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</front><body><![CDATA[ <P align="center"><img src="/img/revistas/cic/v57n4/artigos.gif"></P>     <P>&nbsp;</P>     <P><font size=5><b>MEM&Oacute;RIAS, APRENDIZAGENS E CONSTITUI&Ccedil;&Atilde;O    DAS IDENTIDADES</b></font></P>     <P><font size="3"><b>N&aacute;dia G. S. de Souza e Diogo O. de Souza</b></font></P>     <P>&nbsp;</P>     <P><font size=5><b>E</b></font><font size="3">sse foi o nome do curso organizado    pelo grupo que integra a linha de pesquisa Estudos em Educa&ccedil;&atilde;o    em Ci&ecirc;ncias (1), vinculada &agrave; p&oacute;s-gradua&ccedil;&atilde;o    em bioqu&iacute;mica do ICBS/UFRGS e desenvolvido junto a quatro escolas do    ensino m&eacute;dio da rede estadual de Porto Alegre (2). Embora a abrang&ecirc;ncia    do trabalho tenha correspondido ao curso e ao desenvolvimento de projetos nas    escolas e de est&aacute;gios na universidade, neste ensaio nos deteremos a narrar    e discutir os momentos que constitu&iacute;ram o curso (3).</font></P>     <P><font size="3">Com o curso, buscamos discutir as implica&ccedil;&otilde;es    de processos biossociais na constitui&ccedil;&atilde;o das mem&oacute;rias e    aprendizagens e das identidades, uma vez que pensamos o corpo como inscri&ccedil;&atilde;o    dos acontecimentos (4) cotidianos com os quais se relaciona, ultrapassando,    assim, sua "pura" fisiologia, anatomia ou constitui&ccedil;&atilde;o    gen&eacute;tica e metab&oacute;lica. Talvez antes, mas especialmente desde o    nascimento, nos corpos inscrevem-se marcas – nomes, g&ecirc;neros, h&aacute;bitos,    gostos – que t&ecirc;m efeitos de car&aacute;ter biossociais (5). Somos o que    aprendemos, recordamos e esquecemos das experi&ecirc;ncias cujas mem&oacute;rias,    o conjunto das nossas lembran&ccedil;as, tornam cada indiv&iacute;duo &uacute;nico    (6, 7). Todavia, as abordagens utilizadas nas escolas e nas universidades centram-se    em discursos biol&oacute;gicos que n&atilde;o consideram os processos culturais    implicados na constitui&ccedil;&atilde;o dos corpos e, neles, das mem&oacute;rias/identidades.    Assim, vimos o curso como uma possibilidade de chamar a aten&ccedil;&atilde;o    para tais aspectos e repensar as pr&aacute;ticas e os conhecimentos associados    ao estudo do corpo.</font></P>     <P><font size="3">Para pensar o corpo para al&eacute;m da sua biologia, desde    o planejamento at&eacute; o desenvolvimento do curso, contamos com profissionais    que lidam com diferentes campos – educa&ccedil;&atilde;o, sa&uacute;de, &eacute;tico,    neurobioqu&iacute;mico, biol&oacute;gico. No seu transcorrer, foram realizadas    atividades que possibilitassem pensar e discutir: as rela&ccedil;&otilde;es    que emergem ao discutirmos as mem&oacute;rias a partir de hist&oacute;rias de    vida; os processos biol&oacute;gicos implicados na constitui&ccedil;&atilde;o    das mem&oacute;rias e aprendizagens e os fatores interferentes a partir de testes    com humanos e ratos; os tipos e estrat&eacute;gias de mem&oacute;rias e a constitui&ccedil;&atilde;o    das identidades a partir do filme <i>Amn&eacute;sia</i> (8); efeitos das a&ccedil;&otilde;es    (&eacute;tica) quando nos relacionamos com outros seres vivos; as marcas adquiridas    nas experi&ecirc;ncias escolares e seus efeitos a partir de conversas e elabora&ccedil;&atilde;o    de cartazes sobre tais lembran&ccedil;as. O passo seguinte foi contar e discutir    algumas dessas atividades com professores e alunos, procurando mostrar como    se articulou o biol&oacute;gico, o cultural, e o que emergia a cada encontro,    refazendo o percurso no decorrer do curso.</font></P>     <P>&nbsp;</P>     <P align="center"><img src="/img/revistas/cic/v57n4/a25fig01.gif"></P>     ]]></body>
<body><![CDATA[<P>&nbsp;</P>     <P><font size="3">Num primeiro momento, a fim de criar condi&ccedil;&otilde;es    para conhecer e discutir as rela&ccedil;&otilde;es que emergem ao pensarmos    nossas mem&oacute;rias, os professores conversaram, em duplas, sobre situa&ccedil;&otilde;es,    gestos, pessoas ou objetos que constitu&iacute;am suas mem&oacute;rias/identidades,    apresentando a seguir ao grupo. As conversas giraram em torno das lembran&ccedil;as    relacionadas &agrave;s experi&ecirc;ncias em fam&iacute;lia, na escola, na universidade.    Essa discuss&atilde;o possibilitou pensar sobre as implica&ccedil;&otilde;es    das experi&ecirc;ncias na constitui&ccedil;&atilde;o das mem&oacute;rias e como    o acervo das nossas lembran&ccedil;as marca as nossas identidades, isto &eacute;,    como somos e como nos identificamos/diferenciamos uns dos outros. Al&eacute;m    disso, discutimos sobre como nossas narrativas ingressam num sistema polif&ocirc;nico,    o que suscita outras hist&oacute;rias. Ao realizarmos essa atividade com os    alunos, de modo a ingress&aacute;-los nos pressupostos de onde est&aacute;vamos    falando de mem&oacute;rias/identidades (o que sentimos falta no trabalho com    os professores) e de possibilitar que representassem seus pensamentos atrav&eacute;s    de imagens, apresentamos a seguinte proposta: "Quem sou eu? Sou aquilo    que aprendi/aprendo – sou o que recordo –, nossas mem&oacute;rias s&atilde;o    o conjunto das nossas recorda&ccedil;&otilde;es, das nossas lembran&ccedil;as!    Que recorda&ccedil;&otilde;es – gestos, objetos, atividades, m&uacute;sicas,    grupos, ambientes, etc. – me representam? No grupo, discutam aquelas recorda&ccedil;&otilde;es    mais significativas para cada um de voc&ecirc;s. No cartaz, representem quem    sou atrav&eacute;s das recorda&ccedil;&otilde;es escolhidas pelo grupo como    as mais significativas, usando recortes de revistas e jornais, frases, palavras,    desenhos". </font></P>     <P><font size="3">Nas imagens representativas das mem&oacute;rias dos alunos destacaram-se    aquelas relacionadas aos grupos familiar e de amigos, o namoro, as atividades    de lazer; e chamou nossa aten&ccedil;&atilde;o como a escola pouco apareceu    como um lugar significativo nas suas experi&ecirc;ncias. Al&eacute;m da discuss&atilde;o    gerada, durante as apresenta&ccedil;&otilde;es, sobre os processos de identifica&ccedil;&atilde;o/diferencia&ccedil;&atilde;o    que inscrevem nossas identidades, travou-se um longo debate sobre o papel da    m&iacute;dia na constitui&ccedil;&atilde;o das nossas subjetividades nos dias    de hoje. </font></P>     <P><font size="3">Num outro momento, com a inten&ccedil;&atilde;o de discutirmos    sobre os processos implicados na constitui&ccedil;&atilde;o das mem&oacute;rias,    os tipos e estrat&eacute;gias de mem&oacute;rias e os fatores interferentes,    os professores vivenciaram testes de avalia&ccedil;&atilde;o de mem&oacute;rias,    seguidos de discuss&otilde;es a respeito do experenciado e da fala de uma doutoranda    sobre a neuroqu&iacute;mica da mem&oacute;ria, visando a aquisi&ccedil;&atilde;o    de conhecimentos. Nesse dia, as discuss&otilde;es ocorreram em torno n&atilde;o    s&oacute; dos processos de mem&oacute;ria, mas especialmente, dos sentimentos    associados &agrave;s experi&ecirc;ncias de ser testado/avaliado – ser avaliado    por outro, como lembrar, o ficar exposto durante o teste –, o que gerou discuss&otilde;es    sobre o que avaliamos das aprendizagens dos alunos durante as provas e o que    ensinamos. Na continuidade dessas discuss&otilde;es e visando introduzir outras,    como por exemplo, fatores e subst&acirc;ncias que interferem nas mem&oacute;rias,    os professores participaram de experimentos de mem&oacute;ria de longa dura&ccedil;&atilde;o    e mem&oacute;ria de trabalho, respectivamente, envolvendo ratos e camundongos    – esquiva inibit&oacute;ria e alterna&ccedil;&atilde;o tardia –seguidos de debates    com outros pesquisadores em neuroqu&iacute;mica da mem&oacute;ria. </font></P>     <P><font size="3">Nas atividades desenvolvidas com os alunos, propusemos que participassem    somente dos experimentos de esquiva inibit&oacute;ria, por uma quest&atilde;o    de tempo e para privilegiar os debates, anotando resultados e levantando hip&oacute;teses    sobre o que estaria acontecendo com os animais durante o experimento. Os alunos,    em grupos, discutiram suas anota&ccedil;&otilde;es e conclus&otilde;es com os    monitores, o que mostrou a necessidade de ampliar seus conhecimentos relativos    &agrave; estrutura do c&eacute;rebro e aos processos biol&oacute;gicos relacionados    &agrave; transmiss&atilde;o nervosa. Nesse dia, ainda, os alunos revisitaram    seus cartazes, numa tentativa de relacionar as discuss&otilde;es com as suas    experi&ecirc;ncias, tomando-as como constituidoras de mem&oacute;rias/identidades.    Esses temas foram revistos, posteriormente, atrav&eacute;s de uma tarefa de    mem&oacute;ria que possibilitou discuss&otilde;es sobre tipos e estrat&eacute;gias    de mem&oacute;rias e da apresenta&ccedil;&atilde;o do filme <i>C&eacute;rebro</i>    da cole&ccedil;&atilde;o <i>Superinteressante</i>. </font></P>     <P><font size="3">Na continuidade, visando pensar o corpo como um texto em que    podem ser lidas as inscri&ccedil;&otilde;es adquiridas nas nossas experi&ecirc;ncias    e discutir sobre tipos e estrat&eacute;gias de mem&oacute;ria, foi assistido    e debatido o filme <i>Amn&eacute;sia</i>. Nas discuss&otilde;es com os professores    predominaram suas manifesta&ccedil;&otilde;es sobre o filme visto como violento    – algumas pessoas sa&iacute;ram da sala – o que gerou discuss&otilde;es sobre    percep&ccedil;&otilde;es e sentimentos associados ao mesmo. Isso levou-nos,    novamente, a pensar na necessidade de criar estrat&eacute;gias de interlocu&ccedil;&atilde;o    sobre as nossas propostas com as pessoas. Assim, na atividade com os alunos    apresentamos e discutimos a proposta: qual filme assistir tendo em vista nossos    prop&oacute;sitos? Dessa discuss&atilde;o ficou definido o filme <i>Amn&eacute;sia</i>    que, para nossa surpresa, muitos j&aacute; haviam assistido. Para tanto, fizemos    a seguinte apresenta&ccedil;&atilde;o introdut&oacute;ria: "Nesse filme    o personagem principal teve perda da mem&oacute;ria recente, lembrando somente    de situa&ccedil;&otilde;es relacionadas a mem&oacute;rias de longa dura&ccedil;&atilde;o.    Assista ao filme anotando as estrat&eacute;gias que o personagem utiliza para    reter as informa&ccedil;&otilde;es e ter lembran&ccedil;as, e outros aspectos    que julgar importante para discutirmos ap&oacute;s filme". Essa proposi&ccedil;&atilde;o    possibilitou n&atilde;o s&oacute; promover discuss&otilde;es relacionando o    filme com os assuntos tratados no curso, mas atentar para os sentimentos associados    a esse tipo de produ&ccedil;&atilde;o. </font></P>     <P><font size="3">No curso foram, ainda, desenvolvidas atividades visando discutir    os efeitos das a&ccedil;&otilde;es humanas em rela&ccedil;&atilde;o a outros    organismos vivos e a ele pr&oacute;prio (quest&otilde;es &eacute;ticas) e, tamb&eacute;m,    a escola como lugar de produ&ccedil;&atilde;o de inscri&ccedil;&otilde;es nos    corpos. </font></P>     <P><font size="3">Para finalizar, torna-se importante destacar que os professores    desenvolveram, nas escolas, projetos como: Memorial fotogr&aacute;fico; Quem    s&atilde;o nossos alunos?; Lixo: ontem e hoje; Interesses e aprendizagens. Ao    avaliarem o curso, os professores referiram que o mesmo possibilitou: pensar    na relev&acirc;ncia de experi&ecirc;ncias vividas e de fatores biol&oacute;gicos    implicados na constru&ccedil;&atilde;o do conhecimento; problematizar a&ccedil;&otilde;es    e linguagens utilizadas nas pr&aacute;ticas escolares; "olhar os nossos    alunos em outros espa&ccedil;os"; e integrar professores, alunos e acad&ecirc;micos.    Nas suas avalia&ccedil;&otilde;es, os alunos, lan&ccedil;aram m&atilde;o de    dramatiza&ccedil;&otilde;es para mostrar como relacionavam mem&oacute;rias/identidades    a partir do curso. Nesse momento, destacaram a import&acirc;ncia de verem seus    professores aprendendo como eles, ou seja, "como alunos".</font></P>     <P><font size="3">Esse curso contou com a participa&ccedil;&atilde;o das professoras    Suzana Wofchuk (ICBS/UFRGS) e Lav&iacute;nia Schwantes (Faced/UFRGS), dos doutorandos    em bioqu&iacute;mica Loredana Susin, Diogo L. de Oliveira, Felix A. Soares,    Jean Pierre Oses, Ricardo V. de Oliveira e Evandro G. da Silva e da mestranda    Ana M. Arnt..</font></P>     <P>&nbsp;</P>     ]]></body>
<body><![CDATA[<P><font size="3"><i><b>N&aacute;dia Geisa Silveira de Souza</b> &eacute; professora    adjunta no Departamento de Ensino e Curr&iacute;culo/Faced/UFRGS.    <br>   <b>Diogo O. de Souza</b> &eacute; professor titular no Departamento de Bioqu&iacute;mica/ICBS/UFRGS.</i></font></P>     <P>&nbsp;</P>     <P>&nbsp;</P>     <P><font size="3"><b>NOTAS E REFER&Ecirc;NCIAS BIBLIOGR&Aacute;FICAS</b></font></P>     <p><font size="3">1. O curso integra o Projeto Intera&ccedil;&atilde;o Ci&ecirc;ncia    e Educa&ccedil;&atilde;o com apoio da Funda&ccedil;&atilde;o Vitae.</font></P>     <p><font size="3">2. A escolha das escolas deveu-se &agrave;s possibilidades de    se criar um grupo de trabalho nas mesmas e de se acompanhar os projetos ali    desenvolvidos. Al&eacute;m disso, a escolha relacionou-se &agrave;s proximidades    e rela&ccedil;&otilde;es das escolas com a universidade. O curso atingiu 20    professores de diferentes &aacute;reas e 40 alunos do ensino m&eacute;dio.</font></P>     <p><font size="3">3. O curso desenvolvido com professores antecedeu o com alunos,    que contou em alguns encontros com atividades realizadas pelos professores.    Assim, embora o nome do curso e os seus pressupostos fossem os mesmos, o curso    desenvolvido com os alunos foi modificando-se &agrave; medida que &iacute;amos    avaliando o processo. </font></P>     <!-- ref --><p><font size="3">4. Foucault, M. "Nietzsche, a genealogia e a hist&oacute;ria",    in <i>Microf&iacute;sica do poder</i>. RJ:Graal, 13ª edi&ccedil;&atilde;o. 1998.</font><!-- ref --><p><font size="3">5. Souza, N.G. S. de Que corpo &eacute; esse? <i>O corpo na    fam&iacute;lia, m&iacute;dia, escola, sa&uacute;de, ...</i> Porto Alegre: CPG-Bioqu&iacute;mica/ICBS/UFRGS.    2001.</font><!-- ref --><p><font size="3">6. Izquierdo, I. <i>Mem&oacute;ria</i>. Porto Alegre:Artmed.    2002.</font><!-- ref --><p><font size="3">7. Izquierdo, I. <i>Sil&ecirc;ncio, por favor!</i>. S&atilde;o    Leopoldo: Unisinos. 2002</font><p><font size="3">8. Filme dirigido por Christopher Nolan e distribu&iacute;do    pela Newmarket Capital Group/Summit Entertainment. 2001.</font></P>      ]]></body><back>
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