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</front><body><![CDATA[ <p align="center"><img src="/img/revistas/cic/v57n4/editor.gif"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size=5><b>L</b></font><font size="3">ouis Berlinguet, no Pref&aacute;cio    ao livro <i>When science becomes culture</i>, que cont&eacute;m os trabalhos    apresentados no simp&oacute;sio internacional sobre o tema, realizado em Montreal,    Canad&aacute;, em abril de 1994, escreve: </font></p>     <p><font size="3">"No passado, o pequeno grupo de cientistas que, com grande    dificuldade, examinaram as primeiras leis de nosso universo, estava circundado    pela sociedade. Com a expans&atilde;o do conhecimento, nas palavras de Pierre    Fayard, houve ‘uma revolu&ccedil;&atilde;o coperniciana que tende a fazer com    que a ci&ecirc;ncia gire em torno do p&uacute;blico, e n&atilde;o o contr&aacute;rio’.    Hoje, quer queiramos ou n&atilde;o, estamos envolvidos em nosso cotidiano pela    ci&ecirc;ncia e pela tecnologia. Desse modo, &eacute; melhor tentar conquist&aacute;-las    do que permanecer passivo em face de seus desenvolvimentos". </font></p>     <p><font size="3"> Como &eacute; poss&iacute;vel realizar essa conquista sem estar    envolvido diretamente no processo de produ&ccedil;&atilde;o, de difus&atilde;o    ou de ensino e aprendizagem da ci&ecirc;ncia? </font></p>     <p><font size="3">Uma das respostas &eacute; pela divulga&ccedil;&atilde;o cient&iacute;fica,    e pela educa&ccedil;&atilde;o informal da ci&ecirc;ncia, isto &eacute;, pela    participa&ccedil;&atilde;o ativa do cidad&atilde;o nesse amplo e din&acirc;mico    processo cultural em que a ci&ecirc;ncia e a tecnologia entram cada vez mais    em nosso cotidiano, da mesma forma que a fic&ccedil;&atilde;o, a poesia e arte    fazem parte do imagin&aacute;rio social e simb&oacute;lico de nossa realidade    e de nossos sonhos, multiplicando, em nossa exist&ecirc;ncia &uacute;nica e    provis&oacute;ria, a infinitude de vidas e viv&ecirc;ncias que vivemos sem jamais    t&ecirc;-las vivido.</font></p>     <p><font size="3"> A outra resposta tem a ver com os programas de ensino para    ci&ecirc;ncia, ou seja, com a educa&ccedil;&atilde;o cient&iacute;fica n&atilde;o-formal,    cujo papel &eacute; cada vez mais importante no processo de motiva&ccedil;&atilde;o    da simpatia e do amor da juventude e de todas as idades pelo conhecimento, dessa    figura, enfim, que poderia ser caracterizada e identificada, independentemente    da faixa et&aacute;ria, como a do jovem amador da ci&ecirc;ncia.</font></p>     <p><font size="3"> &Eacute; ao tema da educa&ccedil;&atilde;o n&atilde;o-formal    que este n&uacute;mero da <i>Ci&ecirc;ncia e Cultura</i> &eacute; dedicado,    no di&aacute;logo habitual e sugestivo, pr&oacute;prio da revista, entre o seu    N&uacute;cleo Tem&aacute;tico e a variedade de assuntos cient&iacute;ficos e    culturais das demais se&ccedil;&otilde;es. </font></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p align="right"><font size="3">C<SMALL>ARLOS</small> V<SMALL>OGT</small>    <BR>   <i>Editor chefe, outubro de 2005</i></font></p>      ]]></body>
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