nas ruas e    enchentes, degrada&ccedil;&atilde;o do lixo e efeito de poluentes/chuva &aacute;cida    no crescimento de plantas e sementes.</font></P>     <P><font size="3">Neste caso, n&atilde;o observamos qualquer mudan&ccedil;a conceitual    j&aacute; que os conceitos abordados eram conhecidos da maioria dos alunos.    No question&aacute;rio inicial, houve um grande percentual de respostas corretas    (at&eacute; 90%) mas decidimos aplicar os experimentos e avaliar a aceita&ccedil;&atilde;o    pelos alunos.</font></P>     <P><font size="3">O mais interessante &eacute; que, apesar de conhecerem os temas,    os alunos participaram ativamente das aulas experimentais. Com isso, notamos    mudan&ccedil;as comportamentais significativas, tanto na rela&ccedil;&atilde;o    do aluno com o meio-ambiente como na sua participa&ccedil;&atilde;o nas aulas    de ci&ecirc;ncias no decorrer do per&iacute;odo letivo. No primeiro caso, os    alunos se tornaram mais preocupados com os ataques constantes ao meio-ambiente.    Antes dos experimentos, os alunos n&atilde;o se consideravam respons&aacute;veis    pelo lixo espalhado pela escola mas, depois, adotaram uma postura de cuidado    com o lixo, pr&oacute;prio e dos colegas. A preocupa&ccedil;&atilde;o com o    destino do lixo em geral e com programas de reciclagem tamb&eacute;m foi evidente    nesses alunos. </font></P>     <P><font size="3">A outra mudan&ccedil;a comportamental foi em rela&ccedil;&atilde;o    &agrave; postura do aluno nas aulas de ci&ecirc;ncias. O interesse aumentou    &agrave; medida que as aulas ocorriam. Cerca de 90% gostaram de fazer esses    experimentos e at&eacute; pediram para repeti-los em outras ocasi&otilde;es,    mesmo j&aacute; tendo compreendido os objetivos. Pediam para repetir porque    gostaram de fazer experimentos que envolviam parceria, medidas e discuss&atilde;o.</font></P>     <P><font size="3">No tratamento dos dados, apesar de n&atilde;o ter sido observado    qualquer problema no preenchimento de tabelas, notamos uma grande dificuldade    na constru&ccedil;&atilde;o de gr&aacute;ficos. Dos 150 alunos que apresentaram    os resultados do experimento de impermeabiliza&ccedil;&atilde;o do solo, por    exemplo, apenas dois fizeram uma representa&ccedil;&atilde;o correta em forma    de gr&aacute;fico. Todos os outros apresentaram erros, sendo os mais comuns    a escolha correta de abscissa e ordenada ou o uso correto de escala. </font></P>     ]]></body>
<body><![CDATA[<P><font size="3">O fato de os alunos demonstrarem dificuldades em apresentar    dados na forma de gr&aacute;ficos &eacute; preocupante. O uso de diferentes    linguagens parece ser negligenciado no ensino de ci&ecirc;ncias. Esse ponto    nos levou a refletir sobre os resultados da avalia&ccedil;&atilde;o nacional    do ensino b&aacute;sico, SAEB, que em 1997 avaliou disciplinas de ci&ecirc;ncias    (4). De uma forma geral, os resultados do SAEB sugerem que h&aacute; uma grande    defasagem entre o que se espera em termos de desempenho do aluno (ditado pelo    que &eacute; proposto nos curr&iacute;culos) e o que est&atilde;o sendo capazes    de aprender.</font></P>     <P><font size="3">O uso de diferentes linguagens (gr&aacute;ficos, tabelas, f&oacute;rmulas,    textos) &eacute; fundamental no ensino de ci&ecirc;ncias.</font></P>     <P><font size="3"><b>CONSIDERA&Ccedil;&Otilde;ES FINAIS</b> Esses dois exemplos    de aulas contendo pr&aacute;tica experimental que induzem o racioc&iacute;nio    mostraram que, mais que o aprendizado, o interesse dos alunos pelas aulas aumentou    consideravelmente. Os blocos experimentais ocorreram no in&iacute;cio de um    ano letivo e, ap&oacute;s essas aulas, as autoras deste artigo perceberam que    os alunos questionavam mais, buscavam explica&ccedil;&otilde;es na literatura    (fato quase in&eacute;dito nas turmas de ensino m&eacute;dio) e participavam    das aulas com grande interesse. Dessa forma, nosso grupo confirmou que o interesse    e a motiva&ccedil;&atilde;o dos alunos aumentaram significativamente, atrav&eacute;s    da experimenta&ccedil;&atilde;o e do est&iacute;mulo ao racioc&iacute;nio. E,    quando h&aacute; um aumento de interesse, a aprendizagem torna-se mais prazerosa    e, provavelmente, mais eficiente. </font></P>     <P><font size="3">Segundo Mortimer (5), "aprender ci&ecirc;ncias envolve    a inicia&ccedil;&atilde;o dos estudantes em uma nova maneira de pensar e explicar    o mundo natural, que &eacute; fundamentalmente diferente daquelas dispon&iacute;veis    no senso-comum." A pr&aacute;tica experimental deve ser bem conduzida.    As dificuldades na aplica&ccedil;&atilde;o de um m&eacute;todo experimental    em sala de aula podem estar relacionadas &agrave; forma&ccedil;&atilde;o prec&aacute;ria    do professor. Bizzo (6), por exemplo, n&atilde;o considera a licenciatura curta    um curso e, sim, "<i>um mero treinamento</i>". De acordo com esse    autor, se o professor n&atilde;o aprende os m&eacute;todos utilizados na ci&ecirc;ncia,    dificilmente conseguir&aacute; entender os r&aacute;pidos avan&ccedil;os da    pesquisa cient&iacute;fica.</font></P>     <P><font size="3">Nosso trabalho mostra que nem sempre ocorre uma mudan&ccedil;a    conceitual quando um m&eacute;todo alternativo de ensino &eacute; aplicado.    Por&eacute;m, houve uma mudan&ccedil;a positiva refletida pelo interesse e aproveitamento    dos alunos nas aulas, nos ensinos fundamental e m&eacute;dio. </font></P>     <P><font size="3">De uma forma geral, a aplica&ccedil;&atilde;o de um experimento    que estimule o racioc&iacute;nio, de um jogo, a apresenta&ccedil;&atilde;o de    teatro ou mesmo o uso de quadrinhos em sala de aula, ou seja, m&eacute;todos    que fogem do ensino tradicional, formal, trazem um grande incentivo ao ensino    de ci&ecirc;ncias. O ensino n&atilde;o-formal deve ser estimulado na atividade    acad&ecirc;mica do professor. O que se deve, por&eacute;m, &eacute; estimular    uma revis&atilde;o de como tem sido a forma&ccedil;&atilde;o de professores,    j&aacute; que os problemas relacionados ao ensino de ci&ecirc;ncias t&ecirc;m    sido apontados como uma conseq&uuml;&ecirc;ncia da m&aacute; forma&ccedil;&atilde;o    do professor (6, 7). </font></P>     <P>&nbsp;</P>     <P><font size="3"><i><b>Patr&iacute;cia Santos de Oliveira e Marta Cristina Nascimento</b>    s&atilde;o bi&oacute;logas com especializa&ccedil;&atilde;o (lato sensu) no    ensino de biologia e ci&ecirc;ncias pelo Departamento de Bioqu&iacute;mica M&eacute;dica    do ICB/UFRJ e lecionam em escolas p&uacute;blicas e privadas do ensino fundamental    e m&eacute;dio.    <br>   <b>M. Lucia Bianconi</b> &eacute; professora adjunta do Departamento de Bioqu&iacute;mica    M&eacute;dica do ICB/UFRJ.</i></font></P>     <P>&nbsp;</P>     ]]></body>
<body><![CDATA[<P>&nbsp;</P>     <P><font size="3"><b>REFER&Ecirc;NCIAS BIBLIOGR&Aacute;FICAS:</b></font></P>     <!-- ref --><P><font size="3">1. P&eacute;rez, D.G.; Montoro, I.F.; Al&iacute;s, J.C.; Cachapuz,    A.; Praia, J. <i>Ci&ecirc;ncia &amp; Educa&ccedil;&atilde;o</i> 7: 125-153.    2001.</font><!-- ref --><P><font size="3">2. Krasilchik, M. <i>S&atilde;o Paulo em Perspectiva</i> 14:85-93.    2000.</font><!-- ref --><P><font size="3">3. Duit, R. Investiga&ccedil;&otilde;es em ensino de ci&ecirc;ncias    1. 1996. Dispon&iacute;vel em <a href="http://www.if.ufrgs.br/public/ensino/N1/3artigo.htm" target="_blank"><i>http://www.if.ufrgs.br/public/ensino/N1/3artigo.htm</i></a></font><!-- ref --><P><font size="3">4. Pestana, M.I.G.S. et al, Saeb 97: <i>Primeiros resultados</i>,    Bras&iacute;lia: Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais, 140    p. 1999.</font><!-- ref --><P><font size="3">5. Mortimer, E. <i>Investiga&ccedil;&otilde;es em ensino de    ci&ecirc;ncias</i> 1. 1996. Dispon&iacute;vel em <a href="http://www.if.ufrgs.br/public/ensino/N1/2artigo.htm" target="_blank"><i>http://www.if.ufrgs.br/public/ensino/N1/2artigo.htm</i></a></font><!-- ref --><P><font size="3">6. Bizzo, N. <i>Ci&ecirc;ncias: f&aacute;cil ou dif&iacute;cil?</i>,    Editora &Aacute;tica, S&atilde;o Paulo. 2000.</font><!-- ref --><P><font size="3">7. Krasilchik, M. <i>O professor e o curr&iacute;culo das ci&ecirc;ncias</i>.    EPU, Editora da Universidade de S&atilde;o Paulo, S&atilde;o Paulo. 1987.</font> ]]></body><back>
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