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</front><body><![CDATA[ <P align="center"><img src="/img/revistas/cic/v55n4/a25img01.gif"></P>     <P>&nbsp;</P>     <P><FONT SIZE=3>ECOLOGIA</FONT></P>     <P><FONT SIZE=4><b>Pesquisa revela contamina&ccedil;&atilde;o da Bacia do Corumbata&iacute;</b></FONT></P>     <P>&nbsp;</P>     <P><FONT SIZE=3>Uma pesquisa realizada no Centro de Estudos Ambientais (CEA) da    Unesp de Rio Claro revelou que trechos do rio Corumbata&iacute; est&atilde;o    contaminados por coliformes fecais e produtos t&oacute;xicos, principalmente    ap&oacute;s a &aacute;rea urbana de Rio Claro, munic&iacute;pio do estado de    S&atilde;o Paulo. A coordenadora da pesquisa, S&acirc;mia Tauk-Tornisielo, diz    que a polui&ccedil;&atilde;o afeta as cidades que utilizam a &aacute;gua do    rio para consumo humano, em especial o munic&iacute;pio de Piracicaba. A falta    de tratamento do esgoto dom&eacute;stico &eacute; a maior causa da polui&ccedil;&atilde;o    do rio, que tamb&eacute;m &eacute; agravada pelo uso de agrot&oacute;xicos nas    planta&ccedil;&otilde;es em seu entorno, e pelo desmatamento das matas ciliares    em suas margens.</FONT></P>     <P><FONT SIZE=3>Desde 1996, o estudo monitora 24 par&acirc;metros para a an&aacute;lise    da qualidade da &aacute;gua, entre os quais destacam-se os valores de coliformes    fecais presentes na &aacute;gua. "No in&iacute;cio de nosso monitoramento    o rio Corumbata&iacute; estava classificado como Classe 2, o que segundo a Resolu&ccedil;&atilde;o    do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama 20/86), significa que a &aacute;gua    serve para consumo humano ap&oacute;s tratamento convencional", explica.    No entanto, uma parte da pesquisa desenvolvida por Gina Palma-Silva, do Instituto    de Bioci&ecirc;ncias da Unesp de Rio Claro, constatou que em alguns pontos do    rio, os valores dos par&acirc;metros t&ecirc;m excedido o limite para rios de    Classe 3, nos quais a &aacute;gua &eacute; impr&oacute;pria para uso humano,    mesmo ap&oacute;s tratamento tradicional. "Os valores de coliformes fecais    das amostras de &aacute;gua coletadas em 2003 chegaram a ser 28 vezes maiores    do que o limite fixado para rios de Classe 2. Desde novembro de 2002, todos    os trechos do rio estudados t&ecirc;m ultrapassado o limite m&aacute;ximo ",    alerta S&acirc;mia.</FONT></P>     <P>&nbsp;</P>     <P align="center"><img src="/img/revistas/cic/v55n4/a26fig01.gif"></P>     <P>&nbsp;</P>     ]]></body>
<body><![CDATA[<P><FONT SIZE=3>Outro indicador medido foi o n&iacute;vel de metais pesados presente    nos peixes. Essa parte da pesquisa foi desenvolvida por Roberto G&ouml;iten, do    Departamento de Zoologia da Unesp, e seu doutorando Sidnei Lima Jr. Eles verificaram    uma altera&ccedil;&atilde;o da biodiversidade de peixes em tr&ecirc;s pontos    do rio Corumbata&iacute;, sendo que em certos trechos, os    peixes estavam impr&oacute;prios para o consumo humano.    </FONT></P>     <P><FONT SIZE=3>Esses resultados fazem parte da segunda etapa da s&eacute;rie    de estudos, em conclus&atilde;o. A pr&oacute;xima fase inclui an&aacute;lises    estat&iacute;sticas e um modelo matem&aacute;tico para subsidiar a gest&atilde;o    da bacia hidrogr&aacute;fica, al&eacute;m de An&aacute;lise de Impactos Ambientais    (AIA) e um projeto de tratamentos alternativos para as &aacute;guas e efluentes.    </FONT></P>      ]]></body>

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