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</front><body><![CDATA[ <p align="center"><img src="/img/revistas/cic/v58n1/noticias.gif"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/cic/v58n1/a19fig01.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3">LONDRINA</font>    <br>   <img src="/img/revistas/cic/v58n1/linhapt.gif"></p>     <p><font size="4"><b>Livro trata da interven&ccedil;&atilde;o sobre a natureza    </b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><FONT SIZE=3>O livro <i>Natureza, fronteiras e territ&oacute;rios: imagens    e narrativas</i>, lan&ccedil;ado recentemente pela editora da Universidade Estadual    de Londrina (Eduel) re&uacute;ne dez textos de especialistas que debatem o impacto    da cria&ccedil;&atilde;o de territ&oacute;rios sobre a natureza e o cotidiano    de seus habitantes. </FONT></p>     <p><FONT SIZE=3>A obra foi organizada pelo professor do Departamento de Hist&oacute;ria    da UEL, Gilmar Arruda, que em sua apresenta&ccedil;&atilde;o mostra como a percep&ccedil;&atilde;o    das categorias espa&ccedil;o e tempo mudam nas pessoas. O espa&ccedil;o ficou    mais &quot;curto&quot; e o tempo mais &quot;acelerado&quot;. &Eacute; a mesma    discuss&atilde;o proposta, em 2003, no livro do ge&oacute;grafo americano David    Harvey, <i>Condi&ccedil;&atilde;o p&oacute;s-moderna</i>, lan&ccedil;ado pela    editora Loyola. Harvey trata a compress&atilde;o espa&ccedil;o-tempo buscando    uma nova rela&ccedil;&atilde;o entre os processos da p&oacute;s-modernidade    e seu reflexo na sociedade contempor&acirc;nea. </FONT></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/cic/v58n1/a19fig02.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><FONT SIZE=3>Entre os cap&iacute;tulos do livro de Arruda, um trata do sul    nicarag&uuml;ense. Em &quot;O canal que poderia ter sido: vis&otilde;es da comunica&ccedil;&atilde;o    interoce&acirc;nica atrav&eacute;s do sul da Nicar&aacute;gua&quot;, Christian    Brannstrom analisa quatro propostas cartogr&aacute;ficas da constru&ccedil;&atilde;o    de um canal interoce&acirc;nico, apresentadas entre os s&eacute;culos de XVIII    e XX, cujos autores desconsideravam as condi&ccedil;&otilde;es naturais. Os    quatro mapas foram pouco divulgados. </FONT></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/cic/v58n1/a19fig03.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><FONT SIZE=3> O primeiro data de 1790 e foi impresso em um leque; o segundo    &eacute; de 1823 e n&atilde;o foi impresso; o terceiro &eacute; de 1800 e foi    utilizado como propaganda e o &uacute;ltimo foi desenhado na mesa de um caf&eacute;    e data de 1939. Brannstrom tenta mostrar como a natureza, em um pa&iacute;s    da Am&eacute;rica Central, foi apropriada como um componente dos planos e objetivos    geopol&iacute;ticos europeus e norte-americanos, por cerca de dois s&eacute;culos</FONT></p>     <p><FONT SIZE=3>Outro texto a destacar &eacute; &quot;As percep&ccedil;&otilde;es    das elites brasileiras dos anos de 1930 sobre a natureza: das proje&ccedil;&otilde;es    simb&oacute;licas &agrave;s normas para o seu uso&quot;, de Z&eacute;lia Lopes    da Silva, professora do Departamento de Hist&oacute;ria da Universidade Estadual    Paulista (Unesp). Ela aborda algumas quest&otilde;es sobre o meio ambiente no    Brasil da d&eacute;cada de 1930, cujos problemas permanecem na contemporaneidade.    Expande sua an&aacute;lise, ainda, para outros pa&iacute;ses como Nicar&aacute;gua    e Argentina. </FONT></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p ALIGN="RIGHT"><FONT SIZE=3><b><i>Andr&eacute; Gardini</i></b></FONT></p>      ]]></body>
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