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</front><body><![CDATA[ <p align="center"><img src="/img/revistas/cic/v62n1/mundo.gif"></P>     <p>&nbsp;</P>     <p>&nbsp;</P>     <p align="center"><img src="/img/revistas/cic/v62n1/a06fig01.jpg"></P>     <p>&nbsp;</P>     <p><font size="3">P<SMALL>OL&Iacute;TICA DE</small> C&amp;T</font></P>     <p><img src="/img/revistas/cic/v62n1/line_blk.gif"></P>     <P><font size="4"><b>MIT lan&ccedil;a programa de coopera&ccedil;&atilde;o com    o Brasil</b></font></P>     <P>&nbsp;</P>     <p><font size="3">Deixando um rastro de fuma&ccedil;a para tr&aacute;s, o Cristo    Redentor apareceu estampado na capa da prestigiosa revista inglesa <I>The Economist</I>,    que dedicou 14 p&aacute;ginas de uma edi&ccedil;&atilde;o de novembro de 2009    para uma reportagem especial sobre a decolagem dos neg&oacute;cios e finan&ccedil;as    no Brasil. Sob o mesmo clima de otimismo, o Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) realizou, na mesma semana, a primeira sess&atilde;o de orienta&ccedil;&atilde;o    para alunos e pesquisadores interessados em participar do "MIT&#45;Brazil",    programa que prev&ecirc; est&aacute;gios de alunos do MIT em empresas, universidades    e institutos de pesquisa brasileiros. Aliado a isso, projetos de colabora&ccedil;&atilde;o    em pesquisa e inova&ccedil;&atilde;o entre Brasil e o instituto ser&atilde;o    tamb&eacute;m incentivados. Demais atividades previstas no programa incluem    a realiza&ccedil;&atilde;o de confer&ecirc;ncias, workshops e palestras.</font></P>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="3">Lan&ccedil;ado oficialmente em julho de 2009, o MIT&#45;Brazil &eacute;    a 11º Iniciativa Internacional em Ci&ecirc;ncia e Tecnologia do instituto,    seu maior programa internacional, respons&aacute;vel pelo envio de cerca de    400 alunos por ano para diversos locais do mundo. O programa voltado para o    Brasil se destaca por ser o primeiro da Am&eacute;rica do Sul, o segundo da    Am&eacute;rica Latina, depois do M&eacute;xico.</font></P>     <p><font size="3">O est&iacute;mulo para a parceria com o Brasil veio de Suzanne    Berger, diretora geral dos programas, juntamente com Richard Locke, professor    do Departamento de Ci&ecirc;ncia Pol&iacute;tica e da Escola de Administra&ccedil;&atilde;o    Sloan, ambos do MIT. Locke, que j&aacute; deu aula na Universidade Federal do    Rio de Janeiro (UFRJ), divide a diretoria do programa com Ben Ross Schneider,    professor do Departamento de Ci&ecirc;ncia Pol&iacute;tica do instituto. </font></P>     <p><font size="3">Segundo Schneider, ao contr&aacute;rio dos programas tradicionais    Brasil&#45;EUA, o objetivo do "MIT&#45;Brazil" n&atilde;o &eacute; s&oacute;    estudar o Brasil ou entender como o pa&iacute;s funciona. "Temos problemas    e desafios em comum, vamos trabalhar juntos e &eacute; nessa linha que esperamos    desenvolver os projetos", diz. Outra diferen&ccedil;a importante est&aacute;    no enfoque em ci&ecirc;ncia, engenharia e ci&ecirc;ncias sociais. Os programas    j&aacute; existentes s&atilde;o voltados, sobretudo, para literatura, cultura,    m&uacute;sica. Energia, meio ambiente, empreendedorismo e igualdade s&atilde;o    as &aacute;reas de interesse listadas at&eacute; o momento, mas pode haver outros    interesses.</font></P>     <p><font size="3">Um estudo que mediu o impacto e o papel empreendedor do MIT,    em 2009, concluiu que, se as empresas ativas fundadas por seus alunos formassem    uma na&ccedil;&atilde;o independente, seus rendimentos seriam equivalentes aos    da 17ª maior economia mundial, em estimativa conservadora. O estudo    foi realizado pela Funda&ccedil;&atilde;o Kauffman sob a orienta&ccedil;&atilde;o    de Edward B. Roberts e Charles Eesley. Olhando para o empreendedorismo no Brasil,    Schneider destaca a import&acirc;ncia n&atilde;o s&oacute; de grandes empresas    brasileiras como a Vale, Embraer e JBS, mas tamb&eacute;m do aumento no n&uacute;mero    de pequenas empresas em fase inicial de implementa&ccedil;&atilde;o e organiza&ccedil;&atilde;o    que se observa atualmente no pa&iacute;s.</font></P>     <p><font size="3">Brasil e EUA est&atilde;o fechando outras parcerias de coopera&ccedil;&atilde;o    cient&iacute;fico&#45;tecnol&oacute;gicas, incentivadas pelo ministro de Ci&ecirc;ncia    e Tecnologia, S&eacute;rgio Rezende, que viajou com uma comitiva brasileira    para Washington, em novembro de 2009. </font></P>     <p><font size="3">O momento aponta para um futuro de coopera&ccedil;&otilde;es    prof&iacute;cuas. At&eacute; a viagem ao Brasil da presidente do MIT Susan Hockfield,    prevista para 2011, muitas das parcerias possivelmente estar&atilde;o concretizadas.</font></P>     <p>&nbsp;</p>     <p align="right"><font size="3"><I>Cristina Caldas</I></font></p>      ]]></body>
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