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</front><body><![CDATA[ <p align="center"><img src="/img/revistas/cic/v63n3/a10cerradoart.jpg"></P>     <p>&nbsp;</P>     <P><font size=5><b>A oferta ambiental    do Cerrado e seu uso</b></font></P>     <P><font size="3">Sueli Matiko Sano</font></P>     <P>&nbsp;</P>     <p><font size=5><b>N</b></font><font size="3">a alta heterogeneidade ambiental do bioma Cerrado diversos seres coexistem no espa&ccedil;o de cerca de 200 milh&otilde;es de hectares de extens&atilde;o. &Agrave; medida que uma esp&eacute;cie come&ccedil;a a expandir o seu territ&oacute;rio, outras tendem &agrave; extin&ccedil;&atilde;o se n&atilde;o houver local adequado com alimento, &aacute;gua ou abrigo para os animais se reproduzirem ou &aacute;gua, luz e nutriente para os vegetais. Al&eacute;m de superar as limita&ccedil;&otilde;es e competir pelo recurso mais escasso, a domin&acirc;ncia ou o tamanho da popula&ccedil;&atilde;o &eacute; em parte resultado do seu poder de agress&atilde;o. A esp&eacute;cie humana vem ocupando &aacute;reas extensas no Cerrado, modificando ambientes para seu usufruto, introduzindo esp&eacute;cies e expulsando outras.</font></P>     <p><font size="3"><b>O AMBIENTE</b> Um mosaico de forma&ccedil;&otilde;es florestais, sav&acirc;nicas e campestres resultantes da intera&ccedil;&atilde;o com clima, solo e relevo, dificultam um consenso sobre o limite e extens&atilde;o do Cerrado. Essa quest&atilde;o pode ter impacto local forte no uso da terra nas &aacute;reas de transi&ccedil;&atilde;o com a Amaz&ocirc;nia, devido a diferen&ccedil;as na propor&ccedil;&atilde;o de reservas legais, a serem alocadas nas propriedades, que t&ecirc;m a fun&ccedil;&atilde;o de manter o equil&iacute;brio do ecossistema. </font></P>     <p><font size="3">A vegeta&ccedil;&atilde;o expressa o tipo de solo de onde retira os nutrientes, levando&#45;se em considera&ccedil;&atilde;o a posi&ccedil;&atilde;o topogr&aacute;fica e len&ccedil;ol fre&aacute;tico. As forma&ccedil;&otilde;es florestais s&atilde;o vis&iacute;veis em solos mais f&eacute;rteis ou com disponibilidade de &aacute;gua. Afloramentos rochosos ou solos ricos em ferro e magn&eacute;sio com cobertura de mata s&atilde;o encontrados entre os solos intemperizados, &aacute;cidos, pobres em nutrientes como f&oacute;sforo, pot&aacute;ssio, c&aacute;lcio, magn&eacute;sio, contendo alum&iacute;nio e micronutrientes com forma&ccedil;&otilde;es sav&acirc;nicas de cerrado ou campo. Sob a&ccedil;&atilde;o de cerca de 1500 mm de chuva por ano, concentrados em seis meses, os latossolos mant&ecirc;m os recursos h&iacute;dricos da bacia do rio S&atilde;o Francisco que percorre uma das regi&otilde;es secas do sert&atilde;o. </font></P>     <p><font size="3">As extensas &aacute;reas de relevos planos dos planaltos s&atilde;o as &aacute;reas que captam &aacute;gua da chuva e abastecem vagarosamente os rios. A &aacute;gua do Cerrado vem com as chuvas que iniciam na primavera e continuam por todo ver&atilde;o at&eacute; o outono, quando a falta de chuva e baixa umidade relativa do ar anunciam o inverno de temperatura amena; caracterizando&#45;se como clima tropical &uacute;mido (Aw). Eventuais per&iacute;odos curtos sem chuva no ver&atilde;o trazem riscos na produ&ccedil;&atilde;o agr&iacute;cola, assim como a chuva no meio do inverno quebra a rotina dos viventes, alterando os eventos de emiss&atilde;o das folhas e sua queda, flora&ccedil;&atilde;o e crescimento de frutos. A varia&ccedil;&atilde;o da pluviometria resulta das massas de ar que v&ecirc;m dos oceanos trazendo umidade para o continente (1). </font></P>     <p><font size="3">No livro <I>Cerrado: ecologia e flora </I>(2) est&atilde;o apresentadas as caracter&iacute;sticas, descri&ccedil;&atilde;o das fisionomias e a riqueza de esp&eacute;cies vegetais do Cerrado. No ordenamento territorial no Cerrado (3) verifica&#45;se a&ccedil;&otilde;es em andamento para cria&ccedil;&atilde;o de reservas extrativistas, uma alternativa para a sobreviv&ecirc;ncia da sociobiodiversidade e de uso mais sustent&aacute;vel do que a monocultura que se expandiu a partir de 1970.</font></P>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="3"><b>A EXPANS&Atilde;O AGROPECU&Aacute;RIA</b> A mudan&ccedil;a da capital brasileira para o centro do pa&iacute;s, no cora&ccedil;&atilde;o do Cerrado, deu in&iacute;cio ao processo para expans&atilde;o da fronteira agr&iacute;cola no Centro&#45;0este. Programas governamentais como o Programa de Desenvolvimento dos Cerrados (Polocentro) criado em 1975, seguidos pelo Programa de Coopera&ccedil;&atilde;o Nipo&#45;Brasileira para Desenvolvimento dos Cerrados (Prodecer) iniciado em 1979, impulsionaram a explora&ccedil;&atilde;o agropecu&aacute;ria empresarial com cr&eacute;dito altamente subsidiado (4) voltada para a produ&ccedil;&atilde;o de gr&atilde;os, principalmente milho, soja e trigo. A execu&ccedil;&atilde;o vem sendo coordenada pela Companhia de Promo&ccedil;&atilde;o Agr&iacute;cola (Campo) empresa binacional com participa&ccedil;&atilde;o do governo japon&ecirc;s que promove sele&ccedil;&atilde;o dos agricultores, assist&ecirc;ncia t&eacute;cnica &agrave;s cooperativas participantes e fornecimento de equipamentos de produ&ccedil;&atilde;o aos assentados do Prodecer. A primeira fase foi executada com sucesso em Minas Gerais, mas a segunda iniciada em 1985, com maior &aacute;rea de abrang&ecirc;ncia no total de 200 mil ha nos estados de Bahia, Goi&aacute;s, Mato Grosso, Mato Grosso de Sul e Minas Gerais, ainda carrega endividamentos causados pelos altos juros dos financiamentos, e v&aacute;rios planos econ&ocirc;micos governamentais (5).</font></P>     <P><font size="3">A alta tecnologia no campo aumentou a oferta de m&atilde;o&#45;de&#45;obra na cidade e mercado consumidor. A implanta&ccedil;&atilde;o de infraestrutura e a instala&ccedil;&atilde;o de unidades agroindustriais pr&oacute;ximas &agrave;s &aacute;reas produtoras como os complexos de carne de frango e su&iacute;no, e da soja na regi&atilde;o goiana de Rio Verde, mudou o cen&aacute;rio do Centro&#45;Oeste. O lado positivo desse processo foi a gera&ccedil;&atilde;o de emprego para a popula&ccedil;&atilde;o urbana, pois induziu a instala&ccedil;&atilde;o de ind&uacute;strias de insumos, m&aacute;quinas, embalagens e o setor de servi&ccedil;os. Al&eacute;m disso, aumentou a produ&ccedil;&atilde;o de feij&atilde;o, caf&eacute;, algod&atilde;o, arroz, frutas e oler&iacute;colas para abastecer as cidades. </font></P>     <p><font size="3">A mudan&ccedil;a da paisagem natural do centro brasileiro teve contribui&ccedil;&atilde;o do Centro de Pesquisa Agropecu&aacute;ria dos Cerrados (CPAC), unidade da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecu&aacute;ria (Embrapa), vinculado ao Minist&eacute;rio da Agricultura, Pecu&aacute;ria e Abastecimento. Foi criado em 1975 com o objetivo de realizar pesquisa sobre o Cerrado, enfocando tr&ecirc;s temas principais: avalia&ccedil;&atilde;o dos recursos naturais (solo, clima e vegeta&ccedil;&atilde;o), supera&ccedil;&atilde;o dos fatores limitantes para a atividade agr&iacute;cola (acidez e baixa fertilidade do solo, defici&ecirc;ncia h&iacute;drica) e desenvolvimento de sistemas agropecu&aacute;rios (pecu&aacute;ria, produ&ccedil;&atilde;o de gr&atilde;os e fruticultura). Os interc&acirc;mbios entre pesquisadores de institui&ccedil;&otilde;es de pesquisa e universidades nacionais e internacionais subsidiaram o avan&ccedil;o dos conhecimentos e tecnologias, adotados de imediato pelos agricultores organizados, o quetransformou o Cerrado em um grande celeiro, em poucas d&eacute;cadas.</font></P>     <p><font size="3">Algumas das principais tecnologias (6) s&atilde;o: uso da calagem para reduzir a acidez do solo, fertilizantes para produ&ccedil;&atilde;o de gr&atilde;os, gessagem para carrear nutrientes em profundidade favorecendo o crescimento de ra&iacute;zes e aumentando a resist&ecirc;ncia &agrave; defici&ecirc;ncia h&iacute;drica, assim como a inocula&ccedil;&atilde;o de riz&oacute;bio que fixa o nitrog&ecirc;nio atmosf&eacute;rico dispensando a aduba&ccedil;&atilde;o qu&iacute;mica nitrogenada na produ&ccedil;&atilde;o de soja. Esta &uacute;ltima &eacute; uma vantagem competitiva na produ&ccedil;&atilde;o de gr&atilde;os devido &agrave; economia na aquisi&ccedil;&atilde;o de adubo, e pode ser sucedido por outra safra de ciclo curto. </font></P>     <p><font size="3">A produ&ccedil;&atilde;o de gr&atilde;os e a bovinocultura ocupam a maior &aacute;rea do Cerrado transformada pela esp&eacute;cie humana. A produ&ccedil;&atilde;o de gr&atilde;os &eacute; baseada no uso de insumos, fertilizantes, herbicidas e fungicidas aplicados nos planaltos e que s&atilde;o exportados na forma de soja, farelo de soja e milho. Para alimentar o gado bovino, capins de origem africana t&ecirc;m ocupado vastos espa&ccedil;os cerradenses. Mais recentemente a renova&ccedil;&atilde;o de pastagens com a produ&ccedil;&atilde;o de gr&atilde;os tem aumentado a produtividade e o ganho dos agricultores, aumentando a efici&ecirc;ncia do uso das &aacute;reas j&aacute; ocupadas. </font></P>     <p><font size="3">Na medida em que a atividade agropecu&aacute;ria ou silvicultural substitui a paisagem natural, os conhecimentos e a cultura local, junto com os seus povos, s&atilde;o transformados ou esprimidos. Por&eacute;m, ainda existem os resilientes, aqueles que s&atilde;o capazes de suportar a press&atilde;o, superar e se renovar. Dentre as esp&eacute;cies do Cerrado, por exemplo, pequi e cagaita rebrotam nas pastagens mais antigas, &aacute;reas onde a ara&ccedil;&atilde;o do solo n&atilde;o &eacute; intensa como a de produ&ccedil;&atilde;o de gr&atilde;os. Nas &aacute;reas de ocupa&ccedil;&atilde;o empresarial, a integra&ccedil;&atilde;o lavoura&#45;pecu&aacute;ria e, brevemente, a silvicultura como oportunidade e op&ccedil;&atilde;o de renda, est&aacute; cada vez mais definindo o territ&oacute;rio para a riqueza humana, gerada pela tecnologia. Mas, a cultura e a diversidade s&atilde;o outras riquezas do Cerrado.</font></P>     <p><font size="3"><b>REOCUPA&Ccedil;&Atilde;O DOS ESPA&Ccedil;OS</b> As marcas ambientais da ocupa&ccedil;&atilde;o humana, como a retirada da cobertura vegetal original, alterou a infiltra&ccedil;&atilde;o da &aacute;gua pluvial nos planaltos e o abastecimento dos len&ccedil;&oacute;is fre&aacute;ticos, diminuindo o fluxo de &aacute;gua para os rios. S&atilde;o muitas as nascentes que j&aacute; secaram nos dom&iacute;nios do Cerrado, como est&aacute; registrado pelos v&aacute;rios depoimentos de popula&ccedil;&otilde;es (7) que ficaram espremidas pela ocupa&ccedil;&atilde;o de monoculturas densas e extensas de eucalipto no norte mineiro (8). Essa popula&ccedil;&atilde;o lutou pelo direito de receber suas terras de volta e, atrav&eacute;s do Incra, ATER, em conjunto com o Minist&eacute;rio do Meio Ambiente, h&aacute; expectativa de reativar os meios de vida integrando a atividade humana com o ambiente do Cerrado. Das &aacute;reas impr&oacute;prias para cultivo onde ainda persiste vegeta&ccedil;&atilde;o natural podem&#45;se obter as sementes para a revegeta&ccedil;&atilde;o de &aacute;reas desmatadas indevidamente e renovar o uso de produtos do Cerrado. </font></P>     <p><font size="3">O uso de plantas na medicina popular (9) e o manejo de algumas esp&eacute;cies frut&iacute;feras (10) est&atilde;o registrados em livros, abrindo oportunidade e espa&ccedil;o para meios de vida mais sustent&aacute;veis e para explora&ccedil;&atilde;o dos conhecimentos locais para conviver com a diversidade. Conhecimentos cient&iacute;ficos (11) para diminuir impactos da agricultura sobre o ciclo hidrol&oacute;gico, tornar efetiva a participa&ccedil;&atilde;o do Cerrado em &aacute;rea de redu&ccedil;&atilde;o da emiss&atilde;o de gases de efeito estufa com plantio de esp&eacute;cies arb&oacute;reas s&atilde;o algumas das a&ccedil;&otilde;es imediatas para melhorar a qualidade de vida. A transforma&ccedil;&atilde;o das &aacute;reas de uso alternativo em ambientes saud&aacute;veis &eacute; um desafio n&atilde;o s&oacute; do governo, mas da consci&ecirc;ncia e educa&ccedil;&atilde;o da popula&ccedil;&atilde;o.</font></P>     <p>&nbsp;</P>     <p><font size="3"><i><b>Sueli Matiko Sano</b> &eacute; bi&oacute;loga, doutora em ecologia, pesquisadora da Embrapa Cerrados na &aacute;rea de recursos naturais.</i></font></P>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</P>     <P><font size="3"><b>REFER&Ecirc;NCIAS BIBLIOGR&Aacute;FICAS</b></font></P>     <!-- ref --><p><font size="3">1. Silva, F. A. M. da; Assad, E. D.; Evangelista, B. A. "Caracteriza&ccedil;&atilde;o clim&aacute;tica do bioma Cerrado". In: <I>Cerrado: ecologia e flora</I>. Bras&iacute;lia: Embrapa, pp 71&#45;88. 2008.    </font></P>     <!-- ref --><p><font size="3">2. Sano, S. M.; Almeida, S. P. de; Ribeiro, J. F. (Ed.). <I>Cerrado: ecologia e flora.</I> Bras&iacute;lia: Embrapa Informa&ccedil;&atilde;o Tecnol&oacute;gica: Planaltina: Embrapa Cerrados, 2008.    </font></P>     <!-- ref --><p><font size="3">3. Silva, C.E.M. <I>Desenvolvimento e meio ambiente</I>, 19, p.89&#45;109. 2009.    </font></P>     <!-- ref --><p><font size="3">4.  Muller, C.C. "Pol&iacute;ticas governamentais e expans&atilde;o recente da agropecu&aacute;ria no Centro&#45;Oeste". In: <I>Planejamento e pol&iacute;ticas p&uacute;blicas</I>. Bras&iacute;lia: IPEA, 3, pp 45&#45;74. 1990.    </font></P>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="3">5.  Mizumoto, C. N.; Cruz, J. C. A. S. da; Ogura, Y. Prodecer. In: <I>O Cerrado e o seu brilho</I>. S&atilde;o Paulo: Caramuru, p.138&#45;213. 2009.    </font></P>     <!-- ref --><p><font size="3">6.  Sousa, D. M. G. de; Lobato, E. (Ed.).<I>Cerrado: corre&ccedil;&atilde;o do solo e aduba&ccedil;&atilde;o.</I> Planaltina: Embrapa Cerrados, 416 p. 2004.    </font></P>     <!-- ref --><p><font size="3">7.  Silva, C.E.M. "Desenvolvimento e sustentabilidade no Cerrado: o caso do sert&atilde;o norte&#45;mineiro". In: <I>Cerrado e desenvolvimento: tradi&ccedil;&atilde;o e atualidade.</I> Montes Claros: Centro de Agricultura Alternativa do Norte de Minas; &#91;Goi&acirc;nia&#93;: Rede Cerrado de Organiza&ccedil;&otilde;es N&atilde;o Governamentais, p.273&#45;309. 2000.    </font></P>     <!-- ref --><p><font size="3">8.  Ribeiro, E.M. <I>Hist&oacute;rias dos gerais</I>. Belo Horizonte: UFMG, 329p. 2010.    </font></P>     <!-- ref --><p><font size="3">9.  Articula&ccedil;&atilde;o Pacari. <I>Farmacop&eacute;ia popular do Cerrado</I>. Goi&aacute;s. 347p. 2009.    </font></P>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="3">10.  Bensusan, N. <I>Unindo sonhos: pesquisas ecossociais no Cerrado</I>. Bras&iacute;lia: Instituto Internacional de Educa&ccedil;&atilde;o do Brasil. 328p. 2009.    </font></P>     <!-- ref --><p><font size="3">11.  Parron et al. <I>Cerrado: desafios e oportunidades para o desenvolvimento sustent&aacute;vel</I>. Planaltina: Embrapa Cerrados. 464p. 2008.    </font></P>      ]]></body><back>
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