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</front><body><![CDATA[ <p><font size="4" face="Verdana, Geneva, sans-serif">    <b>A escola tropical de gen&eacute;tica brasileira  </b></font></p>     <p>&nbsp;</p>      <p><font size="2" face="Verdana, Geneva, sans-serif"><b>Dayana de Oliveira Formiga </b></font>   </p>      <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>      <p align="center"><img src="/img/revistas/cic/v62nspe2/a04fig01.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Geneva, sans-serif">Nos anos de 1930, enquanto o debate entre a gen&eacute;tica e evolu&ccedil;&atilde;o era acalorado no mundo cient&iacute;fico - o que acabou gerando um novo paradigma na biologia, a chamada Teoria Sint&eacute;tica da Evolu&ccedil;&atilde;o ou Neodarwinismo - eram organizadas as bases da Universidade de S&atilde;o Paulo (USP). Fundada em 1934, ela era constitu&iacute;da pelos seguintes institutos: Faculdade de Direito; Faculdade de Medicina; Faculdade de Farm&aacute;cia e Odontologia; Escola Polit&eacute;cnica; Instituto de Educa&ccedil;&atilde;o; Instituto de Ci&ecirc;ncias Econ&ocirc;micas e Comerciais; Escola de Medicina Veterin&aacute;ria; Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq); Escola de Belas Artes e Faculdade de Filosofia, Ci&ecirc;ncias e Letras (FFCL) - al&eacute;m de outros institutos j&aacute; existentes como o Butantan, Biol&oacute;gico e o Agron&ocirc;mico de Campinas, que foram incorporados posteriormente com o Decreto Estadual no. 6283(1). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Geneva, sans-serif">Segundo os idealizadores da USP (2), sua c&eacute;lula <i>mater </i>era a FFCL, pois abrigava as &aacute;reas - das ci&ecirc;ncias matem&aacute;ticas, f&iacute;sicas, qu&iacute;micas e naturais, geografia e hist&oacute;ria, ci&ecirc;ncias sociais e pol&iacute;ticas; e letras cl&aacute;ssicas e l&iacute;nguas estrangeiras - consideradas essenciais para o desenvolvimento da na&ccedil;&atilde;o brasileira. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Geneva, sans-serif">&Eacute; nesse ambiente t&atilde;o prop&iacute;cio &agrave; pesquisa cient&iacute;fica que se desenvolveu uma das primeiras escolas de gen&eacute;tica no Brasil, dentro do curso de hist&oacute;ria natural (antes denominado ci&ecirc;ncias naturais) que envolvia os seguintes departamentos: biologia geral, zoologia, bot&acirc;nica, mineralogia, petrografia, fisiologia geral e animal, geologia e paleontologia. O centro da escola era o Departamento de Biologia Geral, do curso de hist&oacute;ria natural, dirigido pelo professor Andr&eacute; Dreyfus. Dreyfus era m&eacute;dico, havia lecionado histologia, aulas de laborat&oacute;rio e preparava material did&aacute;tico sobre as teorias da evolu&ccedil;&atilde;o e gen&eacute;tica na Faculdade de Medicina de S&atilde;o Paulo e fora convidado para dirigir o departamento na funda&ccedil;&atilde;o da USP.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Geneva, sans-serif"> O evolucionismo e a gen&eacute;tica eram discutidos com alunos, apresentados em cursos e confer&ecirc;ncias feitas por Dreyfus em v&aacute;rios lugares do Brasil (3).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Geneva, sans-serif">Havia tamb&eacute;m pesquisas voltadas &agrave; determina&ccedil;&atilde;o do sexo e a histologia dos invertebrados. Para coletar materiais de pesquisa (insetos, principalmente) foram realizadas in&uacute;meras excurs&otilde;es, entre 1934 e 1943, nos arredores de S&atilde;o Paulo, Iporanga (no sul do estado de S&atilde;o Paulo) e at&eacute; o Pantanal matogrossense. As excurs&otilde;es eram normalmente lideradas por alguns dos assistentes do departamento como Crodowaldo Pavan, Gualberto Evangelista Nogueira e Antonio Brito da Cunha. Os resultados das pesquisas de campo apareceram em v&aacute;rias publica&ccedil;&otilde;es de revistas brasileiras, como a <i>Revista de Medicina, Revista Brasileira de Biologia</i>, entre outras (4). </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Geneva, sans-serif">A partir de 1943, o Departamento de Biologia mudaria o rumo das pesquisas realizadas. Andr&eacute; Dreyfus e seu pequeno grupo de assistentes - que tamb&eacute;m inclu&iacute;a Rosina de Barros, Marta Erps Breuer, Ruth Lange de Morretes e Elisa do Nascimento Pereira - atra&iacute;ram os olhares dos representantes da Funda&ccedil;&atilde;o Rockefeller na Am&eacute;rica Latina (5), que planejou um plano de desenvolvimento da gen&eacute;tica na FFCL. O projeto era liderado por um dos idealizadores da Teoria Sint&eacute;tica Moderna, Theodosius Dobzhansky, e envolvia o in&iacute;cio de estudos na sistem&aacute;tica e morfologia de <i>Drosophila</i>, gen&eacute;tica de popula&ccedil;&otilde;es - &aacute;reas consideradas como pesquisa avan&ccedil;ada na &eacute;poca. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Geneva, sans-serif">O objetivo das pesquisas era entender a microevolu&ccedil;&atilde;o a partir da distribui&ccedil;&atilde;o geogr&aacute;fica e da variabilidade das popula&ccedil;&otilde;es naturais, procurando analisar o processo atrav&eacute;s das esp&eacute;cies tropicais de <i>Drosophila </i>- havia um interesse de se comparar o processo evolutivo em regi&otilde;es temperadas e tropicais. O Departamento de Biologia se tornava um lugar estrat&eacute;gico de pesquisa (6), pois muitos alunos foram convidados pela Rockefeller para fazer p&oacute;s-gradua&ccedil;&atilde;o na Universidade de Columbia, ou outras universidades norte-americanas - este caminho foi feito por Pavan, Brito da Cunha, Chana Malogolowkin, Newton Freire-Maia, Oswaldo Frota-Pessoa, Luiz Edmundo Magalh&atilde;es, entre outros. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Geneva, sans-serif">As pesquisas desenvolvidas entre 1943 e 1956 - per&iacute;odo de dura&ccedil;&atilde;o do projeto e do financiamento da Funda&ccedil;&atilde;o Rockefeller - acabaram por auxiliar o desenvolvimento da Escola de Gen&eacute;tica Tropical na USP. O projeto era liderado por Dobzhansky, Dreyfus e Pavan (que assume oficialmente departamento com o falecimento de Dreyfus, em 1952) e envolviam diversas excurs&otilde;es no litoral de S&atilde;o Paulo, Paran&aacute;, Maranh&atilde;o, Goi&aacute;s, Acre, Rio Grande do Sul, Bahia, Ilha do Maraj&oacute;, Amaz&ocirc;nia, e outras regi&otilde;es. Nas excurs&otilde;es eram realizadas coleta de esp&eacute;cies de <i>Drosophila</i>, an&aacute;lise da fauna e da flora brasileiras e eram financiadas pelo fundo de pesquisa da USP e pela Rockefeller, que tamb&eacute;m fornecia materiais, equipamentos e reformas na estrutura de laborat&oacute;rios - al&eacute;m das bolsas de estudo j&aacute; citadas. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Geneva, sans-serif">Com o crescimento da pesquisa, a Escola de Gen&eacute;tica Tropical formou uma rede de pesquisadores que se dedicava aos estudos das an&aacute;lises cromoss&ocirc;micas, transloca&ccedil;&atilde;o entre cromossomos-X e autoss&ocirc;micos, taxonomia, ecologia, an&aacute;lise da frequ&ecirc;ncia de genes letais naturais ou induzidos por radia&ccedil;&atilde;o, bem como sua elimina&ccedil;&atilde;o na natureza. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Geneva, sans-serif">O principal material de an&aacute;lise das pesquisas eram as esp&eacute;cies brasileiras de <i>Drosophila </i>e os resultados dos pesquisadores - tanto brasileiros como v&aacute;rios estrangeiros como Hans Burla, da Su&iacute;&ccedil;a; Marta Wedel, da Argentina, e Bruno Battaglia, da It&aacute;lia - apareceram em in&uacute;meros trabalhos publicados, incluindo a descoberta de mais de 28 esp&eacute;cies de <i>Drosophila</i>. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Geneva, sans-serif">Algumas descobertas alteraram o projeto inicial de pesquisa proposto pela Rockefeller. Em 1951, Pavan descobriu uma mosca denominada <i>Rhynchosciara angelae</i>. Nos estudos com problemas gen&eacute;ticos e fisiol&oacute;gicos as larvas da <i>Rhynchosciara </i>apresentavam cromossomos polit&ecirc;nicos muito mais desenvolvidos do que a <i>Drosophila</i>, o que a tornava um objeto de estudo muito interessante do que as populares <i>Drosophilas</i>.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Geneva, sans-serif"> Em meados de 1950, os objetivos da Escola Tropical de Gen&eacute;tica n&atilde;o se limitavam somente &agrave; pesquisa, mas tamb&eacute;m em criar uma organiza&ccedil;&atilde;o que pudesse congregar pesquisadores interessados nas &aacute;reas de gen&eacute;tica, melhoramento, citologia e evolu&ccedil;&atilde;o. Havia tamb&eacute;m a ideia de realizar uma reuni&atilde;o anual junto com a SBPC, criada em 1949.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Geneva, sans-serif"> Assim foi fundada a Sociedade Brasileira de Gen&eacute;tica (SBG), em 1955, um fruto da Escola Tropical de Gen&eacute;tica. Nesse per&iacute;odo, tamb&eacute;m se iniciava o fim do apoio da Funda&ccedil;&atilde;o Rockefeller e  o afastamento dos brasileiros com Dobzhansky. Novos temas seriam desenvolvidos na gen&eacute;tica e, com a lideran&ccedil;a de Pavan, a Escola Tropical de Gen&eacute;tica se tornou uma multiplicadora de pesquisadores. Uma rede de geneticistas que se espalharia para diversas regi&otilde;es do pa&iacute;s, formando novos grupos de pesquisa em v&aacute;rias universidades como as federais do Paran&aacute;, do Rio Grande do Sul e da Bahia.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Geneva, sans-serif"> A gen&eacute;tica humana foi um dos novos desenvolvimentos da escola. As primeiras pesquisas estudavam a estrutura gen&eacute;tica das popula&ccedil;&otilde;es e envolvia o estudo de casamentos consangu&iacute;neos e ra&ccedil;as isoladas, como comunidades ind&iacute;genas; grupos sangu&iacute;neos; efeitos biol&oacute;gicos das radia&ccedil;&otilde;es; e a gen&eacute;tica m&eacute;dica. Os programas de pesquisa na gen&eacute;tica humana tamb&eacute;m acabaram trazendo novas t&eacute;cnicas para o Brasil, como a gen&eacute;tica molecular, e resultou em in&uacute;meros laborat&oacute;rios e departamentos de gen&eacute;tica humana, molecular e m&eacute;dica.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Geneva, sans-serif"> Hoje, as pesquisas relacionadas ao genoma humano, c&eacute;lulas-tronco, c&acirc;ncer, entre outras, podem tamb&eacute;m ser consideradas desdobramentos da Escola Tropical de Gen&eacute;tica da Universidade de S&atilde;o Paulo. H&aacute; que se mencionar o desenvolvimento de institutos de pesquisa como o Centro de Genoma Humano, do Instituto de Bioci&ecirc;ncias da USP, entre outros que resultaram da rea&ccedil;&atilde;o catalisadora da Escola de Gen&eacute;tica Tropical da USP. </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Geneva, sans-serif"><b>NOTAS E REFER&Ecirc;NCIAS BIBLIOGR&Aacute;FICAS</b></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Geneva, sans-serif">1. Decreto Estadual n.º 6283, de 25 de janeiro de 1934. Dispon&iacute;vel em: <a href="http://perfil.fundap.sp.gov.br/site/legislacaoi.asp?atoid=20631" target="_blank">http://perfil.fundap.sp.gov.br/site/legislacaoi.asp?atoid=20631</a>. Acesso em: 5 out. 2007.     </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Geneva, sans-serif">2. Cardoso, I. A. R. <i>A universidade da comunh&atilde;o paulista: o projeto de cria&ccedil;&atilde;o da Universidade de S&atilde;o Paulo</i>. S&atilde;o Paulo: Cortez, 1982. 187p.     </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Geneva, sans-serif">3. Coelho, Marco Antonio (entrevistador). "Faculdade de Filosofia da USP: li&ccedil;&otilde;es inesquec&iacute;veis. Depoimentos dos professores Antonio Brito da Cunha e Crodowaldo Pavan". In: <i>Estudos Avan&ccedil;ados</i>, S&atilde;o Paulo, v.7, n.18, p.189-201, maio/ago., 1993.     </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Geneva, sans-serif">4. As publica&ccedil;&otilde;es realizadas pelo Departamento de Biologia encontram-se nos Anu&aacute;rios da FFCL de 1939-1956.     </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Geneva, sans-serif">5. O plano de desenvolvimento cient&iacute;fico da Funda&ccedil;&atilde;o Rockefeller foi sentido em toda a Am&eacute;rica Latina. Ver Marinho, G.S. <i>Norte-americanos no Brasil: uma hist&oacute;ria da Funda&ccedil;&atilde;o Rockefeller na Universidade de S&atilde;o Paulo (1934-1952)</i>. Ed. da Universidade S&atilde;o Francisco, 2001.     </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Geneva, sans-serif">6. Glick,T."A Funda&ccedil;&atilde;o Rockefeller e a emerg&ecirc;ncia da gen&eacute;tica no Brasil (1943-1960)". In: Domingues, H. M.; S&Aacute;, M. R. (orgs.). <i>A recep&ccedil;&atilde;o do darwinismo no Brasil</i>. Rio de Janeiro: Fiocruz, p.145-161, 2003.     </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Geneva, sans-serif"><i><b>Dayana de Oliveira Formiga</b> &eacute; mestra pela USP, professora do Centro Universit&aacute;rio Adventista de S&atilde;o Paulo - campus de Engº Coelho (Unasp) </i></font></p>       ]]></body><back>
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