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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>BRASIL    <br>   TECNOLOGIA</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="4" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Desenho de embalagens diminui perdas em frutas frescas</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Germana Barata</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/cic/v67n4/a05fig01.jpg"></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Por serem alimentos fr&aacute;geis, altamente perec&iacute;veis, as frutas exigem cuidados especiais para diminuir o desperd&iacute;cio e as perdas econ&ocirc;micas ap&oacute;s a colheita. Para contribuir para um processo mais sustent&aacute;vel desde o campo at&eacute; o consumidor, pesquisadores do Instituto Nacional de Tecnologia (INT), do Instituto de Macromol&eacute;culas da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e do Centro de Tecnologia de Alimentos da Embrapa (CTAA) desenvolveram caixotes dobr&aacute;veis e embalagens para o transporte e exposi&ccedil;&atilde;o de frutas que aumentam em uma semana a vida dos produtos e mant&ecirc;m as perdas abaixo de 10%, &iacute;ndice similar ao de pa&iacute;ses desenvolvidos.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> A ideia &eacute; simples, mas gerou o dep&oacute;sito de 40 patentes e demandou R$7,5 milh&otilde;es do fundo tecnol&oacute;gico do BNDES ao longo de quatro anos de pesquisas e testes. O projeto poder&aacute; ajudar a diminuir o desperd&iacute;cio de alimentos, estimado em 26 milh&otilde;es de toneladas ao ano no Brasil, dos quais 45% seriam de hortifruti. Ao inv&eacute;s de frutas sobrepostas e sem ventila&ccedil;&atilde;o, as embalagens desenvolvidas permitem que as bandejas sejam empilhadas sem risco de amassar as frutas e tenham entrada de ar, importante para prevenir temperaturas mais altas e frear o processo de degrada&ccedil;&atilde;o. As embalagens s&atilde;o articuladas, t&ecirc;m baixo peso, s&atilde;o acopladas a bandejas espec&iacute;ficas para cada tipo de fruta e s&atilde;o reutilizadas ap&oacute;s a entrega dos produtos. A base &eacute; composta por materiais que usam res&iacute;duos minerais ou de fibras vegetais, muitas vezes, gratuitos ou de baixo custo, enquanto a bandeja pode ser feita a partir de pl&aacute;stico PET reciclado. Luiz Carlos do Carmo Motta, da Divis&atilde;o de Desenho Industrial do INT, informa que a base pode ter custo at&eacute; inferior ao de outras caixas atualmente em uso, al&eacute;m de contribuir para retirar do ambiente res&iacute;duos que podem causar impactos ambientais.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O desenho das embalagens considerou as caracter&iacute;sticas fisiol&oacute;gicas, organol&eacute;pticas (cor, textura, sabor, odor etc) de cada fruta, entre as quais o caqui, manga, mam&atilde;o papaia, morangos e palmito de pupunha processado. "Cada tipo de fruta respira e libera etileno de forma pr&oacute;pria. Como as nossas embalagens respeitam estas caracter&iacute;sticas essenciais de cada tipo de fruta, elas colaboram para a redu&ccedil;&atilde;o das perdas p&oacute;s-colheita e aumentam a vida &uacute;til dos produtos acondicionados", afirma. De acordo com testes realizados pelo CTAA/Embrapa, as embalagens reduziram em at&eacute; 70% as perdas p&oacute;s-colheita de caquis, por exemplo.</font></p>      ]]></body>
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