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</front><body><![CDATA[ <p><font size="4"><b>ARTE CONTEMPOR&Acirc;NEA</b></font></P>     <P><font size="4"><b>P<small>ARCERIA DA</small> F<small>APESP COM O MUSEU DE</small>    H<small>OUSTON</small></b></font></P>     <P>&nbsp;</P>     <p><font size="3"> O invent&aacute;rio da arte brasileira do s&eacute;culo XX    come&ccedil;a a ser feito por uma equipe multidisciplinar coordenada pela historiadora    de arte Ana Maria Beluzzo. A pesquisadora &eacute; a respons&aacute;vel pelo    conv&ecirc;nio assinado, em maio &uacute;ltimo, entre o The Museum of Fine Arts    de Houston (MFAH), dos Estados Unidos, e a Funda&ccedil;&atilde;o de Amparo    &agrave; Pesquisa do Estado de S&atilde;o Paulo (Fapesp). Trata-se de uma coopera&ccedil;&atilde;o    para o desenvolvimento do projeto "Arte no Brasil: textos cr&iacute;ticos    do s&eacute;culo XX". O valor do investimento &eacute; de R$ 1,3 milh&atilde;o    nos primeiros dois anos de vig&ecirc;ncia do acordo. Desse total, a Fapesp participa    com cerca de R$ 405,5 mil e o MFAH com R$ 891,7 mil. O trabalho – de largo espectro    e iniciado em 2003, com outros seis pa&iacute;ses latino-americanos: Argentina,    Chile, Col&ocirc;mbia, M&eacute;xico, Peru e Venezuela – integra o "Documentos    do s&eacute;culo XX – arte latino-americana e latino-norteamericana", criado    pelo International Center of the Arts of the Am&eacute;ricas (ICAA), do museu    norte-americano, sob orienta&ccedil;&atilde;o da cr&iacute;tica e curadora,    Mari Carmen Ramirez. Foram feitos conv&ecirc;nios locais com o museu norte-americano,    para que cada pa&iacute;s desenvolva seu pr&oacute;prio projeto. Pela primeira    vez, ser&aacute; feito o registro da arte produzida pela popula&ccedil;&atilde;o    de origem latina que vive nos EUA. O resultado formar&aacute; bancos de dados    digitais, reunidos em um portal internacional contendo toda a cr&iacute;tica    &agrave; arte contempor&acirc;nea do continente. </font></P>     <p><font size="3">O trabalho da equipe brasileira consiste em fazer a pesquisa    e a an&aacute;lise de textos, manifestos, depoimentos e cartas pouco conhecidos,    produzidos por artistas, cr&iacute;ticos e historiadores da arte desde as primeiras    d&eacute;cadas do s&eacute;culo passado, chegando at&eacute; os anos 1980. Al&eacute;m    do acervo digital, uma s&eacute;rie de atividades est&atilde;o previstas no    conv&ecirc;nio, como palestras, semin&aacute;rios, exposi&ccedil;&otilde;es    e publica&ccedil;&otilde;es impressas.</font></P>     <p><font size="3"><b>ACERVO TRILINGUE</b> Ana Maria destaca que o arquivo ser&aacute;    em tr&ecirc;s l&iacute;nguas – portugu&ecirc;s, espanhol e ingl&ecirc;s – e    que o desafio &eacute; adequar os termos de cada um dos pa&iacute;ses envolvidos    a um vocabul&aacute;rio internacional. Ela acrescenta que as metodologias s&atilde;o    diferenciadas em cada pa&iacute;s envolvido, mas o acervo dever&aacute; reunir,    pela primeira vez, toda a hist&oacute;ria art&iacute;stica da regi&atilde;o    assim como ajustar as terminologias adotadas: "s&oacute; como exemplo,    a palavra modernismo tem conceitos diferentes em cada um dos idiomas".    Foram pr&eacute;-selecionados cerca de 200 documentos considerados fundamentais    para uma reflex&atilde;o aprofundada da &aacute;rea. </font></P>     <p><font size="3">O projeto prev&ecirc;, ainda, a edi&ccedil;&atilde;o de colet&acirc;neas,    com textos originalmente publicados em t&iacute;tulos j&aacute; esgotados, revistas,    cat&aacute;logos de exposi&ccedil;&atilde;o e escritos in&eacute;ditos. </font></P>     <p>&nbsp;</P>     <P ALIGN="RIGHT"><font size="3"><i>Wanda Jorge</i></font></P>      ]]></body>
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