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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Estratégias de mitigação e adaptação climática no setor agropecuário brasileiro]]></article-title>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[Mudanças climáticas]]></kwd>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>ARTIGO</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="4" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Estrat&eacute;gias de mitiga&ccedil;&atilde;o e adapta&ccedil;&atilde;o clim&aacute;tica no setor agropecu&aacute;rio brasileiro</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Carlos Eduardo Pellegrino Cerri<sup>I</sup>; Thalita Fernanda Abbruzzini<sup>II</sup>; Jo&atilde;o Lu&iacute;s Nunes Carvalho<sup>III</sup>; Maur&iacute;cio Roberto Cherubin<sup>IV</sup>; Leidivan Almeida Fraz&atilde;o<sup>V</sup>; Sto&eacute;cio Malta Ferreira Maia<sup>VI</sup>;  Dener M&aacute;rcio da Silva Oliveira<sup>VII</sup></b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><sup>I</sup>Professor do Departamento de Ci&ecirc;ncia do Solo da ESALQ/USP e Diretor do CCARBON/USP (Centro de Estudos de Carbono em Agricultura Tropical)    <br>   <sup>II</sup>Post Doctoral Fellow no Instituto de Geologia, Departamento de Ci&ecirc;ncias Ambientais e do Solo, da Universidade Aut&ocirc;noma de M&eacute;xico (UNAM)    <br>   <sup>III</sup>Pesquisador do Laborat&oacute;rio Nacional de Biorrenov&aacute;veis (LNBR/CNPEM), Campinas/SP, e orientador no Programa de P&oacute;s-Gradua&ccedil;&atilde;o em Solos e Nutri&ccedil;&atilde;o de Plantas da ESALQ/ USP, Piracicaba/SP    <br>   <sup>IV</sup>Professor do Departamento de Ci&ecirc;ncia do Solo, ESALQ/USP, Piracicaba/SP, e vice coordenador-geral do Centro de Estudos de Carbono em Agricultura Tropical (CCARBON/USP)    ]]></body>
<body><![CDATA[<br>   <sup>V</sup>Professora da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Montes Claros/ MG, e membro do Comit&ecirc; Gestor do Centro de Estudos de Carbono em Agricultura Tropical (CCARBON/USP), Piracicaba/SP    <br>   <sup>VI</sup>Professor do Instituto Federal de Educa&ccedil;&atilde;o, Ci&ecirc;ncia e Tecnologia de Alagoas (IFAL), Marechal Deodoro/ AL, e membro cient&iacute;fico da Brazilian Soil Health Partnership, iniciativa vinculada ao Centro de Estudos de Carbono em Agricultura Tropical (CCARBON/USP)    <br>   <sup>VII</sup>Professor da Universidade Federal de Vi&ccedil;osa, Instituto de Ci&ecirc;ncias Agr&aacute;rias, Florestal/MG, e Membro Cient&iacute;fico da Brazilian Soil Health Partnership, iniciativa vinculada ao Centro de Estudos de Carbono em Agricultura Tropical (CCARBON/USP)</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <hr size="1" noshade>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>RESUMO</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A crescente preocupa&ccedil;&atilde;o global com as mudan&ccedil;as clim&aacute;ticas, devido &agrave;s emiss&otilde;es excessivas de gases de efeito estufa (GEE), destaca a necessidade urgente de a&ccedil;&otilde;es efetivas. No Brasil, a agropecu&aacute;ria &eacute; uma fonte significativa de GEE. Em resposta, o Brasil ratificou o Acordo de Paris, comprometendo-se a reduzir suas emiss&otilde;es de GEE e aumentar a remo&ccedil;&atilde;o desses gases. Para atingir essas metas, o pa&iacute;s planeja ampliar a participa&ccedil;&atilde;o da bioenergia na matriz energ&eacute;tica para aproximadamente 18% at&eacute; 2030, incluindo o aumento do consumo de biocombust&iacute;veis e a produ&ccedil;&atilde;o de etanol de segunda gera&ccedil;&atilde;o. Al&eacute;m disso, o Brasil est&aacute; promovendo pr&aacute;ticas agr&iacute;colas de baixa emiss&atilde;o de carbono (C), como o plantio direto, a integra&ccedil;&atilde;o lavoura-pecu&aacute;ria-floresta (ILPF) e o manejo adequado de pastagens, para mitigar os impactos das mudan&ccedil;as clim&aacute;ticas e garantir a sustentabilidade do setor agropecu&aacute;rio</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Palavras-chave:</b> Mudan&ccedil;as clim&aacute;ticas; Gases de efeito estufa; Agropecu&aacute;ria; Sustentabilidade; Sequestro de carbono; Brasil</font></p> <hr size="1" noshade>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Introdu&ccedil;&atilde;o</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A preocupa&ccedil;&atilde;o global com as mudan&ccedil;as clim&aacute;ticas, intensificada pelas emiss&otilde;es de GEE como o di&oacute;xido de carbono (CO<sub>2</sub>), metano (CH<sub>4</sub>) e &oacute;xido nitroso (N<sub>2</sub>O), exige a&ccedil;&otilde;es imediatas e eficazes. No Brasil, a agropecu&aacute;ria contribui significativamente para essas emiss&otilde;es. Em resposta, o Brasil ratificou o Acordo de Paris e comprometeu-se a reduzir suas emiss&otilde;es de GEE e aumentar a remo&ccedil;&atilde;o desses gases. O pa&iacute;s est&aacute; implementando diversas a&ccedil;&otilde;es para alcan&ccedil;ar essas metas, incluindo a amplia&ccedil;&atilde;o da participa&ccedil;&atilde;o da bioenergia na matriz energ&eacute;tica e a ado&ccedil;&atilde;o de pr&aacute;ticas agr&iacute;colas sustent&aacute;veis. Este artigo explora essas pr&aacute;ticas e suas implica&ccedil;&otilde;es para a mitiga&ccedil;&atilde;o das mudan&ccedil;as clim&aacute;ticas.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Pr&aacute;ticas de manejo agropecu&aacute;rio como op&ccedil;&otilde;es de adapta&ccedil;&atilde;o e mitiga&ccedil;&atilde;o das mudan&ccedil;as clim&aacute;ticas</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O Brasil &eacute; um dos maiores produtores de <i>commodities</i> e servi&ccedil;os agr&iacute;colas do mundo. A diversidade das condi&ccedil;&otilde;es de solo e clima, aliada ao uso de tecnologia moderna, oferece vantagens significativas para o crescimento do setor agropecu&aacute;rio. Contudo, existe um grande potencial para melhorar os sistemas de uso e manejo do solo por meio de pr&aacute;ticas agr&iacute;colas conservacionistas que protejam e melhorem as fun&ccedil;&otilde;es ecossist&ecirc;micas do solo, promovendo uma agricultura mais sustent&aacute;vel a longo prazo. Algumas das principais estrat&eacute;gias para aumentar o sequestro de C no solo e reduzir as emiss&otilde;es de GEE incluem:</font></p>     <blockquote>       <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>1.	Sistema de Plantio Direto (SPD):</b> Minimiza o revolvimento do solo, aumentando os estoques de C e melhorando a reten&ccedil;&atilde;o de &aacute;gua e a atividade microbiana.</font></p>       <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>2.	Sistemas integrados de cultivo:</b> Integra&ccedil;&atilde;o Lavoura-Pecu&aacute;ria (ILP), Integra&ccedil;&atilde;o Lavoura-Pecu&aacute;ria-Floresta (ILPF) e sistemas agroflorestais que promovem sinergias entre diferentes atividades agr&iacute;colas.</font></p>       <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>3.	Manejo adequado de pastagens:</b> Recupera&ccedil;&atilde;o de pastagens degradadas e controle de plantas invasoras.</font></p> </blockquote>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Essas pr&aacute;ticas n&atilde;o apenas reduzem as emiss&otilde;es de GEE, mas tamb&eacute;m aumentam a produtividade e a resili&ecirc;ncia do setor agropecu&aacute;rio &agrave;s mudan&ccedil;as clim&aacute;ticas. Portanto, sua implementa&ccedil;&atilde;o &eacute; essencial para mitigar os impactos das mudan&ccedil;as clim&aacute;ticas e garantir a sustentabilidade do setor agropecu&aacute;rio no Brasil. A seguir, ser&atilde;o apontados apenas alguns exemplos de parte das pr&aacute;ticas de manejo mencionadas.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Sistema de Plantio Direto</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O Sistema de Plantio Direto (SPD) &eacute; uma pr&aacute;tica essencial na Agricultura de Conserva&ccedil;&atilde;o (AC), focada na m&iacute;nima perturba&ccedil;&atilde;o do solo. Este sistema inclui a diversifica&ccedil;&atilde;o de culturas e a cobertura permanente do solo, promovendo a sustentabilidade agr&iacute;cola. O SPD tem demonstrado um aumento significativo nos estoques de C no solo, devido ao menor revolvimento e ao cont&iacute;nuo aporte de res&iacute;duos das culturas &#91;1,2,3&#93;. Estudos realizados por Santos &#91;4&#93; mostraram que, no bioma Cerrado, o SPD aumentou os estoques de C em 22% na camada de solo de 0-30 cm e 25% na camada de 0-50 cm ap&oacute;s 20 anos, em compara&ccedil;&atilde;o com o preparo convencional. Na Mata Atl&acirc;ntica, os estoques de C aumentaram em 13% e 12% nas camadas de 0-30 cm e 0-50 cm, respectivamente, ap&oacute;s 20 anos de SPD. A an&aacute;lise geral para o Brasil evidenciou que o SPD pode resultar em ganhos de C que variam entre 6-9% na camada de 0-30 cm e 8-11% na camada de 0-50 cm &#91;4&#93; Bayer <i>et al. </i>&#91;2&#93; observaram que, em Latossolos, os estoques de C aumentaram para 2,4 Mg ha<sup>-1</sup> em solos de textura m&eacute;dia e para 3,0 Mg ha<sup>-1</sup> em solos argilosos sob SPD, com taxas de sequestro de 0,30 Mg C ha<sup>-1</sup> ano<sup>-1</sup> e 0,60 Mg C ha<sup>-1</sup> ano<sup>-1</sup>, respectivamente. Esses resultados s&atilde;o semelhantes aos encontrados por Maia <i>et al. </i>&#91;5&#93;, que relataram uma taxa m&eacute;dia de ganho de C de 0,48 Mg C ha<sup>-1</sup> ano<sup>-1</sup> no Cerrado. Apesar dos benef&iacute;cios, a ado&ccedil;&atilde;o do SPD em solos do Cerrado nem sempre resulta em aumento do estoque de C, devido a fatores como textura do solo, mineralogia e quantidade de res&iacute;duos aportados. A textura do solo &eacute; crucial para a din&acirc;mica da mat&eacute;ria org&acirc;nica (MO), influenciando a forma&ccedil;&atilde;o de agregados, a reten&ccedil;&atilde;o de &aacute;gua e a atividade microbiana &#91;6&#93;. Condi&ccedil;&otilde;es clim&aacute;ticas e a irregularidade das chuvas tamb&eacute;m afetam o incremento de MO nos solos do Cerrado &#91;7&#93; (<a href="#fig1">Figura 1</a>).</font></p>     <p><a name="fig1"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/cic/v76n3/a05fig01.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">   <styled-content style="color:#890e10"><b><i>"O Brasil &eacute; um dos maiores produtores de commodities e servi&ccedil;os agr&iacute;colas do mundo. A diversidade das condi&ccedil;&otilde;es de solo e clima, aliada ao uso de tecnologia moderna, oferece vantagens significativas para o crescimento do setor agropecu&aacute;rio."</i></b></styled-content>   </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Sistemas integrados (Lavoura-Pecu&aacute;ria, Lavoura-Pecu&aacute;ria-Floresta e agroflorestais)</b></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Nos &uacute;ltimos anos, a agricultura brasileira tem adotado sistemas integrados de cultivo para aumentar a efici&ecirc;ncia produtiva e melhorar os servi&ccedil;os ecossist&ecirc;micos em &aacute;reas de pastagens degradadas. Estes sistemas incluem:</font></p>     <blockquote>       <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>1.	Integra&ccedil;&atilde;o Lavoura-Pecu&aacute;ria (ILP).</b></font></p>       <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>2.	Integra&ccedil;&atilde;o Pecu&aacute;ria-Floresta (IPF).</b></font></p>       <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>3.	Integra&ccedil;&atilde;o Lavoura-Floresta (ILF).</b></font></p>       <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>4.	Integra&ccedil;&atilde;o Lavoura-Pecu&aacute;ria-Floresta (ILPF).</b></font></p> </blockquote>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Esses sistemas integram atividades agr&iacute;colas, pecu&aacute;rias e florestais em uma mesma &aacute;rea, seja em cultivo consorciado, sucess&atilde;o ou rota&ccedil;&atilde;o, promovendo sinergias que contemplam a adequa&ccedil;&atilde;o ambiental e a viabilidade econ&ocirc;mica &#91;8&#93;.</font></p>     <p align="center"><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">   <styled-content style="color:#890e10"><b><i>"Nos &uacute;ltimos anos, a agricultura brasileira tem adotado sistemas integrados de cultivo para aumentar a efici&ecirc;ncia produtiva e melhorar os servi&ccedil;os ecossist&ecirc;micos em &aacute;reas de pastagens degradadas."</i></b></styled-content>   </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Atualmente, no Brasil, esses sistemas s&atilde;o considerados alternativas sustent&aacute;veis que aumentam a produ&ccedil;&atilde;o de alimentos, fibras e energia, melhorando a qualidade do solo e aumentando os estoques de C &#91;4,9,10,11&#93;. Al&eacute;m disso, reduzem as emiss&otilde;es de GEE &#91;12,13&#93;.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Os sistemas ILPF, em particular, oferecem uma grande diversidade de plantas e arranjos arb&oacute;reos, regulando o sequestro, fluxo e estoque de C, segundo os diferentes arranjos dos agrossistemas e pr&aacute;ticas de manejo. No entanto, a diversidade regional do Brasil exige estudos espec&iacute;ficos para entender as demandas de implanta&ccedil;&atilde;o e os efeitos de cada arranjo de ILPF sobre o solo e as plantas, reduzindo as incertezas na estimativa do potencial de sequestro de C. Carvalho <i>et al. </i>&#91;10&#93; observaram que a convers&atilde;o de &aacute;reas de sucess&atilde;o de cultivos (soja/milho) para sistemas de ILP resultou em ac&uacute;mulo de C no solo, variando de 0,8 a 2,9 Mg C ha<sup>-1</sup> ano<sup>-1</sup>. Salton &#91;14&#93; relatou ac&uacute;mulos de 0,6 e 0,4 Mg C ha<sup>-1</sup> ano<sup>-1</sup> em sistemas de ILP implantados por 9 e 10 anos, respectivamente. Maia <i>et al. </i>&#91;5&#93; identificaram um aumento m&eacute;dio de 9% nos estoques de C ap&oacute;s 20 anos de ILP. Sacramento <i>et al. </i>&#91;15&#93; verificaram maior armazenamento de C em sistemas ILPF na Caatinga ap&oacute;s 13 anos, comparado aos sistemas convencional e IPF. Silva <i>et al. </i>&#91;16&#93; confirmaram que quatro anos de ILPF aumentaram os n&iacute;veis de C e melhoraram a estrutura f&iacute;sica do solo. Coser <i>et al. </i>&#91;17&#93; encontraram um ac&uacute;mulo de 3,5 Mg C ha<sup>-1</sup> ano<sup>-</sup><sup>1</sup> em pastagem convertida para ILPF no Distrito Federal. Oliveira <i>et al. </i>&#91;18&#93; relataram aumentos nos estoques de C em ILPF ap&oacute;s tr&ecirc;s anos no Mato Grosso, com maiores estoques de C em sistemas com <i>Eucalyptus urograndis</i>. Silva <i>et al. </i>&#91;12&#93; encontraram ac&uacute;mulos de serapilheira de 11,2 a 12,7 Mg ha<sup>-1</sup> em sistemas ILPF com <i>Eucalyptus</i> no cerrado goiano, aumentando a ciclagem de nutrientes e o teor de C no solo. Ribeiro &#91;19&#93; e Freitas <i>et al. </i>&#91;20&#93; relataram aumentos nos estoques de C em sistemas ILPF no Estado de Minas Gerais, com taxas de ac&uacute;mulo de at&eacute; 2,2 Mg C ha<sup>-1</sup> ano<sup>-1</sup>. Tsukamoto Filho &#91;21&#93; estimou que sistemas ILPF com &aacute;rvores de r&aacute;pido crescimento podem fixar aproximadamente 5 Mg Ceq ha<sup>-1</sup> ano<sup>-1</sup> na madeira, equivalente &agrave; neutraliza&ccedil;&atilde;o anual das emiss&otilde;es de 13 bois adultos. Os sistemas ILPF, al&eacute;m de mitigar emiss&otilde;es de GEE, melhoram o bem-estar animal, promovem a biodiversidade, aumentam a efici&ecirc;ncia do uso da terra e agregam valor e renda &agrave;s &aacute;reas de pastagens &#91;22&#93;. Eles s&atilde;o alternativas vi&aacute;veis, corretas e justas para aumentar a produ&ccedil;&atilde;o sustent&aacute;vel de alimentos, fibras e agroenergia, contribuindo para a mitiga&ccedil;&atilde;o do desmatamento, redu&ccedil;&atilde;o da eros&atilde;o, sequestro de C e diminui&ccedil;&atilde;o das emiss&otilde;es de GEE (<a href="#fig2">Figura 2</a>).</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><a name="fig2"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/cic/v76n3/a05fig02.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Manejo conservacionista de pastagens</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">As pastagens cobrem 70% da &aacute;rea agr&iacute;cola global, proporcionando <i>habitat </i>para uma grande diversidade de fauna e flora e contribuindo com servi&ccedil;os ecossist&ecirc;micos como a regula&ccedil;&atilde;o dos fluxos de &aacute;gua e a produ&ccedil;&atilde;o de forragem. Al&eacute;m disso, sustentam mais de um bilh&atilde;o de pessoas globalmente &#91;23&#93;. No Brasil, as pastagens ocupam 158,6 milh&otilde;es de hectares, com 70% em algum est&aacute;gio de degrada&ccedil;&atilde;o &#91;24&#93;.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A intensifica&ccedil;&atilde;o da pecu&aacute;ria, com a taxa de lota&ccedil;&atilde;o aumentando de 0,61 UA ha<sup>-1</sup> em 1998 para 0,93 UA ha<sup>-1</sup> em 2018 &#91;25&#93;, torna crucial melhorar a produtividade e a sustentabilidade ambiental.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">As pastagens t&ecirc;m um alto potencial de sequestro de C no solo, representando 29% do potencial global de mitiga&ccedil;&atilde;o do aquecimento &#91;26&#93;. Oliveira <i>et al. </i>&#91;18&#93; mostraram que pastagens manejadas adequadamente podem aumentar os estoques de C do solo em 15% em 30 anos. Pastagens que recebem insumos, como aduba&ccedil;&atilde;o e calagem, aumentam o C em 8%, e a recupera&ccedil;&atilde;o de pastagens degradadas pode promover um ganho de 23%. A meta de recuperar 30 milh&otilde;es de hectares de pastagens degradadas poderia resultar em um ac&uacute;mulo de 12 Tg C ano<sup>-1</sup> no solo, enquanto a n&atilde;o recupera&ccedil;&atilde;o resultaria em uma perda de 4,2 Tg C ano<sup>-1</sup>. A aplica&ccedil;&atilde;o de calc&aacute;rio e fertilizantes em pastagens no Sul da Bahia aumentou os estoques de C em 0,66 Mg ha<sup>-1</sup> ano<sup>-1</sup>. Em Paracatu (MG), a aplica&ccedil;&atilde;o de ureia a cada tr&ecirc;s anos aumentou os estoques de C mais do que a vegeta&ccedil;&atilde;o nativa e o eucalipto &#91;27&#93;. Em m&eacute;dia, a fertiliza&ccedil;&atilde;o de pastagens no Brasil aumenta o C do solo em 0,73 Mg ha<sup>-1</sup> ano<sup>-</sup><sup>1</sup>. A inclus&atilde;o de leguminosas forrageiras em pastagens melhora o sequestro de C. Salton <i>et al. </i>&#91;14&#93; relataram um aumento de 1,12 mg ha<sup>-1</sup> ano<sup>-</sup><sup>1</sup> em pastagens consorciadas com leguminosas. A introdu&ccedil;&atilde;o de leguminosas em pastagens aumentou os estoques de C em 0,72 mg ha<sup>-1</sup> ano<sup>-1</sup>. Alguns gen&oacute;tipos de braqui&aacute;ria podem obter at&eacute; 20% do N necess&aacute;rio por meio de associa&ccedil;&otilde;es com bact&eacute;rias do g&ecirc;nero <i>Azospirillum </i>&#91;28&#93;.</font></p>     <p align="center"><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">   <styled-content style="color:#890e10"><b><i>"A intensifica&ccedil;&atilde;o da pecu&aacute;ria torna crucial melhorar a produtividade e a sustentabilidade ambiental."</i></b></styled-content>   </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Sistemas integrados de produ&ccedil;&atilde;o agr&iacute;cola e pecu&aacute;ria (ILP) tamb&eacute;m s&atilde;o eficazes para a recupera&ccedil;&atilde;o de pastagens. Em Santa Carmen (MT), a sucess&atilde;o soja/sorgo + braqui&aacute;ria aumentou os estoques de C em 1,03 a 1,35 Mg ha<sup>-1</sup> ano<sup>-1</sup> &#91;10&#93;. Em Montividiu (GO), a sucess&atilde;o soja/milho + braqui&aacute;ria/algod&atilde;o/pousio resultou em incrementos de 0,82 Mg ha<sup>-1</sup> ano<sup>-1</sup> no estoque de C do solo. Em lavouras de soja em sucess&atilde;o com pastagens de braqui&aacute;ria, Salton <i>et al. </i>&#91;14&#93; reportaram aumento de 0,44 Mg ha<sup>-1</sup> ano<sup>-1</sup>. A integra&ccedil;&atilde;o lavoura-pecu&aacute;ria apresenta um potencial de ac&uacute;mulo de C de 0,67 Mg ha<sup>-1 </sup>ano<sup>-1</sup>.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Considera&ccedil;&otilde;es Finais</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O uso agr&iacute;cola do solo com t&eacute;cnicas convencionais de cultivo, incluindo ara&ccedil;&atilde;o e gradagem, &eacute; uma das principais causas das emiss&otilde;es de GEE e da redu&ccedil;&atilde;o do C no solo, contribuindo para o aquecimento global e afetando negativamente a produtividade agr&iacute;cola e os servi&ccedil;os ambientais. No entanto, a ado&ccedil;&atilde;o de sistemas de manejo conservacionistas tem modificado esse quadro, reduzindo a degrada&ccedil;&atilde;o do solo, as perdas de safra e aumentando a produtividade. Diversas pesquisas mostram que essas pr&aacute;ticas podem reduzir as emiss&otilde;es de GEE e, ao mesmo tempo, aumentar o sequestro de C no solo. Assim, sistemas conservacionistas de manejo do solo e rota&ccedil;&atilde;o de culturas, al&eacute;m de reduzir custos de produ&ccedil;&atilde;o, t&ecirc;m a fun&ccedil;&atilde;o de mitigar as mudan&ccedil;as clim&aacute;ticas globais. Apesar dos benef&iacute;cios ambientais, essas pr&aacute;ticas ainda n&atilde;o s&atilde;o amplamente reconhecidas para cr&eacute;ditos de C pela Conven&ccedil;&atilde;o Quadro das Na&ccedil;&otilde;es Unidas sobre Mudan&ccedil;as Clim&aacute;ticas. &Eacute; necess&aacute;ria a implementa&ccedil;&atilde;o de pol&iacute;ticas imediatas para que a redu&ccedil;&atilde;o das emiss&otilde;es de GEE e o sequestro de C sejam reconhecidos como atividades eleg&iacute;veis, incentivando a ado&ccedil;&atilde;o de pr&aacute;ticas sustent&aacute;veis e o uso adequado do solo.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Refer&ecirc;ncias</b></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">1. CORAZZA, E. J.; SILVA, J. E.; RESCK, D. V. S.; GOMES, A. C. Comportamento de diferentes sistemas de manejo como fonte ou dep&oacute;sito de carbono em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; vegeta&ccedil;&atilde;o de cerrado. <i>Revista Brasileira de Ci&ecirc;ncia do Solo</i>, Vi&ccedil;osa, v. 23, p. 425-432, 1999.    </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">2. BAYER, C.; MIELNICZUK, J.; AMADO, T. J. C.; MARTIN-NETO, L.; FERNANDES, S. V. Organic matter storage in a sandy clay loam Acrisol affected by tillage and cropping systems in southern Brazil. <i>Soil &amp; Tillage Research</i>, v. 54, p. 101-109, 2000.    </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">3. AMADO, T. J. C.; BAYER, C.; CONCEI&Ccedil;&Atilde;O, P. C.; SPAGNOLLO CAMPOS, B. C.; VEIGA, M. Potential of carbon accumulation in no-till soils with intensive use and cover crops in Southern Brazil. <i>Journal of Environment Quality</i>, v. 35, p. 1599-1607, 2006.    </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">4. SANTOS, T. C. <i>Impactos das mudan&ccedil;as de uso da terra e manejo nos estoques de carbono do solo em diferentes biomas brasileiros</i>. 2019. 70 f. Disserta&ccedil;&atilde;o (Mestrado em Agronomia - Produ&ccedil;&atilde;o Vegetal) - Universidade Federal de Alagoas, Rio Largo, 2019.    </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">5. MAIA, S. M. F.; CARVALHO, J. L. N.; CERRI, C. E. P.; LAL, R.; BERNOUX, M.; GALDOS, M. V.; CERRI, C. C. Contrasting approaches for estimating soil carbon changes in Amazon and Cerrado biomes. <i>Soil &amp; Tillage Research</i>, v. 133, p. 75-84, 2013.    </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">6. BERG, B.; MCCLAUGHERTY, C. <i>Plant litter</i>: Decomposition, humus formation, carbon sequestration. 2. ed. Berlin: Springer, 2008.    </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">7. MACHADO, P. L. O. A.; SILVA, C. A. Soil management under no-tillage systems in the tropics with special reference to Brazil. <i>Nutrient Cycling Agroecosystem</i>, v. 61, p. 119-130, 2001.    </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">8. BALBINO, L. C.; BARCELLOS, A. O.; STONE, L. F. Marco referencial em integra&ccedil;&atilde;o lavoura-pecu&aacute;ria-floresta (iLPF). 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Propriedades f&iacute;sicas e teor de mat&eacute;ria org&acirc;nica de um latossolo amarelo sob sistemas integra&ccedil;&atilde;o lavoura-pecu&aacute;ria-floresta. <i>Journal of Agronomic Sciences</i>, v. 4, p. 144-157, 2015.    </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">17. COSER, T. R.; FIGUEIREDO, C. C.; JOVANOVIC, B.; MOREIRA, T. N.; LEITE, G. G.; CABRAL FILHO, S. L. S.; KATO, E.; MALAQUIAS, J. V.; MARCH&Atilde;O, R. L. Short-term buildup of carbon from a low-productivity pastureland to an agrisilviculture system in the Brazilian savannah. <i>Agricultural Systems</i>, v. 166, p. 184-195, 2018.    </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">18. OLIVEIRA, J. M.; MADARI, B. E.; CARVALHO, M. T. M.; ASSIS, P. C. R.; SILVEIRA, A. L. R.; LIMA, M. L.; WRUCK, F. J.; MEDEIROS, J. C.; MACHADO, P. L. O. A. 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N&iacute;vel e natureza do estoque org&acirc;nico de latossolos sob diferentes sistemas de uso e manejo. <i>Pesquisa Agropecu&aacute;ria Brasileira</i>, Bras&iacute;lia, v. 35, p. 157-170, 2000.    </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">21. TSUKAMOTO FILHO, A. A. Fixa&ccedil;&atilde;o de carbono em um sistema agroflorestal com eucalipto na regi&atilde;o do cerrado de Minas Gerais. 2003. 98 f. Tese (Doutorado em Ci&ecirc;ncia Florestal) - Universidade Federal de Vi&ccedil;osa, Vi&ccedil;osa, 2003.    </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">22. LEITE, L. F. C.; PORF&Iacute;RIO-DA-SILVA, V.; MADARI, B. E.; MACHADO, P. L. O. A.; BARCELLOS, A. O.; BALBINO, L. C. O potencial de sequestro de carbono em sistemas de produ&ccedil;&atilde;o integrados: integra&ccedil;&atilde;o lavoura-pecu&aacute;ria-floresta. <i>In</i>: ENCONTRO NACIONAL DE PLANTIO DIRETO NA PALHA, 12., 2010, Foz do Igua&ccedil;u. <i>Anais</i> &#91;...&#93;. Ponta Grossa: FEBRAPDP, 2010. p. 60-76.    </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">23. SUTTIE, J. M.; REYNOLDS, S. G.; BATELLO, C. <i>Grasslands of the world</i>: Food and Agriculture Organization of the United Nations, plant production and protection series. Rome: Food and Agriculture Organization, 2005.    </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">24. MANZATTO, C. V.; ARAUJO, L. S.; ASSAD, E. D.; SAMPAIO, F. G.; SOTTA, E. D.; VICENTE, L. E.; PEREIRA, S. E. M.; LOEBMANN, D. G. S. W.; VICENTE, A. K. <i>Mitiga&ccedil;&atilde;o das emiss&otilde;es de gases de efeitos estufa pela ado&ccedil;&atilde;o das tecnologias do Plano ABC</i>: estimativas parciais. Jaguari&uacute;na: Embrapa Meio Ambiente, 2020.    </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">25. ASSOCIA&Ccedil;&Atilde;O BRASILEIRA DAS IND&Uacute;STRIAS EXPORTADORAS DE CARNES (ABIEC). <i>Beef Report</i>: perfil da pecu&aacute;ria no Brasil 2019. Dispon&iacute;vel em: <a href="http://abiec.com.br/publicacoes/beef-report-2019/" target="_blank">http://abiec.com.br/publicacoes/beef-report-2019/</a>. Acesso em: 15 jan. 2021.    </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">26. LAL, R. Biochar and soil carbon sequestration. In: GUO, M.; HE, Z.; UCHIMIYA, S. M. (ed.). <i>Agricultural and environmental applications of biochar</i>: advances and barriers. 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