<?xml version="1.0" encoding="ISO-8859-1"?><article xmlns:mml="http://www.w3.org/1998/Math/MathML" xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xmlns:xsi="http://www.w3.org/2001/XMLSchema-instance">
<front>
<journal-meta>
<journal-id>0009-6725</journal-id>
<journal-title><![CDATA[Ciência e Cultura]]></journal-title>
<abbrev-journal-title><![CDATA[Cienc. Cult.]]></abbrev-journal-title>
<issn>0009-6725</issn>
<publisher>
<publisher-name><![CDATA[Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência]]></publisher-name>
</publisher>
</journal-meta>
<article-meta>
<article-id>S0009-67252011000300013</article-id>
<article-id pub-id-type="doi">10.21800/S0009-67252011000300013</article-id>
<title-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Usos do solo no advento do agronegócio da cana-de- açúcar no sudoeste de Goiás: estudo de caso do município de Jataí]]></article-title>
</title-group>
<contrib-group>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Franco]]></surname>
<given-names><![CDATA[Íria Oliveira]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A01"/>
</contrib>
<contrib contrib-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Assunção]]></surname>
<given-names><![CDATA[Hildeu Ferreira da]]></given-names>
</name>
<xref ref-type="aff" rid="A02"/>
</contrib>
</contrib-group>
<aff id="A01">
<institution><![CDATA[,Universidade Federal de Goiás (UFG)  ]]></institution>
<addr-line><![CDATA[ ]]></addr-line>
</aff>
<aff id="A02">
<institution><![CDATA[,UFG Departamento de Geografia ]]></institution>
<addr-line><![CDATA[ ]]></addr-line>
</aff>
<pub-date pub-type="pub">
<day>00</day>
<month>07</month>
<year>2011</year>
</pub-date>
<pub-date pub-type="epub">
<day>00</day>
<month>07</month>
<year>2011</year>
</pub-date>
<volume>63</volume>
<numero>3</numero>
<fpage>33</fpage>
<lpage>36</lpage>
<copyright-statement/>
<copyright-year/>
<self-uri xlink:href="http://cienciaecultura.bvs.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0009-67252011000300013&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri><self-uri xlink:href="http://cienciaecultura.bvs.br/scielo.php?script=sci_abstract&amp;pid=S0009-67252011000300013&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri><self-uri xlink:href="http://cienciaecultura.bvs.br/scielo.php?script=sci_pdf&amp;pid=S0009-67252011000300013&amp;lng=en&amp;nrm=iso"></self-uri></article-meta>
</front><body><![CDATA[ <P align="center"><img src="/img/revistas/cic/v63n3/a10cerradoart.jpg"></P>    <P>&nbsp;</P>    <P><font size=5><b>Usos  do solo no advento do agroneg&oacute;cio da cana&#45;de&#45; a&ccedil;&uacute;car  no sudoeste de Goi&aacute;s    <br> estudo de caso do munic&iacute;pio de Jata&iacute;</b></font></P>    <P><font size="3">&Iacute;ria  Oliveira Franco    <br> Hildeu Ferreira da Assun&ccedil;&atilde;o</font></P>    <P>&nbsp;</P>    <P><font size=5><b>A</b></font><font size="3">  cultura da cana&#45;de&#45;a&ccedil;&uacute;car (<I>Saccharum </I>spp.) &eacute;  uma das mais antigas e importantes lavouras exploradas no Brasil. O sudoeste de  Goi&aacute;s &eacute; composto de dezoito munic&iacute;pios onde doze produzem  cana&#45;de&#45;a&ccedil;&uacute;car: Aparecida do Rio Doce, Apor&eacute;, Castel&acirc;ndia,  Chapad&atilde;o do C&eacute;u, Jata&iacute;, Mauril&acirc;ndia, Mineiros, Montividiu,  Rio Verde, Santa Helena de Goi&aacute;s, Santo Ant&ocirc;nio da Barra e Serran&oacute;polis,  e destes, dez possuem instala&ccedil;&otilde;es industriais processadoras de cana&#45;de&#45;a&ccedil;&uacute;car:  Apor&eacute;, Chapad&atilde;o do C&eacute;u, Jata&iacute;, Mineiros, Mauril&acirc;ndia,  Montividiu, Rio Verde, Santa Helena de Goi&aacute;s, Santo Ant&ocirc;nio da Barra  e Serran&oacute;polis.</font></P>    <P><font size="3">Segundo dados de 2010 da Produ&ccedil;&atilde;o  Agr&iacute;cola Municipal (PAM) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estat&iacute;stica  (IBGE) (1), os munic&iacute;pios com hist&oacute;rico de produ&ccedil;&atilde;o  industrial de cana&#45;de&#45;a&ccedil;&uacute;car desde 1990 s&atilde;o Mauril&acirc;ndia,  Santa Helena de Goi&aacute;s e Serran&oacute;polis que, naquele ano, produziram  224 mil, 666,4 mil e 550,4 mil toneladas respectivamente e Castel&acirc;ndia,  que, em 1994, produziu 55,3 mil toneladas de cana&#45;de&#45;a&ccedil;&uacute;car.</font></P>    <P><font size="3">Nesses  munic&iacute;pios, as usinas que est&atilde;o em opera&ccedil;&atilde;o ou em  fase de instala&ccedil;&atilde;o s&atilde;o: Usina Vale do Verd&atilde;o, instalada  no munic&iacute;pio de Mauril&acirc;ndia, compreendendo Turvel&acirc;ndia e Castel&acirc;ndia,  entrou em funcionamento em 1982; Usina Santa Helena de A&ccedil;&uacute;car e  &Aacute;lcool, no munic&iacute;pio de Santa Helena de Goi&aacute;s, em opera&ccedil;&atilde;o  desde 1946; Energ&eacute;tica Serran&oacute;polis e Usina Cansan&ccedil;&atilde;o  do Sinumbu S/A, em opera&ccedil;&atilde;o e em fase de instala&ccedil;&atilde;o  respectivamente, no munic&iacute;pio de Serran&oacute;polis.</font></P>    ]]></body>
<body><![CDATA[<P><font size="3">O  estado de Goi&aacute;s estava com 599,3 mil ha de &aacute;rea plantada na safra  de 2010/2011, expans&atilde;o de &aacute;rea plantada de 66% em rela&ccedil;&atilde;o  &agrave; safra 2005/06, com um aumento de 396,8 mil ha, al&eacute;m de um aumento  de produ&ccedil;&atilde;o e produtividade da ordem de 69 e 10 % respectivamente  (2).</font></P>    <P><font size="3">Aliado &agrave; falta de uma pol&iacute;tica  de organiza&ccedil;&atilde;o da atividade agr&iacute;cola, o monocultivo imp&ocirc;s  &agrave; cana&#45;de&#45;a&ccedil;&uacute;car, a ocupa&ccedil;&atilde;o de muitas  terras de pastagens inapropriadas para outras culturas, mas tamb&eacute;m a ocupa&ccedil;&atilde;o  de solos f&eacute;rteis em regi&otilde;es de topografia plana, pr&oacute;ximos  de centros urbanizados, muito aptos para o cultivo de aliment&iacute;cias (3),  como &eacute; o caso dos munic&iacute;pios de Jata&iacute;, Mineiros e Rio Verde.</font></P>    <P><font size="3">A  prefeitura municipal de Rio Verde, com o apoio de 47 entidades de classe, criou  uma lei, mas que foi cassada e cancelada posteriormente, onde limitava em 10%  da &aacute;rea municipal destinada &agrave; agricultura, ao cultivo da cana, sob  a alega&ccedil;&atilde;o de colocar em risco os investimentos j&aacute; realizados  e futuros vinculados &agrave;s cadeias produtivas da soja e do milho (agroind&uacute;strias  de &oacute;leo e farelo, frigor&iacute;ficos, armaz&eacute;ns, cria&ccedil;&atilde;o  de aves e su&iacute;nos principalmente) (4).</font></P>    <P><font size="3">No munic&iacute;pio  de Mineiros, no ano de 2008, enquanto o arrendamento para cultivo de soja pagava  entre R$ 144 e 216 por hectare, a usina que se instalava (antiga Brenco, atual  grupo ETH) pagava R$ 570 por hectare; isso mostra a supervaloriza&ccedil;&atilde;o  da terra em busca da garantia do uso da mesma (5).</font></P>    <P><font size="3">O  &uacute;ltimo caso emblem&aacute;tico ocorreu no munic&iacute;pio de Jata&iacute;,  onde em 21 de dezembro de 2010 foi aprovado o Projeto de Lei nº 082/2010 que regulamenta  o Plano Diretor Agr&iacute;cola. A lei limita o plantio da &aacute;rea de cana&#45;de&#45;a&ccedil;&uacute;car  no munic&iacute;pio em 50 mil hectares. Al&eacute;m disso, o produtor que quiser  ampliar a &aacute;rea de cana ter&aacute; que pedir autoriza&ccedil;&atilde;o,  atrav&eacute;s da Certid&atilde;o do Uso do Solo Rural (art. 10º do Projeto de  Lei), ao Conselho Socioecon&ocirc;mico de Desenvolvimento Rural do Munic&iacute;pio  de Jata&iacute; (Coderj), formado por representantes da prefeitura, vereadores,  ind&uacute;stria e dos pr&oacute;prios agricultores. Dessa maneira, atrav&eacute;s  da for&ccedil;a legal, o munic&iacute;pio busca resguardar as terras j&aacute;  cultivadas com gr&atilde;os.</font></P>    <P><font size="3"><b>PAR&Acirc;METROS DE  AN&Aacute;LISE</b> Foi realizado levantamento de dados de produtividade junto  &agrave;s institui&ccedil;&otilde;es como o IBGE, Instituto Nacional de Pesquisas  Espaciais (Inpe/Canasat), Sindicato da Ind&uacute;stria de Fabrica&ccedil;&atilde;o  de &Aacute;lcool do Estado de Goi&aacute;s (Sifaeg) e Sindicato da Ind&uacute;stria  de Fabrica&ccedil;&atilde;o de A&ccedil;&uacute;car do Estado de Goi&aacute;s  (Sifa&ccedil;ucar). Os mapas foram confeccionados utilizando o programa Spring  5.0 e Surf 9.0 para espacializa&ccedil;&atilde;o dos dados obtidos da fonte Sistema  Estadual de Estat&iacute;stica e de Informa&ccedil;&otilde;es Geogr&aacute;ficas  de Goi&aacute;s (Sieg), e RadamBrasil para o agrupamento das classes de solos  do munic&iacute;pio de Jata&iacute;.</font></P>    <P><font size="3">O sudoeste de  Goi&aacute;s &eacute; recoberto, em sua maior parte, pelos latossolos, seguidos  por podz&oacute;licos e cambissolos. O podz&oacute;lico vermelho&#45;amarelo,  os latossolos roxos e as terras roxas estruturadas s&atilde;o solos de maior potencial  agr&iacute;cola (6).</font></P>    <P><font size="3">As principais unidades de solos  do sudoeste de Goi&aacute;s, constatadas por Lopes (7) e Macedo (8), s&atilde;o  os latossolos que ocupam 48,8%; as areias quartzosas, 15,2%; os podz&oacute;licos,  15,1%; os lit&oacute;licos, 7,3%; as lateritas hidrom&oacute;rficas, 6,0%; os  cambissolos, 3,0%; os concrecion&aacute;rios, 2,8%, os gleis, 2,0% e as terras  roxas, 1,7%.</font></P>    <P><font size="3">Segundo Prado (9), os solos considerados  de alto potencial de produtividade para a cana&#45;de&#45;a&ccedil;&uacute;car  s&atilde;o os argissolos, latossolos, nitossolos, gleissolos, cambissolos e chernossolos,  desde que sejam eutr&oacute;ficos, eutrof&eacute;rricos ou mesotr&oacute;ficos,  com CTC m&eacute;dia/alta e apresentem alta disponibilidade de &aacute;gua. J&aacute;  os solos de mais baixo potencial produtivo dizem respeito &agrave;queles que n&atilde;o  armazenam &aacute;gua, como os solos &aacute;cricos, ou os solos distr&oacute;ficos  com CTC baixa, rasos e que apresentam car&aacute;ter &aacute;lico, como: neossolos,  argissolos &aacute;licos, latossolos &aacute;licos (<a href="#fig01">Figura 1</a>).</font></P>    <P><a name="fig01"></a></P>    ]]></body>
<body><![CDATA[<P>&nbsp;</P>    <P align="center"><img src="/img/revistas/cic/v63n3/a13fig01.jpg"></P>    <P>&nbsp;</P>    <P><font size="3">Entre  os munic&iacute;pios do sudoeste de Goi&aacute;s, os que tiveram a maior &aacute;rea  plantada na safra 2009/2010 com cana&#45;de&#45;a&ccedil;&uacute;car foram Santa  Helena de Goi&aacute;s com 37.300 ha, Mineiros 15.361 ha e Maril&acirc;ndia com  13.718 ha, por&eacute;m na mesma safra os munic&iacute;pios que apresentaram uma  maior produ&ccedil;&atilde;o foram Santa Helena de Goi&aacute;s, Rio Verde e Chapad&atilde;o  do C&eacute;u; Quanto &agrave; produtividade, a m&eacute;dia para os munic&iacute;pios  no ano de 2009 foi de 88.250 Kg/ha. Na safra 2010/2011 os que tiveram uma &aacute;rea  plantada acima dos 10 mil hectares foram Chapad&atilde;o do C&eacute;u, Jata&iacute;,  Maril&acirc;ndia, Mineiros, Rio Verde e Santa Helena de Goi&aacute;s (<a href="#tab01">Tabela  1</a> e <a href="#tab02">2</a>, <a href="#fig02">Figura 2</a>).</font></P>    <P><a name="tab01"></a></P>    <P>&nbsp;</P>    <P align="center"><img src="/img/revistas/cic/v63n3/a13tab01.jpg"></P>    <P>&nbsp;</P>    <P><a name="tab02"></a></P>    <P>&nbsp;</P>    ]]></body>
<body><![CDATA[<P align="center"><img src="/img/revistas/cic/v63n3/a13tab02.jpg"></P>    <P>&nbsp;</P>    <P><a name="fig02"></a></P>    <P>&nbsp;</P>    <P align="center"><img src="/img/revistas/cic/v63n3/a13fig02.jpg"></P>    <P>&nbsp;</P>    <P><font size="3">O  munic&iacute;pio de Jata&iacute; est&aacute; localizado no sudoeste do estado  de Goi&aacute;s, entre os paralelos 17º16’13'’S a 18º32’05'’S e os meridianos  51º09’01"W a 52º18’10'’W, com altitude variando de 500 a 1000 m.</font></P>    <P><font size="3">Segundo  o censo agropecu&aacute;rio de 2006, do IBGE (1), o munic&iacute;pio apresentava  216.114 ha cultivadas com lavouras tempor&aacute;rias; nesse mesmo ano, a produ&ccedil;&atilde;o  de cana era da ordem de 49.858 toneladas enquanto para soja e milho foi de 536.649  e 570.183 ton respectivamente. Portanto, a cana era plantada em uma &aacute;rea  aproximadamente 10 a 12 vezes menor que a &aacute;rea cultivada com a soja e milho  no munic&iacute;pio. Quanto ao n&uacute;mero de cabe&ccedil;as de rebanho bovino  entre os anos de 2005 a 2009, o munic&iacute;pio apresentou uma leve diminui&ccedil;&atilde;o,  de aproximadamente 15 mil cabe&ccedil;as. Com a expans&atilde;o da cana, espera&#45;se  uma maior press&atilde;o pelo uso das &aacute;reas de pastagens, principalmente  as degradadas, por agregar maior valor (<a href="#tab03">Tabela 3</a>).</font></P>    <P><a name="tab03"></a></P>    <P>&nbsp;</P>    ]]></body>
<body><![CDATA[<P align="center"><img src="/img/revistas/cic/v63n3/a13tab03.jpg"></P>    <P>&nbsp;</P>    <P><font size="3">A  cultura da cana&#45;de&#45;a&ccedil;&uacute;car se destaca devido seu alto rendimento  e por ser uma planta mais resistente a doen&ccedil;as e pragas comparado com a  cultura da soja e do milho. Na <a href="#tab04">Tabela 4</a>, seguem os valores  correspondentes para as culturas da cana&#45;de&#45;a&ccedil;&uacute;car, soja  e milho no ano de 2009, quanto &agrave; &aacute;rea cultivada, valor de produ&ccedil;&atilde;o  e a produtividade m&eacute;dia (<a href="#fig03">Figura 3</a>).</font></P>    <P><a name="tab04"></a></P>    <P>&nbsp;</P>    <P align="center"><img src="/img/revistas/cic/v63n3/a13tab04.jpg"></P>    <P>&nbsp;</P>    <P><a name="fig03"></a></P>    <P>&nbsp;</P>    <P align="center"><img src="/img/revistas/cic/v63n3/a13fig03.jpg"></P>    ]]></body>
<body><![CDATA[<P>&nbsp;</P>    <P><font size="3">Segundo  o RadamBrasil (10), os solos do munic&iacute;pio de Jata&iacute; s&atilde;o agrupados  em 12 classes predominantes: AQd4, HGPd4, HGPe1, LEa5, LEd1, LEd10, LEd2, LEd8,  LRd6, PE9, Rd9, TRe8. Das 12 classes de solos, destacamos as classes AQd4, LEd10,  LEd1, LRd1, LEa6, TRe8, as quais apresentam faixas expressivas de cultivo da cana&#45;de&#45;a&ccedil;&uacute;car.</font></P>    <P><font size="3">Segundo  dados do Inpe/Canasat (11), o munic&iacute;pio de Jata&iacute;, na safra 2008/2009  contabilizava uma &aacute;rea de 268 ha em expans&atilde;o; na safra 2009/2010  a &aacute;rea de expans&atilde;o era de 3.836 ha, totalizando 4.096 ha de &aacute;rea  plantada com cana&#45;de&#45;a&ccedil;&uacute;car. J&aacute; pelos dados do IBGE/Sidra  (2010), no ano de 2009 o munic&iacute;pio produziu 665.000 toneladas de cana numa  &aacute;rea de 7.000 ha. Na &uacute;ltima safra (2010/2011) esteve com uma &aacute;rea  cultivada de 11.317 hectares, destes, 4.254 hectares j&aacute; s&atilde;o de cana&#45;soca  e 7.055 hectares em expans&atilde;o. Dados obtidos junto ao Sifaeg (2010) (12)  indica uma &aacute;rea de 15.856,23 ha, nessa mesma safra, ou seja, um aumento  de 4.539,23 ha de &aacute;rea cultivada com cana se comparada com os dados fornecidos  pelo IBGE.</font></P>    <P><font size="3">Segundo Sifaeg (2011), todo o estado ter&aacute;  mais uma safra recorde de cana&#45;de&#45;a&ccedil;&uacute;car, que passar&aacute;  de 20,8 milh&otilde;es de toneladas de cana mo&iacute;da em 2007/2008 para 33,1  milh&otilde;es de toneladas na safra deste ano. As usinas que operam no estado  devem produzir 2,12 bilh&otilde;es de litros de &aacute;lcool na safra atual,  um crescimento de 78% sobre o que foi registrado na &uacute;ltima safra, quando  foram produzidos 1,19 bilh&atilde;o de litros de &aacute;lcool. J&aacute; a produ&ccedil;&atilde;o  goiana de a&ccedil;&uacute;car deve saltar de 942 mil toneladas para 1,47 milh&atilde;o  de toneladas, um crescimento de 56,3% na safra 2011/2012.</font></P>    <P><font size="3"><b>CEN&Aacute;RIO  FUTURO</b> As estat&iacute;sticas apontam para uma r&aacute;pida expans&atilde;o  de &aacute;rea plantada com cana&#45;de&#45;a&ccedil;&uacute;car no estado e principalmente  na microrregi&atilde;o sudoeste de Goi&aacute;s; crescimento tanto da &aacute;rea  plantada como da produtividade, por ter na regi&atilde;o solos (corrigidos, portanto  f&eacute;rteis e produtivos, boa topografia) e clima altamente favor&aacute;veis  ao cultivo dessa gram&iacute;nea. Esta recente expans&atilde;o da cultura da cana&#45;de&#45;a&ccedil;&uacute;car  no sudoeste de Goi&aacute;s assusta muito os investidores da cadeia carne/gr&atilde;os  pelo risco de perder espa&ccedil;o para essa nova monocultura, o que se reflete  projeto de lei aprovado no munic&iacute;pio de Jata&iacute;, o qual restringe  a &aacute;rea m&aacute;xima permitida de plantio da cultura.</font></P>    <P>&nbsp;</P>    <P><font size="3"><i><b>&Iacute;ria  Oliveira Franco</b> &eacute; bi&oacute;loga e mestranda em geografia pela Universidade  Federal de Goi&aacute;s (UFG) &#150; campus Jata&iacute; Goi&aacute;s. Email:</i><a href="mailto:iria_biologa@ymail.com">iria_biologa@ymail.com</a>.</font></P>    <P><font size="3"><i><b>Hildeu  Ferreira da Assun&ccedil;&atilde;o</b> &eacute; engenheiro agr&ocirc;nomo, professor  doutor do Departamento de Geografia da UFG &#150; campus Jata&iacute; Goi&aacute;s.  Email: </i><a href="mailto:hildeu@yahoo.com.br">hildeu@yahoo.com.br</a>.</font></P>    <P>&nbsp;</P>    <P><font size="3"><b>REFER&Ecirc;NCIAS  BIBLIOGR&Aacute;FICAS</b></font></P>    ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><P><font size="3">1. Brasil &#151; IBGE &#45;  Instituto Brasileiro de Geografia e Estat&iacute;stica. Censo Agropecu&aacute;rio  (2006); Pesquisa Agr&iacute;cola Municipal (PAM &#151; 2009). Dispon&iacute;vel  em: <a href="http://www.ibge.gov.br" target="_blank">http://www.ibge.gov.br</a>  Acesso em: dez/2010.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=064666&pid=S0009-6725201100030001300001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></P>    <!-- ref --><P><font size="3">2. Brasil &#151; Conab &#151;  Companhia Nacional de Abastecimento. Dispon&iacute;vel em: <a href="http://www.conab.gov.br " target="_blank">http://www.conab.gov.br  </a>Acesso em: 12/ago/2010.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=064668&pid=S0009-6725201100030001300002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></P>    <!-- ref --><P><font size="3">3. Rossetto, R.; Dias,  F. L. F; Vitti, A. C. <I>Manuten&ccedil;&atilde;o da fertilidade e recupera&ccedil;&atilde;o  dos solos na cultura da cana&#45;de&#45;a&ccedil;&uacute;car</I>. Apta &#151;  Polo Regional Centro Sul, Piracicaba &#150; Programa Cana&#45;de&#45;a&ccedil;&uacute;car  do IAC, 2008, 38 p.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=064670&pid=S0009-6725201100030001300003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></P>    <!-- ref --><P><font size="3">4. Castillo, R. Agroneg&oacute;cio  e log&iacute;stica em &aacute;reas de Cerrado: express&atilde;o da agricultura  cient&iacute;fica globalizada. <I>Revista Anpege</I>. v.3, p.33 a 43, 2007.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=064672&pid=S0009-6725201100030001300004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></P>    <!-- ref --><P><font size="3">5.  Carrijo, E. L. O. "A expans&atilde;o da fronteira agr&iacute;cola no estado de  Goi&aacute;s &#150; setor sucroalcooleiro". 2008. Disserta&ccedil;&atilde;o (mestrado  em geografia). UFG, Goi&acirc;nia, GO, 2008.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=064674&pid=S0009-6725201100030001300005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></P>    ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><P><font size="3">6. Novaes,  A. S. S., Amaral Filho, Z. P. do, Vieira, P. C., Fraga, A. G. C. "Pedologia: levantamento  explorat&oacute;rio de solos". In: <I>Projeto RadamBrasil: levantamento de recursos  naturais</I>, Rio de Janeiro, v. 31, p. 413 &#150; 425, 1983.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=064676&pid=S0009-6725201100030001300006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></P>    <!-- ref --><P><font size="3">7.  Lopes, A. S. <I>Solos sob "Cerrado": caracter&iacute;sticas, propriedades e manejo.</I>  2ºed. Piracicaba: Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira para Pesquisa da Potassa  e do Fosfato, 1984. p. 3&#45;11.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=064678&pid=S0009-6725201100030001300007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></P>    <!-- ref --><P><font size="3">8. Macedo, J. "Os  solos da regi&atilde;o dos Cerrados". In: Alvarez, V. H. et al<I>. O solo nos  grandes dom&iacute;nios morfoclim&aacute;ticos do Brasil e o desenvolvimento sustentado</I>.  Vi&ccedil;osa: UFV. p. 135&#45;155, 1996.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=064680&pid=S0009-6725201100030001300008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></P>    <!-- ref --><P><font size="3">9. Prado,  H. "Ambientes de produ&ccedil;&atilde;o de cana&#45;de&#45;a&ccedil;&uacute;car  na regi&atilde;o centro&#45;sul do Brasil". <I>Informa&ccedil;&otilde;es Agron&ocirc;micas</I>  &#151; encarte vol. 110 &#150; Junho/2005, p. 12&#45;    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=064682&pid=S0009-6725201100030001300009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref -->17.</font></P>    <!-- ref --><P><font size="3">10.  Brasil &#151; <I>Projeto RadamBrasil: levantamento de recursos naturais</I>, Folha  SE. 22 Goi&acirc;nia, vol. 31, Rio de Janeiro, v. 31, 1983, 764 p.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=064684&pid=S0009-6725201100030001300010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></P>    ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><P><font size="3">11.  Brasil &#151; Inpe/Canasat &#151; Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais. Dispon&iacute;vel  em: <I><a href="http://www.dsr.inpe.br/canasat" target="_blank">www.dsr.inpe.br/canasat</a></I>.  Acesso em: dez/2010.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=064686&pid=S0009-6725201100030001300011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></P>    <!-- ref --><P><font size="3">12. Sifaeg &#151; Sindicato da  Ind&uacute;stria de Fabrica&ccedil;&atilde;o de &Aacute;lcool do Estado de Goi&aacute;s.  2010/2011. Dispon&iacute;vel em: <a href="http://www.sifaeg.com.br/index.html" target="_blank">http://www.sifaeg.com.br/index.html</a>.  Acesso em: dez/2010; 18/mai/2011.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=064688&pid=S0009-6725201100030001300012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></P>      ]]></body>
<back>
<ref-list>
<ref id="B1">
<label>1</label><nlm-citation citation-type="">
<collab>Brasil^dIBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística</collab>
<source><![CDATA[Censo Agropecuário (2006): Pesquisa Agrícola Municipal (PAM - 2009)]]></source>
<year>dez/</year>
<month>20</month>
<day>10</day>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B2">
<label>2</label><nlm-citation citation-type="">
<collab>Brasil^dConab - Companhia Nacional de Abastecimento</collab>
<source><![CDATA[]]></source>
<year></year>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B3">
<label>3</label><nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Rossetto]]></surname>
<given-names><![CDATA[R.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Dias]]></surname>
<given-names><![CDATA[F. L. F]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Vitti]]></surname>
<given-names><![CDATA[A. C.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Manutenção da fertilidade e recuperação dos solos na cultura da cana-de-açúcar]]></source>
<year>2008</year>
<publisher-name><![CDATA[Apta - Polo Regional Centro Sul, Piracicaba - Programa Cana-de-açúcar do IAC]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B4">
<label>4</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Castillo]]></surname>
<given-names><![CDATA[R.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Agronegócio e logística em áreas de Cerrado: expressão da agricultura científica globalizada]]></article-title>
<source><![CDATA[Revista Anpege]]></source>
<year>2007</year>
<volume>3</volume>
<page-range>33 a 43</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B5">
<label>5</label><nlm-citation citation-type="">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Carrijo]]></surname>
<given-names><![CDATA[E. L. O.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[A expansão da fronteira agrícola no estado de Goiás: setor sucroalcooleiro]]></source>
<year>2008</year>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B6">
<label>6</label><nlm-citation citation-type="">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Novaes]]></surname>
<given-names><![CDATA[A. S. S.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Amaral Filho]]></surname>
<given-names><![CDATA[Z. P. do]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Vieira]]></surname>
<given-names><![CDATA[P. C.]]></given-names>
</name>
<name>
<surname><![CDATA[Fraga]]></surname>
<given-names><![CDATA[A. G. C.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Pedologia: levantamento exploratório de solos]]></article-title>
<source><![CDATA[Projeto RadamBrasil: levantamento de recursos naturais]]></source>
<year>1983</year>
<volume>31</volume>
<page-range>413 - 425</page-range><publisher-loc><![CDATA[^eRio de Janeiro Rio de Janeiro]]></publisher-loc>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B7">
<label>7</label><nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Lopes]]></surname>
<given-names><![CDATA[A. S.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[Solos sob "Cerrado": características, propriedades e manejo]]></source>
<year>1984</year>
<edition>2</edition>
<page-range>3-11</page-range><publisher-loc><![CDATA[Piracicaba ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[Associação Brasileira para Pesquisa da Potassa e do Fosfato]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B8">
<label>8</label><nlm-citation citation-type="book">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Macedo]]></surname>
<given-names><![CDATA[J.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Os solos da região dos Cerrados]]></article-title>
<person-group person-group-type="editor">
<name>
<surname><![CDATA[Alvarez]]></surname>
<given-names><![CDATA[V. H]]></given-names>
</name>
</person-group>
<source><![CDATA[O solo nos grandes domínios morfoclimáticos do Brasil e o desenvolvimento sustentado]]></source>
<year>1996</year>
<page-range>135-155</page-range><publisher-loc><![CDATA[Viçosa ]]></publisher-loc>
<publisher-name><![CDATA[UFV]]></publisher-name>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B9">
<label>9</label><nlm-citation citation-type="journal">
<person-group person-group-type="author">
<name>
<surname><![CDATA[Prado]]></surname>
<given-names><![CDATA[H.]]></given-names>
</name>
</person-group>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Ambientes de produção de cana-de-açúcar na região centro-sul do Brasil]]></article-title>
<source><![CDATA[Informações Agronômicas]]></source>
<year>Junh</year>
<month>o/</month>
<day>20</day>
<volume>110</volume>
<page-range>12-17</page-range></nlm-citation>
</ref>
<ref id="B10">
<label>10</label><nlm-citation citation-type="journal">
<collab>Brasil</collab>
<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Projeto RadamBrasil: levantamento de recursos naturais]]></article-title>
<source><![CDATA[Folha SE]]></source>
<year>1983</year>
<volume>31</volume><volume>31</volume>
<publisher-loc><![CDATA[GoiâniaRio de Janeiro ]]></publisher-loc>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B11">
<label>11</label><nlm-citation citation-type="">
<collab>Brasil^dInpe/Canasat - Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais</collab>
<source><![CDATA[]]></source>
<year></year>
</nlm-citation>
</ref>
<ref id="B12">
<label>12</label><nlm-citation citation-type="">
<collab>Sifaeg - Sindicato da Indústria de Fabricação de Álcool do Estado de Goiás</collab>
<source><![CDATA[]]></source>
<year>2010</year>
<month>/2</month>
<day>01</day>
</nlm-citation>
</ref>
</ref-list>
</back>
</article>
