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</front><body><![CDATA[ <p align="right"><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>OPINI&Atilde;O</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="4" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Planejamento Curricular e Avalia&ccedil;&atilde;o Educacional: contribui&ccedil;&otilde;es para uma pr&aacute;tica educativa emancipat&oacute;ria: &eacute; preciso dar respostas &agrave;s demandas educacionais, constituindo espa&ccedil;os de fortalecimento de rela&ccedil;&otilde;es com os sistemas de ensino e com os segmentos sociais</b></font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Malvina Tania Tuttman</b></font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Pedagoga, professora da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO) e Coordenadora Geral do F&oacute;rum Estadual de Educa&ccedil;&atilde;o do Rio de Janeiro (FEERJ). Foi reitora da UNIRIO nas gest&otilde;es 2004-2008 e 2008-2011, presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais An&iacute;sio Teixeira (Inep) 2011-2012, Conselheira do Conselho Nacional de Educa&ccedil;&atilde;o no per&iacute;odo de 2012 a 2018, Conselheira do Conselho Estadual de Educa&ccedil;&atilde;o do Rio de Janeiro (CEERJ) no per&iacute;odo 2012 a 2021 e Presidente nas gest&otilde;es 2017-2019 e 2019-2020</font></p>     <p>&nbsp;</p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Inicio esse artigo que aborda as tem&aacute;ticas planejamento curricular e avalia&ccedil;&atilde;o na perspectiva de refletir sobre que universidades o Brasil precisa, citando Paulo Freire &#91;1&#93;.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<blockquote>       <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><i>"Gostaria desde j&aacute; de manifestar minha recusa a certo tipo de cr&iacute;tica cientificista que insinua faltar rigor no modo como discuto os problemas e na linguagem demasiado afetiva que uso. A paix&atilde;o com que conhe&ccedil;o, falo ou escrevo n&atilde;o diminuem o compromisso com que denuncio ou anuncio. Sou uma inteireza e n&atilde;o uma dicotomia. N&atilde;o tenho uma parte esquem&aacute;tica, meticulosa, racionalista e outra desarticulada, imprecisa, querendo simplesmente bem ao mundo. Conhe&ccedil;o com meu corpo todo, sentimento, paix&atilde;o. Raz&atilde;o tamb&eacute;m". </i></font></p> </blockquote>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Com essas palavras, assumindo-as inteiramente, sinto a leveza necess&aacute;ria que me permite repensar o j&aacute; institu&iacute;do e pensar o novo, ter certezas e d&uacute;vidas, apresentar ideias, ouvir cr&iacute;ticas e avan&ccedil;ar no entendimento dos atos de planejar e avaliar que efetivamente contribuam para uma pr&aacute;tica educativa emancipat&oacute;ria, defendendo que todos t&ecirc;m direito a uma educa&ccedil;&atilde;o de qualidade, efetivamente cidad&atilde;: uma forma pr&oacute;pria de estar no mundo criticamente.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Freire &#91;2&#93;, ainda, afirma: "ontem como hoje, jamais aceitei que a pr&aacute;tica educativa devesse ater-se apenas &agrave; leitura da palavra, mas tamb&eacute;m &agrave; leitura do contexto, &agrave; leitura do mundo. "</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A concep&ccedil;&atilde;o de universidade apresentada no presente texto, portanto, apoia-se na defesa de uma educa&ccedil;&atilde;o emancipat&oacute;ria, que a percebe como local de teorias e pr&aacute;ticas reveladoras da sociedade e do Estado. Uma universidade capaz de expressar uma multiplicidade de pensamentos, muitas vezes conflitantes, mas que tem por objetivo colocar a produ&ccedil;&atilde;o acad&ecirc;mica ao alcance das diferentes classes sociais e a servi&ccedil;o delas, principalmente.</font></p>     <p align="center"><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">   <styled-content style="color:#890e10"><b> "Uma Universidade capaz de expressar uma multiplicidade de pensamentos, muitas vezes conflitantes, mas que tem por objetivo colocar a produ&ccedil;&atilde;o acad&ecirc;mica ao alcance das diferentes classes sociais e a servi&ccedil;o delas, principalmente.</b></styled-content>   </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A reflex&atilde;o anterior nos faz pensar sobre que profissionais estamos formando. Os curr&iacute;culos dos diferentes cursos est&atilde;o inibindo todo o potencial cr&iacute;tico, renovador, projetivo dos estudantes? A quem a universidade vem servindo ou continua a servir? Por que a universidade continua a manter um distanciamento do seu entorno, da complexidade do mundo?</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A presente tem&aacute;tica &eacute; importante na medida em que possibilita refletir sobre que universidades o pa&iacute;s necessita, a partir de que projeto de na&ccedil;&atilde;o. &Eacute; dessa forma que reflito sobre o processo educacional, em especial sobre os atos de planejar e avaliar &#91;3&#93;.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Refletir sobre o ato de avaliar implica perceber o seu significado para al&eacute;m da apresenta&ccedil;&atilde;o de n&uacute;meros, resultados ou indicadores. Avaliar significa apreender uma determinada realidade e indicar caminhos que possibilitem rever ou definir pol&iacute;ticas, programas, planos e a&ccedil;&otilde;es para o enfrentamento das situa&ccedil;&otilde;es diagnosticadas.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">&Eacute; uma atividade, portanto, que envolve aspectos tanto t&eacute;cnicos quanto pol&iacute;ticos. Isso significa que o ato de avaliar compreende a&ccedil;&otilde;es insepar&aacute;veis que envolvem o conhecimento t&eacute;cnico e defini&ccedil;&otilde;es pol&iacute;ticas, a partir de princ&iacute;pios definidos no coletivo da institui&ccedil;&atilde;o educacional, registrados em seu projeto pedag&oacute;gico. Dessa forma, avaliar compreende, tamb&eacute;m, o estabelecimento de diagn&oacute;stico e do processo decis&oacute;rio.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Para se diagnosticar, &eacute; necess&aacute;ria a defini&ccedil;&atilde;o de um marco referencial que indique os valores educacionais desejados, os princ&iacute;pios balizadores das a&ccedil;&otilde;es pedag&oacute;gicas, os sonhos, as utopias e os direitos de aprendizagem.</font></p>     <p align="center"><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">   <styled-content style="color:#890e10"><b> "O ato de avaliar compreende a&ccedil;&otilde;es insepar&aacute;veis que envolvem o conhecimento t&eacute;cnico e defini&ccedil;&otilde;es pol&iacute;ticas, a partir de princ&iacute;pios definidos no coletivo da institui&ccedil;&atilde;o educacional, registrados em seu projeto pedag&oacute;gico."</b></styled-content>   </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O diagn&oacute;stico, portanto, refletir&aacute; a que dist&acirc;ncia os processos de aprendizagem, bem como as a&ccedil;&otilde;es propostas em todos os n&iacute;veis do sistema educacional, encontram-se do marco de refer&ecirc;ncia.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Nessa perspectiva, o ato de avaliar implica a&ccedil;&otilde;es de conhecer e de constatar. Ao conhecer ou constatar situa&ccedil;&otilde;es, tendo por base uma refer&ecirc;ncia, atribu&iacute;mos qualidades de satisfa&ccedil;&atilde;o ou insatisfa&ccedil;&atilde;o, em diferentes graus.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O ato de avaliar pressup&otilde;e acreditar que &eacute; poss&iacute;vel alcan&ccedil;ar o sonho, o ideal e a utopia desenhada. Pressup&otilde;e, portanto, apostar no potencial do professor e do estudante. Acreditar significa oferecer ao estudante e ao pr&oacute;prio professor as oportunidades de vivenciar experi&ecirc;ncias significativas que possibilitem a abertura para o novo, para o inusitado, para a supera&ccedil;&atilde;o.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">&Eacute; fundamental destacar, no entanto, que no processo educacional n&atilde;o cabe apenas a avalia&ccedil;&atilde;o da aprendizagem dos estudantes. &Eacute; imprescind&iacute;vel que a pr&oacute;pria institui&ccedil;&atilde;o seja avaliada pelo seu coletivo, entendendo esse coletivo como todos os que vivenciam (ou deveriam vivenciar) o cotidiano da institui&ccedil;&atilde;o, tendo como marco de refer&ecirc;ncia o projeto pedag&oacute;gico constru&iacute;do coletivamente (<a href="#fig1">Figura 1</a>).</font></p>     <p><a name="fig1"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/cic/v75n1/a10fig01.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Essas afirma&ccedil;&otilde;es nos remetem a repensar o significado do curr&iacute;culo e da avalia&ccedil;&atilde;o. Qual &eacute; o curr&iacute;culo adequado para essa gera&ccedil;&atilde;o? Vivenciar a possibilidade de poder renovar a cada dia, trabalhar pela reestrutura&ccedil;&atilde;o da educa&ccedil;&atilde;o brasileira na velocidade adequada, avan&ccedil;ar sempre, de forma sustent&aacute;vel, e estar permanentemente disposto a rever, a questionar, a mudar, tendo em vista a formula&ccedil;&atilde;o e desenvolvimento de pol&iacute;ticas p&uacute;blicas que possibilitem uma educa&ccedil;&atilde;o de qualidade social para todo o territ&oacute;rio brasileiro devem ser o sentido do curr&iacute;culo e da avalia&ccedil;&atilde;o.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">&Eacute; preciso dar respostas &agrave;s demandas educacionais, constituindo espa&ccedil;os de fortalecimento de rela&ccedil;&otilde;es com os sistemas de ensino e com os segmentos sociais. Portanto, espa&ccedil;os de estudos e de fazeres coletivos, considerando a formula&ccedil;&atilde;o e a avalia&ccedil;&atilde;o da pol&iacute;tica nacional de educa&ccedil;&atilde;o, o zelo pela qualidade do ensino e pelo cumprimento da legisla&ccedil;&atilde;o educacional, assegurando a participa&ccedil;&atilde;o da sociedade no aprimoramento da educa&ccedil;&atilde;o brasileira</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">O curr&iacute;culo n&atilde;o pode ser apenas um aspecto formal da educa&ccedil;&atilde;o superior, deve ser utilizado para a busca cont&iacute;nua do processo de amadurecimento da forma&ccedil;&atilde;o e potencialidades dos estudantes (<a href="#fig2">Figura 2</a>).</font></p>     <p><a name="fig2"></a></p>     <p>&nbsp;</p>     <p align="center"><img src="/img/revistas/cic/v75n1/a10fig02.jpg"></p>     <p>&nbsp;</p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A forma&ccedil;&atilde;o dos estudantes universit&aacute;rios deva estar centrada num curr&iacute;culo que contribua para responder aos desafios do mundo atual, sendo, portanto, desej&aacute;vel que os futuros profissionais tenham sua forma&ccedil;&atilde;o a partir de curr&iacute;culos que integrem o ensino, a pesquisa e a extens&atilde;o para gerar conhecimentos que venham ao encontro de uma contribui&ccedil;&atilde;o transformadora e de melhoria das condi&ccedil;&otilde;es de vida da sociedade brasileira.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Para isso, &eacute; preciso que a universidade tenha definido esse projeto no seu Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI), que ser&aacute; o marco de refer&ecirc;ncia para os cursos da institui&ccedil;&atilde;o, prevendo no seu or&ccedil;amento verba destinada &agrave;s pol&iacute;ticas previstas. &Eacute; preciso que as universidades apresentem condi&ccedil;&otilde;es or&ccedil;ament&aacute;rias claras. Essa &eacute; uma quest&atilde;o de gest&atilde;o.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">A institui&ccedil;&atilde;o tem que ser pensada em sua totalidade. N&atilde;o bastam leis e diretrizes. &Eacute; preciso condi&ccedil;&otilde;es de materializ&aacute;-las, pois, caso isso n&atilde;o ocorra, as universidades continuar&atilde;o a manter barreiras que a impedem de considerar os conhecimentos, os fazeres e saberes, as culturas das comunidades para o desenvolvimento das a&ccedil;&otilde;es acad&ecirc;micas.</font></p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Portanto, ter a extens&atilde;o e a pesquisa fazendo parte do projeto pol&iacute;tico-pedag&oacute;gico de cada curso &eacute; um caminho de oportunidades para que as universidades com as comunidades que se tornaram parceiras possam, juntas, enfrentar os desafios locais, estaduais, do pa&iacute;s.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Cabe &agrave;s universidades, em conson&acirc;ncia com as representa&ccedil;&otilde;es sociais da regi&atilde;o em que est&atilde;o inseridas, decidir quais as situa&ccedil;&otilde;es a serem enfrentadas e que dever&atilde;o ser objeto de suas a&ccedil;&otilde;es de ensino, pesquisa e extens&atilde;o, de forma interdisciplinar. Sem d&uacute;vida, tal reflex&atilde;o implica em que a op&ccedil;&atilde;o metodol&oacute;gica de trabalho seja referendada por uma pr&aacute;tica de gest&atilde;o que favore&ccedil;a o estabelecimento de m&uacute;ltiplas rela&ccedil;&otilde;es internas e externas &agrave; universidade.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Ao revisitar o passado e pensar a constru&ccedil;&atilde;o do futuro, acredito que a possibilidade de participa&ccedil;&atilde;o &eacute; um primeiro passo no caminho da conquista da universidade que se quer comprometida com a sociedade. Participa&ccedil;&atilde;o entendida num coletivo que decide o que fazer, a partir do diagn&oacute;stico e do debate sobre o que emperra e &eacute; deficiente no fazer acad&ecirc;mico-pol&iacute;tico do cotidiano institucional.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">Dessa forma, pode ser constru&iacute;do um processo de planejamento em que todos cres&ccedil;am juntos, transformem a realidade, criem o novo. Ao ultrapassar a rigidez a qual estamos acostumados, poderemos ter, diante de n&oacute;s, uma gama de possibilidades com as quais exercitaremos rela&ccedil;&otilde;es democr&aacute;ticas produtoras de saberes e pr&aacute;ticas efetivamente cidad&atilde;s.</font></p>     <p align="center"><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">   <styled-content style="color:#890e10"><b> "&Eacute; necess&aacute;rio romper as resist&ecirc;ncias que ainda impedem as universidades de avan&ccedil;ar no real entendimento e significado do conhecimento, de que ci&ecirc;ncia e cidadania n&atilde;o se op&otilde;em."</b></styled-content>   </font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">As comunidades organizadas sabem o que necessitam. N&atilde;o querem mais um comportamento colonialista das universidades. Elas t&ecirc;m suas propostas e n&atilde;o s&atilde;o alienadas. Ao contr&aacute;rio, sabem exatamente o que significa ser parceiro. As universidades, nesse aspecto, ainda t&ecirc;m muito a aprender.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">J&aacute; existem experi&ecirc;ncias em algumas universidades que est&atilde;o materializando essa concep&ccedil;&atilde;o de curr&iacute;culo. Vale a pena conhecer tais propostas. Cito algumas: Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB); Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ); Universidade Federal da Bahia (UFBA); Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG); Universidade Federal de S&atilde;o Carlos (UFSC); Universidade Federal de S&atilde;o Paulo (Unifesp), entre outras.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">&Eacute; necess&aacute;rio romper as resist&ecirc;ncias que ainda impedem as universidades de avan&ccedil;ar no real entendimento e significado do conhecimento, de que ci&ecirc;ncia e cidadania n&atilde;o se op&otilde;em. &Eacute; urgente, portanto, que sejam criadas formas estruturais mais flex&iacute;veis, que possibilitem o desenvolvimento de pr&aacute;ticas integradoras das &aacute;reas do saber, de pessoas, de institui&ccedil;&otilde;es.</font></p>     <p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">As reflex&otilde;es aqui expostas n&atilde;o podem ser consideradas inovadoras. Na verdade, este &eacute; um registro que n&atilde;o apresenta nenhum ineditismo. O inovador, o novo, no entanto, &eacute; colocar as premissas defendidas em pr&aacute;tica. Este &eacute; o grande desafio.</font></p>     <p>&nbsp;</p>     ]]></body>
<body><![CDATA[<p><font size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif"><b>Refer&ecirc;ncias</b></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">1. FREIRE, P. <i>&Agrave; sombra desta mangueira</i>. S&atilde;o Paulo: Olho d'&aacute;gua, p.182, 1995.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=123176&pid=S0009-6725202300010001000001&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">2. FREIRE, P. <i>&Agrave; sombra desta mangueira. </i> S&atilde;o Paulo: Olho d'&aacute;gua, p.303, 1995.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=123178&pid=S0009-6725202300010001000002&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>     <!-- ref --><p><font size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif">3. TUTTMAN, M. T. Evaluaci&oacute;n educacional. <i>Revista Retratos da Escola</i>, v. 7, n. 12, p.101-108, jan/jun. 2013. Dispon&iacute;vel em: <a href="http://www.esforce.org.br" target="_blank">http/www.esforce.org.br</a>. Acesso em: 03 fev. 2023.    &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;[&#160;<a href="javascript:void(0);" onclick="javascript: window.open('/scielo.php?script=sci_nlinks&ref=123180&pid=S0009-6725202300010001000003&lng=','','width=640,height=500,resizable=yes,scrollbars=1,menubar=yes,');">Links</a>&#160;]<!-- end-ref --></font></p>      ]]></body>
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