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</front><body><![CDATA[ <p align="center"><img src="/img/revistas/cic/v65n3/a15img01.jpg"></P>     <p>&nbsp;</P>     <p><font size="3">I<small>NOVA&Ccedil;&Atilde;O</small>/N<small>ANOTECNOLOGIA</small></font></P>     <p><img src="/img/revistas/cic/v65n3/linha.jpg"></P>     <P><font size=5><b>Bayer fecha     f&aacute;brica de nanotubos de carbono</b></font></P>     <P>&nbsp;</P>     <p><font size="3">Depois de apenas 4 anos, a ind&uacute;stria farmac&ecirc;utica Bayer resolveu fechar as portas da uma das maiores f&aacute;bricas de nanotubos de carbono do mundo. Em um comunicado &agrave; imprensa, Patrick Thomas, CEO da Bayer MaterialScience, explicou que a empresa percebeu que as &aacute;reas potenciais de aplica&ccedil;&atilde;o dos nanotubos, que antes pareciam promissoras, "t&ecirc;m se fragmentado ou t&ecirc;m pouco a ver com os principais produtos da empresa e seu espectro de aplica&ccedil;&atilde;o".</font></P>     <p><font size="3">A Bayer havia inaugurado sua f&aacute;brica no in&iacute;cio de 2009, em Leverkusen, Alemanha, com investimentos de cerca de 22 milh&otilde;es de euros, aproximadamente R$61 milh&otilde;es. O objetivo era desenvolver novas tecnologias e aplica&ccedil;&otilde;es com base no  grande potencial dos nanotubos de carbono. </font></P>     <p><font size="3">Trata&#45;se de estruturas tubulares com dimens&otilde;es de cerca de um bilion&eacute;simo de metro (10<SUP>&#45;9</SUP>m) que produzem propriedades el&eacute;tricas, mec&acirc;nicas, &oacute;pticas e qu&iacute;micas que podem beneficiar produtos esportivos, como raquetes e bicicletas, tornando&#45;os mais resistentes; aumentar a mobilidade com a redu&ccedil;&atilde;o do peso de ve&iacute;culos; e possibilitar o desenvolvimento de produtos eletr&ocirc;nicos como televisores de tela plana.</font></P>     <p><font size="3">&Agrave; epoca, a Bayer recebeu cerca de 40 milh&otilde;es de euros do Minist&eacute;rio da Educa&ccedil;&atilde;o e Pesquisa da Alemanha, para o per&iacute;odo de quatro anos. "Esta alian&ccedil;a ir&aacute; desempenhar um papel significativo na implementa&ccedil;&atilde;o da estrat&eacute;gia de alta tecnologia do governo federal, por meio da qual pretendemos refor&ccedil;ar a competitividade da Alemanha", afirmou Thomas Rachel, secret&aacute;rio de Estado Parlamentar do Minist&eacute;rio Federal da Alemanha para Educa&ccedil;&atilde;o e Pesquisa (BMBF), durante a inaugura&ccedil;&atilde;o da planta de nanotubos de carbono. </font></P>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="3">Apesar de a f&aacute;brica ter encerrado suas atividades, Stefan Paul Mechnig, porta&#45;voz de Bayer MaterialScience esclareceu que a Bayer pretende continuar contribuindo para a &aacute;rea, por meio da transmiss&atilde;o de tecnologia e distribui&ccedil;&atilde;o de informa&ccedil;&atilde;o para pequenas e m&eacute;dias empresas. "Queremos continuar trabalhando profundamente com o desenvolvimento e os nossos parceiros de neg&oacute;cios para encontrar o melhor uso poss&iacute;vel e posterior utiliza&ccedil;&atilde;o do nosso portf&oacute;lio de nanotubos de carbono, em particular, para conhecimentos adquiridos e patentes". Segundo Mechnig, apesar do fechamento da f&aacute;brica, a empresa ainda acredita no grande potencial da nanotecnologia e dos nanotubos de carbono e, portanto, assume que a investiga&ccedil;&atilde;o e o desenvolvimento nessa &aacute;rea v&atilde;o continuar.</font></P>     <p><font size="3">No ramo de produ&ccedil;&atilde;o de nanotubos de carbono est&atilde;o grandes empresas como a chinesa CNano, com uma linha de produ&ccedil;&atilde;o com capacidade de produ&ccedil;&atilde;o de 500 toneladas ao ano, e a belga Nanocyl, considerada a atual l&iacute;der mundial na fabrica&ccedil;&atilde;o dessas estruturas. Que os investimentos permane&ccedil;am no setor. </font></P>     <p>&nbsp;</P>     <P ALIGN="RIGHT"><font size="3"><I>Marcela Salazar Granada</I></font></P>      ]]></body>
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