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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>OLIMP&Iacute;ADAS    <br>   ARTIGOS</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="4" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Apresenta&ccedil;&atilde;o: Jogos Ol&iacute;mpicos Rio de Janeiro 2016</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Alberto Reinaldo Reppold Filho</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Professor associado e diretor da Escola de Educa&ccedil;&atilde;o F&iacute;sica e coordena o Centro de Estudos Ol&iacute;mpicos da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). &Eacute; membro da Academia Ol&iacute;mpica Brasileira e professor visitante da Academia Ol&iacute;mpica Internacional (Gr&eacute;cia)</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Em uma d&eacute;cada, o Brasil saltou da periferia ao centro do cen&aacute;rio esportivo mundial. No segundo semestre deste ano, quando se encerrarem os Jogos Ol&iacute;mpicos e Paral&iacute;mpicos do Rio de Janeiro, o pa&iacute;s ter&aacute; sediado quatro grandes eventos em menos de dez anos. Na hist&oacute;ria esportiva internacional, n&atilde;o existem precedentes. Nem na&ccedil;&otilde;es com economias fortes e est&aacute;veis, longa tradi&ccedil;&atilde;o esportiva e experi&ecirc;ncia em organizar competi&ccedil;&otilde;es de vulto, obtiveram sucesso na candidatura para sediar, em per&iacute;odo t&atilde;o curto, tantos eventos esportivos de grande magnitude.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Em 2007, a cidade do Rio de Janeiro recebeu os Jogos Pan e Para-pan-Americanos. Nos primeiros, estiveram presentes 42 pa&iacute;ses e cerca de 5.600 atletas. No segundo evento, compareceram 25 pa&iacute;ses e em torno de 1.100 atletas. Tratavam-se, &eacute; verdade, de acontecimentos menores quando comparados com os grandes eventos esportivos que estavam por vir. Entretanto, deixaram uma ideia dos desafios a serem enfrentados. Para o comit&ecirc; organizador do Pan 2007, o evento marcou a hist&oacute;ria esportiva do pa&iacute;s, provando para o mundo que o Brasil era capaz de organizar grandes competi&ccedil;&otilde;es. Essa posi&ccedil;&atilde;o foi reiterada em julho de 2013, quando o Comit&eacute; Ol&iacute;mpico Brasileiro (COB) comemorou o sexto anivers&aacute;rio da abertura do evento. O presidente da entidade declarou que o sucesso dos Jogos Panamericanos de 2007 representou a "porta de entrada para a conquista dos Jogos Ol&iacute;mpicos Rio 2016" (1). Os &oacute;rg&atilde;os p&uacute;blicos de controle, as organiza&ccedil;&otilde;es n&atilde;o-governamentais e a m&iacute;dia esportiva trouxeram uma vis&atilde;o diferente da apresentada pelo COB e pelo comit&ecirc; organizador do Pan: gastos acima do previsto, suspeitas de desvio de dinheiro p&uacute;blico e de superfaturamento nas obras, falta de participa&ccedil;&atilde;o popular no processo de tomada de decis&atilde;o e, encerrados os Jogos, instala&ccedil;&otilde;es esportivas subutilizadas.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A Copa das Confedera&ccedil;&otilde;es, outra competi&ccedil;&atilde;o de import&acirc;ncia mundial, marcou o calend&aacute;rio esportivo brasileiro de 2013. O evento aconteceu no m&ecirc;s de junho, envolvendo oito sele&ccedil;&otilde;es, e serviu de prepara&ccedil;&atilde;o para a Copa do Mundo de Futebol de 2014. Seis cidades brasileiras sediaram os jogos: Belo Horizonte, Bras&iacute;lia, Fortaleza, Recife, Rio de Janeiro e Salvador. A disputa entre as cidades para abrigar a competi&ccedil;&atilde;o teve in&iacute;cio em 2009 e encerrou-se somente em 2011, quando a Fifa anunciou as seis sedes do torneio. A acirrada disputa evidenciou a relev&acirc;ncia que os governos e as lideran&ccedil;as locais atribuem a tais eventos. No gramado, a sele&ccedil;&atilde;o brasileira recuperou seu prest&iacute;gio, afetado pelo insucesso na Copa da &Aacute;frica do Sul, em 2010, e por posteriores fracassos, vencendo na partida final a sele&ccedil;&atilde;o espanhola, considerada, na &eacute;poca, a melhor equipe de futebol do planeta. Fora do campo, a Fifa e o governo brasileiro festejaram o recorde de p&uacute;blico nos est&aacute;dios (m&eacute;dia de 50 mil pessoas por partida) e o sucesso financeiro do evento. A Copa das Confedera&ccedil;&otilde;es, entretanto, n&atilde;o aconteceu sem problemas. O per&iacute;odo da competi&ccedil;&atilde;o foi marcado por manifesta&ccedil;&otilde;es populares nas principais cidades do pa&iacute;s. Entre as reivindica&ccedil;&otilde;es estavam: redu&ccedil;&atilde;o da tarifa e melhoria do transporte p&uacute;blico, seguran&ccedil;a para a popula&ccedil;&atilde;o, combate &agrave; corrup&ccedil;&atilde;o, e maiores investimentos em educa&ccedil;&atilde;o e sa&uacute;de. Al&eacute;m disso, os manifestantes criticavam os elevados gastos com a Copa do Mundo de Futebol e com os Jogos Ol&iacute;mpicos de 2016. Nas proximidades dos est&aacute;dios, aconteceram in&uacute;meros confrontos entre policiais e manifestantes. Os meios de comunica&ccedil;&atilde;o deram visibilidade aos acontecimentos, e as imagens percorreram o pa&iacute;s e o mundo, mostrando a insatisfa&ccedil;&atilde;o de uma parte significativa da popula&ccedil;&atilde;o brasileira com a realiza&ccedil;&atilde;o desses eventos.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Em 2014, nos meses de junho e julho, o pa&iacute;s recebeu o maior evento do futebol mundial. Foram 32 sele&ccedil;&otilde;es nacionais e mais de 700 atletas. A Copa do Mundo de Futebol envolveu 12 cidades brasileiras. Dezoito cidades (2) candidataram-se a sediar os jogos, tendo a Fifa enfrentado dificuldades para realizar a escolha devido &agrave; grande disputa entre as candidatas. Para atender as press&otilde;es dos estados e munic&iacute;pios, foram escolhidas 12 cidades e n&atilde;o 10, como inicialmente previsto pela Fifa. Definidas as cidades-sede, teve in&iacute;cio a mobiliza&ccedil;&atilde;o em torno das provid&ecirc;ncias para receber o evento. A prepara&ccedil;&atilde;o para a Copa exigiu um enorme aporte de recursos p&uacute;blicos. Somente para a constru&ccedil;&atilde;o e reforma dos est&aacute;dios foram gastos 8,38 bilh&otilde;es de reais, sendo 3,81 bilh&otilde;es financiados pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econ&oacute;mico e Social (BNDES), 3,95 bilh&otilde;es de investimentos dos governos locais, e 611 milh&otilde;es de investimentos privados. Os investimentos para o evento totalizaram 27,1 bilh&otilde;es de reais, dos quais somente 4,33 bilh&otilde;es foram de investimentos privados (3). No valor est&atilde;o inclu&iacute;das obras de mobilidade urbana, portos, aeroportos, seguran&ccedil;a, telecomunica&ccedil;&otilde;es, infraestrutura de turismo e instala&ccedil;&otilde;es complementares para o evento. O governo brasileiro alimentava expectativas de que a Copa trouxesse um retorno financeiro consider&aacute;vel para o pa&iacute;s, especialmente no turismo. O Instituto Brasileiro de Turismo (Embratur) estabeleceu por meta atrair 600 mil turistas para a Copa. Em outubro de 2013, teve in&iacute;cio uma campanha com o objetivo de melhorar a imagem do pa&iacute;s no exterior, de maneira que o turista estrangeiro n&atilde;o temesse os protestos, os problemas nos aeroportos e os pre&ccedil;os abusivos nos hot&eacute;is. O projeto contou com investimentos de 10 milh&otilde;es de d&oacute;lares e foi veiculado em sete pa&iacute;ses: Argentina, Chile, Col&ocirc;mbia, M&eacute;xico, Estados Unidos, Alemanha e Reino Unido. A segunda etapa da campanha atingiu mais pa&iacute;ses e aconteceu em per&iacute;odo pr&oacute;ximo ao evento. No terreno esportivo, a sele&ccedil;&atilde;o brasileira apresentou um triste desempenho, frustrando as expectativas dos torcedores. Para a Fifa, contudo, a Copa foi um sucesso financeiro e de p&uacute;blico. O evento teve uma assist&ecirc;ncia total nos est&aacute;dios de 3,42 milh&otilde;es de pessoas, com a m&eacute;dia de 53.5 mil espectadores por jogo. Foi o segundo maior p&uacute;blico de toda a hist&oacute;ria das Copas do Mundo. O maior ocorreu nos Estados Unidos, em 1994, com 3,58 milh&otilde;es de pessoas. Nas <i>fan fest,</i> organizadas nas 12 cidades-sede, estiveram presentes 5,15 milh&otilde;es de pessoas. Dos 3,14 milh&otilde;es de ingressos vendidos, mais da metade (1,63 milh&otilde;es) foram adquiridos por residentes no Brasil, seguidos dos Estados Unidos (203 mil ingressos), Argentina (66 mil), Alemanha (60 mil) e Inglaterra (58 mil), indicando que a estrat&eacute;gia de divulga&ccedil;&atilde;o do pa&iacute;s no exterior atingiu a meta esperada (4). Em termos financeiros, a Copa gerou uma receita total de 4,8 milh&otilde;es de d&oacute;lares para a Fifa e incorreu em despesas totais de 2,2 milh&otilde;es de d&oacute;lares, deixando assim um lucro de 2,6 milh&otilde;es para a entidade (5).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A d&eacute;cada dos megaeventos esportivos no Brasil encerra-se em 2016, quando a cidade do Rio de Janeiro receber&aacute; os Jogos Ol&iacute;mpicos e Paral&iacute;mpicos. Os eventos acontecer&atilde;o nos meses de agosto e setembro, respectivamente. Para os Jogos Ol&iacute;mpicos, estima-se a presen&ccedil;a de 206 pa&iacute;ses e mais de 10 mil atletas. Nos Jogos Para-l&iacute;mpicos, a previs&atilde;o &eacute; de cerca de 160 pa&iacute;ses e mais de 5 mil atletas. Diferentemente da Copa das Confedera&ccedil;&otilde;es e da Copa do Mundo de Futebol, que acontecem em v&aacute;rias cidades, os eventos ol&iacute;mpicos concentram-se em apenas uma, &agrave; exce&ccedil;&atilde;o das etapas preliminares da competi&ccedil;&atilde;o de futebol que se realizam em outras localidades. Em 2016, os jogos de futebol envolver&atilde;o, al&eacute;m da capital fluminense, outras cinco cidades: S&atilde;o Paulo, Belo Horizonte, Bras&iacute;lia, Salvador e Manaus. V&aacute;rias obras est&atilde;o em andamento no Rio de Janeiro para atender ao plano elaborado pelo COB, e avalizado pelos governos federal, estadual e municipal, quando da candidatura para os Jogos. O documento &eacute; uma exig&ecirc;ncia do Comit&ecirc; Ol&iacute;mpico Internacional para a aceita&ccedil;&atilde;o de candidaturas e contempla itens como: financiamento, instala&ccedil;&otilde;es esportivas, transporte, seguran&ccedil;a, apoio da popula&ccedil;&atilde;o local e legado para a cidade e o pa&iacute;s sede. A escolha do Rio de Janeiro para sediar os Jogos Ol&iacute;mpicos de 2016, ocorrida em Copenhague, em 2009, selou o compromisso de que o evento aconteceria conforme o proposto no documento da candidatura.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Esses coment&aacute;rios introdut&oacute;rios servem para ilustrar que os megaeventos esportivos, pela sua magnitude, impactam e geram legados para as cidades e os pa&iacute;ses sede. Esses impactos e legados podem ser positivos e negativos, intencionais e n&atilde;o intencionais, entre outras classifica&ccedil;&otilde;es. Podem tamb&eacute;m ser de diferentes tipos: econ&oacute;micos, sociais, pol&iacute;ticos, culturais, esportivos, ambientais e de imagem, para mencionar apenas os mais destacados na literatura especializada. S&atilde;o eventos que requerem garantias e enormes investimentos dos governos dos pa&iacute;ses e das cidades onde s&atilde;o realizados, uma vez que seguran&ccedil;a e mobilidade urbana, entre outros itens previstos no caderno de encargos, dependem das autoridades p&uacute;blicas. Al&eacute;m disso, envolvem anos de prepara&ccedil;&atilde;o, necessitando, assim, de apoio continuado da popula&ccedil;&atilde;o.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Por essas, entre outras raz&otilde;es, os megaeventos esportivos tornaram-se, na atualidade, temas relevantes de estudo e pesquisa em diversas &aacute;reas de conhecimento. No Brasil, isso n&atilde;o &eacute; diferente. A realiza&ccedil;&atilde;o de quatro eventos de grande magnitude em apenas uma d&eacute;cada despertou, e em grande medida exigiu, que a comunidade acad&ecirc;mica brasileira examinasse o assunto a partir de diferentes perspectivas.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>PRODU&Ccedil;&Atilde;O CIENT&Iacute;FICA BRASILEIRA SOBRE MEGAEVENTOS ESPORTIVOS</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A an&aacute;lise da produ&ccedil;&atilde;o cient&iacute;fica brasileira evidencia que at&eacute; meados dos anos 2000 eram escassos no pa&iacute;s os estudos sobre megaeventos esportivos. A situa&ccedil;&atilde;o mudou significativamente a partir de 2007. Desde ent&atilde;o, os megaeventos esportivos foram analisados por pesquisadores de diferentes disciplinas, sendo consider&aacute;veis as contribui&ccedil;&otilde;es da economia, administra&ccedil;&atilde;o, geografia, sociologia e educa&ccedil;&atilde;o f&iacute;sica. Mais recentemente, especialistas em planejamento urbano, turismo, seguran&ccedil;a e meio ambiente ampliaram a compress&atilde;o desses eventos. O crescimento da produ&ccedil;&atilde;o cient&iacute;fica brasileira sobre o tema pode ser atestada pela an&aacute;lise de livros e artigos cient&iacute;ficos produzidos no per&iacute;odo de 2007 a 2015.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">a) Livros</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Os primeiros livros publicados no Brasil sobre megaeventos esportivos aconteceram nos anos de 2007 e 2008, e contaram com o apoio do Minist&eacute;rio do Esporte. A realiza&ccedil;&atilde;o dos Jogos Panamericanos no Rio de Janeiro em 2007 - com suspeitas de superfaturamento nas obras e gastos acima dos previstos -, seguida da inscri&ccedil;&atilde;o da cidade do Rio de Janeiro como candidata a sediar os Jogos Ol&iacute;mpicos de 2016 e da confirma&ccedil;&atilde;o do Brasil como sede da Copa do Mundo de Futebol, ocorridas, respectivamente, em setembro e outubro de 2007, colocaram para o governo brasileiro - principal financiador desses eventos -, e para v&aacute;rios segmentos da sociedade brasileira, a necessidade de conhec&ecirc;-los em mais detalhes. Assim, em conjunto com universidades, conselhos profissionais, entidades esportivas e organiza&ccedil;&otilde;es n&atilde;o governamentais, o Minist&eacute;rio do Esporte produziu importantes documentos sobre o assunto. Essas obras, ainda hoje refer&ecirc;ncia para os estudiosos de megaeventos esportivos no Brasil, trataram de uma ampla variedade de temas (turismo, meio ambiente, voluntariado, instala&ccedil;&otilde;es esportivas, ordenamento urbano, gest&atilde;o de eventos, legado, responsabilidade social etc) e contaram com a participa&ccedil;&atilde;o de pesquisadores do pa&iacute;s e do exterior. Os estudos mais significativos desse per&iacute;odo foram: <i>Legado social dos XV Jogos Pan-Americanos Rio 2007: diagn&oacute;stico social e esportivo de 53 favelas cariocas</i> (6); <i>Megaeventos esportivos, legados e responsabilidade social</i> (7); e <i>Legados de megaeventos esportivos</i> (8).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Nos anos seguintes, outras publica&ccedil;&otilde;es foram realizadas por universidades brasileiras com o apoio de funda&ccedil;&otilde;es estaduais de pesquisa. Nesse grupo, merecem destaque dois livros: <i>O jogo continua: megaeventos esportivos e cidades</i> (9); e <i>Megaeventos esportivos e seus impactos nos estados perif&eacute;ricos</i> (10). A primeira obra trata das transforma&ccedil;&otilde;es provocadas pelos megaeventos esportivos na cidade do Rio de Janeiro, destacando seus efeitos em uma realidade marcada por profundas desigualdades sociais. Os autores formam um grupo multidisciplinar: economistas, soci&oacute;logos, ge&oacute;grafos, arquitetos e urbanistas. A segunda obra apresenta uma vis&atilde;o geral dos impactos dos megaeventos esportivos e destaca algumas de suas implica&ccedil;&otilde;es para as pol&iacute;ticas p&uacute;blicas de esporte. Trata-se de uma colet&acirc;nea de estudos desenvolvidos por pesquisadores da &aacute;rea da educa&ccedil;&atilde;o f&iacute;sica. Nesta lista, pode-se incluir tamb&eacute;m <i>Grandes eventos esportivos e planejamento de desenvolvimento urbano,</i> obra que contempla os estudos da coopera&ccedil;&atilde;o t&eacute;cnica entre o Minist&eacute;rio do Esporte e o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) (11).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Em 2013, as editoras comerciais brasileiras passaram a publicar livros sobre megaeventos esportivos, indicando o crescente interesse no assunto. Nesse grupo de publica&ccedil;&otilde;es encontram-se: <i>Legados de megaeventos esportivos</i> (12); e <i>Sustentabilidade, governan&ccedil;a e megaeventos: estudo de caso dos Jogos Ol&iacute;mpicos</i> (13). O primeiro livro consiste de uma colet&acirc;nea de trabalhos elaborada por autores de diferentes especialidades acad&ecirc;micas que retomam, e por vezes aprofundam, temas examinados em obras anteriormente publicadas no pa&iacute;s. Dois estudos merecem especial aten&ccedil;&atilde;o por examinarem assuntos ainda pouco considerados pelos pesquisadores brasileiros. Um focaliza o legado dos megaeventos esportivos para a educa&ccedil;&atilde;o f&iacute;sica escolar; enquanto outro trata do legado para a pesquisa. O segundo livro tamb&eacute;m &eacute; fruto de trabalho coletivo. Os autores realizam um estudo de caso sobre sustentabilidade e governan&ccedil;a nos Jogos Ol&iacute;mpicos.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Os anos seguintes registram um crescimento das publica&ccedil;&otilde;es sobre o tema. Em 2014, s&atilde;o lan&ccedil;ados <i>Citius, altius e fortius: Brasil, esportes e Jogos Ol&iacute;mpicos</i> (14), <i>O Brasil em jogo: o que fica da Copa e das Olimp&iacute;adas?</i> (15), e <i>Megaeventos esportivos: suas consequ&ecirc;ncias, impactos e legadospara a Am&eacute;rica Latina</i> (16). Estas obras constituem um rico acervo de an&aacute;lises e cr&iacute;ticas aos megaeventos esportivos.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">No mesmo ano, s&atilde;o lan&ccedil;adas duas obras cujas caracter&iacute;sticas diferem das anteriores: <i>Impactos econ&oacute;micos de megaeventos esportivos </i>(17) e <i>Megaeventos esportivos no Brasil: um olhar antropol&oacute;gico</i> (18). Esses estudos lan&ccedil;am olhares especializados sobre os megaeventos esportivos. No primeiro, os aspectos econ&oacute;micos ganham destaque. No segund, os megaeventos esportivos s&atilde;o examinados a partir da vis&atilde;o antropol&oacute;gica.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Em 2015, tr&ecirc;s publica&ccedil;&otilde;es merecem destaque. <i>O futuro dos megaeventos esportivos</i> (19) &eacute; uma colet&acirc;nea de estudos sobre os impactos e legados da Copa do Mundo de Futebol e dos Jogos Ol&iacute;mpicos, na cidade do Rio de Janeiro. Trata-se da primeira obra a analisar com mais detalhes a Agenda2020 do Comit&ecirc; Ol&iacute;mpico Internacional. O Observat&oacute;rio das Metr&oacute;poles lan&ccedil;a duas colet&acirc;neas de estudos sobre os megaeventos esportivos. A primeira intitulada <i>Brasil: os impactos da Copa do Mundo 2014 e das Olimp&iacute;adas 2016</i> (20) apresenta os resultados nacionais de um projeto que teve por objetivo avaliar os impactos da prepara&ccedil;&atilde;o das cidades para sediarem esses dois eventos esportivos, em termos de transforma&ccedil;&otilde;es socioecon&oacute;micas, ambientais e simb&oacute;licas. A segunda, com o t&iacute;tulo <i>Rio de Janeiro: os impactos da Copa do Mundo 2014 e das Olimp&iacute;adas 2016,</i> examina em detalhe a transforma&ccedil;&otilde;es ocorridas na cidade do Rio de Janeiro (21).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">b) Artigos cient&iacute;ficos</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A revista <i>Motriviv&ecirc;ncia,</i> editada pela Universidade Federal de Santa Catarina, teve quatro n&uacute;meros dedicados aos megaeventos esportivos (22). Os t&iacute;tulos das publica&ccedil;&otilde;es fornecem uma ideia dos assuntos abordados: <i>Manifesta&ccedil;&otilde;es populares, cidadania e megae-ventos</i> (2013); <i>As lutas sociais, os megaeventos esportivos no Brasil, as pol&iacute;ticas p&uacute;blicas e o "padr&atilde;o Fifa"</i> (2013); <i>A d&eacute;cada dos megaeventos esportivos no Brasil</i> (2009); <i>Grandes eventos esportivos no Brasil </i>(2006). No conjunto, os artigos publicados na <i>Motriviv&ecirc;ncia</i> apresentam um panorama atual do assunto. Os autores s&atilde;o na maioria da &aacute;rea da educa&ccedil;&atilde;o f&iacute;sica.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Em 2012, a <i>Revista Coletiva,</i> peri&oacute;dico de divulga&ccedil;&atilde;o cient&iacute;fica da Funda&ccedil;&atilde;o Joaquim Nabuco, dedicou um n&uacute;mero aos megae-ventos esportivos (23). Os autores apresentam um vis&atilde;o cr&iacute;tica dos eventos que estavam por acontecer no Brasil. Al&eacute;m dos aspectos sociais e econ&oacute;micos, outros temas s&atilde;o examinados, como por exemplo: a seguran&ccedil;a nos est&aacute;dios e a especula&ccedil;&atilde;o imobili&aacute;ria associada a esses eventos.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Os megaeventos esportivos foram tamb&eacute;m tema de um n&uacute;mero especial da revista <i>Horizontes Antropol&oacute;gicos,</i> publicada pelo Programa de P&oacute;s-Gradua&ccedil;&atilde;o em Antropologia Social da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (24). A publica&ccedil;&atilde;o supriu uma lacuna na pesquisa sobre o assunto, explorando, a partir de uma perspectiva antropol&oacute;gica, os aspectos simb&oacute;licos dos megaeventos esportivos. A obra contou com a participa&ccedil;&atilde;o de pesquisadores do Brasil e do exterior.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>OS JOGOS OL&Iacute;MPICOS</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A <i>Revista Princ&iacute;pios</i> realizou um levantamento da situa&ccedil;&atilde;o dos megaeventos esportivos no pa&iacute;s. A publica&ccedil;&atilde;o abre com uma entrevista com o ministro do Esporte, onde s&atilde;o apresentados os aspectos considerados positivos da realiza&ccedil;&atilde;o da Copa do Mundo e dos Jogos Ol&iacute;mpicos para o Brasil. Os demais artigos abordam temas econ&oacute;micos, pol&iacute;ticos, sociais e t&eacute;cnicos da prepara&ccedil;&atilde;o brasileira para esses eventos. Entre os autores encontram-se: gestores, autoridades p&uacute;blicas, jornalistas e pesquisadores de universidades brasileiras.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">As quatro revistas, quando consideradas em conjunto, publicaram 8 editoriais e 62 artigos sobre megaeventos esportivos. Somam-se a essas publica&ccedil;&otilde;es, artigos divulgados em outras revistas brasileiras de educa&ccedil;&atilde;o f&iacute;sica e ci&ecirc;ncias do esporte (25). Essas, embora n&atilde;o tenham dedicado n&uacute;meros especiais aos megaeventos esportivos, t&ecirc;m frequentemente publicado material sobre o tema.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>MEGAEVENTOS ESPORTIVOS E JOGOS OL&Iacute;MPICOS</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A revista <i>Ci&ecirc;ncia e Cultura,</i> atenta &agrave; import&acirc;ncia social, pol&iacute;tica e econ&oacute;mica dos megaeventos esportivos e fiel &agrave; tradi&ccedil;&atilde;o de discutir assuntos de relev&acirc;ncia para a comunidade acad&ecirc;mica, teve a iniciativa de dedicar o espa&ccedil;o de seu N&uacute;cleo Tem&aacute;tico aos Jogos Ol&iacute;mpicos.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Em conson&acirc;ncia com a linha editorial da revista, foram convidados pesquisadores de diferentes disciplinas acad&ecirc;micas, do pa&iacute;s e exterior. O N&uacute;cleo Tem&aacute;tico inicia com o artigo do antrop&oacute;logo Arlei Sander Damo, professor do Programa de P&oacute;s-Gradua&ccedil;&atilde;o em Antropologia Social da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). O autor examina como os relat&oacute;rios, consultorias, produ&ccedil;&otilde;es cient&iacute;ficas e dossi&ecirc;s elaborados por ag&ecirc;ncias governamentais, comit&ecirc;s populares, empresas privadas e meio acad&ecirc;mico exercem poder agenciando opini&otilde;es e decis&otilde;es sobre a destina&ccedil;&atilde;o de recursos p&uacute;blicos para os megaeventos esportivos. Esses documentos, entendidos como <i>dispositivos sociot&eacute;cnicos,</i> constituem uma modalidade espec&iacute;fica de discurso destinado a fins pol&iacute;ticos, cuja inten&ccedil;&atilde;o &eacute; convencer as ag&ecirc;ncias governamentais e a opini&atilde;o p&uacute;blica.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O segundo artigo trata dos Jogos Ol&iacute;mpicos e o direito &agrave; moradia adequada. A autora, Raquel Rolnik, arquiteta, urbanista e professora da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de S&atilde;o Paulo (USP), atuou como relatora especial do Conselho de Direitos Humanos da ONU, no per&iacute;odo de 2008 a 2014. Para a autora, os Jogos Ol&iacute;mpicos e outros eventos esportivos de igual magnitude fazem parte de uma estrat&eacute;gia de dinamiza&ccedil;&atilde;o das cidades, implantada com o apoio de grandes corpora&ccedil;&otilde;es e capitais privados, cujo prop&oacute;sito &eacute; promover a renova&ccedil;&atilde;o da infraestrutura urbana, o desenvolvimento imobili&aacute;rio e a imagem internacional da cidade. Esses eventos t&ecirc;m consequ&ecirc;ncias diversas e afetam de maneiras diferentes as popula&ccedil;&otilde;es das cidades anfitri&atilde;s. A autora examina os efeitos desses eventos sobre a moradia adequada - dimens&atilde;o fundamental da vida dos moradores e das comunidades mais vulner&aacute;veis da sociedade -, tema ainda negligenciado pelas autoridades p&uacute;blicas e organiza&ccedil;&otilde;es esportivas quando do planejamento e organiza&ccedil;&atilde;o dos Jogos Ol&iacute;mpicos.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Em seguida, outro artigo traz um assunto de grande relev&acirc;ncia para os profissionais da &aacute;rea da educa&ccedil;&atilde;o f&iacute;sica. Em estudo conjunto, Billy Graeff, educador f&iacute;sico e professor da Universidade de Rio Grande, Paul Bretherton, pesquisador brit&acirc;nico com atua&ccedil;&atilde;o na &aacute;rea da gest&atilde;o do esporte e do lazer, e Joe Pigguin, professor e diretor do Programa de P&oacute;s-Gradua&ccedil;&atilde;o em Gest&atilde;o do Esporte da Universidade de Loughborough, do Reino Unido, analisam o legado dos Jogos Ol&iacute;mpicos para a atividade f&iacute;sica e esportiva. Os autores realizam um estudo comparativo dos Jogos Ol&iacute;mpicos de Londres, em 2012, e do Rio de Janeiro, em 2016. Os resultados indicam que a realiza&ccedil;&atilde;o desses eventos n&atilde;o aumentou, como seria esperado, os n&iacute;veis de atividade f&iacute;sica e esportiva na popula&ccedil;&atilde;o dos pa&iacute;ses-sede.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O quarto artigo &eacute; resultado de um trabalho conjunto de pesquisadores brasileiros e alem&atilde;es, e vem assinado pelos professores Holger Preuss, Norbert Schutte e Thomas Konecke, todos da &aacute;rea de gest&atilde;o e economia do esporte, com atua&ccedil;&atilde;o na Universidade Johannes Gutenberg de Mainz, Alemanha, e do professor Lamartine da Costa, especialista em estudos ol&iacute;mpicos, da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ). Os autores apresentam os resultados de uma pesquisa sobre a estrutura e o significado dos valores que s&atilde;o associados aos Jogos Ol&iacute;mpicos por pesquisadores e profissionais que atuam ou s&atilde;o observadores pr&oacute;ximos desses eventos.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O artigo que fecha o N&uacute;cleo Tem&aacute;tico &eacute; de autoria do fil&oacute;sofo brit&acirc;nico Jim Parry, professor visitante na Universidade Charles de Praga, na Rep&uacute;blica Checa. O autor dedica-se a examinar a situa&ccedil;&atilde;o atual e os desafios do movimento ol&iacute;mpico, do olimpismo e dos Jogos Ol&iacute;mpicos no s&eacute;culo XXI. Temas como universalismo, relativismo, multiculturalismo e democracia s&atilde;o discutidos na sua rela&ccedil;&atilde;o com o ide&aacute;rio ol&iacute;mpico e com os valores defendidos pelo movimento ol&iacute;mpico na contemporaneidade.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Esperamos que este N&uacute;cleo Tem&aacute;tico seja do agrado dos leitores e fomente reflex&otilde;es e discuss&otilde;es sobre as m&uacute;ltiplas faces dos megae-ventos esportivos, em especial dos Jogos Ol&iacute;mpicos, cuja 31ª edi&ccedil;&atilde;o em breve acontecer&aacute; na cidade do Rio de Janeiro.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>NOTAS E REFER&Ecirc;NCIAS</b></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">1. A manifesta&ccedil;&atilde;o do presidente do COB sobre a import&acirc;ncia dos Jogos Panamericanos de 2007 para o sucesso da candidatura da cidade do Rio de Janeiro aos Jogos Ol&iacute;mpicos de 2016 est&aacute; dispon&iacute;vel em: <a href="http://www.cob.org.br/noticias-cob/cob-comemora-sexto-aniversario-pan-035183" target="_blank">http://www.cob.org.br/noticias-cob/cob-comemora-sexto-aniversario-pan-035183</a> (acessado em: 10/12/13).    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=084702&pid=S0009-6725201600020001000001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">2. Inicialmente, 22 cidades brasileiras se candidataram a sediar jogos da Copa do Mundo de Futebol. Ap&oacute;s avalia&ccedil;&atilde;o preliminar, tr&ecirc;s foram eliminadas: Jo&atilde;o Pessoa, Teresina e Campinas. Em per&iacute;odo posterior, Macei&oacute; decidiu por retirar a candidatura. Recife e Olinda haviam proposto candidatura conjunta mas, como o projeto do novo est&aacute;dio para a Copa foi alterado, prevendo sua constru&ccedil;&atilde;o em outro local, a candidatura passou a ser apenas de Recife.</font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">3. Minist&eacute;rio do Esporte. <i>Matriz de Responsabilidade Consolidada</i>. Dispon&iacute;vel em: <a href="http://www.esporte.gov.br/arquivos/assessoriaEspecialFutebol/copa2014/Matriz_consolidada_dez_2014.pdf" target="_blank">http://www.esporte.gov.br/arquivos/assessoriaEspecialFutebol/copa2014/Matriz_consolidada_dez_2014.pdf</a> (acessado em: 04/04/2015).    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=084705&pid=S0009-6725201600020001000002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">4. Fifa. <i>The 2014 Fifa World Cup in Numbers</i>. Dispon&iacute;vel em: <a href="http://resources.fifa.com/mm/document/tournament/competition/02/44/29/89/fifaworldcupinnumbers_120714_v7_eng_neutral.pdf" target="_blank">http://resources.fifa.com/mm/document/tournament/competition/02/44/29/89/fifaworldcupinnumbers_120714_v7_eng_neutral.pdf</a> (acessado em: 30/03/2016).    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=084707&pid=S0009-6725201600020001000003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">5. Fifa. <i>Financial Report 2014</i>. Dispon&iacute;vel em: <a href="http://www.fifa.com/mm/document/affederation/administration/02/56/80/39/fr2014weben_neutral.pdf" target="_blank">http://www.fifa.com/mm/document/affederation/administration/02/56/80/39/fr2014weben_neutral.pdf</a> (acessado em: 30/03/2016).    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=084709&pid=S0009-6725201600020001000004&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">6. Observat&oacute;rio de Favelas. <i>Legado social dos XV Jogos Pan-Americanos Rio 2007: diagn&oacute;stico social e esportivo de 53 favelas cariocas</i>. Rio de Janeiro: Observat&oacute;rio de Favelas/Minist&eacute;rio do Esporte, 2007.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=084711&pid=S0009-6725201600020001000005&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --> Ver tamb&eacute;m: Observat&oacute;rio de Favelas. <i>Legado social dos XV Jogos Pan-Americanos Rio 2007: diagn&oacute;stico social e esportivo de 53 favelas cariocas</i>. Rio de Janeiro: Observat&oacute;rio de Favelas/Minist&eacute;rio do Esporte, 2008, vol. 2.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=084712&pid=S0009-6725201600020001000006&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">7. Rubio, K. (org.). <i>Megaeventos esportivos, legado e responsabilidade social</i>. S&atilde;o Paulo: Casa do Psic&oacute;logo, 2007.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=084714&pid=S0009-6725201600020001000007&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">8. Dacosta, L. <i>et al. </i>(org.). <i>Legados de megaeventos esportivos</i>. Bras&iacute;lia: Minist&eacute;rio do Esporte, 2008. Dispon&iacute;vel em: <a href="http://www.esporte.gov.br/arquivos/ascom/publicacoes/Legados%20de%20Megaeventos%20Esportivos_Portugus_e_Ingls.pdf" target="_blank">http://www.esporte.gov.br/arquivos/ascom/publicacoes/Legados%20de%20Megaeventos%20Esportivos_Portugus_e_Ingls.pdf</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=084716&pid=S0009-6725201600020001000008&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">9. Mascarenhas, G.; Bienenstein, G.; S&aacute;nchez, F. (org.). <i>O jogo continua: megaeventos esportivos e cidades</i>. Rio de Janeiro: EdUERJ, 2011.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=084717&pid=S0009-6725201600020001000009&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">10. Oliveira, A. F. S.; Haiachi, M. C. (org.). <i>Megaeventos esportivos e seus impactos nos estados perif&eacute;ricos</i>. S&atilde;o Crist&oacute;v&atilde;o: Editora UFS, 2011.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=084719&pid=S0009-6725201600020001000010&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">11. BID/Brasil. <i>Grandes eventos esportivos e planejamento de desenvolvimento urbano. </i>Bras&iacute;lia: BID, 2013.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=084721&pid=S0009-6725201600020001000011&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">12. Marcellino, N. C. (org.). <i>Legados de megaeventos esportivos</i>. Campinas: Papirus, 2013.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=084723&pid=S0009-6725201600020001000012&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">13. Flores, M. (org.). <i>Sustentabilidade, governan&ccedil;a e megaeventos: estudo de caso dos Jogos Ol&iacute;mpicos</i>. Rio de Janeiro: Elsevier, 2014.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=084725&pid=S0009-6725201600020001000013&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">14. Moreira, W. W.; Bento, J. O. (org.) <i>Citius, altius e fortius: Brasil, esportes e Jogos Ol&iacute;mpicos. </i>Belo Horizonte: Casa da Educa&ccedil;&atilde;o F&iacute;sica, 2014.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=084727&pid=S0009-6725201600020001000014&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">15. Jennings, A. <i>et al</i>. <i>Brasil em jogo: o que fica da Copa e das Olimp&iacute;adas? </i>S&atilde;o Paulo: Boitempo/Carta Maior, 2014.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=084729&pid=S0009-6725201600020001000015&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">16. Capela, P.; Tavares, E. <i>Megaeventos esportivos: suas consequ&ecirc;ncias, impactos e legados para a Am&eacute;rica Latina. </i>Florian&oacute;polis: Editora Insular, 2014.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=084731&pid=S0009-6725201600020001000016&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">17. Proni, M. W.; Faustino, R. B.; Silva, L. O. <i>Impactos econ&ocirc;micos de megaeventos esportivos</i>. Belo Horizonte: Casa da Educa&ccedil;&atilde;o F&iacute;sica, 2014.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=084733&pid=S0009-6725201600020001000017&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">18. Damo, A. S.; Oliven, R. G. <i>Megaeventos esportivos no Brasil: um olhar antropol&oacute;gico. </i>Campinas: Armaz&eacute;m do Ip&ecirc;, 2014.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=084735&pid=S0009-6725201600020001000018&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">19. Deslandes, A.; Dacosta, L. P.; Miragaya, A. (eds.) <i>O futuro dos megaeventos esportivos</i>. Rio de Janeiro: Engenho Arte e Cultura, 2015.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=084737&pid=S0009-6725201600020001000019&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">20. Santos J&uacute;nior, O. A.;  	Gaffney, C.;  Queiroz, L. C. R. <i>Brasil: os impactos da Copa do Mundo 2014 e das Olimp&iacute;adas 2016</i>. Rio de Janeiro: E-papers/Observat&oacute;rio das Metr&oacute;poles, 2015.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=084739&pid=S0009-6725201600020001000020&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">21. Castro, D. G. et al. <i>Rio de Janeiro: os impactos da Copa do Mundo 2014 e das Olimp&iacute;adas 2016</i>. Rio de Janeiro: Letra Capital, 2015.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=084741&pid=S0009-6725201600020001000021&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">22. Os artigos sobre megaeventos esportivos publicados na revista <i>Motriviv&ecirc;ncia</i> podem ser acessados em: <a href="https://periodicos.ufsc.br/index.php/motrivivencia/index" target="_blank">https://periodicos.ufsc.br/index.php/motrivivencia/index</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=084743&pid=S0009-6725201600020001000022&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">23. Os artigos que tratam de megaeventos esportivos publicados na revista <i>Coletiva </i>est&atilde;o dispon&iacute;veis em: <a href="http://www.coletiva.org/site/" target="_blank">http://www.coletiva.org/site/</a> </font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=084744&pid=S0009-6725201600020001000023&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">24.Os artigos sobre megaeventos esportivos publicados na revista <i>Horizontes Antropol&oacute;gicos</i> encontram-se em: <a href="http://www.ufrgs.br/ppgas/ha/" target="_blank">http://www.ufrgs.br/ppgas/ha/</a></font>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=084745&pid=S0009-6725201600020001000024&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">25. Para a elabora&ccedil;&atilde;o desta apresenta&ccedil;&atilde;o ao N&uacute;cleo Tem&aacute;tico da revista <i>Ci&ecirc;ncia e Cultura</i>, realizamos um levantamento dos artigos sobre megaeventos esportivos publicados nos seguintes peri&oacute;dicos brasileiros de educa&ccedil;&atilde;o f&iacute;sica e ci&ecirc;ncias do esporte: <i>Movimento; Motriz; Revista Brasileira de Ci&ecirc;ncias do Esporte; Revista Brasileira de Educa&ccedil;&atilde;o F&iacute;sica e Esporte; Revista da Educa&ccedil;&atilde;o F&iacute;sica; Pensar a Pr&aacute;tica; Motriviv&ecirc;ncia; Arquivos em Movimento</i>.</font></p>      ]]></body>
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