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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Aziz Ab'Sáber, presente!]]></article-title>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[Geografia]]></kwd>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>ARTIGO</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="4" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Aziz Ab'S&aacute;ber, presente!</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Rute Maria Gon&ccedil;alves de Andrade</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Bi&oacute;loga e doutora em Sa&uacute;de P&uacute;blica pela Faculdade de Sa&uacute;de P&uacute;blica (USP) e Secret&aacute;ria Regional da SBPC no Piau&iacute;</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <hr size="1" noshade>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>RESUMO</b></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">"Aziz Ab'S&aacute;ber, presente" &eacute; um breve e n&atilde;o pretensioso relato sobre momentos biogr&aacute;ficos do amigo e intelectual. Uma narra&ccedil;&atilde;o de algumas das singularidades de sua trajet&oacute;ria humanista, muitas j&aacute; bem conhecidas, como as que se referem &agrave; sua produ&ccedil;&atilde;o de conhecimento, outras nem t&atilde;o intensamente divulgadas como deveriam, como as que tratam de sua simplicidade, contund&ecirc;ncia e capacidade de abordar os fen&ocirc;menos demonstrando as conex&otilde;es e as intersec&ccedil;&otilde;es entre os mesmos.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Palavras-chave:</b> Geografia; Geomorfologia; Ecologia; Biodiversidade; Caatinga; Amaz&ocirc;nia; Mata Atl&acirc;ntica; Cerrado; Pampa; Bibliotecas; Ci&ecirc;ncia.</font></p> <hr size="1" noshade>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="right"><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><i>&#91;...&#93; A potencialidade das bibliotecas comunit&aacute;rias na condi&ccedil;&atilde;o    <br> de espa&ccedil;os complementares para a educa&ccedil;&atilde;o &eacute; muito maior    <br> do que se pensa. &#91;...&#93; Os pequenos estoques de livros reunidos    <br> em situa&ccedil;&otilde;es comunit&aacute;rias, acrescidas por telecentros    <br> podem constituir exemplos de estrat&eacute;gias culturais    <br> para menores e adolescentes &aacute;vidos</i></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="right"><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">(Ab'S&aacute;ber, 2006, p. 127) &#91;1&#93;.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Fui convidada a escrever sobre nosso querido Professor Aziz Ab'S&aacute;ber, talvez porque seja evidente a admira&ccedil;&atilde;o, o respeito e o carinho que sempre tive por ele, e talvez tamb&eacute;m pelo relacionamento de amizade que se estreitou durante o per&iacute;odo em que fui membro da diretoria da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ci&ecirc;ncia (SBPC - 2007-2013), ocasi&atilde;o em que ele, como presidente de honra, era incans&aacute;vel em nos expor suas ideias e sugerir a&ccedil;&otilde;es que necessitar&iacute;amos engendrar.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Sua obra intelectual vast&iacute;ssima e sua produ&ccedil;&atilde;o de conhecimento n&atilde;o superam suas a&ccedil;&otilde;es humanit&aacute;rias - relevante legado! Como dizia um amigo comum, Professor Edmundo Magalh&atilde;es: "Aziz era um cientista humanista! Ali&aacute;s, como todos os cientistas deveriam ser."</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Membro da Academia Brasileira de Ci&ecirc;ncias (empossado em 1976) &#91;2&#93;, nosso eterno professor integrou a diretoria da SBPC pela primeira vez na gest&atilde;o 1983-1985, quando foi eleito para ocupar a vice-presid&ecirc;ncia da entidade junto &agrave; querida professora Carolina Bori, sob a presid&ecirc;ncia do geneticista Crodowaldo Pavan. Na gest&atilde;o 1987-1989, presidida por Carolina Bori, Aziz foi eleito como primeiro-secret&aacute;rio da SBPC. Foi na gest&atilde;o de 1993-1995 que a presidiu.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Narro aqui alguns fragmentos de sua hist&oacute;ria de vida. Nascido em S&atilde;o Lu&iacute;s do Paraitinga, em 24 de outubro de 1924, Aziz era filho de pai liban&ecirc;s com m&atilde;e brasileira. Em uma entrevista ao Instituto da Cultura &Aacute;rabe (ICArabe) &#91;3&#93;, institui&ccedil;&atilde;o da qual tamb&eacute;m era presidente de honra, ele relatou a trajet&oacute;ria da vida de sua fam&iacute;lia, suas viagens e seu interesse pelo conhecimento, em especial, pela Geografia. Na p&aacute;gina eletr&ocirc;nica do ICArabe, &eacute; poss&iacute;vel encontrar as duas partes dessa entrevista &#91;4,5&#93;, as quais merecem destaque porque s&atilde;o verdadeiras aulas de Geografia que demonstram o grande divulgador de ci&ecirc;ncia que ele era, usando, espont&acirc;nea e naturalmente, a t&eacute;cnica t&atilde;o enaltecida nos dias de hoje - o <i>storytelling </i>- mas com um detalhe: sem os recursos audiovisuais!</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Aziz conectava seus ouvintes por meio da cad&ecirc;ncia de suas frases e as liga&ccedil;&otilde;es que apresentava entre todos os assuntos que abordava. Ele mesmo referia, em suas aulas, palestras, entrevistas ou confer&ecirc;ncias que:</font></p>     <p align="center"><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><i>&#91;...&#93; eu como professor que sou, eu gosto muito de fazer as hist&oacute;rias dos acontecimentos porque &eacute; uma maneira de ser justo com as pessoas do passado.</i></font></p>     <p align="center"><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">   <styled-content style="color:#890e10"><b>"Foi essa leitura interseccional que ele fazia desses elementos da paisagem que fizeram dele o Ge&oacute;grafo completo, profundo, humanista."</b></styled-content></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Podemos completar a frase com: e est&aacute; sendo justo tamb&eacute;m com as pessoas do presente por ser essa uma agrad&aacute;vel forma de ensinar/aprender e, portanto, eficaz.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Para trazer um pouco da simplicidade dessa pessoa singular, que apreciava muito estudar, que na juventude sorvia conhecimentos registrados em livros, revistas, jornais e palestras, recordaremos alguns fatos que expressaram sua rela&ccedil;&atilde;o com as bibliotecas. Aziz estudou parte do ensino b&aacute;sico em Taubat&eacute; e o finalizou em Ca&ccedil;apava, dois munic&iacute;pios do interior de S&atilde;o Paulo, situados no Vale do Para&iacute;ba. Para estudar o ensino m&eacute;dio, mudou-se para S&atilde;o Paulo, pois pretendia preparar-se para fazer o vestibular e ingressar na universidade. Foi em S&atilde;o Paulo, segundo ele relata, que p&ocirc;de intensificar sua rela&ccedil;&atilde;o de grande apre&ccedil;o por bibliotecas. Ass&iacute;duo frequentador desse tipo de equipamento cultural, sempre defendeu sua relev&acirc;ncia. Em conversa, extremamente agrad&aacute;vel, registrada na s&eacute;rie de entrevistas da Biblioteca Municipal M&aacute;rio de Andrade, em 2005 &#91;6&#93;, Aziz relatou essas lembran&ccedil;as que o deixavam muito feliz, sobre a riqueza da biblioteca - a presen&ccedil;a de jornais, revistas, livros e o encantamento pelas enciclop&eacute;dias! Estar na Biblioteca M&aacute;rio de Andrade era para ele "um presente cultural" e, nessa &eacute;poca, conta que o fato de ser identificado pelos seus professores que l&aacute; o encontravam estudando, sempre o deixava muito feliz. Nessa entrevista, contou que, naquela &eacute;poca, seu passeio aos s&aacute;bados era ir &agrave; biblioteca M&aacute;rio de Andrade. Essas lembran&ccedil;as, da presen&ccedil;a marcante das bibliotecas em sua vida, agu&ccedil;avam seu sentimento sobre a import&acirc;ncia delas: "tem que ter um jeito de ter abertura das bibliotecas nos s&aacute;bados e domingos". Mais adiante voltaremos a falar sobre Aziz e as bibliotecas.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Aziz entrou na universidade em 1940, formou-se Bacharel em Hist&oacute;ria e Geografia pela Faculdade de Filosofia, Letras e Ci&ecirc;ncias Humanas da Universidade de S&atilde;o Paulo (USP). Posteriormente, tornou-se Doutor em Geografia F&iacute;sica pela mesma institui&ccedil;&atilde;o. Seu encanto pelas paisagens, j&aacute; no in&iacute;cio da gradua&ccedil;&atilde;o, ficaram evidentes em duas falas suas. Em uma entrevista para a jornalista Vera Pinheiro na s&eacute;rie "A Ci&ecirc;ncia que eu fa&ccedil;o" (2011) &#91;7&#93;, revelou (<a href="#fig1">Figura 1</a>):</font></p>     <p><a name="fig1"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/cic/v76nspe1/a04fig01.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><i>Eu escolhi para ser ge&oacute;grafo no primeiro dia de aula na universidade. &#91;...&#93; embaixo do papel das notas estava escrito assim: segunda-feira venham com um traje de excurs&atilde;o de campo para fazermos a primeira aula no terreno. &#91;...&#93; eu fiz uma primeira excurs&atilde;o pro interior de S&atilde;o Paulo e fiquei extasiado de conhecer a natureza. &#91;...&#93; achei que gostei de ler a paisagem mais do que ler livros sobre hist&oacute;ria. &#91;...&#93; ent&atilde;o eu fui por causa da hist&oacute;ria pra USP e no fim me tornei ge&oacute;grafo &#91;7&#93;.</i></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Na entrevista para a Biblioteca M&aacute;rio de Andrade, ele conta um pouco mais sobre essa marcante excurs&atilde;o:</font></p>     <p align="center"><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><i>Logo que passei no vestibular, participei de uma excurs&atilde;o de campo, enquanto todos conversavam eu bebia aquela paisagem e fazia in&uacute;meras anota&ccedil;&otilde;es &#91;6&#93;.</i></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Aziz menciona, nessa entrevista, o seu apre&ccedil;o pelos estudos de campo e a facilidade para interpretar a paisagem, considerando a forma do relevo, a vegeta&ccedil;&atilde;o e o uso do espa&ccedil;o, e foi exatamente essa leitura interseccional que ele fazia desses elementos da paisagem, desde o in&iacute;cio da gradua&ccedil;&atilde;o, que fizeram dele o Ge&oacute;grafo completo, profundo, humanista, que nos agraciou com seus saberes e interpreta&ccedil;&otilde;es, sempre deixando espa&ccedil;o para novas abordagens conforme o caminhar do conhecimento na &aacute;rea em que pesquisava, raz&atilde;o pela qual seus temas de pesquisa avan&ccedil;am como temas de pesquisa sendo trabalhados, aprimorados, afirmados, reinterpretados, complementados, tornando-o um cientista sempre presente.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Aziz graduou-se na USP, como j&aacute; referido. Prosseguiu na mesma institui&ccedil;&atilde;o e, reconhecido pelos seus mestres, foi convidado a compor o quadro de funcion&aacute;rios. Por&eacute;m, de forma singular, embora os professores o quisessem como assistente, na aus&ecirc;ncia de vaga para tal fun&ccedil;&atilde;o, ofertaram-lhe a de jardineiro, prontamente aceita por ele, frente &agrave;s condi&ccedil;&otilde;es de dificuldades em que vivia sua fam&iacute;lia. De jardineiro passou a Pr&aacute;tico de Laborat&oacute;rio, t&atilde;o logo constataram que j&aacute; era graduado e j&aacute; havia feito especializa&ccedil;&atilde;o. Iniciou, assim, sua carreira acad&ecirc;mica na institui&ccedil;&atilde;o (<a href="#fig2">Figura 2</a>).</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><a name="fig2"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/cic/v76nspe1/a04fig02.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Retrocedendo um pouco, na explana&ccedil;&atilde;o sobre seu nascimento, h&aacute; que se destacar fato relativo &agrave; sua cidade natal, pois a mesma j&aacute; era objeto de sua admira&ccedil;&atilde;o pelos seus encantos paisag&iacute;sticos, os quais contribu&iacute;ram para que propusesse interpreta&ccedil;&otilde;es sobre os cen&aacute;rios naturais que, entre outros feitos, o tornaram um dos ge&oacute;grafos mais importantes do pa&iacute;s, muito respeitado no exterior. S&atilde;o Luiz do Paraitinga &eacute; uma cidade paulista inserida no dom&iacute;nio Mares de Morros, um dos dom&iacute;nios da natureza entre os propostos por Aziz para descrever o conjunto das paisagens nacionais. O munic&iacute;pio foi tombado pelo Instituto do Patrim&ocirc;nio Hist&oacute;rico e Art&iacute;stico Nacional (IPHAN), por&eacute;m, apesar da import&acirc;ncia da paisagem natural como testemunho singular de processos geomorfol&oacute;gicos, a raz&atilde;o principal do tombamento n&atilde;o foi a presen&ccedil;a dos Mares de Morros, os quais figuram no processo de tombamento como "moldura natural do munic&iacute;pio", ou seja, parece que a integra&ccedil;&atilde;o do espa&ccedil;o natural e urbano (indissoci&aacute;veis segundo o filho de S&atilde;o Luiz do Paraitinga) n&atilde;o foi considerada no processo de reconhecimento e prote&ccedil;&atilde;o desse patrim&ocirc;nio cultural &#91;8&#93;.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Ao falar nos Mares de Morros, remetemos &agrave;s suas produ&ccedil;&otilde;es cient&iacute;ficas, as quais resumidamente, em linhas gerais, foram muito bem sintetizadas por Claudio Di Mauro &#91;9&#93;, em contribui&ccedil;&otilde;es para "a geomorfologia e a evolu&ccedil;&atilde;o paleoclim&aacute;tica no terci&aacute;rio e quatern&aacute;rio", nas quais Aziz frisou ser essencial a necessidade de os estudos da paisagem serem realizados de forma interdisciplinar; contribui&ccedil;&otilde;es para a compreens&atilde;o e estudos sobre as mudan&ccedil;as clim&aacute;ticas, nas quais destacou a signific&acirc;ncia do conhecimento sobre esses processos para a compreens&atilde;o da din&acirc;mica do planeta ao longo do tempo, a integra&ccedil;&atilde;o dessa din&acirc;mica com as altera&ccedil;&otilde;es antr&oacute;picas, e o uso desses conhecimentos para o planejamento dos espa&ccedil;os urbanos; e ainda, sua marcante contribui&ccedil;&atilde;o em termos de Geografia Urbana contida em sua tese de doutorado sobre a Geomorfologia do S&iacute;tio Urbano de S&atilde;o Paulo.</font></p>     <p align="center"><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">   <styled-content style="color:#890e10"><b>"Aziz frisou ser essencial a necessidade de os estudos da paisagem serem realizados de forma interdisciplinar, nos quais destacou a signific&acirc;ncia do conhecimento sobre esses processos para a compreens&atilde;o da din&acirc;mica do planeta ao longo do tempo."</b></styled-content></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Nesses tr&ecirc;s grandes temas apresentados por Di Mauro &#91;9&#93;, est&aacute; incluso, em n&iacute;veis mais detalhados, o importante acervo de conhecimento de Geografia em seus distintos aspectos, com destaque para a &ecirc;nfase de integrar Geografia F&iacute;sica e Geografia Humana. Uma dessas contribui&ccedil;&otilde;es, resultado de leituras e interpreta&ccedil;&otilde;es da paisagem a partir de viagens pelo Brasil afora, foi sobre a geomorfologia brasileira e a biodiversidade presente nos territ&oacute;rios. Os resultados desses estudos foram organizados em um livro &#91;10&#93;, no qual abordou os Dom&iacute;nios de Natureza do Brasil ou os Dom&iacute;nios Morfoclim&aacute;ticos, em que Aziz apresenta a ideia de que a paisagem &eacute; uma heran&ccedil;a, sob ponto de vista amplo, ou seja, no sentido de se considerar, para esta heran&ccedil;a, a integra&ccedil;&atilde;o entre os processos fisiogr&aacute;ficos e biol&oacute;gicos junto ao "patrim&ocirc;nio coletivo dos povos que, historicamente, ocuparam os espa&ccedil;os" e reconhece, para o Brasil, os seguintes dom&iacute;nios: dom&iacute;nios das terras baixas florestadas da Amaz&ocirc;nia, dom&iacute;nio das depress&otilde;es interplan&aacute;lticas semi&aacute;ridas do Nordeste, dom&iacute;nios dos Mares de Morros Florestados, dom&iacute;nio dos Chapad&otilde;es recobertos por Cerrados e penetrados por Florestas-Galeria, dom&iacute;nio dos Planaltos das Arauc&aacute;rias, Dom&iacute;nio das Pradarias mistas do Rio Grande do Sul &#91;10&#93;.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Foram muitas as suas contribui&ccedil;&otilde;es a partir da intelec&ccedil;&atilde;o sobre a din&acirc;mica geomorfol&oacute;gica e clim&aacute;tica respons&aacute;vel pelo desenho de paisagem e biomas que temos atualmente, sublinhando-se o reconhecimento da exist&ecirc;ncia das zonas ecotonais, t&atilde;o peculiares e t&atilde;o importantes para a manuten&ccedil;&atilde;o da biodiversidade. Recomendamos as leituras de seus artigos, livros e outros meios de comunica&ccedil;&atilde;o de sua obra, pois, o contato com sua produ&ccedil;&atilde;o intelectual &eacute; uma tarefa intensa e gratificante, pois quanto mais lemos seus estudos ou ouvimos suas palestras (dispon&iacute;veis, v&aacute;rias delas, no <i>YouTube</i>) e as abordagens delas decorrentes, mais aprendemos. Por&eacute;m, necess&aacute;rio se faz um recorte, para remeter &agrave; sua atua&ccedil;&atilde;o enquanto membro da diretoria, do conselho e como presidente de honra da SBPC.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">No in&iacute;cio do texto, informamos sobre os per&iacute;odos em que Aziz comp&ocirc;s a diretoria da SBPC, e aqui destacamos que, ap&oacute;s o per&iacute;odo no qual foi presidente (1993-1995), permaneceu como presidente de honra e como tal passou a ser membro efetivo do Conselho da entidade.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Aziz participou, como palestrante ou coordenador de mesas redondas, simp&oacute;sios, debates  em Reuni&otilde;es Anuais, Reuni&otilde;es Regionais ou Especiais, entre outras atividades em que representava a SBPC. Foi personalidade importante na discuss&atilde;o sobre o C&oacute;digo Florestal, tendo contribu&iacute;do no grupo de trabalho sobre o tema criado pela SBPC que resultou na publica&ccedil;&atilde;o de um livro, em cuja segunda edi&ccedil;&atilde;o, publicada em 2012 &#91;11&#93;, foi inclu&iacute;da sua carta contundente "Do C&oacute;digo Florestal para o C&oacute;digo da Biodiversidade" - Manifesta&ccedil;&atilde;o do cientista Aziz Ab'S&aacute;ber (<i>in memoriam</i>) sobre a mudan&ccedil;a do C&oacute;digo Florestal no Brasil criticando a aus&ecirc;ncia no projeto, de todo o zoneamento f&iacute;sico e ecol&oacute;gico do Pa&iacute;s: a regi&atilde;o semi&aacute;rida dos sert&otilde;es nordestinos, o cerrado brasileiro, os planaltos de arauc&aacute;rias, as pradarias mistas do Rio Grande do Sul e o Pantanal Mato-grossense, propondo a cria&ccedil;&atilde;o do C&oacute;digo da Biodiversidade para contemplar a preserva&ccedil;&atilde;o das esp&eacute;cies animais e vegetais, a qual foi encaminhada por ele, pela SBPC e pela Academia Brasileira de Ci&ecirc;ncias ao relator do projeto e &agrave; C&acirc;mara dos Deputados (livro c&oacute;digo florestal - publica&ccedil;&atilde;o SBPC). Publicou ainda pela SBPC muitas cartas, artigos e manifestos que podem ser lidos nos Cadernos da SBPC ou no Jornal da Ci&ecirc;ncia. Todo esse material pode ser consultado no Centro de Mem&oacute;ria da SBPC <a name="1a"></a><sup>&#91;<a href="#1b">i</a>&#93;</sup>. Consultem, pois &eacute; uma riqueza!</font></p>     <p align="center"><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">   <styled-content style="color:#890e10"><b>"Aziz apresenta a ideia de que a paisagem &eacute; uma heran&ccedil;a, sob ponto de vista amplo, ou seja, no sentido de se considerar, para esta heran&ccedil;a, a integra&ccedil;&atilde;o entre os processos fisiogr&aacute;ficos e biol&oacute;gicos junto ao patrim&ocirc;nio coletivo dos povos que, historicamente, ocuparam os espa&ccedil;os."</b></styled-content></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A presen&ccedil;a de Aziz nas Reuni&otilde;es Anuais da SBPC era sempre marcada por atividades com o audit&oacute;rio lotado e a presen&ccedil;a substancial de estudantes, motivo de grande satisfa&ccedil;&atilde;o para ele. A t&iacute;tulo de ilustra&ccedil;&atilde;o, relembraremos uma passagem muito interessante registrada por Geruza Maria Duarte no livro "A Obra de Aziz Nacib Ab'S&aacute;ber" &#91;12&#93;. A hist&oacute;ria &eacute; a seguinte: a 58&ordf; Reuni&atilde;o Anual (RA) da SBPC aconteceu em 2006, na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), em Florian&oacute;polis (SC), de 16 a 21 de julho, com o tema "SBPC&amp;T semeando interdisciplinaridade". Nesse evento, com 82 anos, Aziz proferiu a confer&ecirc;ncia "(Re)Pensando o Futuro do Brasil" a convite da pr&oacute;pria SBPC e da Funda&ccedil;&atilde;o Conrado Wessel, pois Aziz havia ganho o Pr&ecirc;mio Funda&ccedil;&atilde;o Conrado Wessel em 2005 na categoria "Ci&ecirc;ncia Aplicada ao Meio Ambiente", e j&aacute; eram tradi&ccedil;&otilde;es, na SBPC, as confer&ecirc;ncias dos agraciados com o pr&ecirc;mio na Reuni&atilde;o Anual. J&aacute; bem conhecida a sua fama de atrair grandes p&uacute;blicos, a organiza&ccedil;&atilde;o da 58&ordf; RA reservou acertadamente o maior audit&oacute;rio para Aziz, pois a sala lotou antes do in&iacute;cio de sua exposi&ccedil;&atilde;o. Mas, como j&aacute; contamos aqui, suas confer&ecirc;ncias eram hist&oacute;rias contadas de forma a permitir aprender, sentindo prazer e emo&ccedil;&atilde;o e esse detalhe &eacute; importante para entender o acontecido: durante sua fala, algo inesperado aconteceu: faltou energia el&eacute;trica. No entanto, o resultado foi o esperado: Aziz n&atilde;o se abalou e continuou sua palestra, e quando ao final, foi aplaudido de p&eacute;, comentou: "Isto &eacute; que &eacute; a SBPC"! E saiu, como sempre, rodeado pelas pessoas que ainda queriam ouvi-lo mais (<a href="#fig3">Figura 3</a>).</font></p>     <p><a name="fig3"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/cic/v76nspe1/a04fig03.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Na 62&ordf; Reuni&atilde;o Anual de 2010, na Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), em Natal, quando eu integrava a diretoria da SBPC (gest&atilde;o 2009-2011), fizemos uma homenagem a ele. Nessa RA, Aziz proferiu, como homenageado, a confer&ecirc;ncia "Ci&ecirc;ncias e Aplica&ccedil;&otilde;es de Ci&ecirc;ncias: A Import&acirc;ncia do Planejamento" e nesta atividade, como sempre acontecia, os jovens colocaram-se &agrave; sua volta. Para ilustrar um pouco mais esses momentos t&atilde;o singulares, reproduzo aqui um trecho do texto que escrevi para a sua homenagem, pois nesses par&aacute;grafos h&aacute; uma breve s&iacute;ntese sobre sua atua&ccedil;&atilde;o humanista:</font></p>     <p align="center"><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><i>&#91;...&#93; Atua de maneira singular em defesa da dissemina&ccedil;&atilde;o da cultura e da ci&ecirc;ncia para todos. Exemplo disso est&aacute; em frase dita a Drauzio Varela quando entrevistado: - "Parto do princ&iacute;pio de que as pessoas precisam, em primeiro lugar, entender o que &eacute; cultura para depois, entender o que &eacute; ci&ecirc;ncia. Assim, cultura &eacute; o conjunto de valores do homem, algo que vem sendo conquistado desde a pr&eacute;-hist&oacute;ria at&eacute; a contemporaneidade. A pesquisa agrega conhecimento &agrave; cultura, alimenta a ci&ecirc;ncia e acelera os processos evolutivos das sociedades.</i></font></p>     <p align="center"><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><i>&#91;...&#93; O professor Aziz vinha acompanhando um projeto de forma&ccedil;&atilde;o de bibliotecas comunit&aacute;rias no estado de S&atilde;o Paulo e foi surpreendido com a not&iacute;cia de que uma das 45 bibliotecas havia sido removida pela subprefeitura da S&eacute;. A biblioteca ind&iacute;gena instalada na pra&ccedil;a Monteiro Lobato, no centro da cidade, ainda estava em fase de organiza&ccedil;&atilde;o, mas j&aacute; continha oito mil t&iacute;tulos recebidos por doa&ccedil;&otilde;es e reunia garis e ind&iacute;genas para discuss&atilde;o de pol&iacute;ticas p&uacute;blicas, contando, inclusive com a participa&ccedil;&atilde;o e orienta&ccedil;&atilde;o de professores aposentados e alunos da Pontif&iacute;cia Universidade Cat&oacute;lica de S&atilde;o Paulo (PUC-SP). No acervo, encontravam-se mapas, fotografias dos povos ind&iacute;genas, livros de hist&oacute;ria, geografia e literatura brasileira. O projeto, encabe&ccedil;ado pela ONG Educa S&atilde;o Paulo, criada e presidida por Devanir Am&acirc;ncio, era apoiado de perto pelo prof. Aziz &#91;???&#93;.</i></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">&Eacute; preciso ainda registrar suas &uacute;ltimas publica&ccedil;&otilde;es em livros, nos quais organizou textos interessantes para o conhecimento e a cultural geral dos seus leitores: "Leituras Indispens&aacute;veis" volumes 1, 2 e 3. O volume 3, publicado pela SBPC, e de cuja organiza&ccedil;&atilde;o participei, junto &agrave; Eunice Personini, secretaria da diretoria da SBPC, pessoa muito querida por Aziz. Nessa ocasi&atilde;o, desfrutei de momentos singulares, de muito carinho, de muita aten&ccedil;&atilde;o e de muito aprendizado na companhia de ambos. O livro est&aacute; dispon&iacute;vel em extens&atilde;o PDF no site da SBPC &#91;13&#93;.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Finalizo essa homenagem com um pequeno recorte da vida intensa que foi a do Professor Aziz Ab'S&aacute;ber, em todos os aspectos, lembrando que, uns dias antes de nos deixar, entregou na SBPC um CD-ROM com arquivos que continham toda sua obra para ser distribu&iacute;do para as universidades, bibliotecas, pesquisadores etc., e transcrevendo a &uacute;ltima estrofe de um poema seu &#91;14&#93;, na qual ele expressa a saudade de sua inf&acirc;ncia e de sua vida em Parintins, e por meio dessa estrofe expressamos nossa saudade eterna de uma pessoa que deixou uma impec&aacute;vel contribui&ccedil;&atilde;o para a nossa exist&ecirc;ncia:</font></p>     <p align="center"><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><i>Ecos do sino grande    <br> Saudades de menino    <br> Entes queridos    <br> Lembran&ccedil;as sentidas    <br> E, para completar    <br> As badaladas arrastadas do sino grande    <br> Que saudades, Deus meu! &#91;14&#93;</i></font></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Notas</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><a name="1b"></a>&#91;<a href="#1a">i</a>&#93; Centro de Mem&oacute;ria da SBPC Am&eacute;lia Imp&eacute;rio Hamburger. Dispon&iacute;vel em <a href="http://portal.sbpcnet.org.br/centro-de-memoria-da-sbpc-amelia-i-hamburger/" target="_blank">http://portal.sbpcnet.org.br/centro-de-memoria-da-sbpc-amelia-i-hamburger/</a>.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Refer&ecirc;ncias</b></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">1. AB'S&Aacute;BER, A. N. <i>Escritos ecol&oacute;gicos</i>. 2. ed. S&atilde;o Paulo: Lazuli Editora, 2006. p. 127.    </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">2. Aziz Nacib Ab'S&aacute;ber. <i>Academia Brasileira de Ci&ecirc;ncias, &#91;s.d.&#93;</i>. Dispon&iacute;vel em: <a href="http://www.abc.org.br/membro/aziz-nacib-absaber" target="_blank">http://www.abc.org.br/membro/aziz-nacib-absaber</a>. Acesso em: 6 mar. 2024.    </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">3. Instituto da Cultura &Aacute;rabe. <i>Icarabe</i>, 2003-2024. Dispon&iacute;vel em: <a href="https://www.icarabe.org" target="_blank">https://www.icarabe.org</a>. Acesso em: 6 mar. 2024.    </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">4. Entrevista com Aziz Ab'S&aacute;ber: parte 1. <i>Icarabe</i>, 2005. Dispon&iacute;vel em: <a href="https://www.icarabe.org/entrevistas/eu-tinha-desespero-para-conhecer-a-realidade-daquela-regiao" target="_blank">https://www.icarabe.org/entrevistas/eu-tinha-desespero-para-conhecer-a-realidade-daquela-regiao</a>. Acesso em: 6 mar. 2024.    </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">5. Entrevista com Aziz Ab'S&aacute;ber: parte 2. <i>Icarabe</i>, 2005. Dispon&iacute;vel em: <a href="https://www.icarabe.org/entrevistas/entrevista-com-aziz-ab-saber-parte-2" target="_blank">https://www.icarabe.org/entrevistas/entrevista-com-aziz-ab-saber-parte-2</a>. Acesso em: 10 mar. 2024.    </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">6. BIBLIOTECA M&Aacute;RIO DE ANDRADE. <i>Aziz Ab'S&aacute;ber</i>: Projeto Mem&oacute;ria Oral. Youtube, 3 fev. 2015. Dispon&iacute;vel em: <a href="https://www.youtube.com/watch?v=tETZz4kMevQ" target="_blank">https://www.youtube.com/watch?v=tETZz4kMevQ</a>. Acesso em: 10 mar. 2024.    </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">7. AB'S&Aacute;BER, A. N. <i>A ci&ecirc;ncia que eu fa&ccedil;o</i>. Youtube, 22 ago. 2011. Dispon&iacute;vel em: <a href="https://www.youtube.com/watch?v=BjjSgIUrEog" target="_blank">https://www.youtube.com/watch?v=BjjSgIUrEog</a>. Acesso em: 10 mar. 2024.    </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">8. ALLUCI, R. R.; SCHICCHI, M. C. S. S&atilde;o Luiz do Paraitinga e seu tombamento: de conjunto &agrave; paisagem. <i>Identidades: territorio, cultura, patrimonio</i>, n. 9, 2020.    </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">9. DI MAURO, C. A. A atualidade da vis&atilde;o de Ab'S&aacute;ber. <i>Sociedade &amp; Natureza</i>, Uberl&acirc;ndia, v. 24, n. 1, p. 7-20, 2012.    </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">10. AB'S&Aacute;BER, A. N. <i>Os dom&iacute;nios de natureza no Brasil</i>: potencialidades paisag&iacute;sticas. S&atilde;o Paulo: Ateli&ecirc; Editorial, 2003.    </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">11. SILVA, J. A. A. <i>O c&oacute;digo florestal e a ci&ecirc;ncia</i>: contribui&ccedil;&otilde;es para o di&aacute;logo. 2. ed. S&atilde;o Paulo: SBPC, 2012. 294 p.    </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">12. DUARTE, G. M. O Brasileiro Aziz Nacib Ab'S&aacute;ber. <i>In</i>: MODENESI-GAUTTIERI, M. C. <i>et al. A obra de Aziz Nacib Ab'S&aacute;ber</i>. S&atilde;o Paulo: Beca, 2010. p. 83-84.    </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">13. AB'S&Aacute;BER, A. N. (org.). <i>Leituras indispens&aacute;veis 3</i>. S&atilde;o Paulo: SBPC, 2013.    </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">14. MODENESI-GAUTTIERI, M. C. <i>et al. A obra de Aziz Nacib Ab'S&aacute;ber</i>. S&atilde;o Paulo: Beca, 2010.    </font></p>      ]]></body><back>
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