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</front><body><![CDATA[ <p align="center"><img src="/img/revistas/cic/v62n3/artigos.gif"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size=5><b>O FUTURO DA EXPLORA&Ccedil;&Atilde;O MINERAL EM &Aacute;GUAS    BRASILEIRAS E INTERNACIONAIS</b></font></p>     <p><font size="3"><b>Kaiser Gon&ccedil;alves de Souza</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size=5><b>P</b></font><font size="3">lataforma Continental Jur&iacute;dica    Brasileira, com uma &aacute;rea de 4,5 milh&otilde;es de quil&ocirc;metros quadrados,    &eacute; o espa&ccedil;o geogr&aacute;fico marinho sobre o qual o Brasil exerce    direito de soberania para efeitos de explora&ccedil;&atilde;o e aproveitamento    dos seus recursos naturais. Ela &eacute; constitu&iacute;da pelo Mar Territorial    Brasileiro, a Zona Econ&ocirc;mica Exclusiva e a &aacute;rea de extens&atilde;o    da plataforma continental, al&eacute;m das 200 milhas n&aacute;uticas, pleiteada    junto &agrave;s Na&ccedil;&otilde;es Unidas (ONU) (<a href="#fig01">figura 1</a>).    Atividades relacionadas com o desenvolvimento dos recursos minerais nessas regi&otilde;es    e em &aacute;reas oce&acirc;nicas adjacentes s&atilde;o guiadas pela Pol&iacute;tica    Nacional para os Recursos do Mar e pelo Plano Setorial para os Recursos do Mar.    Esses instrumentos legais visam a promover o uso sustent&aacute;vel dos recursos    minerais e biol&oacute;gicos no que diz que respeito ao desenvolvimento econ&ocirc;mico    e social do pa&iacute;s (1). </font></p>     <p><a name="fig01"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/cic/v62n3/a10fig01.jpg"></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font size="3">Para fins de atividades econ&ocirc;micas, o Brasil divide essas    regi&otilde;es em &Aacute;reas de Relevante Interesse Mineral (Arim) (<a href="#fig02">figura    2</a>). Elas s&atilde;o indica&ccedil;&atilde;o de territ&oacute;rios de import&acirc;ncia    estrat&eacute;gica quanto ao potencial mineral, integrados por tipologia de    subst&acirc;ncia de interesse econ&ocirc;mico e estrat&eacute;gico para a Uni&atilde;o,    o que leva tamb&eacute;m em conta a sustentabilidade ambiental da atividade    (2). As Arims podem ser instrumentos eficazes para elabora&ccedil;&atilde;o    de diretrizes p&uacute;blicas, no sentido de evitar conflitos quando da cria&ccedil;&atilde;o    de Unidades de Conserva&ccedil;&atilde;o, fundamentadas nas &Aacute;reas de    Prioridade para Preserva&ccedil;&atilde;o da Biodiversidade. </font></p>     <p><a name="fig02"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/cic/v62n3/a10fig02.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3"><B>INSUMOS PARA A CONSTRU&Ccedil;&Atilde;O CIVIL </b>Entre os    recursos atualmente confirmados com potencial significativo de explora&ccedil;&atilde;o    est&atilde;o a areia e o cascalho, utilizados principalmente na constru&ccedil;&atilde;o    civil e como fonte para reconstru&ccedil;&atilde;o de praias erodidas ao longo    da costa brasileira (3). Pesquisas feitas pelo Servi&ccedil;o Geol&oacute;gico    do Brasil, universidades e empresas privadas, mapearam bilh&otilde;es de metros    c&uacute;bicos de areia quartzosa e cascalhos ao longo margem continental brasileira.    Parte desse material j&aacute; vem sendo utilizado para reconstru&ccedil;&atilde;o    de praias erodidas.</font></p>     <p> <font size="3">Estudos desenvolvidos em Santa Catarina, ao longo da plataforma    continental externa da regi&atilde;o Sul do Brasil, revelam tamb&eacute;m boa    quantidade de areia ao longo de duas &aacute;reas da plataforma continental    interna, que foi estimada em 5,2 bilh&otilde;es de m<SUP>3</SUP> (Laguna at&eacute;    Mampituba) e 7,2 bilh&otilde;es de m<SUP>3</SUP> (S&atilde;o Francisco at&eacute;    Itaja&iacute;). Considerando&#45;se que a explora&ccedil;&atilde;o mineral de dep&oacute;sitos    marinhos de areia e cascalho &eacute; habitualmente desenvolvida pr&oacute;ximo    da costa, a atividade de minera&ccedil;&atilde;o dever&aacute; ocorrer de forma    restrita e sustent&aacute;vel para minimizar danos ao ecossistema costeiro.</font></p>     <p><font size="3"><B>INSUMOS PARA A AGRICULTURA </b>Tamb&eacute;m foram localizados,    sob &aacute;guas marinhas brasileiras, dep&oacute;sitos de minerais biocl&aacute;sticos    ricos em carbonato de c&aacute;lcio, material usado na agricultura, na produ&ccedil;&atilde;o    de filtros para &aacute;gua, na ind&uacute;stria de cosm&eacute;ticos, em suplementos    alimentares e implantes &oacute;sseos, na nutri&ccedil;&atilde;o animal e no    tratamento de &aacute;gua em lagos. As jazidas se concentram numa das mais extensas    &aacute;reas de agregados biocl&aacute;sticos do mundo, ao longo da plataforma    continental, entre o rio Par&aacute; e Cabo Frio. </font></p>     <p><font size="3">Os sedimentos encontrados na plataforma continental interna    (regi&atilde;o mais pr&oacute;xima da linha da costa) e m&eacute;dia s&atilde;o    constitu&iacute;dos por areia e cascalho formados por algas coral&iacute;neas    s&oacute;lidas e ramificadas, "concre&ccedil;&otilde;es" (segrega&ccedil;&atilde;o    conc&ecirc;ntrica de minerais ao redor de um n&uacute;cleo), moluscos e carapa&ccedil;as    de pequenos animais que se acumularam desde eras ancestrais. Acredita&#45;se que    o conte&uacute;do dos sedimentos nas margens continentais noroeste e oeste do    Brasil, at&eacute; a latitude de Cabo Frio, seja rico em carbonatos, com percentuais    superiores a 75% de CaCO, o que corresponde a aproximadamente 50 vezes mais    que o dispon&iacute;vel nas reservas continentais.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="3">Amplamente utilizada como fertilizante e fonte de f&oacute;sforo    na ind&uacute;stria qu&iacute;mica, a fosforita tem sido encontrada e estudada    na plataforma continental externa (parte da plataforma mais distante da costa)    e no talude superior (regi&atilde;o de declive em dire&ccedil;&atilde;o &agrave;s    &aacute;reas mais profundas do oceano, ao longo da margem continental brasileira).    Dep&oacute;sitos de fosforitas marinhas foram encontrados em &aacute;reas de    ressurg&ecirc;ncia costeira, onde as &aacute;guas mais profundas, ricas em nutrientes,    emergem em dire&ccedil;&atilde;o &agrave; superf&iacute;cie, com alta produtividade    biol&oacute;gica. </font></p>     <p><font size="3">Pesquisas cient&iacute;ficas desenvolvidas no Brasil indicam    a ocorr&ecirc;ncia de rochas fosf&aacute;ticas no "guyot" (eleva&ccedil;&atilde;o    submarina c&ocirc;nica com topo plano) do Cear&aacute;, com conte&uacute;do    m&aacute;ximo de 18,4% de pent&oacute;xido de f&oacute;sforo (P2OS). Outra pesquisa    descreveu, preliminarmente, a ocorr&ecirc;ncia de n&oacute;dulos fosf&aacute;ticos    na plataforma continental do Rio Grande do Sul. </font></p>     <p><font size="3"><B>MATERIAI N&Atilde;O MET&Aacute;LICOS </b>Na margem continental    brasileira encontram se dep&oacute;sitos naturais de sais minerais produzidos    pela evapora&ccedil;&atilde;o de grandes volumes de &aacute;gua. Eles tamb&eacute;m    s&atilde;o conhecidos como "evaporitos". Formados h&aacute; mais de    100 milh&otilde;es de anos e compostos por subst&acirc;ncias como an&iacute;drica,    gipsita, halita, pot&aacute;ssio e sais de mangan&ecirc;s, os evaporitos foram    encontrados desde a bacia de Alagoas at&eacute; o plat&ocirc; de S&atilde;o    Paulo. Esses evaporitos correspondem &agrave; camada chamada de "sal"    na terminologia da ind&uacute;stria do petr&oacute;leo. Abaixo dessa camada    foram encontrados gigantescos dep&oacute;sitos de &oacute;leo, que s&atilde;o    chamados de dep&oacute;sitos do pr&eacute;&#45;sal (formados antes do "sal").</font></p>     <p><font size="3">A maior largura da bacia de sal ocorre na costa de Santos, estendendo&#45;se    por 650 quil&ocirc;metros no plat&ocirc; de S&atilde;o Paulo. O sal pode estar    associado a estruturas de "domos" (resultantes do movimento ascendente    de massa salina, de forma aproximadamente cil&iacute;ndrica) ou de "almofada"    (estrutura similar ao domo, mas de forma mais achatada), respectivamente, ocorrendo    nas por&ccedil;&otilde;es norte e sul da bacia evapor&iacute;tica. </font></p>     <p><font size="3">Foram identificados em Sergipe e na bacia de Alagoas sais de    pot&aacute;ssio e de magn&eacute;sio, apresentando de 15 a 50 metros de espessura    e localizados a 3 mil metros de profundidade. A mesma pesquisa mostrou a ocorr&ecirc;ncia    de domos salinos, com grande conte&uacute;do de halita, no domo de Barra Nova,    sob as &aacute;guas do Esp&iacute;rito Santo. </font></p>     <p><font size="3">Os domos identificados no limite norte de Abrolhos e Mucuri,    na Bahia, juntamente com os de Barra Nova, podem ser economicamente interessantes,    uma vez que esses dep&oacute;sitos s&atilde;o encontrados em &aacute;guas relativamente    rasas e n&atilde;o est&atilde;o distantes da costa. O Brasil vem desenvolvendo    pesquisas cient&iacute;ficas com o intuito de definir &aacute;reas com interesse    potencial para a minera&ccedil;&atilde;o dos evaporitos, mas a explora&ccedil;&atilde;o    ainda n&atilde;o teve in&iacute;cio. </font></p>     <p><font size="3">Todas as bacias com hidrocarbonetos tendem a conter tamb&eacute;m    enxofre. O elemento, na forma de sulfeto, pode estar em camadas estratificadas    ou presente em rochas, revestindo domos salinos. A origem dos sulfetos est&aacute;    ligada ao processo de redu&ccedil;&atilde;o do sulfato de an&iacute;drica para    g&aacute;s sulf&iacute;drico, por a&ccedil;&atilde;o de bact&eacute;rias. Na    presen&ccedil;a dos hidrocarbonetos, ocorre a oxida&ccedil;&atilde;o desse g&aacute;s,    que libera os sulfetos na forma elementar. No Brasil, dep&oacute;sitos de sulfeto    podem ser encontrados ao norte de Abrolhos. Tr&ecirc;s domos encontram&#45;se entre    60 e 70 quil&ocirc;metros da costa, numa profundidade de 20 a 30 metros. </font></p>     <p><font size="3"><B>MATERIAIS MET&Aacute;LICOS </b>Minerais pesados est&atilde;o    presentes ao longo da costa brasileira, do Piau&iacute; ao Rio Grande do Sul.    Atividades de extra&ccedil;&atilde;o de ilmenita, rutilo, monazita e zirc&ocirc;nio    s&atilde;o realizadas atualmente na Para&iacute;ba, Bahia, Esp&iacute;rito Santo    e Rio de Janeiro. Jazidas de ilmenita, zirc&atilde;o e monazita tem sido estudadas    em diferentes localidades da plataforma continental interna do Brasil, para    identifica&ccedil;&atilde;o de elementos de alto valor econ&ocirc;mico tais    como tit&acirc;nio, zirc&ocirc;nio, c&eacute;sio, lant&acirc;nio, neod&iacute;mio,    t&oacute;rio, ouro, diamante e f&oacute;sforo. </font></p>     <p><font size="3">Somente o dep&oacute;sito de Cumuruxatiba, na Bahia, contem    171 mil toneladas de ilmenita, 4 mil toneladas de monazita e 365 mil toneladas    de zirc&ocirc;nio e rutilo. Na zona costeira do Rio Grande do Sul foram encontrados,    na regi&atilde;o de Bujuru, dep&oacute;sitos de minerais pesados cujo potencial    estimado &eacute; de 40 milh&otilde;es de toneladas. Parte dessa acumula&ccedil;&atilde;o    est&aacute; relacionada com a linha da costa e constitui&#45;se, geralmente, de    dep&oacute;sitos prolongados, paralelos e "subparalelos" (com leve    &acirc;ngulo de incid&ecirc;ncia) &agrave; praia, com largura de 30 a 100 metros    e 18 quil&ocirc;metros de comprimento. Outros dep&oacute;sitos est&atilde;o    relacionados a campos de dunas de surgimento recente na escala geol&oacute;gica,    cobrindo terras de forma&ccedil;&atilde;o mais antiga. </font></p>     <p><font size="3">N&oacute;dulos polimetalicos ocorrem na forma de concre&ccedil;&otilde;es    porosas, de diversos tamanhos e formas, encontradas em camadas superficiais    finas e descont&iacute;nuas no assoalho oce&acirc;nico, a profundidade m&eacute;dia    de 5 mil metros. Dragagens realizadas no plat&ocirc; de Pernambuco, a 2 mil    metros de profundidade, recuperaram 150 quilos de materiais predominantemente    constitu&iacute;dos de n&oacute;dulos com densa cobertura met&aacute;lica e    com di&acirc;metro variando entre 2 e 12 cent&iacute;metros. Por volta de 90%    dos n&oacute;dulos recuperados apresentavam um n&uacute;cleo de rochas fosf&aacute;ticas    com camadas conc&ecirc;ntricas de 0,5 a 0,7 cent&iacute;metros de espessura.    Uma pesquisa recente indicou tamb&eacute;m &aacute;reas promissoras em regi&atilde;o    de mar aberto, no Atl&acirc;ntico Sul, incluindo a bacia oce&acirc;nica adjacente    &agrave; ilha de Trindade. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="3"><B>NOVOS ESTUDOS </b>Dois grandes programas nacionais, desenvolvidos    no &acirc;mbito da Comiss&atilde;o Interministerial para os Recursos do Mar    (CIRM) integram v&aacute;rios projetos de pesquisa para a plataforma continental    brasileira e &aacute;rea oce&acirc;nicas adjacentes do Atl&acirc;ntico Sul e    Equatorial. Eles s&atilde;o o Programa de Avalia&ccedil;&atilde;o da Potencialidade    Mineral da Plataforma Continental Jur&iacute;dica Brasileira (Remplac) e o Programa    de Prospec&ccedil;&atilde;o e Explora&ccedil;&atilde;o dos Recursos Minerais    da &Aacute;rea Internacional do Atl&acirc;ntico Sul e Equatorial (Proarea).</font></p>     <p><font size="3">Entre os projetos de pesquisa, desenvolvido em parceria entre    o Servi&ccedil;o Geol&oacute;gico do Brasil (CPRM), a Diretoria de Hidrografia    e Navega&ccedil;&atilde;o (Marinha do Brasil) e universidades brasileiras est&atilde;o    as pesquisas de dep&oacute;sitos hidrotermais, ricos em zinco, cobre, ouro e    prata, localizados na plataforma continental do Brasil e de crostas cobalt&iacute;feras    das &aacute;reas internacionais adjacentes &agrave; plataforma continental brasileira.    Essas &aacute;reas de pesquisa incluem o estudo das condi&ccedil;&otilde;es    geol&oacute;gicas das &aacute;reas onde existem essas fontes minerais. </font></p>     <p><font size="3">Outra iniciativa que dever&aacute; ser posta em pr&aacute;tica    pelo Servi&ccedil;o Geol&oacute;gico do Brasil (CPRM) &eacute; a organiza&ccedil;&atilde;o    da geologia do Atl&acirc;ntico Sul e Equatorial em sistemas de informa&ccedil;&otilde;es    geogr&aacute;ficas. Seria como a continuidade de outro projeto tamb&eacute;m    desenvolvido pela CPRM que tem como objetivo um extenso mapeamento geol&oacute;gico    dos oceanos Atl&acirc;ntico Sul e Equatorial. </font></p>     <p><font size="3">Al&eacute;m disso, entre os projetos para 2010, no contexto    do Remplac e do Proarea, est&atilde;o estudos de viabilidade econ&ocirc;mica,    t&eacute;cnica e ambiental dos s&iacute;tios de grande potencial para minera&ccedil;&atilde;o.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3"><I><B>Kaiser Gon&ccedil;alves de Souza</b> &eacute; ge&oacute;logo,    doutor em geologia marinha pela Universidade de Paris VI e concluiu o p&oacute;s&#45;doutorado    no Instituto de Geoci&ecirc;ncias e Recursos Naturais em Hannover, Alemanha    (1993). Atualmente &eacute; chefe da Divis&atilde;o de Geologia Marinha, no    Servi&ccedil;o Geol&oacute;gico do Brasil (CPRM).</i></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3"><b>REFER&Ecirc;NCIAS BIBLIOGR&Aacute;FICAS</b></font></p>     <!-- ref --><p><font size="3">1. Souza, K. G.; Pereira, C. V.; Rocha Neto, M. B. "Arcabou&ccedil;o    legal internacional e o espa&ccedil;o marinho brasileiro". <I>Revista Parcerias    Estrat&eacute;gicas</I>, Centro de Gest&atilde;o e Estudos Estrat&eacute;gicos    (CGEE), no.24, pp.41&#45;59. 2007.    </font></p>     <!-- ref --><p><font size="3">2. Souza, K. G.; Martins, L. R. S.; Cavalcante, V. M. M.; Pereira,    C. V.; Borges, L. "Recursos n&atilde;o&#45;vivos da Plataforma Continental    Brasileira e &aacute;reas oce&acirc;nicas adjacentes". <I>Gravel</I> (Porto    Alegre. CD&#45;Rom), Vol.Mar&ccedil;o, pp.1&#45;77. 2009.    </font></p>     <!-- ref --><p><font size="3">3. Martins, L. R. S.; Souza, K. G. "Ocorr&ecirc;ncias de    recursos minerais na plataforma continental brasileira e &aacute;reas oce&acirc;nicas    adjacentes". <I>Revista Parcerias Estrat&eacute;gicas</I>, Centro de Gest&atilde;o    e Estudos Estrat&eacute;gicos (CGEE), no 24, pp.137&#45;190. 2007.</font> ]]></body><back>
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