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</front><body><![CDATA[ <p align="center"><img src="/img/revistas/cic/v64n2/artigos_aborto.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size=5><b>Direitos sexuais e reprodutivos das mulheres no Brasil: conquistas recentes e desafios prementes</b></font></p>     <p><font size="3">Jos&eacute; Gomes Tempor&atilde;o</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size=5><b>O</b></font><font size="3"><B> Programa de Assist&ecirc;ncia Integral &agrave; Sa&uacute;de da Mulher </B>foi criado em 1983 no contexto da redemocratiza&ccedil;&atilde;o do pa&iacute;s e na esteira da Confer&ecirc;ncia de Alma-Ata (1978), que definiu as bases da aten&ccedil;&atilde;o prim&aacute;ria em sa&uacute;de. Os movimentos sociais e os movimentos de mulheres, principalmente o movimento feminista, influenciaram a constru&ccedil;&atilde;o do programa (1).</font></p>     <p><font size="3">Paralelamente, no &acirc;mbito do Movimento Sanit&aacute;rio, se concebia o arcabou&ccedil;o conceitual que embasaria a formula&ccedil;&atilde;o do SUS. A implementa&ccedil;&atilde;o do Programa nos anos 1990 foi influenciada pelas caracter&iacute;sticas dessa nova pol&iacute;tica de sa&uacute;de e norteada pelos princ&iacute;pios da integralidade e da equidade da aten&ccedil;&atilde;o.</font></p>     <p><font size="3">Em 2004, o programa foi transformado na <B>Pol&iacute;tica Nacional de Aten&ccedil;&atilde;o Integral &agrave; Sa&uacute;de da Mulher</B>. O intuito da pol&iacute;tica &eacute; promover a melhoria das condi&ccedil;&otilde;es de vida e sa&uacute;de das mulheres por meio da: (i) garantia de direitos; e (ii) amplia&ccedil;&atilde;o do acesso aos meios e servi&ccedil;os de promo&ccedil;&atilde;o, preven&ccedil;&atilde;o, assist&ecirc;ncia e recupera&ccedil;&atilde;o da sa&uacute;de. </font></p>     <p><font size="3">Este artigo vai apresentar os principais avan&ccedil;os na &aacute;rea dos direitos sexuais e direitos reprodutivos alcan&ccedil;ados na &uacute;ltima d&eacute;cada e destacar que, apesar das conquistas de cidadania verificadas nesse per&iacute;odo, a agenda p&uacute;blica nessa &aacute;rea necessita romper preconceitos arraigados em alguns setores da sociedade para que possamos vislumbrar, a curto prazo, melhores indicadores de morbimortalidade da mulher brasileira.</font></p>     <p><font size="3"><B>PLANEJAMENTO REPRODUTIVO NO &Acirc;MBITO DA ATEN&Ccedil;&Atilde;O INTEGRAL </B> A amplia&ccedil;&atilde;o do acesso pelas mulheres aos m&eacute;todos contraceptivos representa indicador importante para avaliar a aten&ccedil;&atilde;o &agrave; sa&uacute;de da mulher. Em 2006, 99% das mulheres que participaram da Pesquisa Nacional sobre Demografia e Sa&uacute;de (PNDS)(2) afirmaram conhecer ou ter ouvido falar de algum m&eacute;todo contraceptivo. A preval&ecirc;ncia de uso de m&eacute;todos chega a alcan&ccedil;ar 55% j&aacute; nas primeiras idades (15-19 anos). Mais de 90% das mulheres unidas em todas as idades j&aacute; praticaram algum tipo de anticoncep&ccedil;&atilde;o, especialmente pelo uso de m&eacute;todos modernos de alta efic&aacute;cia (p&iacute;lula, injet&aacute;veis, preservativo, entre outros). Em rela&ccedil;&atilde;o ao uso de preservativos, a Pesquisa Nacional de Comportamentos e Atitudes (3) (PCAP), de 2008, revelaram que 57,6% das mulheres em idade f&eacute;rtil afirmaram ter utilizado o preservativo na primeira rela&ccedil;&atilde;o sexual. Em 2004, esse n&uacute;mero era de 54,3%.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="3">O n&uacute;mero de atendimentos cl&iacute;nicos (4) para indica&ccedil;&atilde;o e fornecimento de diafragma e indica&ccedil;&atilde;o de procedimento e inser&ccedil;&atilde;o de dispositivo intrauterino no per&iacute;odo de 2003 a 2008 indica, igualmente, aumento significativo no acesso das mulheres aos m&eacute;todos anticoncepcionais. No ano de 2008 foram verificados 202.661 atendimentos, enquanto em 2003, foram 142.932. </font></p>     <p><font size="3">A p&iacute;lula anticoncepcional de emerg&ecirc;ncia, tamb&eacute;m conhecida como p&iacute;lula do dia seguinte, &eacute; outro recurso disponibilizado na rede de aten&ccedil;&atilde;o do SUS. Ela &eacute; utilizada com o objetivo de evitar gravidez indesejada em situa&ccedil;&otilde;es excepcionais, n&atilde;o devendo ser usada na rotina, em substitui&ccedil;&atilde;o a outros m&eacute;todos anticoncepcionais. Esse recurso &eacute; fornecido desde 2003 aos munic&iacute;pios que possuem popula&ccedil;&atilde;o igual ou superior a 50 mil habitantes. O Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de disponibilizou no per&iacute;odo de 2003 a 2010, aos estados e munic&iacute;pios o montante de 1.565.244 milh&atilde;o de cartelas.</font></p>     <p><font size="3"><B>ATEN&Ccedil;&Atilde;O HUMANIZADA OBST&Eacute;TRICA, NEONATAL E AO ABORTAMENTO </B>Na aten&ccedil;&atilde;o aos direitos reprodutivos, o acesso &agrave; consulta de pr&eacute;-natal de qualidade &eacute; um dos indicadores utilizados para avalia&ccedil;&atilde;o. Em um per&iacute;odo de dez anos, aumentou significativamente o acesso &agrave;s consultas. A realiza&ccedil;&atilde;o de no m&iacute;nimo seis consultas de pr&eacute;-natal, conforme estabelecido pelo Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de, ocorreu em 74% das gesta&ccedil;&otilde;es, para usu&aacute;rias do SUS, em 2006. </font></p>     <p><font size="3">Segundo a PNDS 2006, 3,6% das mulheres n&atilde;o se submetiam a nenhuma consulta pr&eacute;-natal. Em 1996, esse n&uacute;mero era de 31,9%. A realiza&ccedil;&atilde;o de quatro consultas ou mais de pr&eacute;-natal teve aumento em 13% (de 77% para 90%) no mesmo per&iacute;odo. No ano de 2008 foram registradas no sistema de informa&ccedil;&atilde;o ambulatorial mais de 19.465.622 consultas de pr&eacute;-natal. </font></p>     <p><font size="3">A assist&ecirc;ncia pr&eacute;-natal &eacute; um momento importante para diminuir a incid&ecirc;ncia da s&iacute;filis cong&ecirc;nita e da transmiss&atilde;o do HIV da m&atilde;e para o beb&ecirc;, com diagn&oacute;stico precoce e tratamento adequado. Com uma preval&ecirc;ncia de 0,41% de infec&ccedil;&atilde;o pelo HIV em gestantes, estima-se que 12.456 rec&eacute;m-nascidos sejam expostos ao HIV anualmente (Estudo Sentinela Parturientes, 2004). J&aacute; a preval&ecirc;ncia de s&iacute;filis em parturientes encontra-se em 1,6%, cerca de quatro vezes maior que a infec&ccedil;&atilde;o pelo HIV, representando cerca de 50 mil gestantes infectadas, com estimativa de 12 mil casos de s&iacute;filis cong&ecirc;nita (5).</font></p>     <p><font size="3">Uma das estrat&eacute;gias para diminuir esses &iacute;ndices, foi o desenvolvimento do Plano Integrado de Enfrentamento da Feminiza&ccedil;&atilde;o da Epidemia de Aids e outras DSTs, que tem como elemento fundamental o enfrentamento das m&uacute;ltiplas vulnerabilidades &agrave;s quais as mulheres brasileiras est&atilde;o sujeitas. O plano consolida o compromisso que vem sendo assumido historicamente pelo Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de e pela Secretaria Especial de Pol&iacute;ticas para as Mulheres em afirmar e efetivar os direitos assegurados &agrave;s mulheres, nos tratados internacionais e na legisla&ccedil;&atilde;o brasileira, e implementar pol&iacute;ticas para a redu&ccedil;&atilde;o das desigualdades em nosso pa&iacute;s.</font></p>     <p><font size="3"><B>REDES DE APOIO CONTRA A VIOL&Ecirc;NCIA EM MULHERES </B>A viol&ecirc;ncia contra a mulher ainda representa um grande desafio para todas as pol&iacute;ticas p&uacute;blicas. Segundo os dados do Sistema de Vigil&acirc;ncia de Viol&ecirc;ncia Dom&eacute;stica, Sexual e/ou Outras Viol&ecirc;ncias, no ano de 2007 foram registrados 9.038 casos de viol&ecirc;ncia, dos quais em 74,4% as v&iacute;timas eram mulheres. A maior propor&ccedil;&atilde;o de ocorr&ecirc;ncia de viol&ecirc;ncia foi observada entre as crian&ccedil;as e jovens de 10 a 19 anos (27,7%), seguidas das mulheres de 20 a 29 anos (21%) e de crian&ccedil;as de 0 a 9 anos (17,2%).</font></p>     <p><font size="3">Em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; viol&ecirc;ncia sexual, o pa&iacute;s contava em outubro de 2009 com 481 servi&ccedil;os hospitalares e demais unidades de sa&uacute;de qualificadas para atender especificamente esse tipo de situa&ccedil;&atilde;o de viol&ecirc;ncia sexual cometida contra mulheres e adolescentes. Deste total, 60 unidades de sa&uacute;de realizam o procedimento de aborto por raz&otilde;es m&eacute;dicas e legais. Em 2008, foram realizados 3.284 procedimentos m&eacute;dicos dessa natureza. Oferecer seguran&ccedil;a para as mulheres que t&ecirc;m o direito garantido em lei de interromper uma gesta&ccedil;&atilde;o por consequ&ecirc;ncia de viol&ecirc;ncia sexual representa quest&atilde;o central para o respeito aos direitos reprodutivos. </font></p>     <p><font size="3">O Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de, em 2009, incorporou na Rela&ccedil;&atilde;o Nacional de Medicamentos Essenciais (Rename) o medicamento misoprostol. Este &eacute; utilizado em situa&ccedil;&otilde;es obst&eacute;tricas espec&iacute;ficas (6; 7) e, ainda, para a realiza&ccedil;&atilde;o de interrup&ccedil;&atilde;o da gravidez prevista em lei. Dessa maneira, o Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de, ao assumir o financiamento do misoprostol utilizado na rede de sa&uacute;de, traz um componente para a aten&ccedil;&atilde;o &agrave; sa&uacute;de, essencial para a redu&ccedil;&atilde;o significativa das mortes maternas.</font></p>     <p><font size="3">Por outro lado, n&atilde;o existem d&uacute;vidas de que ainda &eacute; alto o n&uacute;mero de abortos feitos em condi&ccedil;&otilde;es de clandestinidade nos pa&iacute;ses da Am&eacute;rica Latina e Caribe. No Brasil, desde os anos 1980, registra-se em pesquisas a subnotifica&ccedil;&atilde;o das mortes por aborto, apontadas como as mais mal notificadas dentre as mortes maternas (8). Mais do que isso, a ilegalidade n&atilde;o os t&ecirc;m impedido, mas apenas piorado as condi&ccedil;&otilde;es em que s&atilde;o realizados e agravados os riscos inerentes a essa pr&aacute;tica. Nesse contexto, o aborto feito em condi&ccedil;&otilde;es de inseguran&ccedil;a representa em nosso pa&iacute;s s&eacute;rio problema de sa&uacute;de p&uacute;blica. Em 2009, foram realizados 200,6 mil atendimentos nos quais a causa registrada era de aborto em condi&ccedil;&otilde;es de inseguran&ccedil;a. S&atilde;o situa&ccedil;&otilde;es que colocam em risco a integridade f&iacute;sica e ps&iacute;quica das mulheres. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="3">O tema do aborto &eacute; controverso e envolve valores e dogmas religiosos. A pr&aacute;tica do aborto inseguro evidencia diferen&ccedil;as socioecon&ocirc;micas, culturais, &eacute;tnico-raciais e regionais. </font></p>     <p><font size="3">Entretanto, &eacute; premente estabelecer amplo debate p&uacute;blico para que a sociedade possa se manifestar em torno da atual legisla&ccedil;&atilde;o. As mulheres devem ter autonomia sobre sua sexualidade e seu corpo e o debate do aborto deveria ser guiado pelo bem comum da sociedade. Do ponto de vista da sa&uacute;de p&uacute;blica, a situa&ccedil;&atilde;o atual de mortes de mulheres em plena capacidade reprodutiva &eacute; insustent&aacute;vel. Nessa dire&ccedil;&atilde;o, e coerentes com as bases democr&aacute;ticas do pa&iacute;s, defendemos a instala&ccedil;&atilde;o de amplo processo de debate nacional sobre o tema que culminaria em manifesta&ccedil;&atilde;o da sociedade em voto plebiscit&aacute;rio. A descriminaliza&ccedil;&atilde;o do aborto seria, do nosso ponto de vista, medida de grande impacto para a revers&atilde;o dos atuais indicadores de morbimortalidade feminina.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3"><I><B>Jos&eacute; Gomes Tempor&atilde;o </B>&eacute; m&eacute;dico, graduado pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), com especializa&ccedil;&atilde;o em doen&ccedil;as infecciosas e parasit&aacute;rias (UFRJ), mestrado em sa&uacute;de p&uacute;blica (Fiocruz) e doutorado em sa&uacute;de coletiva (UERJ). Foi ministro da Sa&uacute;de de 2007 a 2010.</I></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3"><B>REFER&Ecirc;NCIAS BIBLIOGR&Aacute;FICAS</B></font></p>     <!-- ref --><p><font size="3">1.  Osis, M.J., Hardy, E,, Fa&uacute;ndes, A, Alves, G. "Factors associated with prenatal care among low income women in the State of S&atilde;o Paulo, Brazil&#208;. <I>Rev Sa&uacute;de P&uacute;blica</I>. 1993;27(1):49-53,    :</font></p>     <!-- ref --><p><font size="3">2.  Pesquisa Nacional de Demografia e Sa&uacute;de da Crian&ccedil;a e da Mulher PNDS 2006. Dimens&otilde;es do Processo Reprodutivo e da Sa&uacute;de da Crian&ccedil;a S&eacute;rie G. Estat&iacute;stica e Informa&ccedil;&atilde;o em Sa&uacute;de. Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de, 2009. Dispon&iacute;vel em <a href="http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/pnds_crianca_mulher.pdf" target="_blank">http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/pnds_crianca_mulher.pdf</a> (acesso em 20/03/10).    </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="3">3.  "Pesquisa de conhecimentos, atitudes e pr&aacute;ticas relacionada &agrave;s DST e Aids da popula&ccedil;&atilde;o brasileira de 15 a 64 anos de idade". 2008. Dispon&iacute;vel em <a href="http://www.aids.gov.br/" target="_blank">http://www.aids.gov.br/</a> (acesso em 20/03/10).    </font></p>     <!-- ref --><p><font size="3">4.  DataSUS/MS, 2010.    </font></p>     <!-- ref --><p><font size="3">5.  Szwarcwald, C.L. "Relat&oacute;rio: primeiros resultados do estudo-sentinela parturiente". 2005. Dispon&iacute;vel em: <a href="http://www.aids.gov.br" target="_blank">http://www.aids.gov.br</a> (acesso em 20/03/10).    </font></p>     <!-- ref --><p><font size="3">6.  Fa&uacute;ndes, A. <I>In: Uso de misoprostol em obstetr&iacute;cia e ginecologia</I>. 2ª Edi&ccedil;&atilde;o. Flasog, 2007. Dispon&iacute;vel em: <a href="http://www.ipas.org.br/arquivos/Manual_Misoprostol_Portugues.pdf" target="_blank">http://www.ipas.org.br/arquivos/Manual_Misoprostol_Portugues.pdf</a> (acesso em 30/03/10).    </font></p>     <!-- ref --><p><font size="3">7.  Anvisa. Resolu&ccedil;&atilde;o RDC nº 7, de 26 de fevereiro de 2009. Di&aacute;rio Oficial da Uni&atilde;o; Poder Executivo, de 27 de fevereiro de 2009. Dispon&iacute;vel em: <a href="http://e-legis.anvisa.gov.br/" target="_blank">http://e-legis.anvisa.gov.br/</a> (acesso em 30/03/10).     </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="3">8.  Valongueiro, S. <I>In:</I> Anais do 12º Encontro Nacional de Estudos Populacionais. Dispon&iacute;vel em: <a href="http://www.abep.nepo.unicamp.br/docs/anais/pdf/2000/Todos/Mortalidade%20(Materna)%20por%20Aborto%20%20Fontes,%20M&eacute;todos.pdf" target="_blank">http://www.abep.nepo.unicamp.br/ docs/anais/pdf/2000/Todos/Mortalidade%20(Materna)%20por%20Aborto%20%20Fontes,%20M&eacute;todos.pdf</a> (Acesso em 30/03/10).    </font></p>      ]]></body><back>
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