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<article-id pub-id-type="doi">10.21800/2317-66602019000100013</article-id>
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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Abordagens e desafios no uso de indicadores de sustentabilidade no contexto amazônico]]></article-title>
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<institution><![CDATA[,Conselho Nacional de Meio Ambiente  ]]></institution>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>ARTIGOS    <br>   INDICADORES DE SUSTENTABILIDADE</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="4" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Abordagens e desafios no uso de indicadores de sustentabilidade no contexto amaz&ocirc;nico</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Ima C&eacute;lia Guimar&atilde;es Vieira</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Pesquisadora titular do Museu Paraense Emilio Goeldi, do qual foi diretora na gest&atilde;o 2005-2009. &Eacute; representante da comunidade cient&iacute;fica no Conselho Nacional de Meio Ambiente (Conama)</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"> Sustentabilidade baseia-se na ideia de uma utiliza&ccedil;&atilde;o mais adequada dos recursos ambientais e socioecon&ocirc;micos para permitir que as gera&ccedil;&otilde;es futuras tamb&eacute;m desfrutem desses recursos antes de esgot&aacute;-los, &agrave; curto prazo, pela gera&ccedil;&atilde;o atual. O conceito foi imortalizado pela Comiss&atilde;o Brundtland, em 1987, e desde ent&atilde;o tem sido a defini&ccedil;&atilde;o geralmente aceita de desenvolvimento sustent&aacute;vel. Este conceito, em toda a sua complexidade como norteador das pol&iacute;ticas p&uacute;blicas, demandou a mensura&ccedil;&atilde;o da situa&ccedil;&atilde;o de conjuntos territoriais de diversas escalas quanto &agrave; sustentabilidade, de modo a retratar a sua situa&ccedil;&atilde;o atual e evolu&ccedil;&atilde;o hist&oacute;rica &#91;1&#93;. Mas o desenvolvimento sustent&aacute;vel n&atilde;o ocorre espontaneamente por si s&oacute;. Precisa de uma combina&ccedil;&atilde;o de fatores favor&aacute;veis, participa&ccedil;&atilde;o dos benefici&aacute;rios e monitoramento e orienta&ccedil;&atilde;o das ag&ecirc;ncias de governan&ccedil;a do setor p&uacute;blico a fim de materializ&aacute;-lo e consolid&aacute;-lo. Portanto, al&eacute;m das dimens&otilde;es sociais, econ&ocirc;micas e ambientais, &eacute; importante considerar tamb&eacute;m as dimens&otilde;es de governan&ccedil;a que d&atilde;o suporte ao desenvolvimento sustent&aacute;vel e que incluem as perspectivas pol&iacute;ticas, institucionais e de gest&atilde;o da sustentabilidade (<a href="#fig1">Figura 1</a>).</font></p>     <p><a name="fig1"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/cic/v71n1/a13fig01.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Indicadores de sustentabilidade t&ecirc;m recebido aten&ccedil;&atilde;o desde a Rio-92, refletindo uma crescente preocupa&ccedil;&atilde;o do p&uacute;blico e de tomadores de decis&atilde;o sobre as tend&ecirc;ncias ambientais, globais e locais. Os indicadores representam uma tentativa de quantificar essas tend&ecirc;ncias e determinar se &eacute; correta a percep&ccedil;&atilde;o de que as condi&ccedil;&otilde;es socioambientais est&atilde;o se deteriorando no mundo. Nesse aspecto, o Instituto Internacional para o Desenvolvimento Sustent&aacute;vel (IISD) escreveu em 2003: "Medidas ajudam os tomadores de decis&atilde;o e o p&uacute;blico a definir objetivos sociais, vincul&aacute;-los a objetivos e metas claros e avaliar o progresso em dire&ccedil;&atilde;o ao cumprimento dessas metas. Fornece uma base emp&iacute;rica e num&eacute;rica para a avalia&ccedil;&atilde;o de desempenho, para calcular o impacto de nossas atividades sobre o meio ambiente e sociedade, e para conectar as atividades do passado e do presente para atingir metas futuras".</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Particularmente no Brasil, a formula&ccedil;&atilde;o e a implementa&ccedil;&atilde;o de um conjunto de indicadores de desenvolvimento sustent&aacute;vel (IDS) em &acirc;mbito nacional &eacute; uma  iniciativa coordenada  pelo   Instituto  Brasileiro  de  Geografia  e  Estat&iacute;stica  (IBGE). O &uacute;ltimo documento &#91;3&#93; possui 63 indicadores que tra&ccedil;am um panorama do pa&iacute;s em quatro dimens&otilde;es: ambiental, social, econ&ocirc;mica e institucional. Mais recentemente, o Brasil vem se preparando para formular o primeiro conjunto de indicadores globais e nacionais para os Objetivos de Desenvolvimento Sustent&aacute;vel (ODS) (ver o artigo de Denise Kronemberger que faz parte deste N&uacute;cleo Tem&aacute;tico).</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Embora simples em conceito, a formula&ccedil;&atilde;o de indicadores para o desenvolvimento sustent&aacute;vel tem sido dif&iacute;cil na pr&aacute;tica. O fato de que alguns indicadores ambientais simples e descritivos sejam frequentemente usados como indicadores de sustentabilidade, aumenta a confus&atilde;o. Essa confus&atilde;o surge porque os indicadores de quest&otilde;es ambientais espec&iacute;ficas podem se enquadrar em um dos dois grupos, descritivos ou normativos. Os indicadores descritivos refletem o estado ou condi&ccedil;&atilde;o atual, enquanto indicadores normativos relacionam esse estado ou condi&ccedil;&atilde;o real a um estado ou condi&ccedil;&atilde;o desejada. Frequentemente, indicadores descritivos n&atilde;o se qualificam como indicadores de sustentabilidade que, por defini&ccedil;&atilde;o, s&atilde;o normativos, pois devem refletir at&eacute; que ponto se afastou de uma situa&ccedil;&atilde;o (sustent&aacute;vel) desejada ou de um caminho de desenvolvimento &#91;4&#93;.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Numerosos indicadores de desenvolvimento sustent&aacute;vel foram propostos em m&uacute;ltiplas escalas espaciais (global, regional, nacional e comunit&aacute;ria). Estes indicadores avaliam diferentes abordagens tem&aacute;ticas para o desenvolvimento sustent&aacute;vel, conforme percebido por diferentes setores da sociedade. De forma particular, no n&iacute;vel internacional, avan&ccedil;ou-se para a aplica&ccedil;&atilde;o dos Objetivos de Desenvolvimento do Mil&ecirc;nio (ODM) e atualmente dos ODS. Por&eacute;m, no n&iacute;vel regional ou local, a aplica&ccedil;&atilde;o de sistemas de indicadores &eacute; diversificada e n&atilde;o h&aacute; consenso sobre quais seriam os melhores sistemas a serem aplicados &#91;1&#93;.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A trajet&oacute;ria para a sustentabilidade tem sido avaliada por uma s&eacute;rie de sistemas de indicadores e &eacute; oportuno analisar as diferentes abordagens no uso de indicadores de desenvolvimento sustent&aacute;vel no contexto amaz&ocirc;nico. N&atilde;o &eacute; o objetivo deste artigo analisar a variedade de indicadores atualmente em uso na regi&atilde;o, mas sim discutir sua aplica&ccedil;&atilde;o na pr&aacute;tica em uma variedade de situa&ccedil;&otilde;es e os desafios de mensurar a sustentabilidade da regi&atilde;o.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>DESENVOLVIMENTO SUSTENT&Aacute;VEL DA AMAZ&Ocirc;NIA</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A quest&atilde;o do desenvolvimento sustent&aacute;vel da Amaz&ocirc;nia brasileira tem sido estudada por muitos autores &#91;5, 6, 7, 8, 9, 10, 11&#93; e as r&aacute;pidas mudan&ccedil;as na rela&ccedil;&atilde;o entre sociedade e natureza no Antropoceno s&atilde;o importantes quest&otilde;es contempor&acirc;neas que requerem an&aacute;lises interdisciplinares para o seu entendimento &#91;10, 12&#93;.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Melo &#91;8&#93; destaca tr&ecirc;s grandes ciclos econ&ocirc;micos na Amaz&ocirc;nia que a inseriram no sistema capitalista mundial: i) os 300 anos das "drogas do sert&atilde;o", do per&iacute;odo colonial, com a exporta&ccedil;&atilde;o de produtos nativos com alto valor de mercado; ii) os 60 anos do "per&iacute;odo da borracha" e iii) os 10 anos do "milagre econ&ocirc;mico", no per&iacute;odo militar, marcados pelos grandes projetos hidroel&eacute;tricos, miner&aacute;rios e agropecu&aacute;rios, que causaram significativos impactos ambientais e sociais. Desde a d&eacute;cada de 1960, reconhece-se, portanto, que o sistema socioecol&oacute;gico amaz&ocirc;nico encontra-se em transi&ccedil;&atilde;o, com v&aacute;rios elementos de press&atilde;o e de impacto humano, como a expans&atilde;o agr&iacute;cola, o desmatamento e a degrada&ccedil;&atilde;o florestal &#91;12&#93;. Os ciclos produtivos que se sucederam em um per&iacute;odo de quase 400 anos de hist&oacute;ria n&atilde;o geraram sustentabilidade ao modelo econ&ocirc;mico adotado, ao que Melo &#91;8&#93; chamou de "progresso sem desenvolvimento", em que perduram na regi&atilde;o a exclus&atilde;o social, a pobreza, a destrui&ccedil;&atilde;o ambiental, o atraso tecnol&oacute;gico, a economia de enclave, a insuficiente infraestrutura log&iacute;stica, a fragmenta&ccedil;&atilde;o entre os setores produtivos, o n&iacute;vel educacional sofr&iacute;vel, a baixa capacidade cient&iacute;fica instalada, as estruturas estatais ineficientes e a desigualdade social.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Esse quadro nos traz o desafio de identificar, estruturar e analisar sistemas de indicadores que permitam antecipar e subsidiar os processos de planejamento e tomadas de decis&otilde;es para prevenir o agravamento da insustentabilidade do modelo de desenvolvimento apontado por Melo &#91;8&#93; e buscar promover a melhoria da qualidade de vida e o bem-estar da popula&ccedil;&atilde;o que vive na regi&atilde;o, com equil&iacute;brio ambiental.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Marchand &amp; Le Tourneau &#91;1&#93; s&atilde;o autores de um dos primeiros trabalhos cr&iacute;ticos sobre o uso dos indicadores de desenvolvimento sustent&aacute;vel da Amaz&ocirc;nia. Os autores chamam aten&ccedil;&atilde;o para o uso das ferramentas internacionais como Dashboard of Sustainability, Barometer of Sustainability, Ecological Footprint, dentre outros, que apresentam elementos metodol&oacute;gicos robustos e bem fundamentados, procurando melhorar os pontos fracos desses sistemas. Afirmam que n&atilde;o existe um sistema ideal de indicadores, mas sim diferentes oportunidades em fun&ccedil;&atilde;o do que se pretende avaliar e dos dados dispon&iacute;veis. Para esses autores, o debate do tema &eacute; cient&iacute;fico, pol&iacute;tico e social e &eacute; fundamental um sistema de indicadores que possa mostrar os rumos do desenvolvimento da regi&atilde;o amaz&ocirc;nica sem privilegiar uma dimens&atilde;o espec&iacute;fica da sustentabilidade (por exemplo, o meio ambiente ou a sociedade), pois algumas  pol&iacute;ticas podem ser consolidadas ou interpretadas de maneira equivocada e provocar s&eacute;rias consequ&ecirc;ncias.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A literatura sobre sistemas de indicadores aplicados &agrave; Amaz&ocirc;nia cresceu rapidamente nos &uacute;ltimos 15 anos e v&aacute;rios estudos foram desenvolvidos envolvendo as dimens&otilde;es social, econ&ocirc;mica, ambiental e institucional (<a href="/img/revistas/cic/v71n1/a13tab01.jpg">Tabela 1</a>). Nesses estudos, considera-se um indicador de sustentabilidade como algo que visa capturar a medida da sustentabilidade, ou seja, o progresso em dire&ccedil;&atilde;o a resultados sociais, ambientais e econ&ocirc;micos sustent&aacute;veis. Ao faz&ecirc;-lo, o pesquisador adota uma abordagem sist&ecirc;mica, reconhecendo que os diferentes aspectos de um sistema est&atilde;o intimamente interligados e que, para que um indicador forne&ccedil;a informa&ccedil;&otilde;es &uacute;teis sobre a sustentabilidade, ele deve fornecer uma perspectiva de longo prazo.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A maioria dos estudos analisados (<a href="/img/revistas/cic/v71n1/a13tab01.jpg">Tabela 1</a>) faz refer&ecirc;ncia a problemas conceituais com interpreta&ccedil;&otilde;es diversas sobre sustentabilidade e sua subjetividade. Os pesquisadores consideram, nesse contexto, as contribui&ccedil;&otilde;es a serem deixadas para as gera&ccedil;&otilde;es futuras, mas no entanto &eacute; importante atentar para problemas com tal defini&ccedil;&atilde;o. Como definir o que deve ser deixado para as futuras gera&ccedil;&otilde;es? Como definir o que &eacute; sustent&aacute;vel? Em geral, os estudos adotam os valores referenciais da Organiza&ccedil;&atilde;o das Na&ccedil;&otilde;es Unidas (ONU) ou do pa&iacute;s, mas reconhecem as limita&ccedil;&otilde;es e subjetividade das an&aacute;lises. A import&acirc;ncia do monitoramento dos indicadores tamb&eacute;m &eacute; revelada nos estudos.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">No entanto, n&atilde;o existe um padr&atilde;o que exija e especifique os indicadores a serem usados para medir a sustentabilidade. Isso porque diferentes pr&aacute;ticas adotam diferentes indicadores de acordo com seu pr&oacute;prio prop&oacute;sito de avalia&ccedil;&atilde;o e defini&ccedil;&atilde;o de sustentabilidade. Esses estudos contribuem para a divulga&ccedil;&atilde;o do emprego de indicadores de sustentabilidade, evidenciando a possibilidade de adaptar diferentes metodologias de an&aacute;lise a diferentes recortes espaciais e aspectos de desenvolvimento da regi&atilde;o &#91;17&#93;. H&aacute;, no entanto, um crescente consenso de que os componentes ambientais, sociais, econ&ocirc;micos e institucionais devem ser considerados na avalia&ccedil;&atilde;o da sustentabilidade em v&aacute;rias escalas na Amaz&ocirc;nia.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Em geral, a avalia&ccedil;&atilde;o da sustentabilidade desempenha um papel importante no planejamento adequado para o desenvolvimento sustent&aacute;vel. Avalia a taxa, a dire&ccedil;&atilde;o e o impacto potencial das a&ccedil;&otilde;es humanas sobre as condi&ccedil;&otilde;es do ecossistema e o bem-estar socioecon&ocirc;mico da popula&ccedil;&atilde;o. Pode fornecer informa&ccedil;&otilde;es vitais aos formuladores de pol&iacute;ticas p&uacute;blicas na busca de um modelo de desenvolvimento sustent&aacute;vel inclusivo, desde que bem relatado. Portanto, os indicadores s&atilde;o importantes no processo de monitoramento e avalia&ccedil;&atilde;o do progresso, dire&ccedil;&atilde;o e impactos das metas de sustentabilidade. Nesta an&aacute;lise, apenas tr&ecirc;s estudos &#91;14, 18 e 21&#93; foram elaborados com o prop&oacute;sito de acompanhar o progresso de pol&iacute;ticas p&uacute;blicas governamentais para a regi&atilde;o e, a nosso ver, falharam em n&atilde;o estabelecer uma conex&atilde;o eficaz de comunica&ccedil;&atilde;o para a sociedade.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Decerto que sustentabilidade e desenvolvimento sustent&aacute;vel n&atilde;o s&atilde;o f&aacute;ceis de definir e de serem mesurados, mas vimos que o uso de indicadores de sustentabilidade tem sido discutido e empregado na pr&aacute;tica. Certamente existem muitos desafios cr&iacute;ticos na medi&ccedil;&atilde;o da sustentabilidade de uma regi&atilde;o t&atilde;o complexa como a Amaz&ocirc;nia, incluindo a sele&ccedil;&atilde;o adequada de indicadores. O n&uacute;mero de indicadores &eacute; um atributo importante a ser considerado e um grande n&uacute;mero deles pode ser dif&iacute;cil de gerenciar e analisar. Por outro lado, um aspecto que se destaca nos estudos &eacute; o n&uacute;mero reduzido de indicadores ambientais. H&aacute; poucos levantamentos de dados ambientais com s&eacute;ries hist&oacute;ricas bem coletadas na Amaz&ocirc;nia e n&atilde;o h&aacute; regularidade na produ&ccedil;&atilde;o dessas informa&ccedil;&otilde;es para que possam ser usadas como indicadores.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Outros aspectos considerados limitantes est&atilde;o associados &agrave;s dificuldades de coleta de dados junto a &oacute;rg&atilde;os p&uacute;blicos, &agrave; baixa disponibilidade de trabalhos de refer&ecirc;ncia para estabelecimento das metas de sustentabilidade e &agrave; aus&ecirc;ncia de dados consistentes e confi&aacute;veis e s&eacute;ries hist&oacute;ricas na esfera municipal &#91;20&#93;. Quest&otilde;es que tamb&eacute;m devem ser consideradas s&atilde;o as especificidades regionais e a adapta&ccedil;&atilde;o de sistemas de indicadores segundo estudos de caso e escala de an&aacute;lise. Recomenda-se que seja evitado o localismo na atribui&ccedil;&atilde;o dos graus de desenvolvimento &#91;1&#93;, possibilitando a compara&ccedil;&atilde;o com  outras  escalas  nacionais  e mundiais, ainda que os ambientes geogr&aacute;fico, econ&ocirc;mico e clim&aacute;tico sejam diferentes.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A palavra "desenvolvimento" por si s&oacute; implica um processo din&acirc;mico e, assim, os indicadores selecionados devem estar acess&iacute;veis e monitorados ao longo do tempo. Os indicadores devem ser f&aacute;ceis de comunicar e relatar, no entanto, para aperfei&ccedil;oar as liga&ccedil;&otilde;es entre os indicadores de sustentabilidade e o processo de tomada de decis&atilde;o, &eacute; necess&aacute;rio formular estrat&eacute;gias para promover o uso instrumental e conceitual de indicadores na esfera pol&iacute;tica.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Agradecimentos</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A autora agradece ao Conselho Nacional de Desenvolvimento Cient&iacute;fico e Tecnol&oacute;gico (CNPq) pelas bolsa de produtividade (processo 308778/2017-0) e ao Programa de P&oacute;s-Gradua&ccedil;&atilde;o em Ci&ecirc;ncias Ambientais, conv&ecirc;nio UFPa-MPEG-Embrapa, pela oportunidade de discutir sobre indicadores de sustentabilidade no &acirc;mbito das diversas disserta&ccedil;&otilde;es e teses formuladas.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>REFER&Ecirc;NCIAS</b></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">1.	Marchand, G.; Le Tourneau, F. M. "O desafio de medir a sustentabilidade na Amaz&ocirc;nia: os principais indicadores e a sua aplicabilidade ao contexto amaz&ocirc;nico". In: Vieira, I. C. G. et al (eds). <i>Ambiente e sociedade na Amaz&ocirc;nia: uma abordagem interdisciplinar</i>. Rio de Janeiro: Garamond,  p. 155-220. 2014.    </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">2.	V&aacute;zquez P.; del R&iacute;o J. A.; Cedano, K. G., Mart&iacute;nez, M.; Jensen, H. J.  "An entangled model for sustainability indicators". In: <i>PLoS ONE</i> 10(8): e0135250. <a href="https://doi.org/10.1371/journal.pone.0135250" target="_blank">https://doi.org/10.1371/journal.pone.0135250</a>. 2015.    </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">3.	Instituto Brasileiro de Geografia e Estat&iacute;stica - IBGE. Indicadores de Desenvolvimento Sustent&aacute;vel, Brasil 2015. <i>Estudos e Pesquisas</i> 10. 3248 pg. 2015.    </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">4.	Waas, T.; Hug&eacute;, J.; Block, T.; Wright, T.; Benitez-Capistros, F.; Verbruggen, A. "Sustainability assessment and indicators: Tools in a decision-making strategy for sustainable development". In: <i>Sustainability</i>, 6, 5512-5534. 2014.    </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">5.	Becker, B. K. "Revis&atilde;o das pol&iacute;ticas de ocupa&ccedil;&atilde;o da Amaz&ocirc;nia: &eacute; poss&iacute;vel identificar modelos para projetar cen&aacute;rios". In: <i>Parcerias Estrat&eacute;gicas</i>, v.12, n.1, p. 135-59, 2001.    </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">6.	Fearnside, P. M. "Modelos de uso de terra predominantes na Amaz&ocirc;nia: Um desafio para sustentabilidade", 103-154. In: A. Rivas &amp; C.E.C. Freitas (eds.) <i>Amaz&ocirc;nia: uma perspectiva interdisciplinar</i>. Centro de Ci&ecirc;ncias do Meio Ambiente, Editora da Universidade do Amazonas (EDUA), Manaus-Amazonas. 271 p. 2002.    </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">7.	Lima, D.; Pozzobon, J. "Amaz&ocirc;nia socioambiental: sustentabilidade ecol&oacute;gica e diversidade social". In: <i>Estudos Avan&ccedil;ados</i>, 19(54), 45-76. 2005.    </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">8.	Ara&uacute;jo, R.; L&eacute;na, P. "Da preda&ccedil;&atilde;o &agrave; sustentabilidade na Amaz&ocirc;nia: a dif&iacute;cil  metamorfose". In: Ara&uacute;jo, R.; L&eacute;na, P. (orgs.). <i>Desenvolvimento sustent&aacute;vel e sociedades na Amaz&ocirc;nia</i>. Bel&eacute;m: Museu Paraense Em&iacute;lio Goeldi, p. 4-39. 2010.    </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">9.	Melo, A. F. de. "Dilemas e desafios do desenvolvimento sustent&aacute;vel da Amaz&ocirc;nia: o caso brasileiro". In: <i>Revista Cr&iacute;tica de Ci&ecirc;ncias Sociais</i> (on line), 107 p. Dispon&iacute;vel em <a href="https://journals.openedition.org/rccs/6025" target="_blank">https://journals.openedition.org/rccs/6025</a>. 2015.    </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">10.	Vieira, I. C. G.; Ara&uacute;jo, R.; Toledo, P. M. "Din&acirc;micas produtivas, transforma&ccedil;&otilde;es no uso da terra e sustentabilidade na Amaz&ocirc;nia". In: Silfert, N. et al. (orgs.) <i>Um olhar territorial para o desenvolvimento da Amaz&ocirc;nia</i>. Rio de Janeiro: BNDES,  p. 370-395. 2014.    </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">11.	Toledo, P. M.; Dalla Nora, E. L.; Vieira, I. C. G.; Aguiar, A. P. D.; Ara&uacute;jo, R. "Development paradigms contributing to the transformation of the Brazilian Amazon: do people matter?". In: <i>Current Opinion in Environmental Sustainability</i>, v.26-27, 77-83p. 2017.    </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">12.	Vieira, I. C. G.; Toledo, P. M. de; Higuchi, H. "A Amaz&ocirc;nia no Antropoceno". In: <i>Ci&ecirc;ncia e Cultura,</i> vol 70(6). 2018.    </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">13.	Ribeiro, A. "Modelo de indicadores para mensura&ccedil;&atilde;o do desenvolvimento sustent&aacute;vel na Amaz&ocirc;nia". N&uacute;cleo de Altos Estudos Amaz&ocirc;nicos. 2002. (Tese de  doutorado), UFPA - Bel&eacute;m-PA,  280f. 2002.    </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">14.	Minist&eacute;rio do Meio Ambiente - MMA. <i>Processo de Tarapoto sobre Crit&eacute;rios e Indicadores de Sustentabilidade da Floresta Amaz&ocirc;nica: Valida&ccedil;&atilde;o de 15 Indicadores Priorizados de Sustentabilidade da Floresta Amaz&ocirc;nica</i>. Bras&iacute;lia - DF. Relat&oacute;rio Final do Projeto FAO/TCP/RLA 3007(A) - Brasil. 1ª ed. Bras&iacute;lia, DF, 102p. 2006.    </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">15.	Freitas, C. M. de; Giatti, L. L. "Indicadores de sustentabilidade ambiental e de sa&uacute;de na Amaz&ocirc;nia Legal, Brasil". In: <i>Cadernos de Sa&uacute;de P&uacute;blica</i>, v.25, p.1251-1266, 2009.    </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">16.	Centrulo, T. B.; Molina, N. S.; Malheiros, T. F. "Indicadores de sustentabilidade: proposta de um bar&ocirc;metro de sustentabilidade estadual". In: <i>Revista Brasileira de Ci&ecirc;ncias Ambientais</i>, v.30, p.33-45, 2013.    </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">17.	Lameira, W. J.; Vieira, I. C. G.; Toledo, P. M. de. "Panorama da sustentabilidade na fronteira agr&iacute;cola do biocombust&iacute;vel na Amaz&ocirc;nia". In: <i>Sustentabilidade em Debate</i>, 6(2): 193-210, 2015.    </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">18.	Fapespa - Funda&ccedil;&atilde;o Amaz&ocirc;nia de Amparo a Estudos e Pesquisas. Bar&ocirc;metro da Sustentabilidade da Amaz&ocirc;nia. Diretoria de Estudos e Pesquisas Ambientais. - Bel&eacute;m, 87 f.  2016.    </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">19.	Tostes, J. A.; Ferreira, J. F. de C. "Avalia&ccedil;&atilde;o da sustentabilidade na Amaz&ocirc;nia: a mesorregi&atilde;o norte do Amap&aacute;". In: <i>Revista Brasileira de Gest&atilde;o e Desenvolvimento Regional</i>, v.13, n.1, p. 198-223, 2017.    </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">20.	Cardoso, A; Toledo, P. M. de; Vieira, I. C. G. "Bar&ocirc;metro da sustentabilidade aplicado ao munic&iacute;pio de Moju, Par&aacute;". In: <i>Revista Brasileira de Gest&atilde;o e Desenvolvimento Regional</i>, 12(1): 234-263. 2016.    </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">21.	Sim&atilde;o, A. A. B.; Tafner Junior, A. W.; Faria, A. M. de M.. "Compara&ccedil;&atilde;o de indicadores de desenvolvimento: a aplica&ccedil;&atilde;o do IDH e do ISMA na regi&atilde;o do Norte Araguaia". In: <i>Revista de Estudos Sociais</i>, v. 18, n. 36, p. 280-324, 2016.    </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">22.	Pereira, F. S.; Vieira, I. C. G. "Panorama de sustentabilidade em um contexto urbano/metropolitano na Amaz&ocirc;nia a partir de duas ferramentas internacionais". In: <i>Revista Ibero-Americana de Ci&ecirc;ncias Ambientais</i> , v. 8 n. 4. 2017.    </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">23.	Pereira, F. S.; Vieira, I. C. G. "Expans&atilde;o urbana da Regi&atilde;o Metropolitana de Bel&eacute;m sob a &oacute;tica de um sistema de &iacute;ndices de sustentabilidade". In: <i>Rev. Ambient. &Aacute;gua</i> online.	. 2016, vol.11, n.3, pp.731-744.  2016.    </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">24.	Roboredo, D.; Bergamasco, S. M. P. P.; Ara, A.; Gerv&aacute;zio, W.; Domingues, T. R. "Clusteriza&ccedil;&atilde;o de sistemas de manejos e a constru&ccedil;&atilde;o de indicadores de sustentabilidade utilizando a metodologia MESMIS no territ&oacute;rio Portal da Amaz&ocirc;nia". Raega-<i>O Espa&ccedil;o Geogr&aacute;fico em An&aacute;lise</i>, v.43, p.23-42, 2018.    </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">25.	Vale, F. A. F. do; Toledo, P. M. de; Vieira, I. C. G. "An&aacute;lise comparativa de indicadores de sustentabilidade entre os estados da Amaz&ocirc;nia Legal". <i>Sustentabilidade em Debate</i>, v. 9, n.1, p. 214-231, 2018.    </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">26.	Ferreira, A. E de M.; Vieira, I. C. G. "Sustentabilidade urbana na regi&atilde;o metropolitana de Santar&eacute;m, Par&aacute;, Brasil nos anos 2000 e 2010". <i>Econom&iacute;a, Sociedad y Territorio</i>, vol. 23, n. 58, 2018, 763-795.    </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">27.	Costa, F. <i>Elementos para uma economia pol&iacute;tica da Amaz&ocirc;nia: hist&oacute;ria, territorialidade, diversidade, sustentabilidade</i>. S&eacute;rie II Fundamentos Te&oacute;rico-Metodol&oacute;gicos, Livro 2. Bel&eacute;m, NAEA, 2012.    </font></p>      ]]></body><back>
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