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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>MUNDO    <br> MICROBIOLOGIA</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p> <font size="4" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Primeiro museu do mundo dedicado exclusivamente &agrave; microbiologia</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Roseanne Holanda</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Do conceito inicial at&eacute; sua inaugura&ccedil;&atilde;o, o Micropia levou pouco mais de 12 anos para se tornar realidade. Com o objetivo de revelar a vida invis&iacute;vel dos micr&oacute;bios, o museu holand&ecirc;s busca empolgar o p&uacute;blico sobre o universo "da mais poderosa forma de vida na Terra", que &eacute; como esses microorganismos s&atilde;o conhecidos.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A proposta do museu &eacute; desmistificar a imagem negativa associada ao mundo dos micr&oacute;bios, como causadores de pragas e doen&ccedil;as, e conectar o p&uacute;blico, em particular os mais jovens, ao universo de possibilidades que os micr&oacute;bios oferecem &agrave; sociedade. Al&eacute;m disso, utilizando diversas ferramentas interativas espalhadas pelo museu, mostrar como os micr&oacute;bios s&atilde;o essenciais &agrave; sobreviv&ecirc;ncia humana.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Na primeira se&ccedil;&atilde;o, o museu enfoca as formas (morfologia) e funcionamento (metabolismo) do corpo e seu impacto no meio ambiente. A vida microsc&oacute;pica dos diversos habitats terrestres &eacute; tamb&eacute;m explorada, por meio de um painel 3D interativo dedicado &agrave;s esp&eacute;cies extrem&oacute;filas, aquelas que habitam ambientes considerados extremos, por exemplo com alt&iacute;ssimas temperaturas e press&atilde;o. Um exemplo &eacute; a esp&eacute;cie <i>Archaeoglobus fulgidus</i>, que vive isolada em reservat&oacute;rios de petr&oacute;leo de alta profundidade no Mar do Norte e que, por meio de estrat&eacute;gias de prote&ccedil;&atilde;o celular (como um eficiente sistema de reparo de DNA) sobrevive a temperaturas de 80ºC e press&atilde;o de 1500atm.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/cic/v69n3/a06fig01.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/cic/v69n3/a06fig02.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>MICRORGANISMOS DO P&Uacute;BLICO</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Um scanner do corpo humano convida o visitante a avaliar e contabilizar sua flora microbiana (que abriga por volta de 200 bilh&otilde;es de micr&oacute;bios!). O equipamento permite um olhar mais acurado de uma parte do corpo escolhida pelo visitante, sobre a qual &eacute; estimado o n&uacute;mero total de microrganismos, as esp&eacute;cies dominantes e sua fun&ccedil;&atilde;o. </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Na segunda se&ccedil;&atilde;o, as aten&ccedil;&otilde;es est&atilde;o voltadas &agrave; biotecnologia, &agrave; biologia molecular e &agrave;s terapias g&ecirc;nicas que utilizam vetores virais no tratamento de doen&ccedil;as. A hist&oacute;ria das epidemias causadas por microrganismos que impactaram a humanidade n&atilde;o poderia ficar de fora. </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O museu consegue fascinar seus visitantes por meio dos seus biorreatores (de algas e cianobact&eacute;rias com formatos curiosos e coloridos) e seus diversos e altamente interativos microsc&oacute;pios em 3D, desenvolvidos especialmente para o museu. E tamb&eacute;m provoca o olfato do p&uacute;blico, quando o convida a sentir o odor produzido por col&ocirc;nias de fungos e bact&eacute;rias presentes em diversos tipos de alimentos em avan&ccedil;ado estado de decomposi&ccedil;&atilde;o acondicionados em jarras de vidro, muitos dos quais bem conhecidos, mas pouco reconhecidos. Do espaguete &agrave; bolonhesa ao hamb&uacute;rguer com queijo cheddar, a complexidade dos cheiros e microrganismos observados surpreende os visitantes.</font></p>      ]]></body>
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