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</front><body><![CDATA[ <p align="center"><img src="/img/revistas/cic/v62n3/artigos.gif"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size=5><b>O FUTURO DA PESCA E DA AQUICULTURA MARINHA NO BRASIL: A MARICULTURA</b></font></p>     <p><font size="3"><b>Ronaldo Olivera Cavalli    <br>   Jaime Fernando Ferreira</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size=5><b>A</b></font><font size="3"> percep&ccedil;&atilde;o dos oceanos    como fonte inesgot&aacute;vel de recursos para suprir as necessidades humanas,    principalmente em termos de alimentos, tem afetado significativamente os ecossistemas    marinhos. A estagna&ccedil;&atilde;o das capturas da pesca e o crescimento da    demanda por pescados n&atilde;o deixam d&uacute;vidas que a produ&ccedil;&atilde;o    de alimentos de origem marinha &eacute; insuficiente para atender &agrave;s    necessidades globais. Em vista disso, a aquicultura, que abrange o cultivo de    organismos aqu&aacute;ticos, &eacute; considerada como um dos caminhos mais    eficientes para a redu&ccedil;&atilde;o do d&eacute;ficit entre a demanda e    a oferta de pescado no mercado. N&atilde;o &eacute; surpresa, portanto, que    a participa&ccedil;&atilde;o da aquicultura na produ&ccedil;&atilde;o mundial    de pescado venha aumentando nas &uacute;ltimas d&eacute;cadas. De acordo com    a Organiza&ccedil;&atilde;o das Na&ccedil;&otilde;es Unidas para a Agricultura    e Alimenta&ccedil;&atilde;o (1), em 1970 a aquicultura era respons&aacute;vel    por apenas 3,9% de todo pescado consumido no mundo, mas em 2006 sua participa&ccedil;&atilde;o    na produ&ccedil;&atilde;o mundial de pescado j&aacute; havia chegado a 47% desta    produ&ccedil;&atilde;o. Acompanhando a tend&ecirc;ncia mundial, a aquicultura    brasileira tamb&eacute;m vem aumentando sua participa&ccedil;&atilde;o na produ&ccedil;&atilde;o    de pescados. Em 1995, eram produzidos apenas 46 mil toneladas (ou 7,1% da produ&ccedil;&atilde;o    total), mas em 2007 esta taxa passou para 27,0%, ou 289 mil toneladas produzidas    (2). </font></p>     <p><font size="3">Se a aquicultura tem se mostrado uma atividade importante na    produ&ccedil;&atilde;o de pescado, a expans&atilde;o da maricultura se torna    estrat&eacute;gica, pois apesar das reservas de &aacute;gua doce ainda serem    elevadas, sabe&#45;se que s&atilde;o esgot&aacute;veis, tornando&#45;se, por isso, um    produto cada vez mais valorizado. Devido a sua privilegiada extens&atilde;o    litor&acirc;nea (8,5 mil km), seu mar territorial e sua Zona Econ&ocirc;mica    Exclusiva (ZEE) de duzentas milhas (4,5 milh&otilde;es km<SUP>2</SUP>) e mais    de 2,5 milh&otilde;es de hectares de &aacute;reas estuarinas, o Brasil apresenta    excepcionais condi&ccedil;&otilde;es para a expans&atilde;o da maricultura.    Avan&ccedil;os significativos v&ecirc;m sendo observados neste sentido, principalmente    com o cultivo de moluscos no sul do pa&iacute;s e de camar&otilde;es na regi&atilde;o    Nordeste (3).</font></p>     <p><font size="3">O cultivo de moluscos se desenvolveu a partir de 1990, primeiro    em Santa Catarina e depois em outras regi&otilde;es. Hoje em dia, praticamente    todos os estados litor&acirc;neos apresentam alguma atividade de pesquisa e/ou    produ&ccedil;&atilde;o de moluscos. Apesar disso, das cerca de 15 mil toneladas    produzidas anualmente no Brasil, a regi&atilde;o Sul concentra mais de 90% da    produ&ccedil;&atilde;o nacional, com o restante provendo do sudeste do pa&iacute;s.    A produ&ccedil;&atilde;o ainda tem car&aacute;ter familiar e artesanal, com    poucas empresas autorizadas a comercializar com o selo do Servi&ccedil;o de    Inspe&ccedil;&atilde;o Federal (SIF) e, portanto, com a produ&ccedil;&atilde;o    restringindo&#45;se exclusivamente ao mercado local. A organiza&ccedil;&atilde;o    da atividade &eacute; localizada e fraca, com poucas iniciativas de cria&ccedil;&atilde;o    de cooperativas de produ&ccedil;&atilde;o e entidades de empresas produtoras.    Entre as esp&eacute;cies produzidas destacam&#45;se o mexilh&atilde;o (<I>Perna    perna</I>), com cerca de 12 mil toneladas, e a ostra japonesa (<I>Crassostrea    gigas</I>). H&aacute; tamb&eacute;m uma pequena, por&eacute;m crescente produ&ccedil;&atilde;o    de vieiras (<I>Nodipecten nodosus</I>). Gra&ccedil;as ao cultivo de moluscos,    o Brasil passou a contar com o Programa Nacional de Parques Aqu&iacute;colas,    cujo objetivo &eacute; delimitar &aacute;reas prop&iacute;cias para aquicultura    em &aacute;guas de dom&iacute;nio da Uni&atilde;o. A delimita&ccedil;&atilde;o    desses parques em ambientes marinhos vem sendo executada a partir dos Planos    Locais de Desenvolvimento da Maricultura (PLDM). Outro avan&ccedil;o alcan&ccedil;ado    pelo setor &eacute; a realiza&ccedil;&atilde;o de programas regulares de sanidade    com monitoramento de &aacute;reas de cultivo, incluindo contamina&ccedil;&atilde;o    bacteriana e algas t&oacute;xicas.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/cic/v62n3/a15img01.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3">A carcinicultura (cultivo de crust&aacute;ceos, como camar&otilde;es    e caranguejos), por sua vez, teve grande avan&ccedil;o nos &uacute;ltimos 20    anos. A produ&ccedil;&atilde;o brasileira est&aacute; baseada no cultivo do    camar&atilde;o branco do Pac&iacute;fico (<I>Litopenaeus vannamei</I>), esp&eacute;cie    ex&oacute;tica introduzida na d&eacute;cada de 1980. Na primeira metade dos    anos 1990, com o dom&iacute;nio da produ&ccedil;&atilde;o de p&oacute;s&#45;larvas    dessa esp&eacute;cie em laborat&oacute;rio, os produtores brasileiros passaram    a cultivar unicamente esse camar&atilde;o. Os resultados satisfat&oacute;rios    levaram a um per&iacute;odo de expans&atilde;o da atividade, que culminou com    uma produ&ccedil;&atilde;o recorde de 90.190 toneladas em 2003. O surgimento    de enfermidades, aliado a problemas de c&acirc;mbio e com&eacute;rcio exterior,    fez com que a atividade entrasse em crise a partir de 2004, embora, gradativamente,    venha apresentando sinais de recupera&ccedil;&atilde;o. Em 2007, a produ&ccedil;&atilde;o    brasileira de camar&atilde;o marinho foi estimada em 65 mil toneladas (2), a    maior parcela sendo comercializada no mercado interno. Na regi&atilde;o Nordeste,    que responde por mais de 95% da produ&ccedil;&atilde;o brasileira, a atividade    tem car&aacute;ter empresarial e cadeia produtiva organizada. Embora a atividade    se caracterize pela utiliza&ccedil;&atilde;o de extensas &aacute;reas, atualmente    existe uma tend&ecirc;ncia de migra&ccedil;&atilde;o para cultivos intensivos    em &aacute;reas menores, com uso de tecnologias de recircula&ccedil;&atilde;o,    bioflocos e reciclagem, e minimiza&ccedil;&atilde;o dos impactos ambientais.    A crise que o setor vem experimentando desde 2004 refor&ccedil;ou ainda mais    a necessidade de mudan&ccedil;as no seu sistema de produ&ccedil;&atilde;o.</font></p>     <p><font size="3"><b>CULTIVO DE ALGAS </b>Outra alternativa importante para a    maricultura nacional &eacute; o cultivo de algas. Apesar de existirem estudos    cient&iacute;ficos desde a metade do s&eacute;culo passado, o cultivo de algas    no Brasil ainda &eacute; incipiente, estando concentrado em pequenos empreendimentos    ligados a entidades p&uacute;blicas de pesquisa e extens&atilde;o que geralmente    utilizam m&eacute;todos artesanais. O cultivo de algas se limita &agrave; obten&ccedil;&atilde;o    de subprodutos para as ind&uacute;strias aliment&iacute;cias e farmac&ecirc;uticas,    como &aacute;gar e a carragenana, n&atilde;o havendo relatos de produ&ccedil;&atilde;o    visando &agrave; alimenta&ccedil;&atilde;o humana. As principais algas produzidas    experimentalmente no Brasil s&atilde;o <I>Gracilaria </I>e <I>Hypnea</I>. Recentemente,    a alga <I>Kappaphycus alvarezii</I>, origin&aacute;ria das Filipinas e introduzida    no Brasil em 1995, teve seu cultivo liberado pelo Ibama para a regi&atilde;o    entre a Ba&iacute;a de Sepetiba, RJ, e Ilha Bela, SP (4). A possibilidade de    se estender o cultivo desta esp&eacute;cie para o litoral de Santa Catarina    tamb&eacute;m vem sendo considerado. Atualmente, por&eacute;m, apenas uma empresa    no estado do Rio de Janeiro conta com infraestrutura adequada para o cultivo    dessa esp&eacute;cie ex&oacute;tica.</font></p>     <p><font size="3">Mais recentemente, o interesse pela piscicultura marinha tem    crescido no pa&iacute;s, principalmente pelo cultivo do beijupir&aacute; (<I>Rachycentron    canadum</I>), esp&eacute;cie naturalmente encontrada no litoral brasileiro e    que apresenta uma excepcional taxa de crescimento (5). Ap&oacute;s o dom&iacute;nio    da tecnologia de produ&ccedil;&atilde;o de formas jovens por v&aacute;rios laborat&oacute;rios    brasileiros, as primeiras toneladas desse peixe, produzidas em cativeiro por    uma empresa pernambucana, chegaram ao mercado nacional em 2009. A expectativa    &eacute; de que, a partir de resultados positivos, experi&ecirc;ncias similares    venham a se repetir em outras &aacute;reas do pa&iacute;s. Segundo o Minist&eacute;rio    da Pesca e Aquicultura (MPA), em 2009, j&aacute; havia 39 solicita&ccedil;&otilde;es    de cess&atilde;o de &aacute;guas de dom&iacute;nio da Uni&atilde;o para o cultivo    desse peixe. </font></p>     <p><font size="3"><b>OBST&Aacute;CULOS AO DESENVOLVIMENTO </b>O principal gargalo    da piscicultura marinha &eacute; a depend&ecirc;ncia da farinha e do &oacute;leo    de peixe, subprodutos da pesca que s&atilde;o as principais fontes de prote&iacute;na    e &aacute;cidos graxos essenciais na alimenta&ccedil;&atilde;o dos peixes cultivados.    Como a produ&ccedil;&atilde;o mundial de farinha e &oacute;leo de peixe encontra&#45;se    no limite m&aacute;ximo (6), o futuro do cultivo de peixes carn&iacute;voros,    portanto, depender&aacute; da substitui&ccedil;&atilde;o desses ingredientes.</font></p>     <p><font size="3">A quest&atilde;o legal &eacute; tamb&eacute;m um obst&aacute;culo    importante no desenvolvimento da maricultura no Brasil. Apesar do incentivo    &agrave; atividade e das diversas a&ccedil;&otilde;es de ordenamento para regularizar    a demarca&ccedil;&atilde;o, monitoramento e concess&atilde;o de &aacute;reas    por parte do rec&eacute;m&#45;criado MPA, ainda ocorrem conflitos sobre as atribui&ccedil;&otilde;es    legais entre &oacute;rg&atilde;os governamentais, em particular os de fiscaliza&ccedil;&atilde;o    e licenciamento ambiental. A regulariza&ccedil;&atilde;o da atividade, al&eacute;m    de proporcionar seguran&ccedil;a ao produtor e acesso ao cr&eacute;dito, tamb&eacute;m    levaria &agrave; oferta regular de produtos oriundos da maricultura. Tais iniciativas,    associadas a campanhas de consumo, com garantias de proced&ecirc;ncia e qualidade,    poderiam ampliar a produ&ccedil;&atilde;o e a fixa&ccedil;&atilde;o dos produtos    da aquicultura nos mercados e na mesa da popula&ccedil;&atilde;o. Vale ressaltar    que o consumo per capita de pescado no Brasil situa&#45;se pouco abaixo de 8,0 kg,    enquanto a Organiza&ccedil;&atilde;o Mundial da Sa&uacute;de (OMS) recomenda    que sejam consumidos, pelo menos, 12,0 kg/ano. </font></p>     <p><font size="3">Apesar da pouca experi&ecirc;ncia brasileira, existem &oacute;timas    perspectivas para o desenvolvimento da maricultura no pa&iacute;s. Entretanto,    para que esse potencial possa se expressar plenamente h&aacute; a necessidade    de se adotar, cada vez mais, pr&aacute;ticas de cultivo ecologicamente sustent&aacute;veis,    como a diminui&ccedil;&atilde;o do uso de insumos oriundos da pesca. Destaca&#45;se    tamb&eacute;m a op&ccedil;&atilde;o pelo cultivo de esp&eacute;cies de base    da cadeia tr&oacute;fica &#150; algas, moluscos bivalves e peixes/camar&otilde;es    on&iacute;voros. Al&eacute;m disso, a ado&ccedil;&atilde;o e aplica&ccedil;&atilde;o    de medidas regulat&oacute;rias de prote&ccedil;&atilde;o aos ecossistemas costeiros    devem ser uma preocupa&ccedil;&atilde;o n&atilde;o somente do poder p&uacute;blico,    mas tamb&eacute;m dos produtores e consumidores. Respeitados esses preceitos,    o Brasil passar&aacute; a contar com uma fonte inesgot&aacute;vel de empregos,    renda e alimentos de alt&iacute;ssima qualidade. </font></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="3"><I><B>Ronaldo Olivera Cavalli</b> &eacute; professor titular    do Departamento de Pesca e Aquicultura da Universidade Federal Rural de Pernambuco    (UFRPE), onde coordena o Laborat&oacute;rio de Piscicultura Marinha    <br>   <B>Jaime Fernando Ferreira </b>&eacute; professor associado do Departamento    de Aquicultura da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), atuando principalmente    em maricultura. &Eacute; supervisor do Laborat&oacute;rio de Moluscos Marinhos    da UFSC desde 1997</I></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3"><b>REFER&Ecirc;NCIAS BIBLIOGR&Aacute;FICAS</b></font></p>     <!-- ref --><p><font size="3">1. FAO. 2009. <I>El estado mundial de la pesca y acuicultura    2008</I>. Organiza&ccedil;&atilde;o das Na&ccedil;&otilde;es Unidas para a Agricultura    e Alimenta&ccedil;&atilde;o, Roma, It&aacute;lia, 2009.    </font></p>     <!-- ref --><p><font size="3">2. Ibama. 2007. Estat&iacute;sticas da Pesca 2007: Brasil e    Grandes Regi&otilde;es e Unidades da Federa&ccedil;&atilde;o. Instituto Brasileiro    do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renov&aacute;veis, Bras&iacute;lia,    2007.    </font></p>     <!-- ref --><p><font size="3">3. Roubach, R.; Correia, E.S.; Zaiden, S.; Martino, R.C.; Cavalli,    R.O. "Aquaculture in Brazil". <I>World Aquac</I>, Vol.34, no.1, pp.28&#45;35.    2003.    </font></p>     <!-- ref --><p><font size="3">4. Panorama da Aquicultura. "Algas: Ibama d&aacute; permiss&atilde;o    para a produ&ccedil;&atilde;o". <I>Panorama da Aquicultura</I>, Vol.18,    no.108, pp.22&#45;25. 2008.    </font></p>     <!-- ref --><p><font size="3">5. Liao, I.C.; Lea&ntilde;o, E.M. <I>Cobia aquaculture: research,    development and commercial production</I>. Taiwan: Asian Fisheries Society,    178p, 2007.     </font></p>     <!-- ref --><p><font size="3">6. Tacon, A.G. J.; Metian, M. "Global overview on the use    of fish meal and fish oil in industrially compounded aquafeeds: trends and future    prospects". <I>Aquaculture</I>, Vol.285, pp.146&#45;158, 2008.</font> ]]></body><back>
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