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</front><body><![CDATA[ <p align="center"><img src="/img/revistas/cic/v61n4/brasil.gif"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3">P<small>ESCA</small> E A<small>QUICULTURA</small></font><b><font size="3"></font></b></p>     <p><img src="/img/revistas/cic/v61n4/line_blk.gif"></p>     <p><font size="4"><b>Desenvolvimento sustent&aacute;vel &eacute; destaque em novo    minist&eacute;rio</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3">Junho foi bom para a aquicultura brasileira. Nos primeiros dias    do m&ecirc;s foi realizado, em Bras&iacute;lia, o Workshop sobre Aquicultura    Sustent&aacute;vel com o objetivo de definir e padronizar uma metodologia de    avalia&ccedil;&atilde;o da sustentabilidade dos sistemas de produ&ccedil;&atilde;o    aqu&iacute;cola no Brasil. O evento foi coroado com a decis&atilde;o do presidente    da Rep&uacute;blica, Luiz In&aacute;cio Lula da Silva, de sancionar a lei que    criou o Minist&eacute;rio da Pesca e Aquicultura (MPA), em substitui&ccedil;&atilde;o    &agrave; Secretaria Especial de Aquicultura e Pesca (Seap). Altemir Gregolin,    que j&aacute; tinha status de ministro &agrave; frente da Seap permanece no    cargo. A cria&ccedil;&atilde;o do minist&eacute;rio permite maior autonomia    e recursos para o desenvolvimento do setor pesqueiro nacional.</font></p>     <p><font size="3">O cultivo de organismos aqu&aacute;ticos em cativeiro (aquicultura)    como, por exemplo, camar&atilde;o e peixe, tem apresentado elevado crescimento    nas &uacute;ltimas d&eacute;cadas no Brasil e no mundo. De acordo com a Organiza&ccedil;&atilde;o    das Na&ccedil;&otilde;es Unidas para Agricultura e Alimenta&ccedil;&atilde;o    (FAO, na sigla em ingl&ecirc;s), trata-se do setor de produ&ccedil;&atilde;o    de alimentos que mais cresce e que atingiu, em 2004, 59,4 milh&otilde;es de    toneladas de pescados ao redor do globo.</font></p>     <p><font size="3">No Brasil, a estat&iacute;stica da produ&ccedil;&atilde;o pesqueira    do Ibama, lan&ccedil;ada em 2005, mostra que a produ&ccedil;&atilde;o da aquicultura    est&aacute; estimada em quase 270 mil toneladas com previs&otilde;es de expans&atilde;o    acentuada nos pr&oacute;ximos anos.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="3">Uma das preocupa&ccedil;&otilde;es relativas a essa expans&atilde;o    &eacute; o desenvolvimento sustent&aacute;vel da atividade em longo prazo. O    cultivo de organismos aqu&aacute;ticos apresenta o desafio da falta de ferramentas    capazes de avaliar a sua sustentabilidade. Nesse contexto, especialistas brasileiros    que participaram do workshop fizeram proposta para a cria&ccedil;&atilde;o dessas    ferramentas. Tarefa nada f&aacute;cil, j&aacute; que o desenvolvimento de tais    &iacute;ndices de sustentabilidade precisa, na medida do poss&iacute;vel, incorporar    as externalidades inerentes &agrave; atividade.</font></p>     <p><font size="3">O workshop representou o in&iacute;cio de uma fase importante    de a&ccedil;&otilde;es voltadas para o desenvolvimento sustent&aacute;vel na    aquicultura nacional. Wagner Cotroni Valenti, professor do Centro de Aquicultura    da Universidade Estadual Paulista (Unesp), coordenou as discuss&otilde;es e    a&ccedil;&otilde;es dos grupos de trabalho formados durante o evento e que permaneceram    focados na sustentabilidade ambiental, social, institucional e econ&ocirc;mica    da aquicultura nacional. Os &iacute;ndices dever&atilde;o estar elaborados at&eacute;    o final deste ano. Em um segundo momento, ser&atilde;o estabelecidas metas e    sistemas de avalia&ccedil;&atilde;o cont&iacute;nua do progresso das a&ccedil;&otilde;es    visando tornar a aquicultura brasileira mais sustent&aacute;vel.</font></p>      ]]></body>
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