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</front><body><![CDATA[ <P ALIGN="CENTER"><img src="/img/revistas/cic/v65n3/a09img02.jpg"></P>     <P>&nbsp;</P>     <P><font size=5><b>Considera&ccedil;&otilde;es sobre     o Programa Brasileiro     de Nanotecnologia</b></font></P>     <P><font size="3">Fl&aacute;vio Plentz    <br>   Adalberto Fazzio</font></P>     <p>&nbsp;</P>     <p><font size=5><b>P</b></font><font size="3">assaram&#45;se cerca de 25 anos desde que a nanoci&ecirc;ncia e nanotecnologia (N&amp;N) come&ccedil;aram a integrar de forma mais consistente a agenda da comunidade cient&iacute;fica e tecnol&oacute;gica. Hoje as N&amp;N permeiam essencialmente todos os setores da sociedade e geram opini&otilde;es, por vezes, contradit&oacute;rias. As rea&ccedil;&otilde;es &agrave;s nanotecnologias v&atilde;o, atualmente, do mais contagiante otimismo, pelas possibilidades que oferecem para fazer frente a muitos dos grandes desafios da humanidade, como nas &aacute;reas da energia, sa&uacute;de, agricultura e pecu&aacute;ria, processamento e armazenamento de informa&ccedil;&atilde;o, para citar apenas alguns, at&eacute; o temor por poss&iacute;veis impactos ambientais e efeitos adversos para a sa&uacute;de humana e animal.</font></P>     <p><font size="3">O lan&ccedil;amento da chamada "Iniciativa Americana de Nanotecnologia" &eacute; tomada por muitos como sendo um marco nas a&ccedil;&otilde;es governamentais articuladas, org&acirc;nicas, direcionadas especificamente para alavancar, incentivar, fomentar, coordenar e gerir as pol&iacute;ticas e a&ccedil;&otilde;es em N&amp;N. Hoje, todos os pa&iacute;ses ditos desenvolvidos e um n&uacute;mero grande e crescente de pa&iacute;ses emergentes e em desenvolvimento t&ecirc;m iniciativas e programas nacionais em N&amp;N, inclusive o Brasil.</font></P>     <p><font size="3">A revista <I>Ci&ecirc;ncia &amp; Cultura</I> j&aacute; publicou alguns artigos abordando o tema da N&amp;N(1; 2), o primeiro deles apontando para a necessidade de uma iniciativa brasileira de nanotecnologia que permitisse ao Brasil ser parte atuante no cen&aacute;rio mundial e o segundo apresentando algumas das fant&aacute;sticas possibilidades que a nanotecnologia traz em termos de avan&ccedil;os, especialmente na &aacute;rea de sa&uacute;de. Neste artigo o que pretendemos &eacute; apresentar o desenho do atual Programa Brasileiro de Nanotecnologia (PBN) que tem como bases: (i) a integra&ccedil;&atilde;o de diversos minist&eacute;rios e ag&ecirc;ncias; (ii) a melhoria da gest&atilde;o e do acompanhamento dos programas, a&ccedil;&otilde;es e iniciativas; (iii) a consolida&ccedil;&atilde;o de uma infraestrutura moderna e, em especial, aberta e acess&iacute;vel, para a pesquisa, desenvolvimento e inova&ccedil;&atilde;o (P,D&amp;I); (iv) prover meios, instrumentos, e ambiente regulat&oacute;rio adequado para que as nanotecnologias possam ser escalonadas, industrializadas e comercializadas e, por fim, mas com destaque para sua import&acirc;ncia; (v) a forma&ccedil;&atilde;o e fixa&ccedil;&atilde;o de recursos humanos, sem os quais quaisquer esfor&ccedil;os ou a&ccedil;&otilde;es ficam comprometidos.</font></P>     <p><font size="3">No Minist&eacute;rio da Ci&ecirc;ncia, Tecnologia e Inova&ccedil;&atilde;o (MCTI) a N&amp;N est&aacute; sob a responsabilidade da Secretaria de Desenvolvimento Tecnol&oacute;gico e Inova&ccedil;&atilde;o (Setec) atrav&eacute;s da Coordena&ccedil;&atilde;o Geral de Micro e Nanotecnologias (CGNT). A CGNT conta com o suporte do Comit&ecirc; Consultivo de Nanotecnologia (CCNANO) composto por pesquisadores, membros de entidades representativas do setor privado e pessoas ligadas a &oacute;rg&atilde;os, ag&ecirc;ncias, empresas e institui&ccedil;&otilde;es do governo federal.</font></P>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="3"><b>HIST&Oacute;RICO</b> Apesar dos grandes avan&ccedil;os nas pesquisas cient&iacute;ficas brasileiras, a produ&ccedil;&atilde;o e/ou comercializa&ccedil;&atilde;o de produtos com nanotecnologia nacional ainda s&atilde;o pouco expressivas quando comparadas a pa&iacute;ses cujas ind&uacute;strias apresentam elevado grau de desenvolvimento. Embora, a partir principalmente do in&iacute;cio da d&eacute;cada de 1990, muitos cientistas j&aacute; trabalhassem nessa &aacute;rea, essa tecnologia passou a ter repercuss&atilde;o mundial, como comentamos anteriormente, a partir de 2001, com o lan&ccedil;amento do programa americano "National Nanotecnology Initiative &#150; NNI". Na mesma &eacute;poca a China lan&ccedil;ou seu programa, criando o Comit&ecirc; Nacional para Nanoci&ecirc;ncia e Nanotecnologia (NSCNN) e publicando o programa "National Nanotechnology Development Strategy 2001&#45;2010", semelhante ao NNI, apesar de o pa&iacute;s j&aacute; financiar a&ccedil;&otilde;es espec&iacute;ficas de N&amp;N desde o in&iacute;cio da d&eacute;cada de 1990.</font></P>     <p><font size="3">No Brasil, em 2001, o Conselho Nacional de Desenvolvimento Cient&iacute;fico e Tecnol&oacute;gico (CNPq) deu o primeiro passo para o desenvolvimento da nanotecnologia atrav&eacute;s do apoio &agrave; forma&ccedil;&atilde;o de quatro redes cooperativas de pesquisa e quatro Institutos (virtuais) do Mil&ecirc;nio, com um investimento de R$ 30 milh&otilde;es, para quatro anos. Dentro dessa iniciativa foi contemplada a primeira proposta que, explicitamente, referia&#45;se ao tema; o "Instituto de Nanoci&ecirc;ncias", que teve a participa&ccedil;&atilde;o de 14 institui&ccedil;&otilde;es: CBPF; Cetec/MG; CNEN; Funrei/MG; ITP/SE; LNLS; PUC/RJ; UERJ; UFBA; UFF; UFJF; UFMG; UFRJ e UFV.</font></P>     <p><font size="3">Em 2004, o MCT lan&ccedil;ou, no &acirc;mbito do Plano Plurianual (PPA) 2004&#45;2007, o programa "Desenvolvimento da Nanoci&ecirc;ncia e Nanotecnologia"(3). Este programa foi elaborado com base nas recomenda&ccedil;&otilde;es de um grupo de trabalho institu&iacute;do via Portaria MCT nº 252, de 16.05.2003. Em 2005, o presidente da Rep&uacute;blica, Luiz In&aacute;cio Lula da Silva, e o ministro da Ci&ecirc;ncia e Tecnologia, Sergio Rezende, lan&ccedil;aram um Programa Nacional de Nanotecnologia. Al&eacute;m dos recursos do PPA, esse programa contou com recursos dos fundos setoriais o que elevou o patamar de investimentos do MCT em nanotecnologia e possibilitou ampliar o n&uacute;mero de iniciativas nesse tema.</font></P>     <p><font size="3">Uma iniciativa que contribuiu decisivamente para uma maior consist&ecirc;ncia ao complexo brasileiro de nanotecnologia foi a cria&ccedil;&atilde;o do programa "Institutos Nacionais de Ci&ecirc;ncia e Tecnologia (INCT)", pela Portaria MCT Nº 429, de 17 de julho de 2008, que passou a ocupar uma posi&ccedil;&atilde;o estrat&eacute;gica no Sistema Nacional de Ci&ecirc;ncia, Tecnologia e Inova&ccedil;&atilde;o (C,T&amp;I) sendo que 16 INCTs realizam hoje pesquisas diretamente associadas a N&amp;N nas mais diversas &aacute;reas do conhecimento.</font></P>     <P><font size="3">No que tange &agrave; articula&ccedil;&atilde;o com a Pol&iacute;tica de Desenvolvimento Produtivo (PDP), foi realizado um esfor&ccedil;o conjunto entre o MCT, Minist&eacute;rio do Desenvolvimento, Ind&uacute;stria e Com&eacute;rcio Exterior (MDIC) e a Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI) para a divulga&ccedil;&atilde;o da nanotecnologia no setor privado, ressaltando a sua import&acirc;ncia estrat&eacute;gica como ferramenta &agrave; inova&ccedil;&atilde;o. Foram realizados 13 eventos com essa finalidade entre 2008 e 2009.</font></P>     <P>&nbsp;</P>     <P align="center"><img src="/img/revistas/cic/v65n3/a10img02.jpg"></P>     <P>&nbsp;</P>     <P><font size="3">A forma&ccedil;&atilde;o de redes cooperativas de P&amp;D em N&amp;N, envolvendo diferentes atores do sistema de inova&ccedil;&atilde;o, facilitou a transfer&ecirc;ncia de conhecimento e contribuiu para o crescimento e competitividade da ind&uacute;stria nacional. As primeiras redes cooperativas apoiadas pelo MCTI foram as Redes Brasil Nano (Portaria nº 614, de 1º de dezembro de 2004). </font></P>     <p><font size="3">Em 2010, dezessete novas redes cooperativas foram apoiadas atrav&eacute;s do edital MCT/CNPq nº 74/2010. Em 2011, foi aberta uma chamada p&uacute;blica MCTI/CNPq nº 17/2011, "Apoio &agrave; cria&ccedil;&atilde;o de redes cooperativas de pesquisa e desenvolvimento em nanotoxicologia e nanoinstrumenta&ccedil;&atilde;o". Todas as redes visavam a solu&ccedil;&atilde;o de gargalos tecnol&oacute;gicos da ind&uacute;stria brasileira. Foram aprovadas seis redes de nanotoxicologia e duas redes de nanoinstrumenta&ccedil;&atilde;o. No total s&atilde;o 25 redes cooperativas apoiadas atualmente pelo MCTI, Conselho Nacional de Desenvolvimento Cient&iacute;fico e Tecnol&oacute;gico (CNPq) e pela Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) .</font></P>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="3">Em 2012 a CGNT lan&ccedil;ou um edital em conjunto com o CNPq, edital MCTI/CNPq nº 16/2012 "Tecnologias inovadoras na produ&ccedil;&atilde;o, prototipagem e/ou aumento de escala em nanotecnologiaT que apoiou 25 projetos com um investimento total de pouco mais de R$6 milh&otilde;es. Esse edital teve uma caracter&iacute;stica que foi separar metade dos recursos para jovens pesquisadores, contemplados com 15 projetos. </font></P>     <p><font size="3">Em 2009, conforme recomenda&ccedil;&atilde;o do comit&ecirc; executivo da PDP, foi criado o F&oacute;rum de Competitividade em Nanotecnologia (FCN) (5). O FCN surgiu como ferramenta estrat&eacute;gica para apoiar a discuss&atilde;o e encaminhamento de iniciativas e programas segundo as dimens&otilde;es da PDP (6).</font></P>     <p><font size="3">A CGNT, em parceria com o Minist&eacute;rio do Desenvolvimento, Ind&uacute;stria e Com&eacute;rcio Exterior (MDIC) e a Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), realizou em 2011 o "1º Workshop Nanotecnologias: da ci&ecirc;ncia ao mundo dos neg&oacute;cios" (7), na sede do Senai Mario Amato, em S&atilde;o Bernardo do Campo (SP) e em novembro de 2012 foi realizado o "2º Workshop Nanotecnologias: da ci&ecirc;ncia ao mundo dos neg&oacute;cios" (8), em Fortaleza (CE). Foram apresentados e discutidos casos de sucesso em nanotecnologia de pequenas, m&eacute;dias e grandes empresas nos setores metalomec&acirc;nico, sa&uacute;de e alimentos. Os mais de 120 participantes presentes ainda puderam conhecer as a&ccedil;&otilde;es de nanotecnologia do MCTI, os instrumentos de apoio &agrave; inova&ccedil;&atilde;o do Banco Brasileiro de Desenvolvimento Econ&ocirc;mico e Social (BNDES) e da Finep e as oportunidades de parcerias com os INCTs.</font></P>     <p><font size="3">Cabe aqui fazer uma men&ccedil;&atilde;o ao apoio que o MCTI tem dado &agrave; quest&atilde;o da nanotoxicologia. O objetivo &eacute; capacitar o Brasil para se empenhar no processo de avalia&ccedil;&atilde;o de riscos e realizar a regula&ccedil;&atilde;o do uso e aplica&ccedil;&atilde;o e nanotecnologias. H&aacute; intensa atividade nessa &aacute;rea como parte do esfor&ccedil;o recente para regular o uso de nanotecnologias gerando publica&ccedil;&otilde;es cient&iacute;ficas e tamb&eacute;m com normas espec&iacute;ficas. Em janeiro de 2012, uma edi&ccedil;&atilde;o inteira da revista <I>Environmental Toxicology and Chemistry</I> foi dedicada &agrave; quest&atilde;o de nanomateriais e meio ambiente (9) e alguns estudos olham de forma espec&iacute;fica para a busca de m&eacute;todos de mitiga&ccedil;&atilde;o de impactos ambientais de nanomateriais (10).</font></P>     <p><font size="3">Certamente os trabalhadores mais expostos hoje a eventuais preju&iacute;zos de nanomateriais &agrave; sa&uacute;de humana s&atilde;o os pesquisadores e t&eacute;cnicos envolvidos em Pesquisa, Desenvolvimento e Inova&ccedil;&atilde;o (PD&amp;I). Sendo assim, um bom exemplo de documento que busca orientar quanto aos cuidados ao se lidar com nanotecnologias &eacute; o manual "Pr&aacute;ticas gerais de seguran&ccedil;a para trabalhar com nanomateriais criados por engenharia em laborat&oacute;rios de pesquisa" (<I>General safe practices for working with engineered nanomaterials in research laboratories</I>) (11), publicado pelo Instituto Nacional para Seguran&ccedil;a Ocupacional e Sa&uacute;de dos Estados Unidos da Am&eacute;rica (National Institute for Occupational Safety and Health &#150; NIOSH).</font></P>     <p><font size="3">O Minist&eacute;rio da Educa&ccedil;&atilde;o (MEC) e a Coordena&ccedil;&atilde;o de Aperfei&ccedil;oamento de Pessoal de N&iacute;vel Superior (Capes) t&ecirc;m a&ccedil;&otilde;es importantes em nanotecnologia que v&atilde;o al&eacute;m dos seus pap&eacute;is j&aacute; consagrados na cria&ccedil;&atilde;o e consolida&ccedil;&atilde;o de universidades p&uacute;blicas e programas de p&oacute;s&#45;gradua&ccedil;&atilde;o. Um exemplo &eacute; o acordo de coopera&ccedil;&atilde;o envolvendo Portugal e Espanha, traduzido, por exemplo, no apoio para projetos de pesquisa utilizarem infraestruturas de pesquisa no estado da arte, em particular o Laborat&oacute;rio Ib&eacute;rico de Nanotecnologia em Braga, Portugal. A coopera&ccedil;&atilde;o envolvendo Portugal e Espanha traduziu&#45;se em um edital da Capes lan&ccedil;ado no primeiro semestre de 2013 (12).</font></P>     <P><font size="3">O PBN tem o objetivo de ser uma base s&oacute;lida para transformar o Brasil em pa&iacute;s cient&iacute;fico, tecnol&oacute;gico e economicamente competitivo em n&iacute;vel mundial no que diz respeito &agrave; gera&ccedil;&atilde;o e utiliza&ccedil;&atilde;o da nanotecnologia como um dos principais motores do desenvolvimento econ&ocirc;mico e social.  S&atilde;o partes essenciais dessa iniciativa a cria&ccedil;&atilde;o do Comit&ecirc; Interministerial de Nanotecnologia (CIN) e do Sistema Nacional de Laborat&oacute;rios em Nanotecnologias (SisNANO), que passamos a descrever a seguir.</font></P>     <p><font size="3"><b>GOVERNAN&Ccedil;A</b> O MCTI tomou a iniciativa de instituir o CIN (Portaria Interministerial nº 510, de 09.07.2012) que tem por finalidade integrar a coordena&ccedil;&atilde;o e a gest&atilde;o da PBN, contribuindo para o aprimoramento constante e implementa&ccedil;&atilde;o de suas pol&iacute;ticas, diretrizes e a&ccedil;&otilde;es. Dentro da estrutura da PBN &eacute; o CIN, em &uacute;ltima inst&acirc;ncia, o respons&aacute;vel por estabelecer as grandes metas, estrat&eacute;gias e vis&atilde;o de longo prazo para o desenvolvimento de todos os aspectos da nanotecnologia no Brasil, bem como a rela&ccedil;&atilde;o global do Brasil no que diz respeito &agrave; nanotecnologia.</font></P>     <p><font size="3">Atualmente comp&otilde;em o CIN: MCTI, Minist&eacute;rio do Meio Ambiente (MMA), Minist&eacute;rio da Agricultura, Pecu&aacute;ria e Abastecimento (Mapa), Minist&eacute;rio da Defesa (MD), MDIC, MEC, Minist&eacute;rio de Minas e Energia (MME), Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de (MS), Minist&eacute;rio do Trabalho e Emprego (MTE) e Minist&eacute;rio das Rela&ccedil;&otilde;es Exteriores (MRE). Participam como convidados, por terem papel central na defini&ccedil;&atilde;o e implementa&ccedil;&atilde;o da PBN, a Ag&ecirc;ncia Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), a Ag&ecirc;ncia Nacional de Vigil&acirc;ncia Sanit&aacute;ria (Anvisa), o BNDES, o CNPq, o Centro de Gest&atilde;o e Estudos Estrat&eacute;gicos (CGEE), a Confedera&ccedil;&atilde;o Nacional da Ind&uacute;stria (CNI) e a Finep.</font></P>     <p><font size="3">O CIN tem tamb&eacute;m sob sua responsabilidade: (i) criar e propor mecanismos de fomento e financiamento; (ii) implantar instrumentos de gest&atilde;o como indicadores, elabora&ccedil;&atilde;o de s&eacute;ries hist&oacute;ricas e estudos de prospec&ccedil;&atilde;o de cen&aacute;rios e tend&ecirc;ncias os quais passar&atilde;o a ter maior consist&ecirc;ncia, abrang&ecirc;ncia e, principalmente, maior transpar&ecirc;ncia e visibilidade p&uacute;blica; (iii) realizar o acompanhamento e avalia&ccedil;&atilde;o dos programas de nanotecnologia, fortalecendo iniciativas de sucesso, reformando, redirecionando ou encerrando iniciativas com resultados insatisfat&oacute;rios e propondo novas estrat&eacute;gias e a&ccedil;&otilde;es consoantes com novos horizontes e tend&ecirc;ncias da "nano". Na <a href="#fig01">figura 1</a> apresentamos a estrutura de governan&ccedil;a da PBN.</font></P>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><a name="fig01"></a></P>     <p>&nbsp;</P>     <p align="center"><img src="/img/revistas/cic/v65n3/a10fig01.jpg"></P>     <p>&nbsp;</P>     <p><font size="3"><b>SisNANO</b> O Sistema Nacional de Laborat&oacute;rios em Nanotecnologias (SisNANO) &eacute; um sistema formado por um conjunto de laborat&oacute;rios dedicados &agrave; PD&amp;I, abarcando um amplo espectro de nanotecnologias. Foi institu&iacute;do pela Portaria nº 245 de 5 de abril de 2012 e se apresenta como um sistema de fomento, suporte e gest&atilde;o de infraestrutura e recursos humanos dedicados &agrave; nanotecnologia. A Instru&ccedil;&atilde;o Normativa nº 2, de 15 de junho de 2012, disp&otilde;e sobre o regulamento t&eacute;cnico para integra&ccedil;&atilde;o ao Sistema Nacional de Laborat&oacute;rios em Nanotecnologia e d&aacute; outras provid&ecirc;ncias.</font></P>     <P><font size="3">Seu objetivo &eacute; ampliar o acesso aos laborat&oacute;rios que fazem parte do SisNANO e, especialmente, institucionalizar e formalizar o compromisso desses laborat&oacute;rios em atuarem como laborat&oacute;rios abertos a usu&aacute;rios externos oriundos dos setores p&uacute;blico e privado, permitindo maior intera&ccedil;&atilde;o entre pesquisadores e empresas e maiores facilidades para utiliza&ccedil;&atilde;o, n&atilde;o apenas da infraestrutura dos laborat&oacute;rios, mas tamb&eacute;m de recursos humanos aptos a prestarem assist&ecirc;ncia no desenvolvimento de projetos de PD&amp;I ou realiza&ccedil;&atilde;o de testes e an&aacute;lises em nanotecnologia.</font></P>     <P><font size="3">Em junho de 2012 foi realizada uma chamada p&uacute;blica, amplamente divulgada, para submiss&atilde;o de propostas de laborat&oacute;rios para compor o SisNANO. Das 50 propostas 26 foram aprovadas depois de an&aacute;lise pelo CCNANO e pela CGNT.</font></P>     <P><font size="3">Um ponto importante foi a exig&ecirc;ncia de que cada proposta fosse encaminhada pelo dirigente m&aacute;ximo da institui&ccedil;&atilde;o &agrave; qual o laborat&oacute;rio estivesse associado. O SisNANO n&atilde;o foi concebido como um sistema de apoio a projetos, grupos de pesquisa ou pesquisadores espec&iacute;ficos, mesmo que de alta qualifica&ccedil;&atilde;o, e foi direcionado para laborat&oacute;rios de car&aacute;ter claramente multiusu&aacute;rio, que tivessem interface e superposi&ccedil;&atilde;o significativa com projetos, grupos de pesquisa, pesquisadores e empresas, que j&aacute; tivessem um grau significativo de maturidade e consolida&ccedil;&atilde;o. Os laborat&oacute;rios do SisNANO devem assumir v&aacute;rias responsabilidades que exigem um comprometimento institucional. Esses laborat&oacute;rios saem da esfera pessoal, local ou mesmo regional e assumem um papel nacional de suporte ao desenvolvimento da nanotecnologia.</font></P>     <P><font size="3">Pode&#45;se pensar o SisNANO como um instrumento que, a partir de infraestruturas e compet&ecirc;ncias j&aacute; consolidadas por anos de investimento atrav&eacute;s de in&uacute;meras a&ccedil;&otilde;es e programas dos governos federal, estaduais e municipais cria um conjunto coeso de laborat&oacute;rios de car&aacute;ter nacional sob a gest&atilde;o do MCTI e do CIN. H&aacute; duas categorias de laborat&oacute;rios no SisNANO. Os chamados Laborat&oacute;rios Estrat&eacute;gicos (LE) est&atilde;o em unidades de pesquisa, institutos ou organiza&ccedil;&otilde;es sociais diretamente ligadas ao governo federal. Esses laborat&oacute;rios assumem o compromisso de disponibilizarem pelo menos 50% do tempo para projetos e usu&aacute;rios externos, sejam eles do setor p&uacute;blico ou privado. Os LE s&atilde;o os seguintes:</font></P>     <p><font size="3"><b>LABORAT&Oacute;RIOS ESTRAT&Eacute;GICOS DO SISNANO:</b></font></P>     ]]></body>
<body><![CDATA[<P><font size="3"><b>1.</b> Laborat&oacute;rio de Nanotecnologia para o Agroneg&oacute;cio &#150; LNNA (Embrapa Instrumenta&ccedil;&atilde;o, SP)</font></P>     <P><font size="3"><b>2.</b> Centro de Caracteriza&ccedil;&atilde;o em Nanotecnologia para Materiais e Cat&aacute;lise &#150; Cenano (INT, RJ)</font></P>     <P><font size="3"><b>3.</b> Laborat&oacute;rio Nacional de Nanotecnologia &#150; LNNANO (Cnpem/SP)</font></P>     <P><font size="3"><b>4.</b> Laborat&oacute;rio Multiusu&aacute;rio de Nanotecnologia do Cetene &#150; LMNano (Cetene, PE)</font></P>     <P><font size="3"><b>5.</b> Laborat&oacute;rio de Qu&iacute;mica de Nanoestruturas de Carbono &#150; LQN (CDTN/Cnen, MG)</font></P>     <P><font size="3"><b>6.</b> Laborat&oacute;rio Estrat&eacute;gico de Nanometrologia do Inmetro (Inmetro, RJ)</font></P>     <P><font size="3"><b>7.</b> Laborat&oacute;rio Multiusu&aacute;rio de Nanoci&ecirc;ncias e Nanotecnologia &#150; Labnano (CBPF, RJ)</font></P>     <P><font size="3"><b>8.</b> Laborat&oacute;rio Integrado de Nanotecnologia &#150; LIN&#45;Ipen (Ipen/Cnen, SP)</font></P>     <P><font size="3">Os Laborat&oacute;rios Associados (LA) est&atilde;o em Institui&ccedil;&otilde;es de Ci&ecirc;ncia e Tecnologia (ICTs) como, por exemplo, universidades p&uacute;blicas ou privadas que tenham esse car&aacute;ter. Os LA assumem os mesmos compromissos de abertura tendo que disponibilizar, no m&iacute;nimo, 15% do tempo dispon&iacute;vel para usu&aacute;rios externos, nos mesmos moldes dos LE. Os LA s&atilde;o os seguintes: </font></P>     <p><font size="3"><b>LABORAT&Oacute;RIOS ASSOCIADOS DO SISNANO:</b></font></P>     ]]></body>
<body><![CDATA[<P><font size="3"><b>1.</b> Laborat&oacute;rio Regional de Nanotecnologia &#150; LRNANO (UFRGS/RS)</font></P>     <P><font size="3"><b>2.</b> Centro de Caracteriza&ccedil;&atilde;o e Desenvolvimento de Protocolos para Nanotecnologia &#150; CCDPN (Unesp/SP)</font></P>     <P><font size="3"><b>3.</b> Central Anal&iacute;tica em T&eacute;cnicas de Microscopia (eletr&ocirc;nica e &oacute;tica) da Universidade Federal do Cear&aacute; (UFC/CE)</font></P>     <P><font size="3"><b>4.</b> Laborat&oacute;rio de S&iacute;ntese de Nanoestruturas e Intera&ccedil;&atilde;o com Biossistemas &#150; Nanobioss (Unicamp/SP)</font></P>     <P><font size="3"><b>5.</b> Laborat&oacute;rio de Caracteriza&ccedil;&atilde;o Estrutural &#150; LCE (UFSCar/SP)</font></P>     <P><font size="3"><b>6.</b> Laborat&oacute;rio Associado de Desenvolvimento e Caracteriza&ccedil;&atilde;o de Nanodispositivos e Nanomateriais &#150; LANano (UFMG/MG)</font></P>     <P><font size="3"><b>7.</b> Laborat&oacute;rio de Nanobiotecnologia para Desenvolvimento, Prototipagem e Valida&ccedil;&atilde;o de Produtos para o SUS (IBMP/PR)</font></P>     <P><font size="3"><b>8.</b> Laborat&oacute;rios Associados em Nanotecnologia &#150; LARnano (UFPE/PE)</font></P>     <P><font size="3"><b>9.</b> Laborat&oacute;rio Associado da UFV (UFV/MG)</font></P>     <P><font size="3"><b>10.</b> Laborat&oacute;rio de Nanoci&ecirc;ncia e Nanotecnologia da Amaz&ocirc;nia &#150; Labnano&#45;Amazon (UFPA/PA)</font></P>     ]]></body>
<body><![CDATA[<P><font size="3"><b>11.</b> Laborat&oacute;rio de Eletroqu&iacute;mica e Materiais Nanoestruturados &#150; LEMN (UFABC/SP)</font></P>     <P><font size="3"><b>12.</b> Laborat&oacute;rio de Engenharia de Superf&iacute;cies e Materiais Nanoestruturados da Coppe &#150; LabEngNano/Coppe (UFRJ/RJ)</font></P>     <P><font size="3"><b>13.</b> Laborat&oacute;rio Interdisciplinar para o Desenvolvimento de Nanoestruturas &#150; Linden (UFSC/SC)</font></P>     <P><font size="3"><b>14.</b> N&uacute;cleo de Bionanomanufatura (IPT/SP)</font></P>     <P><font size="3"><b>15.</b> Centro de Componentes Semicondutores &#150; CCS (Unicamp/SP)</font></P>     <P><font size="3"><b>16.</b> N&uacute;cleo de Apoio &agrave; Pesquisa em Nanotecnologia e Nanoci&ecirc;ncias &#150; NAP&#45;NN (USP/SP)</font></P>     <P><font size="3"><b>17.</b> Laborat&oacute;rio Central em Nanotecnologia &#150; LCNano (UFPR/PR)</font></P>     <P><font size="3"><b>18.</b> Laborat&oacute;rio de Fabrica&ccedil;&atilde;o e Caracteriza&ccedil;&atilde;o de Nanodispositivos &#150; Labdis (PUC/RJ).</font></P>     <P><font size="3">Deve&#45;se ressaltar que o tempo disponibilizado &eacute; contabilizado exclusivamente em projetos de nanotecnologia que &eacute; o foco e a raz&atilde;o de ser do SisNANO e que a contabiliza&ccedil;&atilde;o do tempo de uso disponibilizado por cada laborat&oacute;rio ter&aacute; tamb&eacute;m crit&eacute;rios qualitativos.</font></P>     <P><font size="3">Para fazerem face a esses compromissos e desafios, os laborat&oacute;rios do SisNANO receber&atilde;o recursos de forma priorit&aacute;ria do MCTI. J&aacute; em 2013 o MCTI investir&aacute; R$32 milh&otilde;es provenientes do Fundo Nacional de Desenvolvimento Cient&iacute;fico e Tecnol&oacute;gico (FNDCT), R$6,7 milh&otilde;es provenientes do or&ccedil;amento da CGNT e R$25 milh&otilde;es do or&ccedil;amento da Coordena&ccedil;&atilde;o Geral de Servi&ccedil;os Tecnol&oacute;gicos (CGST) para forma&ccedil;&atilde;o de redes do Sistema Brasileiro de Tecnologia Sibratec com os laborat&oacute;rios do SisNANO.</font></P>     ]]></body>
<body><![CDATA[<P><font size="3">O MCTI considera, ainda, essencial a participa&ccedil;&atilde;o das Funda&ccedil;&otilde;es de Apoio &agrave; Pesquisa (FAPs) estaduais no SisNANO como agentes ativos, tanto na defini&ccedil;&atilde;o de diretrizes como no financiamento dos laborat&oacute;rios nos estados de origem. A presen&ccedil;a de um laborat&oacute;rio do SisNANO &eacute;, de fato, uma fator que modifica e enriquece o "ecossistema" de inova&ccedil;&atilde;o em nanotecnologia em escala nacional e regional. Apoiar os laborat&oacute;rios no n&iacute;vel estadual &eacute;, portanto, uma a&ccedil;&atilde;o importante no sentido de impulsionar o desenvolvimento e a industrializa&ccedil;&atilde;o de nanotecnologias.</font></P>     <p><font size="3"><b>CONCLUS&Atilde;O</b> A inova&ccedil;&atilde;o s&oacute; se concretiza quando o conhecimento t&eacute;cnico e cient&iacute;fico &eacute; transformado em produtos e processos. A incorpora&ccedil;&atilde;o do progresso cient&iacute;fico e tecnol&oacute;gico &agrave; produ&ccedil;&atilde;o industrial, gerando inova&ccedil;&atilde;o, permanece como um grande desafio nacional. A transforma&ccedil;&atilde;o de nanotecnologias em produtos e bem&#45;estar social &eacute; um processo complexo que passa tamb&eacute;m por quest&otilde;es regulat&oacute;rias que est&atilde;o hoje postas como priorit&aacute;rias em n&iacute;vel mundial. A Europa e os Estados Unidos, por exemplo, j&aacute; atuam de forma articulada j&aacute; que, sem regula&ccedil;&atilde;o n&atilde;o h&aacute; seguran&ccedil;a jur&iacute;dica (que inibe investimentos) e nem confian&ccedil;a por parte da sociedade de que a nanotecnologia &eacute; uma tecnologia que traz benef&iacute;cios que estamos apenas come&ccedil;ando a conhecer, desenvolver e utilizar.</font></P>     <P><font size="3">A cria&ccedil;&atilde;o do CIN &eacute; um passo importante visto que a enorme tarefa de prover um ambiente prof&iacute;cuo &agrave; industrializa&ccedil;&atilde;o e comercializa&ccedil;&atilde;o de nanotecnologias s&oacute; pode alcan&ccedil;ado pela a&ccedil;&atilde;o coordenada dos governos federal, estaduais e municipais.</font></P>     <P><font size="3">Estamos certos que a estrutura do Programa Brasileiro de Nanotecnologia possui hoje os principais ingredientes para inserir o Brasil em uma nova onda de desenvolvimento econ&ocirc;mico e social ancorada nas nanotecnologias.</font></P>     <P>&nbsp;</P>     <p><font size="3"><i><b>Fl&aacute;vio Plentz</b> &eacute; f&iacute;sico, professor associado IV do Departamento de F&iacute;sica do Instituto de Ci&ecirc;ncias Exatas da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e atualmente &eacute; o coordenador geral de Micro e Nanotecnologias do Minist&eacute;rio da Ci&ecirc;ncia, Tecnologia e Inova&ccedil;&atilde;o (MCTI).    <br>   <b>Adalberto Fazzio</b> &eacute; f&iacute;sico e professor titular do Instituto de F&iacute;sica da Universidade de S&atilde;o Paulo (USP), membro na Academia Brasileira de Ci&ecirc;ncias (ABC) e atualmente &eacute; secret&aacute;rio adjunto da Secretaria de Desenvolvimento Tecnol&oacute;gico e Inova&ccedil;&atilde;o do MCTI.</i></font></P>     <P>&nbsp;</P>     <p><font size="3"><b>NOTAS E REFER&Ecirc;NCIAS BIBLIOGR&Aacute;FICAS</b></font></P>     <!-- ref --><p><font size="3">1. Knobel, M. "O futuro da nanotecnologia no Brasil. Vinte anos n&atilde;o s&atilde;o nada?", <i>Cienc. Cult.</i>, vol.57, nº 1. 2005.    </font></P>     <!-- ref --><p><font size="3">2. Rossi&#45;Bergmann, B."A nanotecnologia: da sa&uacute;de para al&eacute;m do determinismo tecnol&oacute;gico", <i>Cienc. Cult.</i>, vol.60, nº 2. 2008.    </font></P>     <!-- ref --><p><font size="3">3. Site do programa "Desenvolvimento da Nanoci&ecirc;ncia e Nanotecnologia" <A HREF="http://www.mct.gov.br/index.php/content/view/27136.html" target="_blank">http://www.mct.gov.br/index.php/content/view/27136.html</A> (Acesso em maio de 2013).    </font></P>     <!-- ref --><p><font size="3">4. Site do Programa sobre Nanotecnologia: <A HREF="http://www.pdp.gov.br/Paginas/detalhamento_programa.aspx?programa=Nanotecnologia&amp;path=Programas&#45;Mobilizadores em ·reas Estrat&Egrave;gicas&#45;Nanotecnologia" target="_blank">http://www.pdp.gov.br/Paginas/detalhamento_programa.aspx?programa=Nanotecnologia&amp;path=Programas&#45;Mobilizadores%20em%20%C3%A1reas%20Estrat%C3%A9gicas&#45;Nanotecnologia</A> (Acesso em maio de 2013).    </font></P>     <!-- ref --><p><font size="3">5. Site do F&oacute;rum de Competitividade de Nanotecnologia: <A HREF="http://www.mdic.gov.br/sitio/interna/interna.php?area=3&amp;menu=2469" target="_blank">http://www.mdic.gov.br/sitio/interna/interna.php?area=3&amp;menu=2469</A> (Acesso em maio de 2013).    </font></P>     <!-- ref --><p><font size="3">6. Site da Pol&iacute;tica de Desenvolvimento Produtivo (PDP): <A HREF="http://www.pdp.gov.br/" target="_blank">http://www.pdp.gov.br/</A> (Acesso em maio de 2013).    </font></P>     <!-- ref --><p><font size="3">7. Site do 1º e do 2º Workshop <A HREF="http://workshopnano.abdi.com.br/default.aspx" target="_blank">http://workshopnano.abdi.com.br/default.aspx</A> (Acesso em maio de 2013).    </font></P>     <p><font size="3">8. Ibidem</font></P>     <!-- ref --><p><font size="3">9. Site do peri&oacute;dico cient&iacute;fico <i>Environmental Toxicology and Chemistry</i> <A HREF="http://onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1002/etc.v31.1/issuetoc" target="_blank">http://onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1002/etc.v31.1/issuetoc</A> (Acesso  em maio de 2013).    </font></P>     <!-- ref --><p><font size="3">10. Alves, O. L.; St&eacute;fani, D.; Parizotto, N. V. and Souza Filho, A. G. "Hydrotalcites: a highly efficient ecomaterial for effluent treatment originated from carbon nanotubes chemical processing". <i>Journal of Physics: Conference Series</i>, vol.304, 012024. 2011.    </font></P>     <!-- ref --><p><font size="3">11. Documento em PDF integral do General Safe Practices for Working with Engineered Nanomaterials in Research Laboratorie. <A HREF="http://www.cein.ucla.edu/PDFs/2012&#45;147&#45;Safe&#45;Practices&#45;NIOSH.pdf" target="_blank">http://www.cein.ucla.edu/PDFs/2012&#45;147&#45;Safe&#45;Practices&#45;NIOSH.pdf</A> (Acesso em maio de 2013).    </font></P>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="3">12. <A HREF="http://www.capes.gov.br/cooperacao&#45;internacional/portugal/inl" target="_blank">http://www.capes.gov.br/cooperacao&#45;internacional/portugal/inl</A></font> ]]></body><back>
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