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<article-title xml:lang="pt"><![CDATA[Bases científicas para uma agricultura biológica]]></article-title>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[Agricultura biológica]]></kwd>
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<kwd lng="pt"><![CDATA[Práticas agrícolas]]></kwd>
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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>ARTIGO</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="4" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Bases cient&iacute;ficas para uma agricultura biol&oacute;gica</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Johanna D&ouml;bereiner<sup>I</sup>; Jos&eacute; Ivo Baldani<sup>II</sup></b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><sup>I</sup>Engenheira agr&ocirc;noma pioneira em biologia do solo. Pesquisadora do atual Centro Nacional de Pesquisa em Agrobiologia da Embrapa, suas pesquisas foram fundamentais para que o Brasil desenvolvesse o Programa Nacional do &Aacute;lcool e se tornasse o maior produtor mundial de soja do mundo     <br>   <sup>II</sup>Pesquisador da Embrapa Agrobiologia e professor colaborador da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ) e da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p> <hr size="2" noshade>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>RESUMO</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A agricultura biol&oacute;gica visa reciclar nutrientes sem qu&iacute;micos, mas enfrenta desafios na dissemina&ccedil;&atilde;o de dados s&oacute;lidos e assist&ecirc;ncia t&eacute;cnica. Embora pragas e eros&atilde;o possam ser mitigadas por pr&aacute;ticas de rota&ccedil;&atilde;o de culturas, suas vantagens s&atilde;o frequentemente exageradas sem base cient&iacute;fica. A manuten&ccedil;&atilde;o da fertilidade exige a reposi&ccedil;&atilde;o dos nutrientes extra&iacute;dos, destacando a import&acirc;ncia do equil&iacute;brio entre pr&aacute;ticas biol&oacute;gicas e convencionais.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Palavras-chave:</b> Agricultura biol&oacute;gica; Sustentabilidade; Fertilidade do solo; Nutrientes; Pr&aacute;ticas agr&iacute;colas.</font></p> <hr size="2" noshade>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Introdu&ccedil;&atilde;o</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O termo agricultura biol&oacute;gica est&aacute; sendo usado para definir sistemas agr&iacute;colas baseados largamente numa reciclagem dos nutrientes sem haver acr&eacute;scimo de fertilizantes e pesticidas obtidos por processos qu&iacute;micos. Infelizmente este tipo de agricultura est&aacute; sendo explorado por correntes demag&oacute;gicas que se aproveitam da atual motiva&ccedil;&atilde;o ecol&oacute;gica da popula&ccedil;&atilde;o e tentam envolv&ecirc;-la em defini&ccedil;&otilde;es mal fundadas e muitas vezes exageradas. N&atilde;o h&aacute; mist&eacute;rios na "agricultura biol&oacute;gica" e o seu potencial e suas limita&ccedil;&otilde;es s&atilde;o bem conhecidos e facilmente compreendidos pelo leigo (n&atilde;o-agr&ocirc;nomo). Entretanto, h&aacute; pouqu&iacute;ssimos trabalhos, como os de Commoner<sup>&#91;16&#93;</sup>, Berardi<sup>&#91;5&#93;</sup> e Lokeretz <i>et al.</i><sup>&#91;42&#93;</sup>, que comparam cientificamente a viabilidade econ&ocirc;mica da agricultura biol&oacute;gica ou predominantemente biol&oacute;gica com o sistema agr&iacute;cola convencional.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Sistemas agr&iacute;colas baseados nos conhecimentos cient&iacute;ficos sobre as possibilidades reais da substitui&ccedil;&atilde;o total ou parcial da aduba&ccedil;&atilde;o qu&iacute;mica, principalmente a com nitrog&ecirc;nio por processos biol&oacute;gicos, nos Estados Unidos (<i><b>cornbelt</b></i>) podem dar rendimentos equivalentes se rota&ccedil;&otilde;es de cultura inteligentemente adaptadas a cada caso s&atilde;o usadas<sup>&#91;42&#93;</sup>. Nesses sistemas, pragas e doen&ccedil;as s&atilde;o parcialmente autocontroladas reduzindo assim tamb&eacute;m a necessidade de uso de defensivos. A grande barreira encontrada na expans&atilde;o desse sistema biol&oacute;gico &eacute; que a avalia&ccedil;&atilde;o dos resultados quase sempre se baseia exclusivamente na produ&ccedil;&atilde;o. N&atilde;o s&atilde;o consideradas as possibilidades de melhoria das condi&ccedil;&otilde;es f&iacute;sicas do solo, o autocontrole de pragas e doen&ccedil;as e a redu&ccedil;&atilde;o da eros&atilde;o. A assist&ecirc;ncia t&eacute;cnica a esse tipo de agricultura tamb&eacute;m &eacute; restrita por ser considerada um sistema n&atilde;o convencional, menos bem fundado em experimenta&ccedil;&atilde;o.</font></p>     <p align="center"><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><styled-content style="color:#890e10"><b><i>"Pode-se calcular da&iacute; que a soja, ao fixar o N2 do ar, economiza ao pa&iacute;s anualmente mais que um bilh&atilde;o de d&oacute;lares em divisas."</i></b></styled-content></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Por outro lado, s&atilde;o divulgados em in&uacute;meros artigos e confer&ecirc;ncias conceitos que propagam vantagens ecol&oacute;gicas sem fundamento l&oacute;gico e muito menos cientifico da "agricultura biol&oacute;gica", "biodin&acirc;mica", "macrobi&oacute;tica" etc. Que mais complicado e misterioso o nome, mais atra&ccedil;&atilde;o tem para as grandes massas da popula&ccedil;&atilde;o.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Como dito acima, n&atilde;o h&aacute; mist&eacute;rio nem necessidade para nomes complicados. Uma cultura de milho, feij&atilde;o ou soja retira do solo os nutrientes N, P, K, Ca, S, Mg e uma s&eacute;rie de micronutrientes que precisam ser restitu&iacute;dos para manter a fertilidade do solo. Em regi&otilde;es tropicais com precipita&ccedil;&otilde;es elevadas, h&aacute; ainda lixivia&ccedil;&atilde;o destes mesmos nutrientes para as camadas profundas do solo e muitas vezes para as &aacute;guas fluviais e &eacute;, por isso, que, de uma maneira geral, os solos de regi&otilde;es tropicais s&atilde;o mais pobres e menos produtivos.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Para manter a fertilidade de um solo ou, o que &eacute; muito mais dif&iacute;cil, recuperar solos erodidos, &eacute; necess&aacute;rio que se acrescentem as quantidades dos elementos perdidos. Na agricultura convencional, principalmente nos pa&iacute;ses industrializados, estes elementos s&atilde;o simplesmente acrescentados em v&aacute;rias formas qu&iacute;micas, altamente sol&uacute;veis e em excesso para compensar as perdas adicionais de sua lixivia&ccedil;&atilde;o. Este tipo de agricultura, entretanto, principalmente em regi&otilde;es quentes, leva a uma progressiva decomposi&ccedil;&atilde;o de um importante componente do solo que &eacute; a mat&eacute;ria org&acirc;nica. Essa, junto com a argila, representa a fra&ccedil;&atilde;o coloidal do solo e &eacute; respons&aacute;vel pela capacidade de reten&ccedil;&atilde;o de &aacute;gua do solo e pela reten&ccedil;&atilde;o de parte dos nutrientes, os c&aacute;tions (K, Ca, Mg<sup>++</sup> e micronutrientes) em forma permut&aacute;vel. Nessa forma, os elementos s&atilde;o dispon&iacute;veis para a planta, mas &eacute; minimizada a lixivia&ccedil;&atilde;o. A mat&eacute;ria org&acirc;nica ainda incorpora e libera nutrientes, principalmente o nitrog&ecirc;nio, sendo muito pouco retido nos coloides e, portanto, o elemento mais facilmente lixiviado. A mat&eacute;ria org&acirc;nica do solo consiste em detritos vegetais decompostos pela microflora e fauna do solo e parcialmente polimerizados, formando mol&eacute;culas complexas, os &aacute;cidos h&uacute;micos, respons&aacute;veis pela relativa resist&ecirc;ncia do h&uacute;mus do solo &agrave; degrada&ccedil;&atilde;o. A taxa da s&iacute;ntese de h&uacute;mus normalmente est&aacute; em equil&iacute;brio com a degrada&ccedil;&atilde;o<sup>&#91;13&#93;</sup> e depende da disponibilidade de restos vegetais e de seu teor de nitrog&ecirc;nio. Quando h&aacute; defici&ecirc;ncia de N, o equil&iacute;brio &eacute; quebrado e ocorre constante perda de mat&eacute;ria org&acirc;nica <sup>&#91;34, 13&#93;</sup>. O n&iacute;vel cr&iacute;tico para isso corresponde aproximadamente ao conte&uacute;do de C e N nos tecidos dos microrganismos (C/N em torno de 10), e se n&atilde;o h&aacute; nitrog&ecirc;nio suficiente, o excesso de carbono &eacute; perdido pela respira&ccedil;&atilde;o em forma de CO<sub>2</sub>.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Essas explica&ccedil;&otilde;es, mesmo que sejam simplificadas aqui, mostram que n&atilde;o h&aacute; mist&eacute;rios nem milagres no constante ciclo dos elementos minerais e da mat&eacute;ria org&acirc;nica. O que a planta ou a chuva retiram tem que ser restitu&iacute;do, se a fertilidade do solo precisa ser mantida. &Eacute; prop&oacute;sito deste trabalho resumir os avan&ccedil;os cient&iacute;ficos recentes que permitem substitui&ccedil;&atilde;o parcial dessas retiradas, pelo manejo apropriado dos processos biol&oacute;gicos do solo.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Nitrog&ecirc;nio</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O nitrog&ecirc;nio representa a maior parcela nos insumos agr&iacute;colas (75% dos custos dos fertilizantes), sendo que somente 39% do adubo nitrogenado consumido &eacute; produzido por empresas nacionais<sup>&#91;40&#93;</sup>. Felizmente, &eacute; justamente este o elemento que pode ser obtido do ar atrav&eacute;s de associa&ccedil;&otilde;es de plantas com microrganismos procariontes.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Esses podem reduzir o N, da atmosfera, formando NH, utilizado pela planta. Na <a href="#fig1">Figura 1</a>, apresentamos um esquema das transforma&ccedil;&otilde;es de nitrog&ecirc;nio na terra e que indica um ciclo constante entre solo, planta e atmosfera deste elemento. Com isso, a fixa&ccedil;&atilde;o biol&oacute;gica de N, junto com a fotoss&iacute;ntese, representa os processos b&aacute;sicos respons&aacute;veis pela manuten&ccedil;&atilde;o da vida na terra.</font></p>     <p><a name="fig1"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/cic/v76nspe4/a02fig01.jpg"></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Fixa&ccedil;&atilde;o de N<sub>2</sub> em leguminosas</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">H&aacute; v&aacute;rias associa&ccedil;&otilde;es de bact&eacute;rias fixadoras de N<sub>2</sub> com plantas superiores, sendo a simbiose das leguminosas com Rhizobium a mais perfeita e tamb&eacute;m a com maior possibilidade de explora&ccedil;&atilde;o na agricultura. As ra&iacute;zes das leguminosas s&atilde;o infestadas, logo ap&oacute;s a germina&ccedil;&atilde;o, por bact&eacute;rias do g&ecirc;nero Rhizobium, que provocam a forma&ccedil;&atilde;o de pequenos n&oacute;dulos onde as bact&eacute;rias encontram um nicho perfeito com prote&ccedil;&atilde;o contra efeitos ambientais e alimenta&ccedil;&atilde;o pelo fornecimento de produtos fotossint&eacute;ticos da planta. Em troca, a bact&eacute;ria fornece &agrave; planta o NH, proveniente da fixa&ccedil;&atilde;o de N<sub>2</sub>. O funcionamento desta simbiose &eacute; o esquematizado na <a href="#fig2">Figura 2</a>.</font></p>     <p><a name="fig2"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/cic/v76nspe4/a02fig02.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Nos n&oacute;dulos, &eacute; formada a leg-hemoglobina que garante acesso r&aacute;pido de oxig&ecirc;nio necess&aacute;rio para a respira&ccedil;&atilde;o da bact&eacute;ria sem permitir inativa&ccedil;&atilde;o da enzima respons&aacute;vel pela fixa&ccedil;&atilde;o de N<sub>2</sub>, a nitrogenase. Assim, no campo, pode-se facilmente reconhecer n&oacute;dulos de leguminosas que fixam N, ativamente, pela colora&ccedil;&atilde;o vermelha de seu interior.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Leguminosas herb&aacute;ceas</b></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O exemplo mais impressionante da import&acirc;ncia da fixa&ccedil;&atilde;o de N, no desempenho da agricultura brasileira &eacute; a soja. As variedades de soja hoje cultivadas no Brasil obt&ecirc;m todo o nitrog&ecirc;nio necess&aacute;rio a altas produ&ccedil;&otilde;es (2 a 3 t/ha) atrav&eacute;s da simbiose com Rhizobium. Quinze milh&otilde;es de toneladas de gr&atilde;os com 6% de N representam um montante de 0,9 milh&atilde;o de toneladas de N, adubo este que no mercado de hoje custa Cr$ 135.000,00 por tonelada. Pode-se calcular da&iacute; que a soja ao fixar o N<sub>2</sub> do ar economiza ao pa&iacute;s anualmente mais que um bilh&atilde;o de d&oacute;lares em divisas. Este montante de nitrog&ecirc;nio economizado, somente pela soja, no Brasil, corresponde a 30% do total dos adubos previstos para a Am&eacute;rica Latina (2,7 x 10&deg;t) em 1981<sup>&#91;37&#93;</sup>.</font></p>     <p align="center"><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><styled-content style="color:#890e10"><b><i>"A utiliza&ccedil;&atilde;o indiscriminada de fertilizantes nitrogenados, sem d&uacute;vida, acarreta perigos de contamina&ccedil;&atilde;o do meio ambiente."</i></b></styled-content></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Al&eacute;m da soja, o feij&atilde;o, o feij&atilde;o-de-corda, o amendoim, a ervilha, o guandu, a crotalaria, uma infinidade de leguminosas forrageiras e a maioria das esp&eacute;cies florestais nativas s&atilde;o leguminosas fixadoras de N<sub>2</sub> e poder&atilde;o ser melhor explorados. A explora&ccedil;&atilde;o das leguminosas deixa ampla margem de melhoramento e intensifica&ccedil;&atilde;o. Carece de estudos que identifiquem os v&aacute;rios fatores ambientais como ainda intr&iacute;nsecos do gen&oacute;tipo planta e bact&eacute;ria, que limitam o desempenho da simbiose com Rhizobium indispens&aacute;vel ao fornecimento do nitrog&ecirc;nio necess&aacute;rio.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A soja no Brasil somente chegou ao destaque que tem hoje por ser uma cultura autossuficiente em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; aduba&ccedil;&atilde;o nitrogenada e isso porque, desde 1965, o melhoramento da soja, al&eacute;m de outros fatores essenciais, &eacute; feito no sentido de aperfei&ccedil;oar a simbiose em Rhizobium, ao passo que nos Estados Unidos a sele&ccedil;&atilde;o de cultivares foi feita com elevadas dosagens de N mineral. Estimativas realizadas por Hardy e Havelka<sup>&#91;36&#93;</sup> indicam que apenas 25% do nitrog&ecirc;nio necess&aacute;rio para elevadas produ&ccedil;&otilde;es de soja naquele pa&iacute;s prov&eacute;m da fixa&ccedil;&atilde;o biol&oacute;gica.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Nas &aacute;reas de cerrado do Brasil, a expans&atilde;o da fronteira agr&iacute;cola foi conquistada principalmente pela cultura da soja. Nessas &aacute;reas se conseguem, hoje, produ&ccedil;&otilde;es de at&eacute; 4.000/ha sem o uso de nitrog&ecirc;nio mineral e em &aacute;reas de lavoura extensiva. Esse &ecirc;xito se deve, em parte, &agrave; introdu&ccedil;&atilde;o e sele&ccedil;&atilde;o de variedades em n&iacute;veis zero de nitrog&ecirc;nio, e &agrave; utiliza&ccedil;&atilde;o de sementes inoculadas<sup>&#91;29&#93;</sup>.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Por outro lado, a inocula&ccedil;&atilde;o da soja tem proporcionado aumentos de produ&ccedil;&atilde;o j&aacute; que esta planta requer estirpes espec&iacute;ficas, n&atilde;o somente para esp&eacute;cie, mas ainda, para muitas cultivares, e responde dramaticamente &agrave; inocula&ccedil;&atilde;o se as bact&eacute;rias espec&iacute;ficas n&atilde;o est&atilde;o presentes, em n&uacute;mero suficiente no solo. A intera&ccedil;&atilde;o Rhizobium x cultivar fica bem ilustrada no <a href="#qua1">Quadro 1</a><sup>&#91;50&#93;</sup>. Os problemas da nodula&ccedil;&atilde;o da soja, no primeiro ano de seu plantio, em &aacute;reas de cerrados, ap&oacute;s solu&ccedil;&atilde;o preliminar emp&iacute;rica, atrav&eacute;s de sele&ccedil;&atilde;o de uma "superestirpe"<sup>&#91;66&#93;</sup>, agora tamb&eacute;m j&aacute; t&ecirc;m sua explica&ccedil;&atilde;o cient&iacute;fica. Atrav&eacute;s da calagem e aduba&ccedil;&atilde;o, estes solos sofrem profundas modifica&ccedil;&otilde;es no seu ecossistema que provocam um desequil&iacute;brio microbiol&oacute;gico.</font></p>     <p><a name="qua1"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/cic/v76nspe4/a02qua01.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">H&aacute; um aumento desproporcional na popula&ccedil;&atilde;o de actinomicetos que atinge 89% da microflora e um aumento de bact&eacute;rias resistentes &agrave; estreptomicina<sup>&#91;2&#93;</sup>, indicando acumula&ccedil;&atilde;o deste antibi&oacute;tico em micross&iacute;tios. Brown<sup>&#91;9&#93;</sup> j&aacute; observou aumentos na propor&ccedil;&atilde;o de bact&eacute;rias resistentes &agrave; estreptomicina na rizosfera de v&aacute;rias leguminosas. A <a href="#fig3">Figura 3</a> mostra um exemplo da multiplica&ccedil;&atilde;o de actinomicetos na superf&iacute;cie das ra&iacute;zes de milho e feij&atilde;o e de bact&eacute;rias resistentes &agrave; estreptomicina no interior de ra&iacute;zes. Assim, parece poss&iacute;vel que h&aacute; ac&uacute;mulos de estreptomicina nas ra&iacute;zes como resultado da fertiliza&ccedil;&atilde;o e calagem de solos de cerrados. Um levantamento da resist&ecirc;ncia &agrave; estreptomicina de Rhizobium isolado de soja plantada nos cerrados revelou que 86% das estirpes foram resistentes a 80 ppm ou mais deste antibi&oacute;tico, confirmando a hip&oacute;tese acima. A "superestirpe" de Rhizobium que resolveu os problemas de inocula&ccedil;&atilde;o da soja nos cerrados tamb&eacute;m &eacute; resistente a este antibi&oacute;tico.</font></p>     <p><a name="fig3"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/cic/v76nspe4/a02fig03.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><styled-content style="color:#890e10"><b><i>"H&aacute; muitos subs&iacute;dios cient&iacute;ficos para se desenvolver sistemas agr&iacute;colas cada vez mais &lsquo;biol&oacute;gicos', sem preju&iacute;zo da produtividade."</i></b></styled-content></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Os trabalhos de melhoramento do feij&atilde;o (<i><b>Phaseolus vulgaris</b></i>) no Brasil e no resto do mundo n&atilde;o consideraram a capacidade desta planta de fixar o nitrog&ecirc;nio. Isso devido &agrave; sensibilidade desta planta a muitos fatores ambientais, de um lado, e, do outro, devido &agrave; suposi&ccedil;&atilde;o, principalmente nos pa&iacute;ses industrializados, de que o ciclo curto do feij&atilde;o n&atilde;o permite a acumula&ccedil;&atilde;o de quantidades de N suficientes a elevadas produ&ccedil;&otilde;es, atrav&eacute;s da fixa&ccedil;&atilde;o biol&oacute;gica<sup>&#91;11&#93;</sup>. A pesquisa nos &uacute;ltimos anos no Brasil<sup>&#91;30&#93;</sup> e na Inglaterra (Day, comunica&ccedil;&atilde;o pessoal), entretanto, mostrou a possibilidade do fornecimento por fontes biol&oacute;gicas de todo o nitrog&ecirc;nio necess&aacute;rio para uma produ&ccedil;&atilde;o de feij&atilde;o de 1.600 kg/ha. Isso representa quase tr&ecirc;s vezes a produ&ccedil;&atilde;o m&eacute;dia do Brasil (<a href="#fig4">Figura 4</a>).</font></p>     <p><a name="fig4"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/cic/v76nspe4/a02fig04.jpg"></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Estudos sobre a interfer&ecirc;ncia da acidez do solo (principalmente toxidez de Al e Mn) foram intensificados desde 1975. Diferen&ccedil;as entre gen&oacute;tipos de plantas foram identificadas. Foi demonstrado que um dos fatores limitantes da fixa&ccedil;&atilde;o de N<sub>2</sub> em feij&atilde;o &eacute; a dificuldade de assimilar molibd&ecirc;nio de solos &aacute;cidos, mesmo que este elemento tenha sido aplicado. Molibd&ecirc;nio &eacute; o elemento chave da nitrogenase e, portanto, indispens&aacute;vel ao funcionamento da simbiose. Estudos da intera&ccedil;&atilde;o do metabolismo do nitrato do solo com a fixa&ccedil;&atilde;o de nitrog&ecirc;nio mostraram possibilidades de complement&aacute;-la com baixas dosagens de nitrog&ecirc;nio mineral, durante o enchimento do gr&atilde;o, mas n&atilde;o no in&iacute;cio do ciclo<sup>&#91;32&#93;</sup>.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">V&aacute;rias leguminosas forrageiras foram estudadas para estabelecimento, em pastagens de morro, com capim-gordura (PVA). Stylosanthes foi estabelecido e perdurou durante quatro anos de pastoreio, quando semeado em covas somente com fosfato, Siratro e Centrosema somente perduraram se semeados com pellet de micronutrientes (FTE) e fosfatos na cova<sup>&#91;19&#93;</sup>. Graves problemas de defici&ecirc;ncia de micronutrientes em v&aacute;rios outros solos (PVA e LVA) foram confirmados em experimentos de vasos, onde a aplica&ccedil;&atilde;o somente do molibd&ecirc;nio dobrou a fixa&ccedil;&atilde;o de nitrog&ecirc;nio e a produ&ccedil;&atilde;o de leguminosas forrageiras. Efeitos altamente significativos foram ainda observados em experimentos fatoriais<sup>&#91;18,31&#93;</sup>, onde se constatou defici&ecirc;ncia de zinco, ferro, boro e mangan&ecirc;s, em solos deste tipo no Rio de Janeiro. &Eacute; importante ressaltar que h&aacute; defici&ecirc;ncia de mangan&ecirc;s nas encostas e toxidez deste elemento em baixadas adjacentes.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Foi elaborado um teste biol&oacute;gico para avaliar defici&ecirc;ncia de molibd&ecirc;nio, teste este que deu correla&ccedil;&atilde;o altamente significativa com a resposta da planta<sup>&#91;33&#93;</sup>. De acordo com an&aacute;lises efetuadas com este teste nos Estados do Rio de Janeiro, S&atilde;o Paulo, Mato Grosso, Goi&aacute;s, Minas Gerais, Esp&iacute;rito Santo, Bahia e Sergipe, aproximadamente 50% dos solos s&atilde;o deficientes em Mo.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Outros experimentos mostraram possibilidades de selecionar estirpes de Rhizobium mais tolerantes a temperaturas excessivas do solo (Fonseca, O. O. M.; Lee, K. K.; Franco, A. A., dados n&atilde;o publicados). A fixa&ccedil;&atilde;o de nitrog&ecirc;nio nos n&oacute;dulos de feij&atilde;o inoculado com os inoculantes habituais &eacute; prejudicada se a temperatura do solo ultrapassa 32&deg;C, mas as estirpes selecionadas conseguem tolerar 37&deg;C ou mais. O papel do tamanho da semente e das folhas cotiledonais no fornecimento de material energ&eacute;tico para a forma&ccedil;&atilde;o de n&oacute;dulos em Stylosanthes foi identificado como fator decisivo do estabelecimento desta leguminosa forrageira em pastos j&aacute; estabelecidos.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Resumindo, pode-se concluir que, sob condi&ccedil;&otilde;es tropicais e subtropicais, solo e fatores nutricionais, disponibilidade de &aacute;gua e gen&oacute;tipo-planta s&atilde;o os fatores principais limitantes da fixa&ccedil;&atilde;o de nitrog&ecirc;nio em leguminosas herb&aacute;ceas, e n&atilde;o a fotoss&iacute;ntese. A fixa&ccedil;&atilde;o biol&oacute;gica pode cobrir todas as necessidades de nitrog&ecirc;nio para produ&ccedil;&otilde;es elevadas se aqueles fatores s&atilde;o eliminados; somente em casos excepcionais t&ecirc;m-se obtido aumentos da produ&ccedil;&atilde;o de leguminosas com aduba&ccedil;&atilde;o de nitrog&ecirc;nio mineral.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Leguminosas arb&oacute;reas</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A fam&iacute;lia Leguminosae mais provavelmente se originou nos tr&oacute;picos, onde ocorre o maior n&uacute;mero de esp&eacute;cies (4.618 esp&eacute;cies contra 3.269 em regi&otilde;es temperadas), sendo que mais de 95% de leguminosas de clima temperado s&atilde;o Papilionoideae, enquanto Mimosoideae e Caesalpinioideae s&atilde;o predominantemente tropicais <sup>&#91;50&#93;</sup>. A grande maioria das leguminosas que ocorrem nas florestas e savanas tropicais s&atilde;o &aacute;rvores, sendo que 95% de Mimosoideae, 97% de Caesalpinioideae e 38% de Papilionoideae s&atilde;o esp&eacute;cies lenhosas<sup>&#91;65&#93;</sup>.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Mas nem todas as leguminosas s&atilde;o capazes de fixar N<sub>2</sub> em associa&ccedil;&atilde;o com Rhizobium e poucas delas foram examinadas a respeito de nodula&ccedil;&atilde;o. Das esp&eacute;cies de Mimosoideae testadas, 98% s&atilde;o capazes de fixar nitrog&ecirc;nio em contraste com 60% de Papilionoideae e 38% de Caesalpinioideae<sup>&#91;7&#93;</sup>. As esp&eacute;cies da subfam&iacute;lia Caesalpinioideae, como pau-brasil (<i><b>Caesalpinia echinata</b></i>), pau-ferro (<i><b>Caesalpinia ferrea</b></i>), ainda n&atilde;o foram encontradas com n&oacute;dulos, enquanto as Mimosoideae como a sabi&aacute; (<i><b>Mimosa Caesalpiniaefolia</b></i>), bracatinga (<i><b>M. scabrella</b></i>) leucaena (<i><b>Leucaena leucocephala</b></i>), angico (<i><b>Anadenanthera macrocarpa</b></i>), algaroba (<i><b>Prosopis juliflora</b></i>), &eacute;bano oriental (<i><b>Albizzia lebbek</b></i>) e Papilionoideae, como jacarand&aacute; (<i><b>Dalbergia nigra</b></i>), s&atilde;o frequentemente noduladas. Melhor conhecimento da especificidade hospedeira dessas esp&eacute;cies &eacute; necess&aacute;rio para que se possa inocul&aacute;-las e tirar melhor proveito desta sua capacidade de fixar N<sub>2</sub><sup>&#91;14, 15&#93;</sup>. Entre os rar&iacute;ssimos estudos sobre inocula&ccedil;&atilde;o de leguminosas florestais figuram os de Poggiani <i>et al.</i><sup>&#91;52&#93;</sup><i>,</i> com bracatinga e de D&ouml;bereiner<sup>&#91;21&#93;</sup> com sabi&aacute;, que mostrou taxa de crescimento de mudas mais que dobrado e um aumento de pega de 52% para 94%.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Entre as esp&eacute;cies mais promissoras para produ&ccedil;&atilde;o de lenha, carv&atilde;o vegetal e polpa para ind&uacute;stria de papel, mais que a metade s&atilde;o leguminosas <sup>&#91;47&#93;</sup>. Estas esp&eacute;cies representam uma alternativa interessante para o eucalipto, pois, al&eacute;m de fornecer madeira, ainda podem fornecer forragem fresca ou feno e complementos proteicos valiosos nas vagens; forragens estas que podem ser manejadas de forma que produzam nas &eacute;pocas secas e carentes principalmente no Nordeste<sup>&#91;26&#93;</sup>. As esp&eacute;cies mais recomendadas para forragem s&atilde;o <i><b>Leucaena leococephala</b></i><b>, <i>Sesbania grandiflora, Gliricidia sepium, Mimosa scabrella</i> e <i>M. caesalpinidefolia</i></b><sup>&#91;7,26&#93;</sup>.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Recentemente est&aacute; sendo ainda recomendado o plantio de leguminosas lenhosas como aduba&ccedil;&atilde;o verde<sup>&#91;17&#93;</sup>. As folhas de v&aacute;rias esp&eacute;cies como a Leucaena e Sesbania podem ser cortadas regularmente e usadas como adubo verde e o plantio intercalado dessas esp&eacute;cies com culturas anuais como o feij&atilde;o e milho representa um sistema inteiramente novo, onde, usando a folhagem como aduba&ccedil;&atilde;o verde ou mulch at&eacute; 500 kg N/ha por ano, podem ser obtidos atrav&eacute;s de fixa&ccedil;&atilde;o biol&oacute;gica de N<sub>2</sub><sup>&#91;35,8&#93;</sup>. Outras esp&eacute;cies promissoras para aduba&ccedil;&atilde;o verde s&atilde;o a <b><i>Gliricidia sepium, Acacia mearnsii, Albizia spp, Calliandra calothyrsus</i> e <i>Mimosa scabrella</i></b>, a bracatinga <sup>&#91;7&#93;</sup>.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">V&aacute;rias esp&eacute;cies, como, por exemplo, a bracaatinga, perdem grande quantidade de folhas ricas em N que se comp&otilde;em facilmente formando h&uacute;mus<sup>&#91;47&#93;</sup>, contribuindo para o aumento da mat&eacute;ria org&acirc;nica e fertilidade do solo, mesmo que seja explorado apenas para madeira.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Fixa&ccedil;&atilde;o de N<sub>2</sub> em gram&iacute;neas</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Apesar da disponibilidade de leguminosas de gr&atilde;o, forrageiras e florestais, a extens&atilde;o da fixa&ccedil;&atilde;o de nitrog&ecirc;nio aos cereais e gram&iacute;neas forrageiras tem sido o grande desafio da pesquisa no assunto. Mesmo que apenas parte do nitrog&ecirc;nio possa ser fornecida pela associa&ccedil;&atilde;o com bact&eacute;rias fixadoras desse elemento, a economia em adubos chegaria a propor&ccedil;&otilde;es semelhantes &agrave;s das leguminosas, devido &agrave; import&acirc;ncia dessas culturas. Fixa&ccedil;&atilde;o de nitrog&ecirc;nio em n&iacute;veis economicamente interessantes foi demonstrada numa variedade de gram&iacute;neas e cereais<sup>&#91;48,23&#93;</sup>. Al&eacute;m de dados obtidos pelo m&eacute;todo indireto da redu&ccedil;&atilde;o de acetileno<sup>&#91;27,10, 11&#93;</sup>, tem-se agora confirma&ccedil;&atilde;o atrav&eacute;s da incorpora&ccedil;&atilde;o de nitrog&ecirc;nio marcado (<sup>15</sup>N<sub>2</sub>)<sup>&#91;20&#93;</sup> e por estudos de avalia&ccedil;&atilde;o direta do N assimilado. A bact&eacute;ria respons&aacute;vel pelas associa&ccedil;&otilde;es mais importantes foi identificada como <i><b>Azospirillum</b></i> (syn. <i><b>Spirillum lipoferum</b></i>) (<a href="#fig5">Figura 5</a>); infecta as ra&iacute;zes proliferando em espa&ccedil;os inter e entrecelulares &#91;45&#93; e principalmente nos protoxilemas, que podem ser completamente preenchidos com bact&eacute;rias (<a href="#fig6">Figura 6</a>). Em regi&otilde;es tropicais, essas bact&eacute;rias ocorrem em grande abund&acirc;ncia; n&uacute;meros na faixa de 10<sup>6</sup> ou 10<sup>6</sup> de c&eacute;lulas de <i><b>Azospirillum</b></i> por g ra&iacute;zes ou solo podem ser encontrados durante o ciclo vegetativo de milho e sorgo<sup>&#91;22&#93;</sup>. Ra&iacute;zes esterilizadas na superf&iacute;cie cont&ecirc;m menos bact&eacute;rias no in&iacute;cio do ciclo, mas os n&uacute;meros aumentam durante o per&iacute;odo reprodutivo quando a fixa&ccedil;&atilde;o de nitrog&ecirc;nio nas ra&iacute;zes de v&aacute;rios cereais atinge o seu m&aacute;ximo. Parece, portanto, que a fixa&ccedil;&atilde;o de nitrog&ecirc;nio ocorre principalmente no interior das ra&iacute;zes<sup>&#91;45&#93;</sup>.</font></p>     <p><a name="fig5"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/cic/v76nspe4/a02fig05.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><a name="fig6"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/cic/v76nspe4/a02fig06.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Uma vez estabelecidas as associa&ccedil;&otilde;es de gram&iacute;neas e cereais com <i><b>Azospirillum</b></i>, foram iniciados trabalhos sobre a ecologia e a fisiologia das associa&ccedil;&otilde;es para esclarecimento de seu mecanismo. Reclassifica&ccedil;&atilde;o das bact&eacute;rias respons&aacute;veis com a cria&ccedil;&atilde;o de um novo g&ecirc;nero com duas esp&eacute;cies (<i><b>A. lipoferum</b></i> e <i><b>A. brasilense</b></i>) foi necess&aacute;ria<sup>&#91;65&#93;</sup>. E estudos da fisiologia da bact&eacute;ria revelaram numerosos fatos interessantes. Ambas as esp&eacute;cies podem dissimilar nitrato e nitrito, mas h&aacute; estirpes que n&atilde;o reduzem nitrito a nitrog&ecirc;nio molecular. Com exce&ccedil;&atilde;o deste grupo, as demais formas de <i><b>Azospirillum</b></i> s&atilde;o denitrificadores, isto &eacute;, al&eacute;m de fixarem nitrog&ecirc;nio, possuem o metabolismo para o processo oposto, sendo a perda de nitrog&ecirc;nio mineral em forma gasosa (<a href="#fig1">Figura 1</a>). A dissimila&ccedil;&atilde;o do nitrato, ou como tamb&eacute;m pode ser chamada a respira&ccedil;&atilde;o de nitrato, por outro lado, pode substituir o oxig&ecirc;nio para promover fixa&ccedil;&atilde;o de nitrog&ecirc;nio quando o oxig&ecirc;nio se torna escasso<sup>&#91;48,49&#93;</sup>. V&aacute;rios tipos de mutantes de <i><b>Azospirillum</b></i>, que perderam a nitrato e/ou a nitrito redutase, foram obtidos, alguns dos quais capazes de fixar nitrog&ecirc;nio na presen&ccedil;a de n&iacute;veis elevados de nitrato no solo<sup>&#91;44&#93;</sup>. Entendimento da intera&ccedil;&atilde;o de todas essas caracter&iacute;sticas representa a base do desenvolvimento de associa&ccedil;&otilde;es onde ser&aacute; poss&iacute;vel complementar a fixa&ccedil;&atilde;o de nitrog&ecirc;nio com adubos nitrogenados minerais sem preju&iacute;zo para a primeira e com melhor aproveitamento dos &uacute;ltimos.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Recentemente, foi ainda demonstrada especificidade hospedeira na associa&ccedil;&atilde;o das gram&iacute;neas<sup>&#91;3&#93;</sup>. Em um solo uniformemente inoculado, ra&iacute;zes de milho foram infectadas apenas por <i><b>A. lipoferum</b></i>, enquanto trigo e arroz selecionaram para <i><b>A. brasilense</b></i>. Amplia&ccedil;&atilde;o destes estudos para o campo revelou a infesta&ccedil;&atilde;o de v&aacute;rias outras gram&iacute;neas tropicais por <i><b>A. lipoferum</b></i>, e dos cereais temperados por <i><b>A. brasilense</b></i>. Entre as estirpes isoladas de ra&iacute;zes de ambas as esp&eacute;cies predominaram formas n&atilde;o denitrificantes<sup>&#91;1&#93;</sup>. Mas, al&eacute;m disso, as estirpes de <i><b>Azospirillum</b></i>, isoladas de ra&iacute;zes de milho, como o Rhizobium de n&oacute;dulos de soja crescido no cerrado, foram mais tolerantes &agrave; estreptomicina que as do solo ou da rizosfera<sup>&#91;25&#93;</sup>. A multiplica&ccedil;&atilde;o seletiva de actinomicetos e bact&eacute;rias resistentes &agrave; estreptomicina na rizosfera do milho j&aacute; foi vista na <a href="#fig3">Figura 3</a>. No solo, a estreptomicina &eacute; inativada em horas e, portanto, n&atilde;o tem igual efeito. Essas observa&ccedil;&otilde;es, parcialmente j&aacute; feitas por outros autores, muitos anos atr&aacute;s, explicam ainda porque bacterioses, como ocorrem em batata ou tomate, podem ser combatidas eficientemente com rota&ccedil;&atilde;o de cultura com milho, arroz e trigo. Como &eacute; relativamente f&aacute;cil fazer bact&eacute;rias resistentes a certos antibi&oacute;ticos, essas observa&ccedil;&otilde;es abrem um largo campo de possibilidades de manipular a microflora do solo e, especificamente, da rizosfera, e de introduzir bact&eacute;rias desejadas.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A urg&ecirc;ncia de se obter gram&iacute;neas e cereais que possam cobrir parte de suas necessidades em nitrog&ecirc;nio pela fixa&ccedil;&atilde;o biol&oacute;gica levaram a tentativas prematuras de resolver este problema complexo atrav&eacute;s da simples inocula&ccedil;&atilde;o com a primeira bact&eacute;ria &agrave; m&atilde;o<sup>&#91;4,6,12,57,59&#93;</sup>independente de sua origem ou efici&ecirc;ncia.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Mesmo na simbiose das leguminosas, j&aacute; quase h&aacute; um s&eacute;culo estabelecida, a inocula&ccedil;&atilde;o com estirpes de Rhizobium, especificamente selecionadas, raras vezes proporciona aumentos espetaculares de produ&ccedil;&atilde;o sob condi&ccedil;&otilde;es de campo. Os avan&ccedil;os recentes discutidos neste trabalho mostram claramente que a melhor identifica&ccedil;&atilde;o das intera&ccedil;&otilde;es planta-bact&eacute;ria s&atilde;o necess&aacute;rios para indicar as caracter&iacute;sticas desejadas de <i><b>Azospirillum</b></i><b>, <i>Bacillus</i></b> ou outras bact&eacute;rias fixadoras de N<sub>2</sub> que ser&atilde;o vantajosos para o desenvolvimento da planta h&oacute;spede nas v&aacute;rias associa&ccedil;&otilde;es.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Mesmo assim, nos &uacute;ltimos anos, acumulou-se suporte para o uso da inocula&ccedil;&atilde;o de cereais com <i><b>Azospirillum</b></i> que proporcionou aumentos significativos do crescimento da planta e mesmo da produ&ccedil;&atilde;o sob condi&ccedil;&otilde;es de campo<sup>&#91;41,60&#93;</sup> A inocula&ccedil;&atilde;o de milho forrageiro e <i><b>Setariaitalica</b></i> proporcionaram aumentos na ordem de 2,2 e 0,65 ton/ha na mat&eacute;ria seca e 77,1 e 14,7 kg N/ha no nitrog&ecirc;nio incorporado na mat&eacute;ria seca<sup>&#91;41&#93;</sup>. &Eacute; interessante que n&atilde;o parecem ocorrer <i><b>Azospirillum spp</b>.</i> nos solos destes experimentos feitos em Israel, o que faz com que o efeito da inocula&ccedil;&atilde;o seja mais pronunciado.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Os conhecimentos recentes da especificidade hospedeira nas associa&ccedil;&otilde;es de <i><b>Azospirillum</b></i> levaram a resultados promissores tamb&eacute;m no Brasil (<a href="#qua1">Quadro 1</a>). Os aumentos na incorpora&ccedil;&atilde;o de N em milho e trigo devidos &agrave; inocula&ccedil;&atilde;o com as estirpes apropriadas de <i><b>Azospirillum</b></i> podem ser atribu&iacute;dos tanto ao aumento da mat&eacute;ria seca como o do N% e, portanto, sugerem efeitos atrav&eacute;s da fixa&ccedil;&atilde;o de N, e n&atilde;o efeitos hormonais como sugerido por Tien <i>et al.</i><sup>&#91;63&#93;</sup>. Os aumentos de N na planta na ordem de 40 kg/ha correspondem aos efeitos de uma aplica&ccedil;&atilde;o de 60 g/ha em forma de NH<sub>4</sub> NO<sub>3</sub>. A import&acirc;ncia da sele&ccedil;&atilde;o de estirpes de <i><b>Azospirillum</b></i> ficou ainda mais evidenciada nos resultados apresentados nos <a href="#qua2">Quadros 2</a> e <a href="#qua3">3</a>.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><a name="qua2"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/cic/v76nspe4/a02qua02.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><a name="qua3"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/cic/v76nspe4/a02qua03.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Esses resultados promissores, entretanto, n&atilde;o deviam levar a mais uma onda precipitada de querer inocular indiscriminadamente. Ainda falta muito para se definir condi&ccedil;&otilde;es e bact&eacute;rias apropriadas para cada situa&ccedil;&atilde;o.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Assim, os &uacute;ltimos 10 anos de pesquisa sobre fixa&ccedil;&atilde;o de N em gram&iacute;neas indicam as seguintes pr&aacute;ticas para sua explora&ccedil;&atilde;o a curto prazo:</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">1. Maximiza&ccedil;&atilde;o da fixa&ccedil;&atilde;o de N, espont&acirc;nea pela utiliza&ccedil;&atilde;o de f&oacute;rmulas de aduba&ccedil;&atilde;o apropriadas, isto &eacute;, n&iacute;veis baixos de N, altos de Pe complementados com Mo.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">2. Melhoramento de plantas para maior fixa&ccedil;&atilde;o de N<sub>2</sub>.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">3. Inocula&ccedil;&atilde;o com estirpes selecionadas de <i><b>Azospirillum</b></i> quando forem dispon&iacute;veis.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">4. Intera&ccedil;&otilde;es dos gen&oacute;tipos planta e bact&eacute;ria e n&iacute;veis baixos de NO precisam ser melhor explorados, pois representam a chave para a complementa&ccedil;&atilde;o da fixa&ccedil;&atilde;o de N, com N mineral em cereais e gram&iacute;neas forrageiras.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>F&oacute;sforo</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Enquanto o nitrog&ecirc;nio pode ser obtido do ar, o f&oacute;sforo e os demais elementos retirados na colheita t&ecirc;m que ser restitu&iacute;dos por fertilizantes. Por isso, o f&oacute;sforo, na maioria dos solos tropicais, &eacute; o fator principal limitante do desenvolvimento das culturas. O adubo fosfatado mais utilizado &eacute; o superfosfato manufaturado atrav&eacute;s do tratamento de fosfatos naturais ou de rocha com &aacute;cido sulf&uacute;rico, tratamento este que torna os fosfatos sol&uacute;veis. Os v&aacute;rios processos biol&oacute;gicos n&atilde;o acrescentam f&oacute;sforo ao sistema solo-planta, mas podem solubilizar os fosfatos do solo e os naturais aplicados como adubos. Como o Brasil tem reservas muito grandes de fosfatos naturais (como Arax&aacute; e Patos, por exemplo), a substitui&ccedil;&atilde;o dos processos qu&iacute;micos que utilizam enxofre, sendo importado, por processos biol&oacute;gicos, atinge import&acirc;ncia semelhante &agrave; da fixa&ccedil;&atilde;o do N, do ar. O "Biosuper", introduzido na Austr&aacute;lia<sup>&#91;61&#93;</sup>, n&atilde;o apresenta grandes vantagens para n&oacute;s. Consta do preparo de pellets contendo fosfatos, enxofre e bact&eacute;rias oxidantes do enxofre (<i><b>Thiobacillus</b></i>). Nestes, uma vez expostos &agrave; umidade do solo, imitam os processos qu&iacute;micos; isto &eacute;, as bact&eacute;rias oxidam o S formando &aacute;cido sulf&uacute;rico que solubiliza no solo os fosfatos naturais. Muito se fala recentemente no papel das micorrizas na solubiliza&ccedil;&atilde;o dos fosfatos<sup>&#91;39,43,55,56,64&#93;</sup>. No caso de culturas anuais, se trata de associa&ccedil;&otilde;es endotr&oacute;ficas de certos fungos mais ou menos espec&iacute;ficos que s&atilde;o muito dif&iacute;ceis de cultivar no laborat&oacute;rio, mas que atrav&eacute;s de extensos mic&eacute;lios ectotr&oacute;ficos aumentam a superf&iacute;cie do sistema radicular, aumentando, portanto, a efici&ecirc;ncia da extra&ccedil;&atilde;o dos fosfatos presentes no solo ou em fosfatos naturais<sup>&#91;38,58&#93;</sup>. A inocula&ccedil;&atilde;o com micorrizas endotr&oacute;ficas pode mostrar aumentos dram&aacute;ticos da produ&ccedil;&atilde;o em experimentos com solo esterilizado<sup>&#91;53&#93;</sup>. No campo, entretanto, &eacute; dif&iacute;cil estabelecer fungos selecionados e que competem com os j&aacute; naturalmente existentes. A produ&ccedil;&atilde;o de esporos em quantidades necess&aacute;rias para a inocula&ccedil;&atilde;o no campo ainda &eacute; problem&aacute;tica<sup>&#91;43&#93;</sup>. Mesmo assim, tem-se obtido alguns resultados promissores em experimentos de inocula&ccedil;&atilde;o sob condi&ccedil;&otilde;es de campo quando se fez uma pr&eacute;-inocula&ccedil;&atilde;o das pl&acirc;ntulas ou peletiza&ccedil;&atilde;o de sementes<sup>&#91;39,54,55&#93;</sup>. Bem mais promissoras s&atilde;o as chances de inocular sementeiras com solo esterilizado como, por exemplo, de caf&eacute;<sup>&#91;43&#93;</sup> ou fruteiras, onde a inocula&ccedil;&atilde;o com esporos, ou simplesmente solo contendo esporos selecionados pode proporcionar efeitos dram&aacute;ticos no desenvolvimento das mudas. Lopes<sup>&#91;43&#93;</sup> mostrou ainda que, an&aacute;loga &agrave; simbiose das leguminosas, h&aacute; certa especificidade hospedeira nas micorrizas endotr&oacute;ficas, sendo certos fungos melhores para caf&eacute; e outros para o siratro. Como o processo da fixa&ccedil;&atilde;o biol&oacute;gica de N<sub>2</sub> &eacute; altamente estimulado pela disponibilidade de fosfatos, observam-se efeitos sinerg&iacute;sticos de micorrizas e <i><b>Rhizobium</b></i>, especialmente quando s&atilde;o usados fosfatos naturais<sup>&#91;46&#93;</sup>.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Outras possibilidades biol&oacute;gicas de solubilizar fosfatos s&atilde;o pouco conhecidas, mas existem. Aplica&ccedil;&atilde;o de diversos materiais org&acirc;nicos como esterco, aduba&ccedil;&atilde;o verde, composto de lixo e mesmo vinha&ccedil;a provocam aumentos grandes da microflora do solo, que assimila, com maior efici&ecirc;ncia que a planta, fosfatos em forma pouco sol&uacute;vel e assim os transformam em fosfatos org&acirc;nicos que ent&atilde;o ser&atilde;o liberados na medida que os microrganismos se decomp&otilde;em, uma vez que as fontes energ&eacute;ticas se esgotaram.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Outros elementos</b></font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Para o fornecimento do pot&aacute;ssio e outros elementos maiores (Ca, Mg, S) e menores (Mo, Fe, Cu, B, Za, Co), n&atilde;o se conhecem alternativas biol&oacute;gicas, a n&atilde;o ser a sua libera&ccedil;&atilde;o das reservas do solo atrav&eacute;s da intemperiza&ccedil;&atilde;o das rochas e decomposi&ccedil;&atilde;o da mat&eacute;ria org&acirc;nica.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Rota&ccedil;&atilde;o de culturas</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O desenvolvimento de sistemas agr&iacute;colas predominantemente "biol&oacute;gicos", se os processos acima descritos podem assim ser chamados, depende da integra&ccedil;&atilde;o de dados cient&iacute;ficos obtidos em experimentos com leguminosas e gram&iacute;neas com pr&aacute;ticas agron&ocirc;micas. O conceito "antiquado" de rota&ccedil;&atilde;o de culturas que foi respons&aacute;vel pela manuten&ccedil;&atilde;o da produtividade no tempo dos nossos antepassados hoje est&aacute; perfeitamente justificado pelas vantagens no combate a doen&ccedil;as e pragas, de ervas daninhas e principalmente na altern&acirc;ncia de leguminosas com gram&iacute;neas, onde os primeiros contribuem para o fornecimento de nitrog&ecirc;nio aos segundos. A rota&ccedil;&atilde;o trigo-soja praticada no sul &eacute; um exemplo muito simplificado e rota&ccedil;&otilde;es mais complexas, como, por exemplo, arroz-soja-milho-crotalaria-feij&atilde;o-amendoim-milho - tr&ecirc;s anos forrageiras, ou, soja-milho-amendoim - arroz - tr&ecirc;s anos forrageiras, representam alternativas para as regi&otilde;es de cerrado e muitas outras. Com os problemas atuais do suplemento energ&eacute;tico, a inclus&atilde;o na rota&ccedil;&atilde;o de glebas com florestas de ciclo curto para lenha (bracatinga, sabi&aacute;, Leucaena) oferecem boas perspectivas para a recupera&ccedil;&atilde;o de solos esgotados. H&aacute; outras in&uacute;meras possibilidades de consorcia&ccedil;&atilde;o, aduba&ccedil;&atilde;o verde e cultivos alternados que podem contribuir para uma rota&ccedil;&atilde;o de cultura, ainda mais equilibrada e produtiva e que se oferecem pelos achados recentes resumidos neste trabalho. Nenhuma delas representa mist&eacute;rios "biodin&acirc;micos" que envolvam atividades pouco definidas da microflora e fauna do solo, mas apenas uma sequ&ecirc;ncia l&oacute;gica dos eventos ora descritos. &Eacute; verdade que h&aacute; poucos resultados experimentais que comprovam vantagens de um ou outro sistema integrado de rota&ccedil;&atilde;o de culturas, principalmente nos tr&oacute;picos, e consideramos isso uma das prioridades principais na pesquisa agr&iacute;cola aplicada. &Eacute; ainda o tipo do experimento que qualquer fazendeiro educado pode e deve fazer, com o l&aacute;pis na m&atilde;o, para avaliar vantagens econ&ocirc;micas a prazo mais longo e n&atilde;o imediato.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Ecologia</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Quais seriam ent&atilde;o as vantagens "ecol&oacute;gicas" da "agricultura biol&oacute;gica", tamb&eacute;m muitas vezes salientadas com demagogia? A utiliza&ccedil;&atilde;o indiscriminada de fertilizantes nitrogenados, sem d&uacute;vida, acarreta perigos de contamina&ccedil;&atilde;o do meio ambiente, principalmente de &aacute;guas pot&aacute;veis, j&aacute; que este elemento &eacute; normalmente aplicado em doses elevadas e &eacute; facilmente lixiviado. Em nosso meio h&aacute; poucos casos de gravidade, mas na Calif&oacute;rnia, por exemplo, como no <i><b>cornbelt</b></i> dos Estados Unidos<sup>&#91;16&#93;</sup>, o aparecimento de nitrato e nitrito nas &aacute;guas tem atingido n&iacute;veis alarmantes. Uma agricultura baseada na fixa&ccedil;&atilde;o biol&oacute;gica de nitrog&ecirc;nio elimina completamente este perigo. As bact&eacute;rias param de fixar nitrog&ecirc;nio do ar, quando h&aacute; concentra&ccedil;&otilde;es deste elemento no solo que satisfazem as suas necessidades e as plantas assimilam nitrato do solo, se este est&aacute; dispon&iacute;vel, em vez de alimentar as bact&eacute;rias para que as mesmas possam fixar o nitrog&ecirc;nio do ar. Assim o sistema biol&oacute;gico est&aacute; em equil&iacute;brio com o meio ambiente e jamais haver&aacute; acumula&ccedil;&atilde;o de excessos de N atrav&eacute;s da fixa&ccedil;&atilde;o biol&oacute;gica.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">N&atilde;o se conhecem casos de polui&ccedil;&atilde;o com o uso de outros fertilizantes, porque o fosfato &eacute; pouco m&oacute;vel e permanece na camada superficial do solo onde foi colocado e outros elementos n&atilde;o s&atilde;o aplicados em quantidades excessivas.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A rota&ccedil;&atilde;o da cultura mencionada acima diminui pragas, doen&ccedil;as e invasores e, com isso, a necessidade do uso de defensivos.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Conclu&iacute;mos, portanto, que h&aacute; muitos subs&iacute;dios cient&iacute;ficos para se desenvolver sistemas agr&iacute;colas cada vez mais "biol&oacute;gicos", sem preju&iacute;zo da produtividade. Eles s&atilde;o economicamente vi&aacute;veis e deveriam ser muito melhor explorados. Por outro lado, a preocupa&ccedil;&atilde;o exagerada de eliminar de vez qualquer aduba&ccedil;&atilde;o e defensivos qu&iacute;micos sem fundamento cient&iacute;fico n&atilde;o somente trar&aacute; s&eacute;rios preju&iacute;zos para a produtividade agr&iacute;cola e a sua rentabilidade como ainda afastar&aacute; o agricultor das reais vantagens dos sistemas agr&iacute;colas acima descritos.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p>&nbsp;</p>     <p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Refer&ecirc;ncias</b></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">1.	BALDANI, J. I.; PEREIRA, P. A. A.; ROCHA, R. E. M.; D&Ouml;BEREINER, J. Especificidade na infec&ccedil;&atilde;o de ra&iacute;zes por <i>Azospirillum</i> spp em plantas com via fotossint&eacute;tica C3 e C4. <i>Pesquisa Agropecu&aacute;ria Brasileira</i>, Bras&iacute;lia, v. 16, n. 3, 1981.    </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">2	BALDANI, J. I.; BALDANI, V. L. D.; XAVIER, D. F.; BODDEY, R. M.; D&Ouml;BEREINER, J. Efeito da calagem no n&uacute;mero de actinomicetos e na porcentagem de bact&eacute;rias resistentes &agrave; estreptomicina na rizosfera de milho, trigo e feij&atilde;o. <i>Revista de Microbiologia</i>, S&atilde;o Paulo, v. 13, n. 3, p. 250-263, 1982.    </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">3.	BALDANI, V. L. D.; DOBEREINER, J. Host plant specificity in the infection of cereals with <i>Azospirillum</i> spp. <i>Soil Biology and Biochemistry</i>, v. 12, p. 433-439, 1980.    </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">4.	BARBER, L. E.; TJEPKEMA, J. D.; RUSSELL, S. A.; EVANS, H. J. Acetylene reduction (nitrogen fixation) associated with corn inoculated with Spirillum. <i>Applied and Environmental Microbiology</i>, Washington, v. 32, n. 1, p. 108-113, 1976.    </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">5.	BERARDI, G. M. Organic and conventional wheat production: Examination of energy and economics. <i>Agro-Ecosystems</i>, v. 4, n. 3, p. 367-376, 1978.    </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">6.	BOUTON, J. H.; SMITH, R. L.; SCHANK, S. C; BURTON, G. W.; TYLER, M. E.; LITTELL, R. C.; GALLAHER, R. N.; QUESENBERRY, K. H. Response of pearl millet inbreds and hybrids to inoculation with <i>Azospirillum</i> brasilense. <i>Crop Science</i>, v. 19, p. 12-16, 1979.    </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">7.	BREWBAKER, J. L.; DEN BELDT, O. V.; MACDICKEN, K. Nitrogen fixing tree resources: potentialites and limitations. <i>In</i>: WORKSHOP BIOLOGICAL NITROGEN FIXATION TECHNOLOGY FOR TROPICAL AGRICULTURE, 1981, Cali, Col&ocirc;mbia. <i>Anais</i> &#91;...&#93;. Cali: Centro Internacional de Agricultura Tropical (CIAT), 1981.    </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">8.	BREWBAKER, J. L.; PLUCKNETT, D. L.; GONZALEZ, V. Varietal variation and yield trials of Leucaena leucocephala ("koa haole") in Hawaii. <i>Hawaii Agricultural Experiment Station University of Hawaii</i>, v. 166, p. 1-29, 1972.    </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">9.	BROWN, M. E. Stimulation of streptocymin-resistent bact&eacute;ria in the rhizosphere of leguminous plant. <i>Journal of General Microbiology</i>, London, v. 24, p. 369-377, 1961.    </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">10.	B&Uuml;LLOW, J. F. W.; D&Ouml;BEREINER, J. Potential for nitrogen fixation in maize genotypes in Brazil. <i>Proceedings of the National Academy of Sciences of the United States of America</i>, Washington, v. 72, p. 2389-2393, 1975.    </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">11.	BURTON, J. C. Pragmatic aspects of the Rhizobium: leguminous plant association. <i>In</i>: NEWTON, W. E.; NYMAN, C. J. <i>Proceedings of the 1st International Symposium on Nitrogen Fixation</i>. Washington: Washington State University Press, 1974.    </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">12.	BURRIS, R. H.; OKON, Y.; ALBRECHT, S. L. Properties and reactions of Spirillum lipoferum. <i>In</i>: GRANHALL, U. <i>Environmental Role of Nitrogen-Fixing Blue-Green Algae and Asymbiotic Bacteria</i>. Stockholm: Ecological Bulletins/NFR26, 1978.    </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">13.	CAMPBELL, C. A. Soil organic carbon, nitrogen and fertility. <i>In</i>: SCHNITZER, M.; KHAN, S. U. <i>Soil organic matter: developments in soil science</i>. Amsterdam: Elsevier, 1978.    </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">14.	CAMP&Ecirc;LO, A. B. Caracteriza&ccedil;&atilde;o e especificidade de Rhizobium spp. de leguminosas florestais. 1976. Disserta&ccedil;&atilde;o (Mestrado em Agronomia) - Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 1976.    </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">15.	CAMP&Ecirc;LO, A. B.; CAMP&Ecirc;LO, C. R. Efici&ecirc;ncia da inocula&ccedil;&atilde;o cruzada entre esp&eacute;cies da subfamilia Mimosoideae. <i>Pesquisa Agropecu&aacute;ria Brasileira</i>, Bras&iacute;lia, v. 5, p. 333-337, 1970.    </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">16.	COMMONER, B. Lost-risk-benefit analysis of nitrogen fertilization: a case history. <i>Ambio</i>, Stockholm, v. 6, n. 2-3, p. 157-161, 1977.    </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">17.	CURRAN, H. <i>Giant ipil-ipil</i>: green gold for the tropics. 1976.    </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">18.	DE-POLLI, H.; SUHET, A. R.; FRANCO, A. A. Micronutrientes limitando a fixa&ccedil;&atilde;o de nitrog&ecirc;nio atmosf&eacute;rico e produ&ccedil;&atilde;o de Centrosema em solo podz&oacute;lico vermelho amarelo. <i>In</i>: CONGRESSO BRASILEIRO DE CI&Ecirc;NCIA DO SOLO, 15., 1975, Campinas. <i>Anais</i> &#91;...&#93;. Vi&ccedil;osa: SBCS, 1975.    </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">19.	DE-POLLI, H.; CARVALHO, S.R.; LEMOS, P. F.; FRANCO, A. A. Effect of micronutrients on establishemnt of tropical legumes and persistence on a red yellow Podzolic soil hill pasture. <i>In</i>: D&Ouml;BEREINER. J.; BURRIS, R. H.; HOLLANDER, A. <i>Limitations and potentials for biological nitrogen fixation in the tropics</i>. London: Plenum Press, 1977.    </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">20.	DE-POLLI, H.; MATSUI, E.; D&Ouml;BEREINER, J.; SALATI, E. Confirmation of nitrogen fixation in two tropical grasses by 15 N, incorporation. <i>Soil biology &amp; biochemistry</i>, Oxford, v. 9, p. 119-123, 1977.    </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">21.	D&Ouml;BEREINER, J. Efeito da inocula&ccedil;&atilde;o de sementeiras de sabi&aacute; (Mimosa caesalpini folia) no estabelecimento e desenvolvimento das mudas no campo. <i>Pesquisa Agropecu&aacute;ria Brasileira</i>, Bras&iacute;lia, v. 2, p. 301-305, 1967.    </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">22.	D&Ouml;BEREINER, J. Potential for nitrogen fixation in tropical legumes and grasses. <i>In</i>: DOBEREINER, J.; BURRIS, R. H.; HOLLAENDER, A. <i>Limitations and potentials for biological nitrostreptomycin-resistent bacteria in the rhizosphe-gen fixation in the tropics Basic life sciences</i>. London: Plenum Press, 1977.    </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">23.	D&Ouml;BEREINER, J. Fixa&ccedil;&atilde;o de nitrog&ecirc;nio em gramineas tropicais. <i>Interci&ecirc;ncia</i>, v. 4, p. 200-205, 1979.    </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">24.	D&Ouml;BEREINER, J. Emerging technology based on BNF by associative nitrogen-fixing organisms. <i>In</i>: WORKSHOP BIOLOGICAL NITROGEN FIXATION TECHNOLOGY FOR TROPICAL AGRICULTURE, 1981, Cali, Col&ocirc;mbia. <i>Anais</i> &#91;...&#93;. Cali: Centro Internacional de Agricultura Tropical (CIAT), 1981.    </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">25.	D&Ouml;BEREINER, J.; BALDANI, V. L. Selective infection of maize roots by streptomycin-resistant <i>Azospirillum</i> lipoferum and other bacteria. <i>Canadian Journal of Microbiology</i>, Ottawa, v. 25, n. 11, p. 1264-1269, 1979.    </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">26.	D&Ouml;BEREINER, J.; CAMP&Ecirc;LO, A. B. Importance of legumes and their contribution to tropical agriculture. <i>In:</i> HARDY, R. W. F. <i>A treatise on dinitrogen fixation.</i> Section IV: Agronomy and ecology. Nova York: John Wiley, 1977.    </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">27.	D&Ouml;BEREINER, J.; DAY, J. M. Associative symbioses in tropical grasses: characterization of microorganisms and dinitrogen-fixing sites. <i>In</i>: NEWTON, W. E.; NYMAN, C. J. <i>Proceedings International Symposium on Nitrogen Fixation</i>. Pullman: Washington State University Press, 1974.    </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">28.	D&Ouml;BEREINER, J.; DE-POLLI, H. Nitrogen fixation in rhizocoenoses. <i>In</i>: SIMP&Oacute;SIO SOBRE AMBIENTE RADICULAR, Londrina, 1980.    </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">29. 	DUQUE, F. F. <i>Comportamento de cultivares de amendoim, feij&atilde;o comum e soja no Distrito Federal</i>. 1973. 69 p. Disserta&ccedil;&atilde;o (Mestrado) - Universidade Federal de Vi&ccedil;osa, Vi&ccedil;osa, Minas Gerais, 1973.    </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">30.	FRANCO, A. A.; DAY, J. M. <i>The role of lime and molybdenum on the symbiosis of Phaseolus vulgaris</i>. In: AMERICAN RHIZOBIUM CONFERENCE, 5., Raleigh, Carolina do Norte, 1975.    </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">31.	FRANCO, A. A. Micronutrient requirements of legume Rhizobium symbiosis in the tropics. <i>In</i>: D&Ouml;BEREINER, J.; BURRIS, R.H.; HOLLAENDER, A. <i>Limitantions and potentials for biological nitrogen fixation in the tropics</i>. London: Plenum Press, 1977.    </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">32.	FRANCO, A. A.; PEREIRA, J. C.; NEYRA, C. A. Nitrogen utilization in Phaseolus vulgaris L. <i>In</i>: D&Ouml;BEREINER, J.; BURRIS, R.H.; HOLLAENDER, A. <i>Limitantions and potentials for biological nitrogen fixation in the tropics</i>. London: Plenum Press, 1977.    </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">33.	FRANCO, A. A.; PERES, J. R. R.; NERY, M. The use of Azotobacter paspali N-ase (C2H, reduction activity) to measure molybdenum defi- ciency in soils. <i>Plant and Soil</i>, v. 50, p. 1-11, 1978.    </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">34.	GREENLAND, D. J.; NYE, P. H. Increases in the carbon and nitrogen contents of tropical soils unders. Natural Fallows. <i>Journal of Soil Science</i>, v. 10, p. 284-289, 1959.    </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">35.	GUEVARRA, A. B.; WHITNEY, A. S.; THOMPSON, J. R. Influence of intra-row spacing and cutting regimes on the growth and yield of Leucaena. <i>Agronomy Journal</i>, v. 70, p. 1033-1037, 1978.    </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">36.	HARDY, R. W. F.; HAVELKA, U. D. Nitrogen fixation research: A key to world food. <i>Science</i>, v. 188, p. 633-643, 1975.    </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">37.	HARRIS, G. T.; HARRE, E. A. <i>World fertilizer situtation and outlook 1978-1</i>985. Muscle Shoals: International Fertilizer Development Center, 1979.    </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">38.	HATTINGH, M. J.; GRAY, L. E.; GERDERNANN, J. W. Uptake and translocation of 32P- labelled phosphate to onion roots by endomycorrhizal fungi. <i>Soil Science</i>, v. 116, p. 383-387, 1973.    </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">39.	HAYMAN, D. S.; MOSSE, B. Improved growth of white clover in hill grasslands by mycorrhizal inoculation. <i>Annals of Applied Biology</i>, v. 93, p. 141-148, 1979.    </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">40.	INSTITUTO DE PESQUISAS TECNOL&Oacute;GICAS - IPT. <i>Perspectivas para os fertilizantes nitrogenados no Brasil</i>. S&atilde;o Paulo: IPT, 1981.    </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">41.	KAPULNIK, Y.; SARIG, S.; NUR, I.; OKON, Y.; KIGEL, J.; HENIS, Y. Yield increases in summer cereal crops of Israel in fields inoculated with Azospirillum. <i>Experimental Agriculture</i>, v. 17, n. 2, p. 179-187, 1981.    </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">42.	LOCKERETZ, W.; SHEARER, G.; KOHL, D. H. Organic farming in the corn belt. <i>Science</i>, v. 211, n. 4482, p. 540-547, 1981.    </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">43.	LOPES, L. S. <i>Efici&ecirc;ncia e especificidade das associa&ccedil;&otilde;es micorrizicas do tipo vesicular-arbuscular em gramineas e leguminosas forrageiras e no cafeeiro Coffea arabica L.</i> 1980. Tese (Doutorado em Agronomia) - Universidade de S&atilde;o Paulo, Piracicaba, 1980.    </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">44.	MAGALH&Atilde;ES, L. M. S.; NEYRA, C. A.; D&Ouml;BEREINER, J. Nitrate and nitrite reductase negative mutants of N2-fixing <i>Azospirillum</i> spp. <i>Archives of Microbiology</i>, v. 117, p. 247-252, 1978.    </font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">45.	MAGALH&Atilde;ES, F. M. M.; PATRIQUIN, D.; D&Ouml;BEREINER, J. Infection of field grown maize with<i> Azospirillum</i> spp. <i>Revista Brasileira de Biologia</i>, Rio de Janeiro, v. 39, p. 587-596, 1979.    </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">46.	MOSSE, B.; POWELL, C. LI.; HAYMAN, D. S. Plant growth responses to vesicular-arbuscular mycorrhiza. IX Interactions between V.A. mycorrhiza, rock phosphate and symbiotic nitrogen fixation. <i>The New Phytologist</i>, v. 76, n. 2, p. 331-342, 1976.    </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">47.	NATIONAL ACADEMY OF SCIENCES. <i>Firewood crops: </i>shrub and tree species for energy production. Washington: NAS, 1980.    </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">48.	NEYRA, C. A.; D&Ouml;BEREINER, J. Nitrogen fixation in grasses. <i>Advances in Agronomy</i>, v. 29, p. 1-38, 1977.    </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">49.	NEYRA, C. A.; D&Ouml;BEREINER, J.; LALANDE, R.; KNOWLES, R. Denitrification by N2-fixing Spirillum lipo ferum. <i>Canadian Journal of Microbiology</i>, v. 23, p. 300-305, 1977.    </font></p>     ]]></body>
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<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">55. POWELL, C. LI. Inoculation of white clover and rye grass seed with mycorrhizal fungi. <i>New Phytologist</i>, v. 83, p. 81-85, 1979.    </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">56.	POWELL, C. LI.; GROTERS, M.; METCALFE, D. Mycorrhizal inoculation of a barley crops in the field. <i>New Zealand Journal of Agricultural Research</i>, v. 23, p. 107-109, 1980.    </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">57.	RBENCHIK, L. I. <i>Azotobacter and its use in agriculture</i>. Washington: National Science Foundation, 1963.    </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">58.	SANDERS, F. E.; TINKER, P. B. Mechanism of absorption of phosphate from soil by endogone mycorrhizas. <i>Nature</i>, v. 233, p. 278-279, 1971.    </font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">59.	SMITH, R. L.; SCHANK, S. C.; QUESENBERRY, K. H.; MILAM, J. M.; HUBBELL, D. H. <i>Research in nitrogen fixation by grasses after inoculation with Spirillum</i>. Florida: University of Florida, 1977.    </font></p>     ]]></body>
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<body><![CDATA[<!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">65.	TUTIN, T. G. Classification of the legumes. <i>In</i>: HALLSWOTH, E. G. <i>Nutrition of the legumes</i>. Nova York: Academic Press, 1958.    </font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Texto publicado originalmente em: D&Ouml;BEREINER, J.; BALDANI, J. I.  Bases cient&iacute;ficas para uma agricultura biol&oacute;gica.<i> Ci&ecirc;ncia &amp; Cultura</i>, S&atilde;o Paulo, v. 34, n. 7, p. 869-881, 1982.    <br>   <i>* Este texto foi atualizado segundo o novo Acordo Ortogr&aacute;fico da L&iacute;ngua Portuguesa.</i></font></p>      ]]></body><back>
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