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</front><body><![CDATA[ <P align="center"><img src="/img/revistas/cic/v57n4/artigos.gif"></P>     <P>&nbsp;</P>     <P><font size=5><b>O CENTRO DE BIOTECNOLOGIA MOLECULAR ESTRUTURAL: APLICA&Ccedil;&Atilde;O    DE RECURSOS DID&Aacute;TICOS DESENVOLVIDOS JUNTO AO ENSINO M&Eacute;DIO</b></font></P>     <P><font size="3"><b>Nelma Regina Segnini Bossolan, Neusa Fernandes dos Santos,    Ronaldo de Rosa Moreno e Leila Maria Beltramini</b></font></P>     <P>&nbsp;</P>     <P><font size=5><b>A</b></font><font size="3"> r&aacute;pida evolu&ccedil;&atilde;o    do conhecimento nas &aacute;reas de biologia molecular e de suas tecnologias    associadas nos &uacute;ltimos anos tem gerado uma lacuna na forma&ccedil;&atilde;o    acad&ecirc;mica dos atuais professores. Por outro lado, os alunos demandam esse    conhecimento por influ&ecirc;ncia de fontes de informa&ccedil;&atilde;o como,    por exemplo, a imprensa escrita e falada, onde esses temas t&ecirc;m ocupado    um espa&ccedil;o regular. Assim, percebe-se que os professores t&ecirc;m a necessidade    premente de atualiza&ccedil;&atilde;o e aperfei&ccedil;oamento nesses assuntos.    Nesse contexto, o papel da universidade, como geradora, difusora e disseminadora    de conhecimento, &eacute; o de, atrav&eacute;s de parcerias com as escolas p&uacute;blicas,    diminuir o espa&ccedil;o temporal que existe entre os avan&ccedil;os alcan&ccedil;ados    nessa &aacute;rea e a "sala de aula".</font></P>     <P><font size="3">A universidade pode colaborar no aumento do n&iacute;vel de    entendimento p&uacute;blico da ci&ecirc;ncia, que deve ser vista como uma necessidade    de sobreviv&ecirc;ncia do homem, pois hoje se convive mais intensamente com    a ci&ecirc;ncia, a tecnologia e seus produtos (1). Mesmo que a investiga&ccedil;&atilde;o    cient&iacute;fica e o avan&ccedil;o tecnol&oacute;gico sejam do dom&iacute;nio    de poucos indiv&iacute;duos da sociedade, todos os cidad&atilde;os em uma democracia    devem estar preparados para refletir sobre as quest&otilde;es sociais levantadas    pela ci&ecirc;ncia e suas tecnologias decorrentes (2).</font></P>     <P><font size="3">No&ccedil;&otilde;es sobre temas atuais em que se emprega conhecimento    tecnol&oacute;gico podem aparecer em v&aacute;rios momentos na escola, nas disciplinas    de ci&ecirc;ncias da natureza, com n&iacute;veis diversos de enfoque e aprofundamento.    &Eacute; principalmente nas &uacute;ltimas s&eacute;ries do ensino fundamental    e no ensino m&eacute;dio que os jovens devem compreender as inter-rela&ccedil;&otilde;es    entre o entendimento cient&iacute;fico e as mudan&ccedil;as tecnol&oacute;gicas    e devem considerar o impacto que as tecnologias podem produzir sobre a qualidade    de vida.</font></P>     <P><font size="3">Entre os maiores desafios para a atualiza&ccedil;&atilde;o pretendida    no aprendizado de ci&ecirc;ncia e tecnologia, nos ensinos fundamental e m&eacute;dio,    est&aacute; a forma&ccedil;&atilde;o adequada de professores e a elabora&ccedil;&atilde;o    de materiais instrucionais apropriados (3). A falta de recursos nas escolas,    inexist&ecirc;ncia de laborat&oacute;rios e/ou equipamentos nas escolas e ainda    a falta de tempo t&ecirc;m sido algumas das dificuldades alegadas pelos professores    para a utiliza&ccedil;&atilde;o de materiais did&aacute;ticos, quando dispon&iacute;veis.</font></P>     <P><font size="3">Dentro desse contexto, a Coordenadoria de Difus&atilde;o Cient&iacute;fica    do Centro de Biotecnologia Molecular Estrutural (CBME/Cepid/Fapesp), em colabora&ccedil;&atilde;o    com os pesquisadores desse Centro, elaborou um conjunto de estrat&eacute;gias    para promover a educa&ccedil;&atilde;o e a dissemina&ccedil;&atilde;o de conceitos    da biologia molecular estrutural e da biotecnologia. Entre as quais podemos    citar uma s&eacute;rie de recursos educacionais, como "baralhos",    CD-rom, conjuntos de pe&ccedil;as pl&aacute;sticas para montar estruturas moleculares,    jogos e outros, desenvolvidos para serem usados em salas de aula (veja em <a href="http://cbme.if.sc.usp.br" target="_blank"><i>http://cbme.if.sc.usp.br</i></a>).    De maneira l&uacute;dica, esses podem ser utilizados isoladamente ou em seq&uuml;&ecirc;ncia    – partindo dos conceitos b&aacute;sicos para alcan&ccedil;ar os mais complexos    – auxiliando no entendimento e na constru&ccedil;&atilde;o do conhecimento relacionado    &agrave;s biomol&eacute;culas e ao papel que estas desempenham nos seres vivos.</font></P>     ]]></body>
<body><![CDATA[<P><font size="3">Esses recursos educacionais t&ecirc;m alcan&ccedil;ado escolas,    centros de ci&ecirc;ncias e universidades do estado de S&atilde;o Paulo e de    outras regi&otilde;es do pa&iacute;s, atrav&eacute;s de cursos e oficinas destinados    a professores e alunos de todos os n&iacute;veis de ensino. Como parte das atividades    propostas, est&aacute; inclu&iacute;da a avalia&ccedil;&atilde;o desses recursos    como ferramentas de ensino-aprendizagem. </font></P>     <P><font size="3">Dentre as atividades desenvolvidas durante os &uacute;ltimos    anos, destacamos um estudo com estudantes do ensino m&eacute;dio da Escola Estadual    Sebasti&atilde;o de Oliveira Rocha (Eesor), em S&atilde;o Carlos, SP, realizado    em parceria com o projeto "Desenvolvimento e avalia&ccedil;&atilde;o de    uma pedagogia universit&aacute;ria participativa no ensino m&eacute;dio: atividades    com &ecirc;nfase em matem&aacute;tica, ci&ecirc;ncias e comunica&ccedil;&atilde;o"    (Programa de Melhoria do Ensino P&uacute;blico no Estado de S&atilde;o Paulo),    financiado pela Fapesp e coordenado pela pesquisadora Yvonne Primerano Mascarenhas,    do Instituto de Estudos Avan&ccedil;ados da USP, campus S&atilde;o Carlos (mais    informa&ccedil;&otilde;es- <a href="http://educar.sc.usp.br/esor/" target="_blank"><i>http://educar.sc.usp.br/esor/</i></a>).</font></P>     <P><font size="3">Para este projeto, um m&oacute;dulo de atividades pr&aacute;ticas    relacionadas &agrave; biologia molecular e suas tecnologias, empregando alguns    dos recursos educacionais desenvolvidos pelo CBME, foi elaborado e avaliado.    </font></P>     <P><font size="3">A escolha de atividades pr&aacute;ticas baseou-se no fato das    mesmas terem, em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; aula expositiva, a vantagem    de poder promover entre os alunos uma intera&ccedil;&atilde;o social mais rica,    motivadora e, conseq&uuml;entemente, mais eficaz (4). A introdu&ccedil;&atilde;o    de um problema, como iniciador da atividade, teve o objetivo de funcionar como    uma mola propulsora, uma vez que motiva, desafia, desperta o interesse e gera    discuss&otilde;es entre os alunos (5). </font></P>     <P><font size="3">Os temas das atividades foram escolhidos considerando-se o contexto    curricular e tendo como pr&eacute;-requisitos os conte&uacute;dos referentes    &agrave; biologia celular. As atividades tiveram dura&ccedil;&atilde;o de duas    horas e foram realizadas quinzenalmente, durante um semestre, no Laborat&oacute;rio    de Ensino de Biologia do Instituto de F&iacute;sica de S&atilde;o Carlos e no    Laborat&oacute;rio de Ci&ecirc;ncias da Eesor. Foram aplicadas a 70 alunos da    2ª e 3ª- s&eacute;ries do ensino m&eacute;dio, alternados    semanalmente em grupos de 35 alunos. O m&oacute;dulo consistiu de 6 atividades    pr&aacute;ticas cujos temas eram complementares e diretamente conectados. Apesar    de terem sido planejadas como um m&oacute;dulo, as mesmas podem ser aplicadas    isoladamente, em momentos diferentes, de acordo com a conveni&ecirc;ncia do    professor e do seu planejamento curricular; podem ainda ser adaptadas ao tempo    de uma aula regular e considerando-se o n&uacute;mero de aulas dispon&iacute;veis    para determinado tema.</font></P>     <P><font size="3">O m&oacute;dulo compreendeu as seguintes atividades: 1. um experimento    simples para a extra&ccedil;&atilde;o de DNA de cebola; 2. uma atividade l&uacute;dica    utilizando modelos pl&aacute;sticos de &aacute;cidos nucl&eacute;icos (6) para    a abordagem da estrutura da mol&eacute;cula, precedida do estudo do contexto    hist&oacute;rico envolvido na determina&ccedil;&atilde;o desta estrutura; 3.    abordagem dos fen&ocirc;menos de duplica&ccedil;&atilde;o do DNA e transcri&ccedil;&atilde;o    utilizando os mesmos modelos; 4. estudo do processo da s&iacute;ntese prot&eacute;ica,    atrav&eacute;s de um jogo de tabuleiro que simula uma c&eacute;lula em atividade    (7); 5. uma simula&ccedil;&atilde;o de t&eacute;cnicas de manipula&ccedil;&atilde;o    de DNA, como o uso de enzimas de restri&ccedil;&atilde;o ("tesouras de    DNA") e da eletroforese em gel, atrav&eacute;s de recortes de papel (2);    e 6. uma simula&ccedil;&atilde;o dos m&eacute;todos de investiga&ccedil;&atilde;o    de paternidade e criminal&iacute;stica e uma demonstra&ccedil;&atilde;o da t&eacute;cnica    de eletroforese em gel, utilizando-se DNA bacteriano plasmidial e duas enzimas    de restri&ccedil;&atilde;o (<i>Eco</i> RI e <i>Dra</i> I) (2). </font></P>     <P><font size="3">O m&eacute;todo utilizado na abordagem dos temas foi o de trabalho    em grupo, sob a orienta&ccedil;&atilde;o de um monitor, que teve a fun&ccedil;&atilde;o    de introduzir a atividade atrav&eacute;s de questionamentos sobre o assunto    e da complementa&ccedil;&atilde;o com informa&ccedil;&otilde;es cient&iacute;ficas,    auxiliares no alcance dos objetivos da mesma.</font></P>     <P><font size="3">Uma das ferramentas empregadas para a avalia&ccedil;&atilde;o    da efici&ecirc;ncia dessas atividades pr&aacute;ticas com rela&ccedil;&atilde;o    &agrave; aprendizagem dos conceitos envolvidos e &agrave; resolu&ccedil;&atilde;o    de situa&ccedil;&otilde;es-problema foi a utiliza&ccedil;&atilde;o de pr&eacute;    e p&oacute;s-testes (8). O pr&eacute;-teste consistiu de quest&otilde;es dissertativas    referentes a conceitos b&aacute;sicos que seriam trabalhados durante as atividades    1, 2 e 3 do m&oacute;dulo de atividades, tendo sido aplicado uma semana antes    do in&iacute;cio do m&oacute;dulo. As mesmas quest&otilde;es foram aplicadas    uma semana ap&oacute;s o t&eacute;rmino da atividade 3 e foram denominadas de    p&oacute;s-teste. Al&eacute;m disso, os alunos, ao final de cada uma das atividades,    foram convidados a responder algumas quest&otilde;es referentes ao assunto abordado    no dia. Registros sobre as d&uacute;vidas e o comportamento dos alunos foram    feitos em um "di&aacute;rio de bordo".</font></P>     <P><font size="3">O desempenho dos alunos com rela&ccedil;&atilde;o ao aprendizado    dos conceitos relacionados a gene e DNA foi satisfat&oacute;rio, o que p&ocirc;de    ser observado no aumento de respostas corretas e parcialmente corretas no p&oacute;s-teste,    quando comparado ao pr&eacute;-teste. Em quest&otilde;es como "O que s&atilde;o    genes?" esses valores foram de 3,7% no pr&eacute;-teste e 78,2% no p&oacute;s-teste;    na quest&atilde;o "O que &eacute; DNA?" os &iacute;ndices observados    foram de 44,4% e 79,7% respectivamente. O uso contextualizado dos modelos pl&aacute;sticos    de &aacute;cidos nucl&eacute;icos bem como da atividade de extra&ccedil;&atilde;o    de DNA da cebola contribu&iacute;ram para a compreens&atilde;o dos conceitos    trabalhados visto que o tema j&aacute; havia sido abordado anteriormente nas    aulas regulares na escola, o que n&atilde;o foi suficiente para um bom desempenho    dos alunos no pr&eacute;-teste.</font></P>     <P><font size="3">Essas atividades promoveram, ainda, a mudan&ccedil;a em algumas    concep&ccedil;&otilde;es dos alunos com rela&ccedil;&atilde;o, por exemplo,    &agrave; localiza&ccedil;&atilde;o do DNA no organismo. Aproximadamente 30%    dos alunos citaram o sangue como local "onde o DNA est&aacute; presente    em maior quantidade", sem, no entanto especificar em qual tipo celular,    ou ent&atilde;o os descrevendo "soltos" na circula&ccedil;&atilde;o    sangu&iacute;nea. O cabelo tamb&eacute;m foi citado como sendo o local preponderante    do DNA. Tais concep&ccedil;&otilde;es muito provavelmente derivam de informa&ccedil;&otilde;es    veiculadas pela m&iacute;dia, como a televis&atilde;o, que relacionam a coleta    de sangue de uma pessoa para a realiza&ccedil;&atilde;o do exame de DNA; ou    que, a partir de um fio de cabelo, pode-se chegar a um criminoso. A falta de    rela&ccedil;&atilde;o entre os conceitos e fatos do cotidiano tamb&eacute;m    p&ocirc;de ser verificada pelo perfil de respostas dos alunos diante do questionamento    da ingest&atilde;o de DNA: 42% dos alunos responderam que nunca haviam ingerido    ou que ent&atilde;o poderiam ingerir se "engolissem o pr&oacute;prio sangue    ou se comessem carne mal passada". A pr&aacute;tica da extra&ccedil;&atilde;o    do DNA de cebola contribuiu para uma mudan&ccedil;a nessas concep&ccedil;&otilde;es.</font></P>     ]]></body>
<body><![CDATA[<P><font size="3">De modo geral, p&ocirc;de-se concluir que houve assimila&ccedil;&atilde;o    dos conceitos trabalhados e que as rela&ccedil;&otilde;es entre os conceitos    estudados e as situa&ccedil;&otilde;es do cotidiano devem ser incrementadas    atrav&eacute;s da proposi&ccedil;&atilde;o de situa&ccedil;&otilde;es-problema.    As atividades, ainda, promoveram a viv&ecirc;ncia no ambiente de pesquisa (laborat&oacute;rio)    e uma maior intera&ccedil;&atilde;o entre os alunos, com conseq&uuml;&ecirc;ncias    claras para o processo de aprendizagem. Observou-se tamb&eacute;m que houve    uma incorpora&ccedil;&atilde;o dos termos cient&iacute;ficos na escrita dos    alunos e uma melhora no desempenho escolar na disciplina, segundo a professora    de biologia da Eesor. </font></P>     <P><font size="3">Considerando que a metodologia e a avalia&ccedil;&atilde;o utilizadas    nesse trabalho mostraram resultados positivos e com o intuito de amplificar    o seu raio de a&ccedil;&atilde;o, os professores de ci&ecirc;ncias e biologia    da Eesor que n&atilde;o participaram do projeto ser&atilde;o convidados, numa    pr&oacute;xima etapa, a conhecer e desenvolver as atividades junto aos outros    alunos da escola, sob a supervis&atilde;o do grupo de trabalho envolvido no    projeto. Com isso pretende-se dar continuidade ao mesmo, bem como sensibilizar    os professores &agrave; incorpora&ccedil;&atilde;o de metodologias alternativas    na sua pr&aacute;tica di&aacute;ria. A reforma realizada no Laborat&oacute;rio    de Ci&ecirc;ncias da escola com recursos do projeto, incluindo a compra de equipamentos,    dever&aacute; contribuir, igualmente, para o alcance deste objetivo. </font></P>     <P>&nbsp;</P>     <P><font size="3"><i><b>Nelma Regina Segnini Bossolan</b> &eacute; doutora em    ci&ecirc;ncias (UFSCar) e professora de pr&aacute;tica de ensino de ci&ecirc;ncias    do Instituto de F&iacute;sica de S&atilde;o Carlos (IFSC) – USP.    <br>   <b>Neusa Fernandes dos Santos</b> &eacute; doutora em educa&ccedil;&atilde;o,    gest&atilde;o e difus&atilde;o em bioci&ecirc;ncias (UFRJ) e p&oacute;s-doutoranda    junto ao CBME.    <br>   <b>Ronaldo de Rosa Moreno</b> &eacute; licenciado em ci&ecirc;ncias exatas pelo    IFSC/USP.    <br>   <b>Leila Maria Beltramini</b> &eacute; professora associada do IFSC/USP, atua    na &aacute;rea de biof&iacute;sica molecular e espectroscopia e &eacute; coordenadora    do setor de difus&atilde;o cient&iacute;fica do CBME.</i></font></P>     <P>&nbsp;</P>     <P>&nbsp;</P>     <P><font size="3"><b>NOTAS E REFER&Ecirc;NCIAS BIBLIOGR&Aacute;FICAS:</b></font></P>     ]]></body>
<body><![CDATA[<!-- ref --><P><font size="3">1. Lorenzetti, L.; Delizoicov, D. <i>Ensaio – Pesquisa em educa&ccedil;&atilde;o    em ci&ecirc;ncias</i>, v.3, n.1, 17p. 2001. Dispon&iacute;vel em: <a href="http://www.fae.ufmg.br/ensaio/v3_n1/leonir.PDF" target="_blank"><i>http://www.fae.ufmg.br/ensaio/v3_n1/leonir.PDF</i></a></font><!-- ref --><P><font size="3">2. Kreuzer, H.; Massey, A. <i>Engenharia gen&eacute;tica e biotecnologia</i>.    2ª edi&ccedil;&atilde;o. Porto Alegre, Artmed, 434p. 2002.</font><!-- ref --><P><font size="3">3. Brasil. Secretaria de Educa&ccedil;&atilde;o M&eacute;dia    e Tecnol&oacute;gica. Par&acirc;metros Curriculares Nacionais - Ensino m&eacute;dio:    Parte 3 – Ci&ecirc;ncias da natureza, matem&aacute;tica e suas tecnologias.    Bras&iacute;lia: MEC/SEMTEC, 58p. 1999.</font><!-- ref --><P><font size="3">4. Gaspar, A. <i>Experi&ecirc;ncias de ci&ecirc;ncias para o    ensino fundamental</i>. S&atilde;o Paulo: &Aacute;tica, 328 p. 2003.</font><!-- ref --><P><font size="3">5. Carvalho, A.M.P., Vannucchi, A.I., Barros, M.A., Gon&ccedil;alves,    M.E.R. e De Rey, R.C. <i>Ci&ecirc;ncias no ensino fundamental: o conhecimento    f&iacute;sico</i>. S&atilde;o Paulo, Scipione, 199 p. 1998.</font><P><font size="3">6. Modelo pl&aacute;stico tridimensional "Construindo as    mol&eacute;culas da vida: DNA e RNA". Desenvolvido pelo CBME (CEPID/FAPESP)    em parceria com o Centro de Divulga&ccedil;&atilde;o Cient&iacute;fica e Cultural    (CDCC) da Universidade de S&atilde;o Paulo. </font></P>     <P><font size="3">7. Jogo de tabuleiro "O jogo s&iacute;ntese prot&eacute;ica".    Desenvolvido pelo CBME (Cepid/Fapesp). </font></P>     <!-- ref --><P><font size="3">8. Haydt, R.C. Avalia&ccedil;&atilde;o do processo ensino-aprendizagem.    4ª ed. S&atilde;o Paulo, Ed. &Aacute;tica, 159 p. 1994.</font> ]]></body><back>
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